terça-feira, 25 de outubro de 2016

MAIS UMA LICENCIATURA RELÂMPAGO...

Demitiu-se adjunto de Costa que tinha falsa licenciatura...

A história foi contada nesta terça-feira pelo Observador, que avança que Rui Roque estudou Engenharia Electrotécnica na Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC), mas sem ter completado o curso. Roque, adianta o jornal, entrou na universidade no ano lectivo de 1997/98 para o curso de Engenharia Física e, mais tarde, mudou para Engenharia Electrotécnica, na mesma faculdade. Acabou por fazer apenas quatro cadeiras do curso.

Em Janeiro deste ano, ao ser nomeado adjunto do gabinete de António Costa, Lizardo Roque declara-se como “licenciado em Eng.ª Electrotécnica e de Computadores na FCTUC”, informação que consta da nota curricular anexada ao seu despacho de nomeação n.º 1395/2016, assinado a 4 de Janeiro deste ano, e publicado em Diário da República a 29 desse mês.

Agora, ao ser confrontado com as dúvidas sobre a conclusão da formação em Engenharia Electrotécnica, Roque diz que para se pronunciar tem de esclarecer a situação académica que o próprio declarou nove meses antes. Rui Pedro Lizardo Roque afirmou ao Observador: “Os dados constantes na minha nota curricular de nomeação baseiam-se nas informações prestadas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra datadas de Outubro de 2009. Quando confrontado pelas vossas questões, eu próprio solicitei mais esclarecimentos da mesma instituição. Como ainda não obtive resposta, nada mais tenho a acrescentar”. Tendo-lhe sido pedido pelo mesmo jornal que mostrasse o documento de 2009, Rui Pedro Lizardo Roque recusou fazê-lo.

Além da licenciatura, a nota curricular publicada em Diário da República refere ainda que o adjunto foi “operador especializado na Sonae Distribuição, sócio-gerente da 3R Roque & Ribeiro, Lda., consultor da DZN RSK, Lda., e sócio-gerente da Rui Roque Unipessoal, Lda.”. O despacho de nomeação, tendo sido assinado a 4 de Janeiro deste ano, tem efeitos desde 1 de Janeiro.

Roque, de 36 anos à data em que António Costa o nomeou seu adjunto, nasceu em Lisboa e cresceu em Coimbra, pertencendo à federação distrital do PS pela concelhia de Soure e à Assembleia de Freguesia de Granja do Ulmeiro, onde é vogal.

Há coisas, para as quais, confesso, não percebo a utilidade...

Cerca de um ano depois da última reunião, esteve ontem  reunida no Hotel Mercure a Comissão Concelhia da Figueira da Foz do PS!..
Considerando que o candidato a presidente de câmara do PS, para 2017, já estava definido...
E dado que, até ao momento, nada consegui saber do conclave de ontem, pergunto: para que serviu a reunião de ontem à noite no Hotel Mercure?..
Terá sido para tratar da logística?
Por exemplo, alinhavar o concurso público para contratar o pessoal de limpeza da sede?..

A convicção é de Pedro Passos Coelho, certamente o bacano mais simpático do dia de hoje!..

"O PSD apresentaria um Orçamento do Estado melhor para os portugueses"...

Em tempo.
Já sei que muita gente lhe vai chamar palhaço...
Propositadamente evitei isso. 
Por uma razão simples.
Quando me lembro dos palhaços, dos quais gosto muito, o "meu" é o palhaço pobre, que é aquele que encarna as dificuldades porque passámos durante os quatro anos de governo de Passos Coelho.  
Onde é que tudo isto se perdeu?
Será que não temos memória?..
Rir, é capaz de ser mesmo a melhor solução...

Na Figueira, num futuro breve, a juventude (ainda por cima feliz e criativa...) não vai passar de uma invenção de velhos...

Imagem sacada daqui

Pra melhor, tá bem, tá bem!.. Pra pior, já basta assim?..

João Ataíde das Neves, tomou posse, para exercer o primeiro mandato como presidente de câmara da nossa cidade, no dia 30 de outubro de 2009. 
Já lá vão quase 7 anos.
Como ele próprio disse, logo após ter conquistado, para o PS, a Câmara Municipal da Figueira da Foz, derrotando o PSD, que a liderava desde 1998, "é um grande desafio".

Quase no final de outubro do ano da graça de 2016, a cerca de 1 ano das próximas eleições autárquicas, pode ser desconcertante viver na Figueira, especialmente se somos dados a pensar.
Uma coisa, é a imagem da Figueira, que continua a convidar a essencialismos míticos,  com perigosas conotações políticas. 
Outra coisa, seria uma Figueira, que passaria por desconstruir aquela imagem de um passado grandioso, de certos sentimentos a que a maioria dos figueirenses acabou por aderir,  por instigação política.

Esse continua a ser o fado tradicional da Figueira, onde a  fragilidade e a melancolia estão presentes. 
E é nisso, nesse fechamento,  que continua a consistir a tragédia da Figueira e a nossa.
Estamos praticamente com 7 anos de Ataíde e  prosseguimos dentro da nossa catástrofe recalcada, sem ter conseguido dar o golpe de asa para sair. 

É por isso que, por vezes, para alguns, custa tanto  respirar na Figueira.
É por isso que, por vezes, para alguns, a  melancolia de pequenas vivências de anos atrás, mostra, com tristeza, a falta de brilho e a mediocridade da Figueira de hoje. 
Contudo, mesmo assim, baça e embaciada, a Figueira continua a ser nossa.
Há 7 anos, João Ataíde era a novidade.
7 anos depois, desvanecida que está qualquer aparência da novidade trazida por João Ataíde, ainda bem que a Figueira não mudou.
Com João Ataíde, se tivesse mudado alguma coisa na Figueira, teríamos ficado certamente a perder ainda mais com a troca.

Em 2009, não ter passado político e autárquico, foi o único e  maior trunfo de João Ataíde.
Mas, ao mesmo tempo também a sua maior responsabilidade.
Na altura, isso basou-lhe para ganhar as eleições, pois os figueirenses estavam fortemente desiludidos com o PSD.
Será que os figueirenses vão perdoar mais um "balde de água fria", este chamado João Ataíde?

Uma sugestão aos autarcas figueirenses...

Em vez de comprarem 3 bicicletas eléctricas, para estarem paradas, poderiam comprar do modelo da foto acima para promover a verdadeira  mobilidade, dando seguimento às "preocupações ambientais" que, certamente, continuam a ter...