A situação não é nova: mais uma vez, a Praia do Cabedelinho, desde o passado dia 31 de Julho, encontra-se proibida a banhos. As análises realizadas pelas entidades competentes revelaram a existência de uma contaminação microbiológica da água.
Foi uma má supresa, que teve impacto negativo, logo no primeiro fim de semana de Agosto, para quem tem négócios que dependem da frequência desta Praia.
Foi uma má supresa, que teve impacto negativo, logo no primeiro fim de semana de Agosto, para quem tem négócios que dependem da frequência desta Praia.
Quem quis dar um mergulho no estuário do Mondego teve uma solução: embarcou a bordo do barco que está a fazer a travessia do Mondego (já não é o "Carlos Simão", nem o "Costa Nova"...) e foi banhar-se nas águas límpidas e bacteorologicamentes puras da Praia do Forte (ex Praia do Cagalhão), as mesmas águas do estuário do Mondego, mas que têm a nuance de correrem em direcção à foz pela margem direita, enquanto a Praia do Cabedelinho fica na margem esquerda.
A separá-las estão cerca de 200 metros que deve ser, mais metro menos metro, a largura do rio naquela zona.
Ao que conseguimos apurar algo de estranho está acontecer: "fazem-se análises de manhã e as coisas não estão bem. Fazem-se análises de tarde e está tudo bem".
Vai haver uma reunião na próxima semana entre as diversas entidades que têm a ver com a qualidade da água na foz do rio Mondego, para se tentar encontrar uma explicação para o que está a acontecer.
As causas podem ser muitas e variadas. Mas, têm a ver, certamente, com efluentes despejados no Mondego, sem o devido tratamento, que prejudicam não só o meio ambiente, mas os negócios ligados ao verão na freguesia de São Pedro.
Serão etares (Vila Verde e S. Pedro), fábricas, descargas no porto de pesca, dragagens, etc.?
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