domingo, 2 de outubro de 2016

Um artista em bicos de pés...

Para Passos Coelho e para o artista ao seu lado direito, a fome e a subsistência abaixo dos níveis mínimos reconhecidos pelas instituições nacionais e internacionais não são uma indignidade porque para eles não existem os conceitos de humanidade e de respeito pelos seus concidadãos. Felizmente que nos livrámos de gente tão indigna...
De Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro, em 25 de Outubro de 2011: "Não vale a pena fazer demagogia sobre isto, nós sabemos que só vamos sair desta situação empobrecendo - em termos relativos, em termos absolutos [...]" ao que se seguiram 4 anos de Governo Pedro Passos Coelho/ Paulo Portas/ Cavaco Silva, que não tinha um "modelo de baixos salários para o país" e com os sacrifícios distribuídos "equitativamente" entre os mais pobres, que ficaram 25% ainda mais pobres, para Pedro Passos Coelho, primeiro-ministro no exílio, em 2 de Outubro de 2016 a acusar o Governo e construir uma "sociedade mais pobre e mais injusta". Qual Governo?

daqui

Peniche

Prisão política, por João Taborda da Gama: alguém de direita, a escrever o óbvio no Diário de Notícias...  
«Preservar património é dever. Concessionar monumentos é necessidade. Fazer um hotel no Forte de Peniche é barbárie. (…) 
É preciso poder ir ao forte, estar por lá, deambular nas celas, no recreio, sem bares de gin tónico nem massagens ayurvédicas, ouvir o vento, ouvir o mar, como ao menos ouviam os que lá estavam, e perceber, por fim, a irredutibilidade da liberdade.» 

Controlo de praga!..


Quem disse que a Figueira não é concelho tropical?.. 
Pelo menos, temos vegetação própria dessas paragens! 
Olhem bem para a foto. 
Desde já sublinho que me refiro às palmeiras.
Isto, antes que apareçam comentários laterais ao assunto em causa.... 
Viva então o tropicalismo figueirense. 
E a saúde que respiram as palmeiras figueirenses!..

A inovação figueirense: um presidente de visão está sempre à frente do comum dos mortais que apenas consegue ter visões...

"O que dizer? Vamos esperar pelos catos, piteiras, vegetação xerofila, uns pinheiros mansos, uns arbustos dão jeito (as casa de banho publicas estão fechadas), e depois é a loucura total.-Verão todo o ano com farnel, melão e garrafão, na mega antepraia vai ser Figueira sunset party. Turismo segmento alforge. 
PS- afinal ate tenho que dizer - as mesas até que são giras e o material é do melhor, duram de certeza mais do que três mandatos. Sustentabilidade."
Um comentário de João Paredes, no facebook, a uma foto de António Flórido.

Nota de rodapé.
A Figueira é uma  cidade especial e  engraçada. Continua uma urbe peculiar, única, que vegeta numa espécie de limbo muito seu.
A  sua  localização geográfica e a nostalgia de que foi, é, e há-de continuar a ser - um destino turístico de excelência - tornou-a   permeável e  dependente do exterior.
No principio do século passado, sobretudo dos visitantes espanhóis e dos banhistas de alforge portugueses; agora, de todos...
Por isso, adora que  a  visitem.
Como raramente lhe  prestam atenção, gosta de receber bem e  de impressionar com aquilo que tem  de peculiar: simpatia, gastronomia, serra, rio, mar e (agora) praia com mesas dignas de um parque de merendas de Aldeia, para servir o tal "turismo segmento alforge"...
A Figueira é pequena cidade, onde  o tipicismo das suas gentes pode ser incorporado como uma mais valia turística. 
Acrescenta-se vida numa  zona turística de renome e de excelência como é a nossa praia e promove-se um convívio sadio entre visitantes figueirenses, criando-se assim um conceito inovador e um modo bem diferente de fazer turismo.

Continuação da série em exibição na Figueira, uma "cunha" para Miguel Almeida...

Este andaime, encontra-se à entrada do parque de estacionamento do CAE desde o início do verão, que já terminou há uns dias!..