quarta-feira, 1 de abril de 2026
Exclusivo OUTRA MARGEM: início da construção de nova ETAR em S. Pedro está para breve
segunda-feira, 2 de março de 2026
A14: na quarta-feira, dia 4, há uma reunião para avaliar previsão de reabertura
Informação via Município da Figueira da Foz
"O Município da Figueira da Foz informa que se encontra em permanente contacto com a administração da Brisa e com os serviços técnicos, através do presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, e do vereador Manuel Domingues.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Visita de deputados do PS ao Porto da Figueira da Foz mereceu críticas dos utilizadores do porto
sábado, 21 de fevereiro de 2026
À atenção dos portugueses
Via jornal Público
- Os números importam na imigração
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
O edifício que já teve a melhor esplanada da Figueira está assim...
Serviço público: por ser verdade e para que conste, "ao abrigo do acordo assinado entre a administração portuária e o município da Figueira da Foz, o edifício que serviu de sede administrativa do antigo parque de campismo, onde também funcionou um restaurante, uma esplanada e um café, ficou de fora da mudança de titulares dos imóveis".
Lá tenho que recorrer ao que foi publicado pelo Diário as Beiras, na edição de 19 de Maio de 2023.
"Os concessionários que aguardavam luz verde para instalarem os seus equipamentos na zona requalificada do Cabedelo já podem levantar as licenças de construção, uma vez que a passagem dos terrenos e de três edifícios, da administração portuária para o Município da Figueira da Foz, já foi formalizada.
São quatro os espaços concessionados: um destinado a restauração e os outros a escolas de surf.
Àqueles quatro, em breve poderão juntar-se outros três.
«Possivelmente, vamos avançar com a concessão dos balneários do antigo parque de campismo, que também deverão ser utilizados para apoios de praia [restauração], negócios relacionados com a actividade do surf ou outros» - disse na altura o vereador Manuel Domingues.
Ao abrigo do acordo assinado entre a administração portuária e o município da Figueira da Foz, o edifício que serviu de sede administrativa do antigo parque de campismo, onde também funcionou um restaurante e café, ficou de fora da mudança de titulares dos imóveis.
O edifício-sede do antigo parque de campismo integra o estudo de viabilidade económica para a concessão da futura marina do Cabedelo, daí ter sido excluído do pacote de transferência de património da administração portuária para o município."
Recorde-se, que o edifício que serviu de sede administrativa do antigo parque de campismo, que eu conheço como as palmas das minhas mãos, que condicionou todo o projecto de requalificação do Cabedelo, que deu, por responsabilidade da gestão socialista então à frente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, naquilo que já todos sabem, que se encontra em estado de degradação em marcha acelerada, tem tudo para tonar-se numa BELA e TURÍSTICA ruína, a acompanhar, num futuro não muito longínquo, a ruína geral que vai ser o resultado do plano de requlificação do Cabedelo levado a cabo pelo município da Figueira da Foz entre 2017 e 2022.
Naqule edifício, em tempos não muito recuados, existiu, na minha opinião, a mais bela e aprazível esplanada debruçada sobre o mar do concelho da Figueira da Foz.
segunda-feira, 24 de novembro de 2025
Uma notícia que interessa à Figueira
«Pestana "não está interessado em vender" Pousadas. Até admite comprar».
Para ler melhor clicar nas imagens
No final da sessão de Câmara desse dia, Pedro Santana Lopes disse aos jornalistas que a Câmara iria assinar em breve o protocolo de concessão depois de ter recebido luz verde dos serviços jurídicos municipais. Segundo Santana Lopes, o promotor vai reabilitar o imóvel e construir uma nova estalagem naquele espaço, situado na avenida marginal da cidade da Figueira da Foz, investindo inicialmente seis milhões de euros. O acordo entre a autarquia e a Enatur deverá vigorar por um período de 40 anos e será por adjudicação direta por estar “salvaguardado o interesse público”, já que empresa adjudicatária tem capital maioritariamente público.»
A proposta para a celebração do acordo de cedência de utilização e exploração do complexo piscina-mar estava na ordem de trabalhos da reunião de Câmara da Figueira da Foz que se realizou no dia 6 de Junho de 2025 e foi votada favoravelmente por unanimidade.
O município irá conceder a exploração do equipamento, por 40 anos, à Empresa Nacional de Turismo (Enatur), cujo presidente do conselho de administração é Paulo Pereira Coelho, antigo vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, ex-secretário de Estado e ex-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que anunciou fazer um investimento inicial de seis milhões de euros.
sexta-feira, 8 de agosto de 2025
O tempo que passou e que parece esquecido
Os militares de Abril ofereceram-nos a Liberdade. Todavia, construir uma Democracia é muito mais do que Liberdade. Numa Democracia, os governantes são eleitos através de eleições justas e competitivas. Não há Democracia sem liberdades civis e direitos humanos.
A Democracia contrasta com formas de governo em que o poder não é investido na população geral, como acontece em sistemas autoritários.Para ilustrar algo de que muitos ainda se recordam, publico uma breve passagem da edição municipal “O Dia de Todos os Sonhos do Mundo”, da autoria de António Agostinho, uma reflexão sobre a Revolução dos Cravos, a partir da experiência de vida do Autor, antes e depois de 1974, e insere-se nas comemorações dos 50 anos daquele “dia inicial inteiro e limpo”: A EXPLORAÇÃO DOS PESCADORES NO ESTADO NOVO.
Os armadores, com a protecção e a cumplicidade dos mandantes do regime corporativo, que beneficiavam e dominavam o comércio das pescas nacionais - alguns deles também eram proprietários de alguns desses navios - permitiam que as condições de vida a bordo dos navios de pesca, antes do 25 de Abril de 1974, fossem tão desiguais entre a tripulação, que é muito difícil ao cidadão comum aceitar, nos dias de hoje, esta diferenciação tão absurda e desumana. Enquanto que ao Comandante e restantes oficiais (incluindo especialidades ligadas às máquinas) as refeições diárias eram compostas por sopa, prato de peixe, prato de carne e fruta, aos pescadores era servido ao almoço e jantar apenas sopa e um único prato (geralmente peixe) tendo direito numa das refeições a um prato de carne apenas às quintas-feiras e domingos, composto por chispe com feijão ou carne salgada conservada em barricas de madeira. Aos camarotes dos primeiros (que exibiam alguma comodidade apesar da exiguidade do espaço) eram fornecidos pela Companhia Armadora os colchões, enquanto que aos pescadores era-lhes exigido que os trouxessem de casa, se quisessem ter comodidade mínima no fundo dos porões onde dormiam amontoados, convivendo de braço dado com a insalubridade. A remuneração era constituída por um salário mísero, que não era proporcional à extrema dureza do trabalho que efectuavam.
E, tudo isto, permitido e incentivado pelo regime do Estado Novo. Muitos, onde se inclui o Almirante Henrique Tenreiro, enriqueceram com a epopeia das pescas. Vivendo sempre à sombra dos privilégios que o regime lhes concedia, procuravam ostentar uma pose de beneméritos, quando no fundo se aproveitaram da extrema pobreza e das necessidades dos mais carenciados para fazerem deles os “eternamente agradecidos”, enquanto eles se auto intitulavam os “historicamente benfeitores”.
Sempre foi assim. E, em certos aspectos, continua assim. Continua a haver mandantes no Portugal Europeu e Democrático, pós 25 de Abril.
Para os que acreditam no que por aí se publica nos jornais, fica este texto de Miguel Szymanski.
"Fui dispensado de vários jornais por me recusar a fazer fretes. Na revista Sábado o director, na altura, hoje já reformado do jornalismo, veio ter comigo e disse "lamento mas és persona non grata junto da administração". O empresário André Jordan tinha-se queixado de uma entrevista que lhe fiz e que nunca foi publicada. No grupo do Diário Económico foi Ricardo Espírito Santo Salgado quem se queixou que eu o retratara "como se fosse um gatuno" e ameaçou retirar publicidade do grupo. "Não te posso dar mais trabalhos para escrever, lamento, ordens superiores", disse-me o director do jornal. Na revista GQ (onde publicava crónicas) as queixas vieram numa carta de Jardim Gonçalves. No último artigo que escrevi para o Expresso (o contrato como colaborador nunca foi rescindido) critiquei Sócrates quando ainda era primeiro-ministro. Recusei pedidos de artigos para a revista Up da TAP (sobre a EDP) porque eram fretes. A minha mulher foi despedida da Cofina por se recusar a escrever 'publi-reportagens', textos publicitários mascarados de jornalismo. A directora da revista exigia-o, ela insistiu em recusar-se e o director de recursos humanos, genro do patrão da Cofina, disse-lhe "o salário ao fim do mês também não vem com código deontológico". Despediram-na. Por causa disso a minha mulher e eu tivemos de sair de Portugal e de ir trabalhar para a Alemanha. Fomos de carro, ambos desempregados, com meia dúzia de malas na bagageira e duas crianças no banco de trás. Não foi fácil. Ser jornalista não é fácil."
Na foto, Maria Emília Archer Eyrolles Baltasar Moreira, conhecida como Maria Archer (Lisboa, 4 de Janeiro de 1899 - Lisboa, 23 de Janeiro de 1982). Foi uma escritora portuguesa e uma Mulher mais do nosso tempo do que do seu tempo. Durante a vida, Maria Archer foi uma inconformista, consciente das discriminações e das injustiças, em geral, e, em particular, das que condicionavam o sexo feminino, numa sociedade retrógrada e, como se diria em linguagem actual, "fundamentalista", em que o regime impôs a regressão às doutrinas e práticas de um patriarcalismo ancestral.
A escrita, servida pelos dons de inteligência, de observação e de expressividade foi para Maria Archer uma arma de combate político. Como disse Artur Portela, "a sua pena parece por vezes uma metralhadora de fogo rasante".
Maria Archer, grande escritora, foi homenageada no dia 22 de Agosto de 2015, na Cova-Gala. Em em 1938 na sua novela "Entre Duas Viagens" escrevia assim sobre nós.
"No primeiro domingo de Janeiro faz-se na Cova a romaria anual a São Pedro, padroeiro dos pescadores. No extremo da povoação, num ermo desabrigado, ergue-se a pequena e humilde capela do santo. Em redor alongam-se as dunas cobertas de juncos, enquadradas pelo pinhal e pelo mar. S. Pedro, se viesse dos areais da Judéia, com as suas rústicas sandálias de caminheiro pobre, as suas barbas austeras, a face tostada pelo ar salgado, sentir-se-ia à vontade entre a gente da Cova e no seu agreste cenário de deserto ribeirinho".
Foi um combate em que a sua vida e a sua arte se fundem - norteadas por um ostensivo propósito de valorização dos valores femininos, de libertação da mulher e, com ela, da sociedade como um todo.
Ela é já uma Mulher livre num país ainda sem liberdade - coragem que lhe custou o preço de um longo exílio ...
Maria Archer é uma grande escritora E pode ser lida apenas como tal. Mas permite também diversas outras leituras.
sexta-feira, 27 de junho de 2025
quarta-feira, 11 de junho de 2025
Rotunda Joaquim Namorado: a inauguração do topónimo é realizada hoje, pelas 18H00
"O Município da Figueira da Foz atribuiu o nome de Joaquim Namorado à rotunda junto ao Centro de Saúde de Buarcos, na avenida Mário Soares. A inauguração do topónimo é realizada hoje, pelas 18H00, cerimónia que conta com o presidente da câmara, Santana Lopes e familiares do homenageado."
Imagem via Diário as Beiras
segunda-feira, 9 de junho de 2025
Mais um episódio da série actualmente em exbição na Figueira, "Santana, a caminho da maioria absoluta"
Via Diário as Beiras:
«O presidente da Junta de Maiorca, Rui Ferreira, recandidata-se pela coligação da recandidatura independente de Santana Lopes, adiantou o autarca maiorquense ao DIÁRIO AS BEIRAS, acrescentando que se desfiliará em breve do PS. Rui Ferreira afirmou que decidiu mudar de força política por causa do “relacionamento nulo com a Concelhia do PS” e porque “grande parte das pessoas da secção de Maiorca do PS não teriam interesse que fosse o candidato do partido”.»
quinta-feira, 29 de maio de 2025
Parque das Gaiovtas tem 634 lugares de estacionamento concessionados, aos quais se acrescentam os 68 em terra batida grátis
Abrigo no cais: "O Município da Figueira da Foz vai instalar um abrigo no passeio marítimo da cidade, junto ao cais da embarcação elétrica municipal de transporte de passageiros entre as duas margens. Abordado pelo DIÁRIO AS BEIRAS sobre o assunto, o vereador Manuel Domingues adiantou que a estrutura, “tipo paragem de autocarro”, será instalada em breve."
sexta-feira, 23 de maio de 2025
Figueira da Foz concessiona Piscina-Praia à Enatur que vai investir seis milhões de euros
"O acordo entre a autarquia e a Enatur deverá vigorar por um período de 40 anos"
Via Diário as Beiras
"O município da Figueira da Foz vai concessionar o complexo municipal da Piscina-Praia à Enatur – Empresa Nacional de Turismo, que vai investir inicialmente seis milhões de euros, revelou hoje o presidente da Câmara.
No final da sessão de Câmara de hoje à tarde, Pedro Santana Lopes disse aos jornalistas que a Câmara vai assinar em breve o protocolo de concessão depois de ter recebido luz verde dos serviços jurídicos municipais.
Segundo Santana Lopes, o promotor vai reabilitar o imóvel e construir uma nova estalagem naquele espaço, situado na avenida marginal da cidade da Figueira da Foz, investindo inicialmente seis milhões de euros.
O acordo entre a autarquia e a Enatur deverá vigorar por um período de 40 anos e será por adjudicação direta por estar “salvaguardado o interesse público”, já que empresa adjudicatária tem capital maioritariamente público.
O complexo, situado na marginal fronteira à praia, é um dos conjuntos arquitetónicos emblemáticos da Figueira da Foz, classificado como Imóvel de Interesse Público.
Anteriormente designada por Piscina-Praia (e conhecida localmente como Piscina do Grande Hotel, embora nunca tenha feito parte deste, atualmente hotel Mercure), foi projetada na década de 1950 pelo arquiteto Isaías Cardoso.
Depois de vários anos encerrada, reabriu na época balnear de 2024 pela mão do município figueirense, que reabilitou o complexo por administração direta, depois de em 2023 ter optado pela revogação do contrato da concessão que existia para a execução de um projeto hoteleiro, que nunca avançou.
Nesta época balnear, a reabertura da Piscina-Praia está prevista para o dia 02 de julho.
Na sessão de hoje, a Câmara aprovou ainda a alienação de cinco prédios urbanos na cidade, em hasta pública, pelo valor base total de 350 mil euros.
Estes terrenos municipais eram inicialmente para entrar no negócio de aquisição do terreno para a construção do futuro pavilhão multiusos da Figueira da Foz, mas o proprietário não aceitou.
O terreno para o futuro pavilhão situa-se junto ao miradouro de Salmanha, na freguesia de Vila Verde, com vistas para a cidade e o rio Mondego, e representou um investimento de 555 mil euros.
“É conveniente e vantajoso a venda destes prédios à luz de uma boa gestão, já que a despesa de capital deve ser financiada com receita de capital e não receita corrente para manter o equilíbrio financeiro”, sustentou Santana Lopes.
Dois dos três vereadores do PS presentes na sessão (faltou um) votaram contra a alienação por considerarem que a Câmara podia esperar algum tempo para aferir se existam mais financiamentos para construir habitação pública."
sexta-feira, 2 de maio de 2025
Dois dias depois a justificação que se esperava: Vitor Rodrigues renunciou "por motivos pessoais"...
COMUNICADO
terça-feira, 29 de abril de 2025
Empresa Nacional de Turismo (presidida por Paulo Pereira Coelho, antigo vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz) com interesse na piscina-mar
O presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes, adiantou ao DIÁRIO AS BEIRAS que, se a ENATUR vier a explorar o complexo turístico, será garantido o usufruto público da piscina. A proposta será debatida em breve na reunião de câmara.
O presidente do conselho de administração da ENATUR é Paulo Pereira Coelho, antigo vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, ex-secretário de Estado e ex-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro.
“É uma excelente hipótese, que tem de ser confirmada em reunião de câmara e pelo município, mas é muito bom este interesse da ENATUR. O que se compreende, também por [Paulo Pereira Coelho] ser uma pessoa que conhece bem a Figueira da Foz e a potencialidade daquele espaço”, defendeu Santana Lopes."
terça-feira, 15 de abril de 2025
terça-feira, 1 de abril de 2025
Túnel submerso para ligar a cidade ao Cabedelo inviabiliza a solução teleférico
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| Túnel submerso substitui teleférico |
Esta nova ligação imersa pretende dar resposta ao crescente volume de tráfego e à necessidade de soluções mais eficientes de transporte. O objetivo é melhorar a mobilidade entre as margens do Mondego, aliviando o trânsito na Ponte Edgar Cardoso, problema esse que vai ser agravado com o empreendimento da Foz Gala Investments, que vai construir 220 apartamentos distribuídos por 12 edifícios, nos terrenos da antiga fábrica de transformação de madeira Alberto Gaspar, na freguesia de São Pedro, na margem sul da cidade da Figueira da Foz.
Como a vida é feita de opções e não se pode ter tudo, aquilo que O SOS Cabedelo propôs, em devido tempo ("a inscrição no PDM de uma infraestrutura de ligação para modos suaves de transporte entre o centro da cidade e Cabedelo, com o objetivo da continuidade de percursos na frente de mar e ao longo do rio - com a ligação à Ciclovia do Mondego. A proposta apresentada apresentada pelo Arq. Miguel Figueira em 2010, então elogiada pelo presidente Dr. João Ataíde, foi primeiro substituída pela possibilidade de uma ponte móvel, com custos proibitivos e difícil compatibilidade com a navegação.) deverá ser preterido.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025
Seapower constrói três edifícios no Cabedelo
Via Diário as Beiras
"A Seapower vai construir três pavilhões na zona portuária do Cabedelo. E manterá as atuais instalações, na Zona Industrial da Figueira da Foz.
O primeiro, um investimento de 748,6 mil euros, com um prazo de execução de 180 dias, arranca em breve. Tem uma área de 1080 metros quadrados. O imóvel será dedicado à investigação.
Segue-se um pavilhão, ao lado daquele, com 2100 metros quadrados. Este edifício será utilizado como centro de produção digital. E num terreno contíguo, será edificado o terceiro pavilhão, destinado a laboratórios e escritórios.
O anúncio foi feito ontem pelo presidente da direção da Seapower, Luís Simões da Silva, quando falava na cerimónia de lançamento da primeira pedra do primeiro edifício."
sexta-feira, 17 de janeiro de 2025
Por iniciativa de Santana Lopes, a Câmara da Figueira vai reparar uma injustiça que durava desde Janeiro de 1983
A integração na toponímia figueirense do nome do Poeta
Muitos anos depois, no passado 30 de junho de 2014, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, na inauguração de uma mostra bibliográfica comemorativa do centenário de nascimento de poeta, escritor e professor Joaquim Namorado, o vereador da Cultura de então, dr. António Tavares, verificando a injustiça (mais uma...) que estava a ser cometida, prometeu vir a dar finalmente o nome de Joaquim Namorado à toponímia figueirense - o que até hoje não se concretizou.
A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, acabou por perder o espólio de Joaquim Namorado - os familiares do poeta fartaram-se de ver o nome e o legado deste continuamente enxovalhados pela câmara municipal de uma cidade que ele escolheu para viver e morrer e a quem deu tudo.
Até sempre e parabéns, meu caro Doutor Joaquim Namorado.
terça-feira, 31 de dezembro de 2024
José Pires de Azevedo passou a integrar a toponímia da cidade
O figueirense José Pires de Azevedo passou a integrar a toponímia da cidade, na rotunda da Ponte do Galante. Ficou cumprida uma promessa feita em 23 de Setembro de 2023. Fez-se justiça. O que se aplaude.
Para que a memória não seja curta, recordo uma "outra homenagem" que está por cumprir desde 1983.
Muitos anos depois, no dia 30 de junho de 2014, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, na inauguração de uma mostra bibliográfica comemorativa do centenário de nascimento de poeta, escritor e professor Joaquim Namorado, o vereador da Cultura, dr. António Tavares, verificando a injustiça (mais uma...) que estava a ser cometida, prometeu vir a dar finalmente o nome de Joaquim Namorado à toponímia figueirense - o que até hoje não se concretizou.
A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, acabou por perder o espólio de Joaquim Namorado - os familiares do poeta fartaram-se de ver o nome e o legado deste continuamente enxovalhados pela câmara municipal de uma cidade que ele escolheu para viver e morrer e a quem deu tudo.
A cultura na Figueira merecia mais; muito mais.
Perdeu-se essa oportunidade em junho de 2014.
Fica o registo e os votos de que Joaquim Namorado, em breve, venha a ter os seu nome na toponímia figueirense.
Discretamente, tenho tentado que sucessivos executivos figueirenses ponham fim fim a esta injusta história da integração do nome de Joaquim Namorado na toponímia figueirense, que não é tão antiga como a Sé de Braga, mas que já vem do tempo em que as coisas em Portugal ainda custavam em escudos!..






















