"Não concordo", escreve na edição de hoje de o Diário as Beiras
"Há duas ou três
semanas os figueirenses foram
confrontados com
o fecho de parte
da marginal (entre
o Forte de Santa
Catarina e o Hotel
Sweet Atlantic
na Avenida 25 de
Abril, sentido SulNorte) ao trânsito de automóveis,
incluindo motociclos, no fim de
semana.
Pretendia o Município que houvesse menos trânsito e mais espaço para quem ali passa, transformando-o numa área segura e tranquila. Dizia ainda a autarquia que “era o momento ideal para desacelerar e aproveitar a cidade com outra qualidade de vida”.
Pretendia-se que por ali se pedalasse e patinasse e que se aproveitasse o “asfalto para andar de bicicleta ou de patins com total segurança”, em sossego.
Ora, a medida em princípio podia ser boa, mas os impactos negativos superam os positivos. Aquela via é demasiado importante para a mobilidade urbana, pela ligação que promove entre o centro da cidade e a vila Buarcos, ao longo de vários edifícios com garagens e com comércio, sobretudo restaurantes e encontra-se servida de largos passeios que as pessoas utilizam frequentemente, bem como excelentes passadiços a poucos metros.
Pretendia o Município que houvesse menos trânsito e mais espaço para quem ali passa, transformando-o numa área segura e tranquila. Dizia ainda a autarquia que “era o momento ideal para desacelerar e aproveitar a cidade com outra qualidade de vida”.
Pretendia-se que por ali se pedalasse e patinasse e que se aproveitasse o “asfalto para andar de bicicleta ou de patins com total segurança”, em sossego.
Ora, a medida em princípio podia ser boa, mas os impactos negativos superam os positivos. Aquela via é demasiado importante para a mobilidade urbana, pela ligação que promove entre o centro da cidade e a vila Buarcos, ao longo de vários edifícios com garagens e com comércio, sobretudo restaurantes e encontra-se servida de largos passeios que as pessoas utilizam frequentemente, bem como excelentes passadiços a poucos metros.
Compreendo que haja quem
pense que naquela artéria circulam automóveis e motociclos
em velocidade excessiva e desta
forma isso deixa de acontecer. Só
que isto não se resolve à bruta,
mas sim com mais policiamento
e adopção de meios alternativos
como lombas redutoras de velocidade, radares, ou sinalização
adequada.
Não concordo com esta decisão
que não melhora a qualidade de
vida dos cidadãos e nem trouxe
mais população para a rua e dá
a ideia de que a Figueira da Foz
não é uma cidade segura."
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