SEMANA ARTE MULHER
Bienal de Arte e Debate no feminino
entre a Figueira da Foz e o Recife (Brasil)...
Em tempo.
* Manoel de Oliveira
quinta-feira, 8 de março de 2018
Cabedelo no inverno
Sou um sortudo.
Quem, como eu, tem o privilégio de viver entre o rio e o mar?
Quem, como eu, tem tempo e a possibilidade de aproveitar o sol e deleitar-se a olhá-lo em demorado namoro e, com isso, serenar as inquietações da alma e reequilibrar o dia a dia e a vida?
Claro que esta espécie de paraíso não é exclusiva da minha Aldeia.
Porém, ser-me-ia difícil, ser-me-ia, aliás, mesmo muito difícl, viver sem ser aqui.
Mesmo num dia agreste, como o de ontem, de águas tumultuosas, esse fascínio, misto de atracção e inquietação, não deixei de me sentar em silêncio nesta esplanada, permitindo que os olhos e o pensamento se pronlongassem e se perdessem na aparente infinitude do mar.
Este sossego e esta paz, que me é transmitida pelo som do mar quebrando o silêncio, aliando-se à imensidãos das águas brilhando, quando está sol e faz bom tempo, ou agrestes, em dias como o de ontem, faz-me viver momentos em que o tempo parece parar, tansmitindo-me algo que me emociona verdadeiramente.
É uma preguiça boa, que me pacifica o espírito e me faz sentir em harmonia com o que me rodeia, que me deixa em paz e que me é fundamental.
O Cabedelo é, para mim, uma presença que se impõe no meu dia a dia.
É no silêncio do inverno que, para mim, reside a sua grande força.
Quem, como eu, tem o privilégio de viver entre o rio e o mar?
Quem, como eu, tem tempo e a possibilidade de aproveitar o sol e deleitar-se a olhá-lo em demorado namoro e, com isso, serenar as inquietações da alma e reequilibrar o dia a dia e a vida?
Claro que esta espécie de paraíso não é exclusiva da minha Aldeia.
Porém, ser-me-ia difícil, ser-me-ia, aliás, mesmo muito difícl, viver sem ser aqui.
Mesmo num dia agreste, como o de ontem, de águas tumultuosas, esse fascínio, misto de atracção e inquietação, não deixei de me sentar em silêncio nesta esplanada, permitindo que os olhos e o pensamento se pronlongassem e se perdessem na aparente infinitude do mar.
Este sossego e esta paz, que me é transmitida pelo som do mar quebrando o silêncio, aliando-se à imensidãos das águas brilhando, quando está sol e faz bom tempo, ou agrestes, em dias como o de ontem, faz-me viver momentos em que o tempo parece parar, tansmitindo-me algo que me emociona verdadeiramente.
É uma preguiça boa, que me pacifica o espírito e me faz sentir em harmonia com o que me rodeia, que me deixa em paz e que me é fundamental.
O Cabedelo é, para mim, uma presença que se impõe no meu dia a dia.
É no silêncio do inverno que, para mim, reside a sua grande força.
quarta-feira, 7 de março de 2018
João Ferreira, eurodeputado comunista, vai levar a “problemática da erosão costeira” que afecta as praias do sul do nosso concelho a Bruxelas
![]() |
| Fotos Miguel Sanchez |
Na sua deslocação ao nosso concelho, o eurodeputado visitou as empresas Briosa e Cliper e teve reuniões com a administração portuária e com o movimento cívico SOS Cabedelo.
O programa terminou com uma intervenção política, pelas 21 horas e 30 minutos no café Nau. Em declarações ao jornal AS BEIRAS, o eurodeputado adiantou que vai levar a “problemática da erosão costeira” que afecta as praias do sul do concelho da Figueira da Foz a Bruxelas. “Há um problema grave de erosão costeira. Vamos ver que apoios e acções comunitários existem na União Europeia para combater a erosão costeira”, disse João Ferreira. O eleito do PCP sustentou que “o ponto de partida” das medidas que vierem a ser aplicadas deve ser o estudo realizado pelo Grupo de Trabalho para o Litoral. Questionado acerca do sistema mecânico fixo de transposição de areias (bypass), João Ferreira não se comprometeu com uma solução concreta. “Estamos perante uma realidade que não é pontual. Por isso, a solução tem de ser regular, porque algumas intervenções que têm sido feitas não têm tido grande eficácia”. A solução, segundo ele, “terá de ser objecto de um estudo”, insistindo que deve ter como base o relatório do referido grupo de trabalho.«
Venham elas fresquinhas e gordas: “surpreendente” aumento da quantidade de sardinha na costa
O presidente da Cooperativa de Produtores de Peixe Centro Litoral, António Miguel Lé, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, não escondeu o contentamento pelo “surpreendente” aumento dos stocks de sardinha na costa portuguesa, segundo um estudo do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
“Até os mais céticos ficaram surpreendidos, pois não esperavam que mais do que duplicasse. É evidente que poderá haver um reajuste da quota para este ano, mas nunca numa grande quantidade”, frisou o armador da Figueira da Foz.
No entanto, o aumento dos stocks daquela popular espécie entre os portugueses não significa que, este ano, o mercado seja inundado de sardinha e que os preços vão por água abaixo, até porque os números animadores do IPMA terão de ser atualizados por um estudo que será realizado nas próximas semanas.
O armador preferiu direcionar as atenções para o principal desiderato da comunidade piscatória: “O objetivo principal está a ser cumprido, que é a sustentabilidade, em níveis aceitáveis, dos stocks”.
“Temos de assegurar que, sendo a sardinha um produto muito apreciado por portugueses e estrangeiros, os preços sejam acessíveis a toda a gente”, disse ainda em declarações ao mesmo jornal António Miguel Lé.
“Até os mais céticos ficaram surpreendidos, pois não esperavam que mais do que duplicasse. É evidente que poderá haver um reajuste da quota para este ano, mas nunca numa grande quantidade”, frisou o armador da Figueira da Foz.
No entanto, o aumento dos stocks daquela popular espécie entre os portugueses não significa que, este ano, o mercado seja inundado de sardinha e que os preços vão por água abaixo, até porque os números animadores do IPMA terão de ser atualizados por um estudo que será realizado nas próximas semanas.
O armador preferiu direcionar as atenções para o principal desiderato da comunidade piscatória: “O objetivo principal está a ser cumprido, que é a sustentabilidade, em níveis aceitáveis, dos stocks”.
“Temos de assegurar que, sendo a sardinha um produto muito apreciado por portugueses e estrangeiros, os preços sejam acessíveis a toda a gente”, disse ainda em declarações ao mesmo jornal António Miguel Lé.
Resultados?.. Morraceira e etc...
Um notícia de 12 de fevereiro de 2015: Figueira da Foz desenvolve candidatura de proteção ambiental do Rio Mondego
"A Câmara da Figueira da Foz e a concessionária Águas da Figueira assinaram um protocolo que visa desenvolver uma candidatura a fundos comunitários para a proteção ambiental do estuário do rio Mondego.
O projecto, segundo os termos do acordo assinado pelo autarca João Ataíde e por João Damasceno, diretor geral da empresa de águas e saneamento, visa a melhoria das condições ambientais do rio Mondego junto à foz, nomeadamente na zona da ilha da Morraceira, através de soluções tecnicamente evoluídas para a promoção de actividades económicas ligadas à aquacultura, produção de sal e turismo.
De entre as medidas propostas está a execução de uma “solução inovadora” para a rede de drenagem da ilha da Morraceira – com transporte de efluentes para a estação de tratamento de água residuais (ETAR) de São Pedro – e a melhoria da capacidade de tratamento desta infraestrutura.
Outras medidas preconizadas passam por um tratamento terciário de última geração (desinfeção), que, segundo João Damasceno “vai muito para além das exigências legais” nas ETAR de São Pedro e Bizorreiro de Lavos e a automatização da ETAR da Zona Urbana da Figueira da Foz “por forma a gerar eficiências energéticas” com monitorização de efluentes descarregados no estuário do rio.
Embora a Águas da Figueira tenha em curso um estudo prévio para identificar o volume de investimento necessário a incorporar na candidatura ao quadro comunitário Portugal 2020, João Damasceno estimou aquelas verbas num montante entre os três e os quatro milhões de euros.
A candidatura ficará a cargo da autarquia da Figueira da Foz, estando por definir se será o município ou a empresa, ou ambos, a assegurar a componente nacional do investimento e qual será essa taxa de esforço.
Questionado pelos jornalistas, João Ataíde estimou que se o investimento se cifrar em quatro milhões de euros a taxa de esforço poderá situar-se nos 800 mil euros, 20% do total.
De acordo com o texto do protocolo, os investimentos em causa não se encontram previstos no Plano de Investimento do Contrato de Concessão, nem são possíveis de executar “com o recurso exclusivo aos utilizadores através do sistema tarifário sem o onerar de forma incomportável”.
No mesmo texto, o município da Figueira da Foz admite que não dispõe de fundos próprios para financiar a concessionária nos investimentos previstos, “necessitando de financiamento externo não reembolsável para a sua execução”.
Resultados práticos, alguém os conhece?
Hoje, no jornal AS BEIRAS, vem esta notícia...
"A Câmara da Figueira da Foz e a concessionária Águas da Figueira assinaram um protocolo que visa desenvolver uma candidatura a fundos comunitários para a proteção ambiental do estuário do rio Mondego.
O projecto, segundo os termos do acordo assinado pelo autarca João Ataíde e por João Damasceno, diretor geral da empresa de águas e saneamento, visa a melhoria das condições ambientais do rio Mondego junto à foz, nomeadamente na zona da ilha da Morraceira, através de soluções tecnicamente evoluídas para a promoção de actividades económicas ligadas à aquacultura, produção de sal e turismo.
De entre as medidas propostas está a execução de uma “solução inovadora” para a rede de drenagem da ilha da Morraceira – com transporte de efluentes para a estação de tratamento de água residuais (ETAR) de São Pedro – e a melhoria da capacidade de tratamento desta infraestrutura.
Outras medidas preconizadas passam por um tratamento terciário de última geração (desinfeção), que, segundo João Damasceno “vai muito para além das exigências legais” nas ETAR de São Pedro e Bizorreiro de Lavos e a automatização da ETAR da Zona Urbana da Figueira da Foz “por forma a gerar eficiências energéticas” com monitorização de efluentes descarregados no estuário do rio.
Embora a Águas da Figueira tenha em curso um estudo prévio para identificar o volume de investimento necessário a incorporar na candidatura ao quadro comunitário Portugal 2020, João Damasceno estimou aquelas verbas num montante entre os três e os quatro milhões de euros.
A candidatura ficará a cargo da autarquia da Figueira da Foz, estando por definir se será o município ou a empresa, ou ambos, a assegurar a componente nacional do investimento e qual será essa taxa de esforço.
Questionado pelos jornalistas, João Ataíde estimou que se o investimento se cifrar em quatro milhões de euros a taxa de esforço poderá situar-se nos 800 mil euros, 20% do total.
De acordo com o texto do protocolo, os investimentos em causa não se encontram previstos no Plano de Investimento do Contrato de Concessão, nem são possíveis de executar “com o recurso exclusivo aos utilizadores através do sistema tarifário sem o onerar de forma incomportável”.
No mesmo texto, o município da Figueira da Foz admite que não dispõe de fundos próprios para financiar a concessionária nos investimentos previstos, “necessitando de financiamento externo não reembolsável para a sua execução”.
Resultados práticos, alguém os conhece?
Hoje, no jornal AS BEIRAS, vem esta notícia...
Para ler melhor clicar em cima da imagem.
ALDI
Vamos lá então discutir o PDM?
1. Quinta de Santa Catarina.
Tanto ano de sonho e boatos!..
Finalmente, a realidade!
A tão falada urbanização de Santa Catarina vê luz ao fundo do túnel!
2. Primeiro nas redes sociais e, depois, no debate eleitoral, circula a informação de que vai ser construída uma “mega superfície” comercial na várzea de Tavarede.
“É mentira”, asseverou Ana Carvalho: "não foi uma, mas duas médias superfícies, com supermercados e lojas, indeferidas pela autarquia, uma Aldi e outra Continente, para a várzea de Tavarede".
João Ataíde havia dito, na assembleia municipal, que não chegou à câmara qualquer pedido para aquele efeito!..
«Ainda respondendo ao autarca social-democrata Teotónio Cavaco , Ataíde garantiu que não vai ser instalado um posto de abastecimento de combustíveis na nova área comercial que está a ser construída em frente ao Centro de Saúde de Buarcos.»
1. Quinta de Santa Catarina.
Tanto ano de sonho e boatos!..
Finalmente, a realidade!
A tão falada urbanização de Santa Catarina vê luz ao fundo do túnel!
“É mentira”, asseverou Ana Carvalho: "não foi uma, mas duas médias superfícies, com supermercados e lojas, indeferidas pela autarquia, uma Aldi e outra Continente, para a várzea de Tavarede".
João Ataíde havia dito, na assembleia municipal, que não chegou à câmara qualquer pedido para aquele efeito!..
«Ainda respondendo ao autarca social-democrata Teotónio Cavaco , Ataíde garantiu que não vai ser instalado um posto de abastecimento de combustíveis na nova área comercial que está a ser construída em frente ao Centro de Saúde de Buarcos.»
Ainda há lugares e ainda há pessoas...
"... existem dois ou três lugares que me encantam, mas que enquanto me foram acessíveis afastei metodicamente do espírito nas pausas do almoço e do café. Agora que estou longe, apetecem-me como nunca e a falta que me fazem é a que não sentia quando os tinha a poucos metros de mim. Quando os "tinha". O verbo é esse. Bastava senti-los ao meu alcance para os ter, por isso os visitava tão pouco.
Com as pessoas que nos estão mais próximas passa-se o mesmo. Enquanto são lugares acessíveis por vezes evitamo-las, saciados que estamos da certeza de estarem sempre disponíveis para nós. Quando as perdemos é que percebemos o quanto as desperdiçámos."
Teresa Ribeiro, via Delito de Opinião
terça-feira, 6 de março de 2018
PSD com dúvidas na possível instalação do ALDI nas Abadias...
![]() |
| foto sacada daqui |
A bancada do PSD irá indagar “de que forma pode um supermercado localizar-se numa área que deveria estar, supostamente, classificada como zona verde no Plano Director Municipal. O outro empreendimento é um Continente a situar-se junto ao AKI"...
segunda-feira, 5 de março de 2018
Falar com as pessoas é importante...
Dificuldades?...
Sempre as terá! Mas não é disso que quero falar. Quero falar da atitude de querer "falar com as pessoas".
(Pergunta: Que se propõe fazer para o CDS/PP voltar a ser influente?
Resposta: O serviço que posso prestar aos figueirenses é falar com as pessoas, divulgar as nossas propostas, resolver as dúvidas que nos coloquem e contrapor as nossas posições, para que as pessoas fiquem informadas sobre o que é que estamos aqui a fazer.)
Via Figueira TV
Sempre as terá! Mas não é disso que quero falar. Quero falar da atitude de querer "falar com as pessoas".
(Pergunta: Que se propõe fazer para o CDS/PP voltar a ser influente?
Resposta: O serviço que posso prestar aos figueirenses é falar com as pessoas, divulgar as nossas propostas, resolver as dúvidas que nos coloquem e contrapor as nossas posições, para que as pessoas fiquem informadas sobre o que é que estamos aqui a fazer.)
Via Figueira TV
Deputado Teotónio, roubar ideias de uma pessoa é plágio!... *
Teo Cavaco, do PSD, hoje no jornal AS BEIRAS.
"....E, porque apesar de vulgarmente utilizado, o termo plágio não consta da legislação nacional (por exemplo no Código do Direito de Autor e Direitos Conexos o crime surge como “contrafação”), sugiro que os próximos candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz prometam baixar o IMI, abrir a Base Aérea de Monte Real à aviação civil, recolocar um coreto no Jardim Municipal, construir a Aldeia do Mar, requalificar (mesmo) o Cabedelo e Buarcos, construir um corredor verde e uma ciclovia até Coimbra, resolver o problema da extensão da praia/barra/porto…
Garanto que tal discurso, repetido de 4 em 4 anos, não será considerado crime, terá votos e… infelizmente é possível, porque de facto está tudo por fazer."
*Em tempo.
Já roubar de várias pessoas, tem outro nome: pesquisa...
Portanto, tudo está no seu lugar.
O "crime" compensa... E viaja-se muito!
"....E, porque apesar de vulgarmente utilizado, o termo plágio não consta da legislação nacional (por exemplo no Código do Direito de Autor e Direitos Conexos o crime surge como “contrafação”), sugiro que os próximos candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz prometam baixar o IMI, abrir a Base Aérea de Monte Real à aviação civil, recolocar um coreto no Jardim Municipal, construir a Aldeia do Mar, requalificar (mesmo) o Cabedelo e Buarcos, construir um corredor verde e uma ciclovia até Coimbra, resolver o problema da extensão da praia/barra/porto…
Garanto que tal discurso, repetido de 4 em 4 anos, não será considerado crime, terá votos e… infelizmente é possível, porque de facto está tudo por fazer."
*Em tempo.
Já roubar de várias pessoas, tem outro nome: pesquisa...
Portanto, tudo está no seu lugar.
O "crime" compensa... E viaja-se muito!
PS/Figueira: Portugal à frente. Siga o baile... E vai de roda...
![]() |
| Imagem via AS BEIRAS |
No fundo todos fazemos merda. Ter ética, é tentar evitar sujar os outros...
Ninguém é tão feio como na realidade, nem tão feliz quanto no Facebook...
"Actualmente estou a tentar fazer amigos fora do Facebook... mas usando os mesmos princípios. Todos os dias saio à rua e durante alguns metros acompanho as pessoas que passam e explico-lhes o que comi, como me sinto, o que fiz ontem, o que vou fazer mais tarde, o que vou comer esta noite e mais coisas. Entrego-lhes fotos da minha mulher, da minha filha, do meu cão, minhas no jardim, na piscina e fotografias do que fizemos no fim-de-semana. Também caminho atrás das pessoas, a curta distância, ouço as suas conversas e depois aproximo-me e digo-lhes que "gosto" do que ouvi, peço-lhes que a partir de agora sejamos amigos e também faço algum comentário sobre o que ouvi. Mais tarde, partilho tudo quando falo com outras pessoas. E funciona. Já tenho 3 pessoas que me seguem... São dois polícias e um psiquiatra."
Enviado por um amigo fora do facebook.
Enviado por um amigo fora do facebook.
domingo, 4 de março de 2018
Entre os Ventos e as Marés: edição com o Clube Mocidade Covense
Carlos Ramos Nunes, com quem tive ainda o prazer de conviver, foi o primeiro Presidente da Direcção do Clube Mocidade Covense. Esteve à frente dos destinos da Colectividade os primeiros quinze anos da sua existência - de 9 de Abril de 1939 até 20 de Março de 1954.
No próximo dia 9 de Abril a Colectividade vai comemorar 79 anos de vida associativa, recreativa e cultural.
Entre os Ventos e as Marés, um programa da Foz do Mondego Rádio, na passada semana ouviu Lurdes Fonseca, a Presidente, e a Vice Manuela Ramos.Tó Zé Carraco, António Agostinho e Olimpio Fernandes, produziram e apresentaram esta emissão, que foi o ar na passada quinta-feira, pelas 22 horas, na antena do 99.1.
Para quem não teve oportunidade de escutar fica o vídeo.
No próximo dia 9 de Abril a Colectividade vai comemorar 79 anos de vida associativa, recreativa e cultural.
Entre os Ventos e as Marés, um programa da Foz do Mondego Rádio, na passada semana ouviu Lurdes Fonseca, a Presidente, e a Vice Manuela Ramos.Tó Zé Carraco, António Agostinho e Olimpio Fernandes, produziram e apresentaram esta emissão, que foi o ar na passada quinta-feira, pelas 22 horas, na antena do 99.1.
Para quem não teve oportunidade de escutar fica o vídeo.
Estamos em Março!
A monotonia da vida tem que ser quebrada aqui e acolá, faz-nos bem espevitarmo-nos, mostrarmos que estamos vivos!..
«O amor é como o mar, que visto superficialmente ou à pressa pode ser acusado de monotonia pelos espíritos vulgares, ao passo que certos seres privilegiados podem passar toda a vida a admirá-lo, encontrando-lhe sempre uma diversidade que os encanta.» (Honoré de Balzac)
«O amor é como o mar, que visto superficialmente ou à pressa pode ser acusado de monotonia pelos espíritos vulgares, ao passo que certos seres privilegiados podem passar toda a vida a admirá-lo, encontrando-lhe sempre uma diversidade que os encanta.» (Honoré de Balzac)
"O rio Tejo está para a Celtejo como o Oceano Atlântico está para as celuloses da Figueira"....
"Poluição, papel e celuloses", é uma crónica de João Vaz, publicada ontem no jornal AS BEIRAS.
A meu ver, deveria ser lida por todos.
Passo a citar.
" Precisamos da indústria do papel e da pasta. Por várias razões, desde a necessidade de substituir as embalagens de plástico por papel, até à vontade de ter livros em papel. O papel facilmente regressa ao ciclo natural, ao contrário do plástico que persiste na natureza.
A indústria do papel e da celulose na Figueira usa um emissário submarino para despejar o grosso dos poluentes líquidos gerados. O mar serve de esgoto, recipiente das substâncias químicas que a indústria não consegue economicamente “reciclar”. É um sistema arcaico.
O rio Tejo está para a Celtejo como o Oceano Atlântico está para as celuloses da Figueira. No caso do rio, o maior de Portugal, a seca e os transvases conduziram a que a poluição se tornasse muito visível e tivesse tempo de antena. Na Figueira a poluição não tem a mesma visibilidade, mas está lá, diluída no Oceano, a causar mutações.
A indústria tem pouco interesse em revelar as suas próprias análises à poluição lançada no Oceano. E sem pressão da opinião pública, e das autoridades, não há debate sobre a poluição. Os relatórios das empresas não têm uma linha sobre os efeitos da poluição no peixe e nas algas.
Não há informação objetiva acessível sobre o impacto das centenas de toneladas de “Compostos Organoclorados Adsorvíveis” (poluição) lançadas no mar. O mundo académico não se debruça sobre este problema. A sociedade é manietada, não discutimos o que interessa, o mundo que estamos a deixar aos nossos filhos e netos. Até quando?"
Para completar esta excelente crónica do João Vaz, que foca a necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, deixo um tema também interessante para pensar: não nos podemoss esquecer do quanto é importante deixarmos filhos melhores para o nosso tão maltratado planeta!
A meu ver, deveria ser lida por todos.
Passo a citar.
" Precisamos da indústria do papel e da pasta. Por várias razões, desde a necessidade de substituir as embalagens de plástico por papel, até à vontade de ter livros em papel. O papel facilmente regressa ao ciclo natural, ao contrário do plástico que persiste na natureza.
A indústria do papel e da celulose na Figueira usa um emissário submarino para despejar o grosso dos poluentes líquidos gerados. O mar serve de esgoto, recipiente das substâncias químicas que a indústria não consegue economicamente “reciclar”. É um sistema arcaico.
O rio Tejo está para a Celtejo como o Oceano Atlântico está para as celuloses da Figueira. No caso do rio, o maior de Portugal, a seca e os transvases conduziram a que a poluição se tornasse muito visível e tivesse tempo de antena. Na Figueira a poluição não tem a mesma visibilidade, mas está lá, diluída no Oceano, a causar mutações.
A indústria tem pouco interesse em revelar as suas próprias análises à poluição lançada no Oceano. E sem pressão da opinião pública, e das autoridades, não há debate sobre a poluição. Os relatórios das empresas não têm uma linha sobre os efeitos da poluição no peixe e nas algas.
Não há informação objetiva acessível sobre o impacto das centenas de toneladas de “Compostos Organoclorados Adsorvíveis” (poluição) lançadas no mar. O mundo académico não se debruça sobre este problema. A sociedade é manietada, não discutimos o que interessa, o mundo que estamos a deixar aos nossos filhos e netos. Até quando?"
Para completar esta excelente crónica do João Vaz, que foca a necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, deixo um tema também interessante para pensar: não nos podemoss esquecer do quanto é importante deixarmos filhos melhores para o nosso tão maltratado planeta!
sábado, 3 de março de 2018
Erosão a sul do quinto molhe: é possível saber os resultados da monitorização feita pela equipa de técnicos da APA que esteve no local a acompanhar a situação recentemente? E onde estão as quantidades suficientes de pedra e areia para travar a invasão da duna pelo mar?..
![]() |
| imagem sacada daqui. Para ver melhor clicar na imagem. |
"Perante o avanço do mar sobre a duna, em direcção à localidade da Cova, na freguesia de S. Pedro, e depois de tentativas da autarquia para minimizar a erosão desta linha de costa terem sido penalizadas pelas autoridades com a tutela daquela parcela de domínio marítimo, o presidente da Câmara quis reforçar, junto do Governo, a defesa dos interesses do Município e da população", lê-se em nota de imprensa enviada à agência Lusa (Via DN).
A informação acrescenta que o presidente da Câmara, "João Ataíde, deu a conhecer" ao ministro do Ambiente, Matos Fernandes, "in loco, a situação de perigo iminente, numa visita [que se realizou hoje de manhã] que resultou na decisão do governante em colocar uma equipa de técnicos da APA no local a acompanhar a situação durante os próximos dias".
"O agravamento das condições climatéricas e a agitação marítima levaram o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, a solicitar a atenção do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, com caráter de urgência, na noite desta quinta-feira, dia04 de janeiro de 2018. Pelas 08:00 desta sexta-feira, os dois governantes visitaram, acompanhados pelo presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro, António Salgueiro, e ainda de técnicos da Associação Portuguesa do Ambiente (APA) e do Comandante do Serviço Municipal da Proteção Civil, a zona do 5.º molhe, que concentra as maiores preocupações", refere a informação.
Matos Fernandes solicitou relatórios diários e deu ainda instruções para serem realizadas todas as diligências necessárias para estarem a postos, em caso de agravamento da situação, as quantidades suficientes de pedra e areia para travar a invasão da duna pelo mar.
"Paralelamente, o ministro decidiu instruir o Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH) para desencadear o processo para uma intervenção mais ampla, planeada e participada, com vista a uma solução do problema do quinto molhe".
Deste processo, diz a Câmara, "farão parte a Autarquia da Figueira da Foz, o Porto da Figueira da Foz e a APA, sendo intenção do ministro que se encontre, para assumir a liderança, 'um especialista com provas dadas em situações semelhantes'".
"O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz saudou a imediata resposta do ministro do Ambiente à solicitação da sua presença e a disponibilidade para encontrar soluções de curto e de longo prazo para um problema que há muito o preocupa".
Fica uma pergunta: de concreto o que foi feito do dia 5 de janeiro de 2015 até ao dia 3 de Março de 2018?
Três meses depois, a duna está destruída...
Erosão costeira a sul da barra da Figueira da Foz: tudo já está dito...
Nós, aqui no Outra Margem, continuaremos a fazer aquilo que é possível: contribuir para sensibilizar a opinião pública da nossa freguesia, do nosso concelho, do nosso País e dos inúmeros covagalenses espalhados pela diáspora, para um problema gravíssimo que, em última análise, pode colocar em causa a sobrevivência dos covagalenses e dos seus bens.
Tudo foi dito, tudo se cumpriu: depois da construção do acrescento dos malfadados 400 metros do molhe norte, a erosão costeira a sul da foz do mondego tem avançado, a barra da Figueira, por causa do assoreamento e da mudança do trajecto para os barcos nas entradas e saídas, tornou-se na mais perigosa do nosso País para os pescadores, a Praia da Claridade transformou-se na Praia da Calamidade, a Figueira, mais rapidamente do que esperava, perdeu.
Como previmos, por isso o escrevemos para alertar quem de direito, já em 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão costeira da orla costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, era já então uma prioridade.
Continua a ser...
Infelizmente, cada vez mais.
Ficam as fotos desta tarde. O filme pode ser visto clicando aqui.
Tudo foi dito, tudo se cumpriu: depois da construção do acrescento dos malfadados 400 metros do molhe norte, a erosão costeira a sul da foz do mondego tem avançado, a barra da Figueira, por causa do assoreamento e da mudança do trajecto para os barcos nas entradas e saídas, tornou-se na mais perigosa do nosso País para os pescadores, a Praia da Claridade transformou-se na Praia da Calamidade, a Figueira, mais rapidamente do que esperava, perdeu.
A pesca está a definhar, o turismo já faliu - tudo nos está a ser levado...
Resta-nos a promessa dos paquetes de passageiros e os números das toneladas dos cargueiros...
Espero que, ao menos, perante a realidade possam compreender o porquê das coisas...
O que nos vale é que temos uma política bem definida para a orla costeira...Como previmos, por isso o escrevemos para alertar quem de direito, já em 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão costeira da orla costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, era já então uma prioridade.
Continua a ser...
Infelizmente, cada vez mais.
Ficam as fotos desta tarde. O filme pode ser visto clicando aqui.
"PSD exige pedido de desculpa"!.. Tanto?
![]() |
| José Duarte, presidente da AM. Foto Beiras |
“Foram os deputados eleitos pelo PSD ofendidos por acusações públicas, as quais consideramos muito graves, gratuitas e injustas”, sublinha a nota.
E mais adinate pode ler-se: “Uma vez que a idade e os cargos devem ser garante de bom-senso, educação e espírito cívico e democrático, e não desculpa para prepotência ou má-educação, exigimos que, nas próximas horas, o presidente da AM peça desculpa, publicamente, pela forma como se pronunciou sobre os deputados deste grupo municipal”.
Contactado pelo jornal AS BEIRAS, José Duarte declarou: “Não tenho nada a dizer”.
Ai que saudades, ai, ai: sou do tempo em que havia tempo na Assembleia Municipal.
Ele continua em forma...
Santana Lopes, o ex-provedor da Santa Casa e candidato derrotado à liderança do PSD, já conhece o futuro: vai presidir à Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, que, além de um museu de artes decorativas, possui oficinas dedicadas a preservar e ensinar práticas artesanais, como o restauro ou a marcenaria.
Fundada com a colecção do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva, a instituição atravessou um momento difícil quando perdeu o apoio do BES.
Actualmente é gerida pela Santa Casa.
Fundada com a colecção do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva, a instituição atravessou um momento difícil quando perdeu o apoio do BES.
Actualmente é gerida pela Santa Casa.
João Ferreira, euro deputado, vai estar segunda-feira na Figueira
João Ferreira, vai estar no concelho da Figueira da Foz, na próxima segunda-feira.
Da agenda fazem parte reuniões com a administração do porto, SOS Cabedelo, Briosa e Cliper.
Pelas 21H30, no café Nau, participa na palestra “A intervenção do PCP no Parlamento Europeu e a luta pela alternativa patriótica e de esquerda”.
Da agenda fazem parte reuniões com a administração do porto, SOS Cabedelo, Briosa e Cliper.
Pelas 21H30, no café Nau, participa na palestra “A intervenção do PCP no Parlamento Europeu e a luta pela alternativa patriótica e de esquerda”.
Pedro, o puto reguila que eu já tive dentro de mim...
"Quando comecei a escrever, ainda miúdo, diziam-me que escrever não era vida para ninguém, ser artista é muito difícil. Quando comecei a partilhar diziam-me para guardar as palavras nas gavetas, não devemos partilhar o que sentimos. Quando comecei a ter alguns seguidores havia quem me dissesse para estar quieto por não ter jeito nenhum para escrever. Agora que estou onde estou, a fazer o que faço, dizem-me que nunca chegarei onde quero chegar. E enquanto o caminho se perpetuar, durante o curto momento que é a minha vida, continuarei a ser demovido de avançar, a ser tentado a cair na inércia: por ser difícil, por não ser suficientemente bom, por dever seguir as direcções que todos os outros apontam.É verdade: não é fácil. Viver, escrever, amar, crescer, navegar, construir. Tudo o que nos constrói requer esforço. Porque o mundo, como existe, é uma máquina de destruir. Daí ser tão fácil nos destruirmos uns aos outros, nos desacreditarmos uns aos outros, mas tão difícil construir. O mar bate constantemente na pedra, mudando-lhe a forma, o vento arredonda-lhe as esquinas, ambos a vão transformando em areia, ao longo do tempo. Mas por mais que o tempo passe, o mar, o vento não transformarão a areia novamente em pedra. Acho que somos todos um pouco como aquela pedra, exposta aos elementos. Sabemos que no fim seremos areia, porque a realidade é perita em destruir-nos, mas, enquanto vivermos, vamos resistindo, fiéis à nossa génese, e ao nosso propósito mundano.
Uma última imagem:
onda,
pedra,
espuma,
cidade,
azul,
verde,
casa,
horizonte"
Ser conterrâneo de Pedro Rodrigues, escritor, é um privilégio.
sexta-feira, 2 de março de 2018
Enquanto não se tomam medidas de fundo, resta ir avivando a memória sobre o tema mais estrturante do concelho da Figueira da Foz, a nível da gestão territorial: a erosão costeira...
Aquilo que há muito temo está a confirmar-se: a situação, preocupante e perigosa, da orla costeira a sul do quinto molhe, na orla costeira da freguesia de S. Pedro continua a ser branqueada e mal avaliada pelos órgãos de informação e por quem de direito – poder local e central.
A situação continua a degradar-se. Já tudo foi dito. Falta a solução.
O Pedro, hoje, no seu mural do facebook deuxou mais este alerta.
A situação continua a degradar-se. Já tudo foi dito. Falta a solução.
O Pedro, hoje, no seu mural do facebook deuxou mais este alerta.
Posto Médico de Maiorca: onde está a verdade? (II)
Na passada quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018, há dois dias, portanto, este blogue tornou pública, em primeira mão, a resposta do Ministro da Saúde à pergunta colocada pelo Grupo Parlamentar do PSD em 24 de Janeiro de 2018.
O teor da resposta, conforme se pode ler clicando aqui, é claro.
O gabinete do ministro da Saúde na resposta que deu aos deputados do PSD eleitos por Coimbra sobre a reorganização das unidades de cuidados primários de saúde do concelho da Figueira da Foz, explícita "que foi decidido instalar nas Alhadas a sede da Unidade de Saúde Familiar e extensões em Santana e Bom Sucesso, no norte do concelho." Mais adiante, o gabinete do titular da pasta da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, acrescenta que “as propostas organizacionais em apreço foram objeto de análise e acordo prévio com o presidente da Junta de Maiorca, em consistência com a prática colaborativa e inclusiva da Administração Regional de Saúde do Centro, no âmbito da tomada de decisão respeitante à rede de serviços de saúde na região”.
Hoje, o asssunto é abordado nos jornais Diário de Coimbra e Beiras.
Face à resposta dada pelo Ministro da Saúde alguém continua a mentir aos fregueses de Maiorca.
Este blogue preza a verdade e não tem feitio para estar ao serviço dos que só sabem lidar com quem se comporta como criado gratuito.
Embora possam dizer que não cohecem essa prática na Figueira, ela existe, pois esse é um problema de funcionamento da natureza da classe política, que sempre existiu e que sempre foi assim.
É por isso que existe este blogue, que é feito por alguém que sempre considerou o jornalismo como serviço público.
O teor da resposta, conforme se pode ler clicando aqui, é claro.
O gabinete do ministro da Saúde na resposta que deu aos deputados do PSD eleitos por Coimbra sobre a reorganização das unidades de cuidados primários de saúde do concelho da Figueira da Foz, explícita "que foi decidido instalar nas Alhadas a sede da Unidade de Saúde Familiar e extensões em Santana e Bom Sucesso, no norte do concelho." Mais adiante, o gabinete do titular da pasta da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, acrescenta que “as propostas organizacionais em apreço foram objeto de análise e acordo prévio com o presidente da Junta de Maiorca, em consistência com a prática colaborativa e inclusiva da Administração Regional de Saúde do Centro, no âmbito da tomada de decisão respeitante à rede de serviços de saúde na região”.
Hoje, o asssunto é abordado nos jornais Diário de Coimbra e Beiras.
Face à resposta dada pelo Ministro da Saúde alguém continua a mentir aos fregueses de Maiorca.
Este blogue preza a verdade e não tem feitio para estar ao serviço dos que só sabem lidar com quem se comporta como criado gratuito.
Embora possam dizer que não cohecem essa prática na Figueira, ela existe, pois esse é um problema de funcionamento da natureza da classe política, que sempre existiu e que sempre foi assim.
É por isso que existe este blogue, que é feito por alguém que sempre considerou o jornalismo como serviço público.
Que mais faltará acontecer?..
"BE pediu a audição de Bruto da Costa, no âmbito dos trabalhos da comissão de acompanhamento que definirá a estratégia para o Portugal 2030. Só que o sociólogo morreu em 2016"!..
Subscrever:
Mensagens (Atom)

























