segunda-feira, 31 de agosto de 2026

A receita é simples: "ânimo leve"...


Em comunicado com o título "Uma cidade para todos, não decisões de ânimo leve!", que pode ser lido clicando aqui, o PS/Figueira da Foz  afirma que "não é legítimo apresentar uma decisão política de corte de trânsito como se não tivesse custos, consequências e impacto na vida de quem vive, trabalha e circula na cidade." E mais adiante diz: "Uma política urbana responsável deve ser pensada, planeada e articulada com os cidadãos e com os agentes económicos. Não pode depender dos estados de alma do Senhor Presidente.
O espaço público é de todos — também de quem se desloca de automóvel. A cidade não pode ser pensada apenas para alguns. Uma cidade moderna é aquela que sabe conciliar mobilidade, qualidade de vida, comércio e acessibilidade."
E a terminar exige, "mais respeito por quem cá vive. Mais respeito por quem trabalha. E mais respeito por quem nos visita."
Tudo coisas simples, que poderia ter feito nas dezenas de anos em que governou a câmara municipal da Figueira da Foz.
Os problemas do nosso concelho têm um responsável principal: os votantes e os não votantes figueirenses, que durante quase 5 décadas permitiram que os mesmos abocanham-se o poder.
Eu faço o que posso, mas não posso fazer tudo...
E também já quis fazer mais.
A idade não perdoa: diga-se em abono da verdade, que também já pude mais.
Santana Lopes, no poder há 5 anos, está a fazer aquilo que, João Ataíde e Carlos Monteiro fizeram nos 12 anos que decorreram de 2009 a 2021, que o PSD fez na Figueira entre 1998 e 2008, PSD esse que, por sua vez, fez aquilo que o PS havia feito nos anos a seguir ao 25 de Abril, até 1997: navegar à vista, em função dos interesses do momento...
A receita é simples: há que continuar a votar na alternância sem alternativas.
Não se esqueçam: daqui a 3 anos também...
A Figueira é assim: uma cidade que só tem tomates na praia.

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