quarta-feira, 30 de setembro de 2015
terça-feira, 29 de setembro de 2015
O folhetim da manutenção das piscinas de Quaios
| Fernanda Lorigo, presidente da junta de Quiaios. FOTO JOT’ALVES |
Este caso já havia sido levantado pela CDU, numa reunião da Assembleia de Freguesia de Quiaios, realizada o ano passado.
Em nota de imprensa publicada ontem, o PSD Figueira informa que esta deliberação visa esclarecer “eventuais irregularidades e actos ilícitos no processo”.
No mesmo documento pode ler-se que, pelo segundo ano consecutivo, a presidente da junta, Fernanda Lorigo, “celebrou um ajuste directo com o seu pai para prestação deste serviço, sendo obrigada a anulá-lo por indicação da assembleia de freguesia”. O PSD figueirense destaca que a anulação foi corroborada por um parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, que “identificou incompatibilidades” no contrato.
Segundo o PSD, após esta anulação, a Junta de Freguesia de Quiaios celebrou contrato com uma empresa para prestação deste serviço, “sem que seguisse as indicações do Código dos Contratos Públicos”. Esta empresa, sublinha o PSD “contratou o pai da presidente como seu prestador de serviços, para realizar a manutenção em causa”. Diante destes “factos e os valores envolvidos no contrato”, os elementos eleitos pelo PSD apresentaram uma moção na Assembleia de Freguesia de Quiaios que foi aprovada com os votos do PSD e da CDU.
Os elementos do PS, em minoria neste órgão autárquico, partido pelo qual se candidatou Fernanda Lorigo, votaram contra.
Contactada ontem pelo DIÁRIO AS BEIRAS, a presidente da junta optou por não prestar declarações.
Todavia, no seu espaço facebook, logo a seguir à reunião da Assembleia de Freguesia de Quiaios reagiu assim:
A nossa responsabilidade
Sondagens!..
Temos de tudo, à escolha do freguês: amostras que rondam as 300 entrevistas válidas; sondagens nas quais apenas são sondados residentes do continente com telefone fixo; contagens de voto que não têm em conta a densidade populacional de cada região e a distribuição de mandatos por círculo eleitoral (ou se têm, partem de inexplicáveis distorções); e até uma sondagem que, partindo de uma amostra com distribuição por regiões do país, distribui os mandatos por círculo eleitoral (que não coincidem, como é evidente, com as regiões), construindo um potencial parlamento para usufruto dos comentadores, que depois discorrem longamente sobre cenários hipotéticos e pouco verosímeis. É um festim.
Mas se tudo isto já é muito mau, pior é o relato feito por Glória Franco, candidata do Livre/Tempo de Avançar pelo distrito de Évora, de uma inusitada entrevista telefónica realizada pelo centro de sondagens da Universidade Católica (por sinal a empresa que está a fazer a tracking poll que mais avanço dá à coligação de direita).
"- (...) Estamos a realizar uma Sondagem para a Universidade Católica e a Sra. foi seleccionada. Quer responder? (...) Em que força política votaria hoje em eleições legislativas?
- Voto no Livre/Tempo de Avançar.
- Desculpe, que partido é esse?
- Está a entrevistar-me telefonicamente e não sabe (...)?
- É o da Ana Drago, não é? Diga-me por favor: há mais alguém aí em casa, disposto a participar na sondagem?
- Há sim. Vou chamá-la. [Não havia, de facto, mas a nossa companheira quis ver até onde iria a coisa... tendo disfarçado a voz].
- Boa noite.
- Boa noite. Quer participar na sondagem da UC? (...) Em quem votaria se as eleições legislativas se realizassem hoje?
- Voto no Livre.
- Mas aí em casa votam todos no mesmo?! Obrigado pela participação e boa noite."
Portanto.
Votar - e votar em consciência - é a única e verdadeira resposta a todas as legítimas dúvidas acerca de como melhorar o futuro das nossas aspirações e perspectivas de vida.
Temos de tudo, à escolha do freguês: amostras que rondam as 300 entrevistas válidas; sondagens nas quais apenas são sondados residentes do continente com telefone fixo; contagens de voto que não têm em conta a densidade populacional de cada região e a distribuição de mandatos por círculo eleitoral (ou se têm, partem de inexplicáveis distorções); e até uma sondagem que, partindo de uma amostra com distribuição por regiões do país, distribui os mandatos por círculo eleitoral (que não coincidem, como é evidente, com as regiões), construindo um potencial parlamento para usufruto dos comentadores, que depois discorrem longamente sobre cenários hipotéticos e pouco verosímeis. É um festim.
Mas se tudo isto já é muito mau, pior é o relato feito por Glória Franco, candidata do Livre/Tempo de Avançar pelo distrito de Évora, de uma inusitada entrevista telefónica realizada pelo centro de sondagens da Universidade Católica (por sinal a empresa que está a fazer a tracking poll que mais avanço dá à coligação de direita).
"- (...) Estamos a realizar uma Sondagem para a Universidade Católica e a Sra. foi seleccionada. Quer responder? (...) Em que força política votaria hoje em eleições legislativas?
- Voto no Livre/Tempo de Avançar.
- Desculpe, que partido é esse?
- Está a entrevistar-me telefonicamente e não sabe (...)?
- É o da Ana Drago, não é? Diga-me por favor: há mais alguém aí em casa, disposto a participar na sondagem?
- Há sim. Vou chamá-la. [Não havia, de facto, mas a nossa companheira quis ver até onde iria a coisa... tendo disfarçado a voz].
- Boa noite.
- Boa noite. Quer participar na sondagem da UC? (...) Em quem votaria se as eleições legislativas se realizassem hoje?
- Voto no Livre.
- Mas aí em casa votam todos no mesmo?! Obrigado pela participação e boa noite."
Portanto.
Votar - e votar em consciência - é a única e verdadeira resposta a todas as legítimas dúvidas acerca de como melhorar o futuro das nossas aspirações e perspectivas de vida.
"Bruxelas recomenda mais impostos sobre consumo e imóveis"
Via jornal Público
Em tempo.
Por agora não vem muito a propósito...
Depois das eleições temos tempo de tratar da colheita...
Em tempo.
Por agora não vem muito a propósito...
Depois das eleições temos tempo de tratar da colheita...
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Tudo isto existe...
A voz da fadista Rosarinho calou-se para sempre.
Morreu ontem, aos 61 anos, vítima de uma doença que lhe foi diagnosticada há cerca de duas semanas.
Descansa em paz.
A mentira é uma arma?..
Uma
Duas
Três
Uma, duas, três vezes, com fotografia e tudo, na conta Twitter da coligação PSD/ CDS.
Três mil pessoas num auditório com capacidade para 1 204!..
Mentir, mentir, mentir.
Até nas coisas mais banais.
Não é que não goste de espaços de comentários, apenas acho que estes, neste momento, não deviam existir...
"Desta vez, a RTP está de fora e só a SIC e a TVI estão implicadas.
Trata-se dos espaços de comentário televisivo de Marcelo Rebelo de Sousa e de Marques Mendes.
É espantoso que a alegada Comissão Nacional de Eleições permita que dois comentadores avençados façam, em canal aberto, campanha eleitoral despudorada em favor da coligação de direita, "armando" em comentadores independentes, quando se percebe bem a respectiva agenda partidária e, num dos casos, com um interesse pessoal directo.
Uma outra grande burla pública, desta vez em proveito exclusivo da direita política."
Francisco Seixas da Costa
Trata-se dos espaços de comentário televisivo de Marcelo Rebelo de Sousa e de Marques Mendes.
É espantoso que a alegada Comissão Nacional de Eleições permita que dois comentadores avençados façam, em canal aberto, campanha eleitoral despudorada em favor da coligação de direita, "armando" em comentadores independentes, quando se percebe bem a respectiva agenda partidária e, num dos casos, com um interesse pessoal directo.
Uma outra grande burla pública, desta vez em proveito exclusivo da direita política."
Francisco Seixas da Costa
domingo, 27 de setembro de 2015
O cenário do voto "útil"...
Nesta fase já terminal da campanha para as eleições do próximo dia 4, os maiores partidos tentam apelar ao voto útil em nome da "estabilidade".
Até eu, já sofri o assédio do voto "útil" à esquerda!..
Respigo do Público de hoje.
"Se o leitor é um eleitor indeciso, saiba que os apelos das últimas horas são para si. A "maioria absoluta" e a "estabilidade" são a forma como a coligação PSD/CDS e o PS pretendem, cada um com os seus argumentos, garantir o seu voto, no próximo domingo, 4 de Outubro."
Mais, a pressão sobre os eleitores vai intensificar-se: "A questão da governabilidade vai ser dominante nesta última semana de campanha", antecipa Pedro Adão e Silva. "Os dois blocos pretendem atrair votos com o argumento da estabilidade, mas a maioria absoluta é uma miragem", descodifica Nuno Garoupa.
Quem, como eu, nada percebe de política, pensa que a confirmarem-se as sondagens, a coligação PAF irá desfazer-se na própria noite das eleições.
"Sentido de Estado", "responsabilidade", "interesse nacional" e outras vacuidades do género serão a justificação.
Assim, haverá maioria absoluta PS-PSD, se as urnas lhes derem um resultado pior e apenas o número de deputados do PSD for suficiente para atingir a soma necessária.
Teremos uma maioria absoluta PS-CDS, se o PS conseguir um resultado melhor e o número de deputados eleitos do CDS bastar para garantir essa mesma soma.
Os votos "úteis", sim ou sim, produzirão uma maioria absoluta.
Não será a maioria absoluta que a actual maioria deseja, mas isso pouco lhes interessa.
Eles sabem como a memória dos eleitorados nos partidos do chamado "arco do poder" é curta. E duas semanitas de comícios e arruadas com gaiteiros e bandeirinhas ainda a encurtam mais.
De hoje a 8 dias, terão mais quatro anos pela frente, completamente à vontade, para darem cabo do que ainda resta escavacar.
Portanto, não se esqueçam de votar "útil"...
Continuando a citar o jornal Público.
“Depois de o doutor António Costa ter prometido chumbar o nosso Orçamento a seguir às eleições, nada o impedirá de dizer que chumbará o nosso programa, porque não há peça mais importante de um programa do governo que não seja o seu Orçamento”, lamentou-se Passos Coelho.
Ora, o programa do Governo não é votado no Parlamento - pode é ser alvo de uma moção de rejeição.
Até agora a coligação ainda só se imaginou no papel de "vítima".
O CDS ainda não explicou se viabiliza um Governo minoritário do PS...
Até eu, já sofri o assédio do voto "útil" à esquerda!..
Respigo do Público de hoje.
"Se o leitor é um eleitor indeciso, saiba que os apelos das últimas horas são para si. A "maioria absoluta" e a "estabilidade" são a forma como a coligação PSD/CDS e o PS pretendem, cada um com os seus argumentos, garantir o seu voto, no próximo domingo, 4 de Outubro."
Mais, a pressão sobre os eleitores vai intensificar-se: "A questão da governabilidade vai ser dominante nesta última semana de campanha", antecipa Pedro Adão e Silva. "Os dois blocos pretendem atrair votos com o argumento da estabilidade, mas a maioria absoluta é uma miragem", descodifica Nuno Garoupa.
Quem, como eu, nada percebe de política, pensa que a confirmarem-se as sondagens, a coligação PAF irá desfazer-se na própria noite das eleições.
"Sentido de Estado", "responsabilidade", "interesse nacional" e outras vacuidades do género serão a justificação.
Assim, haverá maioria absoluta PS-PSD, se as urnas lhes derem um resultado pior e apenas o número de deputados do PSD for suficiente para atingir a soma necessária.
Teremos uma maioria absoluta PS-CDS, se o PS conseguir um resultado melhor e o número de deputados eleitos do CDS bastar para garantir essa mesma soma.
Os votos "úteis", sim ou sim, produzirão uma maioria absoluta.
Não será a maioria absoluta que a actual maioria deseja, mas isso pouco lhes interessa.
Eles sabem como a memória dos eleitorados nos partidos do chamado "arco do poder" é curta. E duas semanitas de comícios e arruadas com gaiteiros e bandeirinhas ainda a encurtam mais.
De hoje a 8 dias, terão mais quatro anos pela frente, completamente à vontade, para darem cabo do que ainda resta escavacar.
Portanto, não se esqueçam de votar "útil"...
Continuando a citar o jornal Público.
“Depois de o doutor António Costa ter prometido chumbar o nosso Orçamento a seguir às eleições, nada o impedirá de dizer que chumbará o nosso programa, porque não há peça mais importante de um programa do governo que não seja o seu Orçamento”, lamentou-se Passos Coelho.
Ora, o programa do Governo não é votado no Parlamento - pode é ser alvo de uma moção de rejeição.
Até agora a coligação ainda só se imaginou no papel de "vítima".
O CDS ainda não explicou se viabiliza um Governo minoritário do PS...
Sondagens: não vos parece que andam a tentar fazer-nos o ninho atrás da orelha?..
Com olhos de ver, atentem na imagem.
Olhemos com atenção para a Eurosondagem para o Expresso e a SIC divulgada na passada quinta-feira.
Será que os portugueses são assim tão masoquistas?
A acreditar nos dados revelados no estudo, potenciais eleitores da CDU, do BE, do PDR, do LIVRE e de OUTROS partidos, resolveram mudar-se para a PAF!.. Não vos parece cómico?
Olhemos com atenção para a Eurosondagem para o Expresso e a SIC divulgada na passada quinta-feira.
Será que os portugueses são assim tão masoquistas?
A acreditar nos dados revelados no estudo, potenciais eleitores da CDU, do BE, do PDR, do LIVRE e de OUTROS partidos, resolveram mudar-se para a PAF!.. Não vos parece cómico?
Eleições e manipulação...
Estamos, mais uma vez, a ser manipulados nas escolhas que teremos de fazer - indo votar ou não - no próximo domingo.
Habituaram-nos, quando ouvimos falar em eleições legislativas, como sendo aquele momento em que somos chamados a eleger um Governo e não os deputados que irão representá-nos nessa escolha que se faz no Parlamento.
A comunicação social, de maneira pouco ou nada inocente, refere-se apenas a dois (Passos e Costa) como “candidatos a Primeiro-ministro”. Contudo, isso é uma completa mentira: são 17 as escolhas que estão ao nosso dispor nestas legislativas.
Isto, porém, entranha-se nos eleitores, o que é um manifesto benefícios para alguns (os tais dois...) e o consequente prejuízo de todos os outros e da própria democracia.
Uns - os tais dois - são os “candidatos”, os outros são os “irrealistas”, os "utópicos", os que "não querem governar".
Colocadas as coisas assim, a escolha torna-se simples e óbvia.
Passos Coelho e Paulo Portas deram-se ao luxo de se apresentarem nesta campanha a eleições com um programa sem números e António Costa com um com uma série de números mal fundamentada.
Contudo, por toda a máquina de propaganda que nos abafa e limita nas nossas escolhas, são apenas eles os “candidatos a Primeiro-ministro”.
Os outros só estão no processo eleitoral para atrapalhar: não querem governar, acusam os partidos do actual governo e os socialistas.
Os portugueses são todos os dias pressionados e motivados para votar num partido que seja Governo- que o mesmo é dizer, na bipolarização dos sistema político português.
Aí, deparam-se com um problema: se se limitarem a fazer a escolha entre o mau e o péssimo, podem vir a permitir que um Governo que passou quatro anos a chamar poupanças aos cortes sucessivos desferidos sobre as suas vidas, seja considerado os “bons” - e continue a governar para acabar a "obra".
No próximo domingo vamos a votos. Entretanto, o assunto vai continuar na ordem do dia.
Já por cá ando ando há uns anitos. Depois do 25 de Abril de 1974 não falhei uma votação: votei Referendos, Legislativas, Autárquicas, Presidenciais.
Com a passagem do tempo evoluímos e vamos apurando ideais.
Daqui a 8 dias, ao fim do dia, já saberemos quem ganhou as eleições.
Veremos se os partidos do chamado arco do poder conseguem a tal maioria qualificada que lhes permitiria eliminar o Tribunal Constitucional - o obstáculo que constitui um espinho encravado na garganta do ainda actual primeiro-ministro.
Habituaram-nos, quando ouvimos falar em eleições legislativas, como sendo aquele momento em que somos chamados a eleger um Governo e não os deputados que irão representá-nos nessa escolha que se faz no Parlamento.
A comunicação social, de maneira pouco ou nada inocente, refere-se apenas a dois (Passos e Costa) como “candidatos a Primeiro-ministro”. Contudo, isso é uma completa mentira: são 17 as escolhas que estão ao nosso dispor nestas legislativas.
Isto, porém, entranha-se nos eleitores, o que é um manifesto benefícios para alguns (os tais dois...) e o consequente prejuízo de todos os outros e da própria democracia.
Uns - os tais dois - são os “candidatos”, os outros são os “irrealistas”, os "utópicos", os que "não querem governar".
Colocadas as coisas assim, a escolha torna-se simples e óbvia.
Passos Coelho e Paulo Portas deram-se ao luxo de se apresentarem nesta campanha a eleições com um programa sem números e António Costa com um com uma série de números mal fundamentada.
Contudo, por toda a máquina de propaganda que nos abafa e limita nas nossas escolhas, são apenas eles os “candidatos a Primeiro-ministro”.
Os outros só estão no processo eleitoral para atrapalhar: não querem governar, acusam os partidos do actual governo e os socialistas.
Os portugueses são todos os dias pressionados e motivados para votar num partido que seja Governo- que o mesmo é dizer, na bipolarização dos sistema político português.
Aí, deparam-se com um problema: se se limitarem a fazer a escolha entre o mau e o péssimo, podem vir a permitir que um Governo que passou quatro anos a chamar poupanças aos cortes sucessivos desferidos sobre as suas vidas, seja considerado os “bons” - e continue a governar para acabar a "obra".
No próximo domingo vamos a votos. Entretanto, o assunto vai continuar na ordem do dia.
Já por cá ando ando há uns anitos. Depois do 25 de Abril de 1974 não falhei uma votação: votei Referendos, Legislativas, Autárquicas, Presidenciais.
Com a passagem do tempo evoluímos e vamos apurando ideais.
Daqui a 8 dias, ao fim do dia, já saberemos quem ganhou as eleições.
Veremos se os partidos do chamado arco do poder conseguem a tal maioria qualificada que lhes permitiria eliminar o Tribunal Constitucional - o obstáculo que constitui um espinho encravado na garganta do ainda actual primeiro-ministro.
sábado, 26 de setembro de 2015
Cuidado...
Pouco antes do início da arruada de ontem do PàF em Espinho, um homem que por ali estava terá alegadamente gritado “corruptos” – e, convenhamos, que a probabilidade de ali estarem alguns era elevada – e, segundo o repórter da CMTV no local, atirado algumas bandeiras da coligação para o chão. O que se seguiu, e que de resto surgiu nos telejornais, foram apoiantes/militantes do PSD ou do CDS-PP que agrediram de forma, vá lá, “enérgica”, o indivíduo em questão. Num dos momentos da cena, existe um PàF que segura o homem e outros dois que lhe batem em simultâneo. No final, e após a evacuação do agredido, surge uma PàF de bandeira na mão que, num momento pedagogia parola, lhe diz “você veio para aqui provocar“. E como veio provocar é merecedor de uma série de socos, pontapés e joelhadas sem que se tenha visto uma única agressão do anónimo revoltado.
Cuidado: como já dizia o Zeca Mendonça, "quem se mete com o PàF leva!"
Fica o alerta, via Aventar, para que tenha cuidado da próxima vez que se cruzar com uma caravana do PàF.
E, entretanto, não acredite em tudo o que vê na CMTV e na RTP.
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
Palhaçada...
"O presidente do PSD declarou-se hoje disponível para compromissos com todos os partidos com assento parlamentar, após as legislativas, e desafiou todas as candidaturas a deixarem de lado o insulto e mostrarem-se disponíveis para o país."
Em tempo.
Chamar o Presidente do PSD de palhaço e isso ser considerado um insulto, seria um insulto, não a ele, mas aos palhaços, que não devem de maneira alguma serem associados a algo pejorativo.
E mais não escrevo, porque parece que alguns defendem que usar a palavra palhaço na mesma frase que Presidente do PSD pode ter consequências complicadas...
Em tempo.
Chamar o Presidente do PSD de palhaço e isso ser considerado um insulto, seria um insulto, não a ele, mas aos palhaços, que não devem de maneira alguma serem associados a algo pejorativo.
E mais não escrevo, porque parece que alguns defendem que usar a palavra palhaço na mesma frase que Presidente do PSD pode ter consequências complicadas...
Para quê usar o punho se tenho as palavras?..
Gosto de andar por aqui.
Confesso que, quase dez anos depois, esta já é quase uma necessidade artificialmente criada.
Este blogue tornou-se num instrumento para resolver um problema individual e de simulacro que se me colocou depois de me embrenhar na blogoesfera: agradar - em primeiro lugar - a mim mesmo; depois - a quem, porventura, venha a ler o que por aqui debito quase todos os dias.
Na blogoesfera figueirense já se produziu mais. Muito do que deixou de ser produzido era muito bom - e faz falta.
Este blogue tem continuado - e é o que é.
Tal como eu, é frontal, mas não tem potencial revolucionário.
Gosto de esgrimir: para quê usar os punhos se tenho as palavras para utilizar?..
É só isso que me move: o gosto pela vida e pelas palavras.
O tempo que assim for, sem ilusões, vou continuar com uma certeza: a revolução não é feita pelo proletário e escrever num blogue.
Confesso que, quase dez anos depois, esta já é quase uma necessidade artificialmente criada.
Este blogue tornou-se num instrumento para resolver um problema individual e de simulacro que se me colocou depois de me embrenhar na blogoesfera: agradar - em primeiro lugar - a mim mesmo; depois - a quem, porventura, venha a ler o que por aqui debito quase todos os dias.
Na blogoesfera figueirense já se produziu mais. Muito do que deixou de ser produzido era muito bom - e faz falta.
Este blogue tem continuado - e é o que é.
Tal como eu, é frontal, mas não tem potencial revolucionário.
Gosto de esgrimir: para quê usar os punhos se tenho as palavras para utilizar?..
É só isso que me move: o gosto pela vida e pelas palavras.
O tempo que assim for, sem ilusões, vou continuar com uma certeza: a revolução não é feita pelo proletário e escrever num blogue.
Frase de efeito
![]() |
| Via jornal AS BEIRAS |
António Costa, ontem no Paião:
“A coligação pensa que está a uma mentira de ganhar as
“A coligação pensa que está a uma mentira de ganhar as
eleições mas está a 10 dias de sofrer a mais pesada derrota”.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Puta que pariu as sondagens...
Sondagens são sondagens.
Nos dias que passam são um assunto muito batido.
Quem as faz factura o que tem a facturar - e não deve ser pouco...
Depois, os média divulgam as sondagens que compram e os políticos sofrem com os efeitos na opinião pública, mais do que com as previsões das ditas.
Faltam poucos dias para o dia do voto nestas legislativas.
A partir daqui vale tudo para formar opinião a favor dos nossos e tudo vale para descredibilizar os outros - tornando-os, aos olhos da opinião, como adversários vencidos.
Cada vez estou mais crente que as sondagens - pelo menos uma boa parte delas - nas suas diversas versões, e formatos, associadas aos meios que as compram, como aconteceu noutros sufrágios, estão descredibilizadas.
Seja como for, por causa das sondagens, este blogue por unanimidade e aclamação resolveu apoiar a CDU.
Nos dias que passam são um assunto muito batido.
Quem as faz factura o que tem a facturar - e não deve ser pouco...
Depois, os média divulgam as sondagens que compram e os políticos sofrem com os efeitos na opinião pública, mais do que com as previsões das ditas.
Faltam poucos dias para o dia do voto nestas legislativas.
A partir daqui vale tudo para formar opinião a favor dos nossos e tudo vale para descredibilizar os outros - tornando-os, aos olhos da opinião, como adversários vencidos.
Cada vez estou mais crente que as sondagens - pelo menos uma boa parte delas - nas suas diversas versões, e formatos, associadas aos meios que as compram, como aconteceu noutros sufrágios, estão descredibilizadas.
Seja como for, por causa das sondagens, este blogue por unanimidade e aclamação resolveu apoiar a CDU.
The old man's in town...
Em tempo.
Quando o homem morrer (oxalá que seja daqui por muitos anos e bons...), espero que, nos jornais, não se esqueçam de fazer referência ao candidato PSD, por Coimbra, de profissão "comendador público"!..
Sondagens...
"Coligação com vantagem de cinco pontos na sondagem diária da RTP"...
Entrámos no campo da pura manipulação canalha.
Por favor...
Tenho coisas mais interessantes para fazer na minha vida.
Falem-me de futebol, falem-me do tempo, ou do raio que vos parta...
Mas deixem a aldrabice pura para quem tenha paciência para vos aturar...
Entrámos no campo da pura manipulação canalha.
Por favor...
Tenho coisas mais interessantes para fazer na minha vida.
Falem-me de futebol, falem-me do tempo, ou do raio que vos parta...
Mas deixem a aldrabice pura para quem tenha paciência para vos aturar...
7,2%
"Andamos há anos a penar, a pagar e a minguar pelo défice orçamental.
É por ele que pagamos mais impostos (por ele e pela dívida, que é um somatório de défices anuais), é por causa dele que se corta despesa na Saúde, na Educação, na Cultura, em tudo. Mas depois, quando um défice é revisto, dizem-nos que não, que é passado, que é só contabilidade, coisa de estatística, matemática driblada.
Hoje o défice de 2014 passou de 4,5% para 7,2%.
E depois?"
PEDRO SANTOS GUERREIRO
Em tempo.
Quando pronuncio a palavra Futuro
a primeira sílaba já pertence ao passado.
Quando pronuncio a palavra Silêncio,
destruo-o.
Quando pronuncio a palavra Nada,
crio algo que não cabe em nenhum não-ser.
Wislawa Szymborska, poetisa polaca (1923-2012)
É por ele que pagamos mais impostos (por ele e pela dívida, que é um somatório de défices anuais), é por causa dele que se corta despesa na Saúde, na Educação, na Cultura, em tudo. Mas depois, quando um défice é revisto, dizem-nos que não, que é passado, que é só contabilidade, coisa de estatística, matemática driblada.
Hoje o défice de 2014 passou de 4,5% para 7,2%.
E depois?"
PEDRO SANTOS GUERREIRO
Em tempo.
Quando pronuncio a palavra Futuro
a primeira sílaba já pertence ao passado.
Quando pronuncio a palavra Silêncio,
destruo-o.
Quando pronuncio a palavra Nada,
crio algo que não cabe em nenhum não-ser.
Wislawa Szymborska, poetisa polaca (1923-2012)
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Momento de humor!
Em tempo.
"Marcelo Rebelo de Sousa comentador, independente, na televisão em horário nobre.
Pedro Santana Lopes comentador, independente, na televisão em horário nobre.Luís Marques Mendes comentador, independente, na televisão em horário nobre.
Luís Filipe Menezes comentador, independente, na televisão em horário nobre.
Francisco Pinto Balsemão dono, e militante n.º 1, independente, de uma televisão."
Comédias figueirenses
Não quase a uma estreia de cinema, porque a essas toda a gente já deve ter assistido, mas a um enredo que podia dar vários filmes de comédia...
A verdade é que gosto de comédias. As comédias costumam dispor-me bem.
Mas, esta comédia figueirense, até agora, só tem o estereótipo das personagens. Esta comédia só tem lugar pelo à-vontade e promete desenvolver novos capítulos porque as personagens reagem mutuamente e connosco.
E, apesar do embaraço, sabem como reagir.
“Sou completamente alheio à parada com o meu nome” – garante João Ataíde!..
"Ninguém retira o mérito ao Dr. Santana Lopes" - perdão ao Dr. João Ataíde - "na obra que ali está e é muito justo que se façam homenagens, sempre que alguém o merece... Sejamos honestos não façamos outras leituras do acontecimento. Por sermos intelectualmente honestos é que se está a tomar esta atitude, pois na nossa interpretação não é a melhor forma de se homenagear o Dr. Santana Lopes atribuindo o seu nome ao CAE" - perdão, ao Dr. João Ataíde, atribuindo o seu nome à parada do novo Quartel dos Bombeiros Municipais...
Era um político tão importante que se tornou um ícone do ambiente desta política figueirense...
"José Elísio pondera sair da presidência da Junta de Lavos"...
Tinha lido isto um destes no Diário de Coimbra, mas acabei de recordar aqui.
A propósito...
Estou a meses de comemorar 10 anos que comecei a escrever este blogue.
Já passei a barreira crítica dos 9.
Que é quando as pessoas abandonam os blogues porque ficam sem ideias...
Tinha lido isto um destes no Diário de Coimbra, mas acabei de recordar aqui.
A propósito...
Estou a meses de comemorar 10 anos que comecei a escrever este blogue.
Já passei a barreira crítica dos 9.
Que é quando as pessoas abandonam os blogues porque ficam sem ideias...
terça-feira, 22 de setembro de 2015
A guerra está aberta entre a Figueira e o Turismo do Centro de Portugal
O presidente da Câmara manifestou-se ontem, no decorrer da reunião camarária, desiludido com a forma como a Turismo Centro de Portugal trata o concelho da Figueira da Foz.
“Tenho muita razão de queixa pela forma como esta região de turismo tem tratado a Figueira da Foz. Mas, a dada altura, estava com esperança que a Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra (CIM-RC) pudesse lançar o seu próprio projecto”...
Existe um plano municipal de turismo, em parceria com a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, que se encontra em fase de conclusão, informou o presidente. Por outro lado, o líder do executivo camarário recordou o “projecto ambicioso” candidatado pela CIM-RC, a que também preside, mas que a entidade de gestão dos fundos europeus rejeitou sustentando que cabe à TCP a promoção turística do Centro de Portugal.
“Se não conseguirmos ultrapassar esta barreira da entidade de turismo, teremos de partir para a promoção própria”, admitiu João Ataíde. Para o efeito, poderá vir a utilizar verbas das contrapartidas da zona de jogo (casino). Na oportunidade, reconheceu que “há coisas que têm de melhorar, em relação à oferta” turística da Figueira da Foz. O autarca socialista respondeu desta forma ao vereador do PSD, João Armando Gonçalves, sobre a relação da Figueira com a ERTC e o seu grau de autonomia face a esta entidade regional.
João Armando Gonçalves, por sua vez, sublinhou: “na promoção da região Centro como destino turístico, a Figueira da Foz desapareceu do mapa”. A cidade, “enquanto entidade autónoma, não existe”, afirmou também o autarca da oposição, que aproveitou a oportunidade para fazer ainda reparos à “insuficiente informação turística” sobre a oferta local.
Contactado pelo jornal AS BEIRAS, Pedro Machado, presidente da TCP, acentuou que a “ Turismo do Centro recebeu, em 2015, os dois maiores prémios nacionais de turismo, fruto do seu trabalho, planeamento, comunicação, imagem, valorização do território e promoção dos produtos e marcas turísticas. Esta é a resposta que deixo ao presidente da câmara e ao vereador do PSD”.
Pedro Machado aproveitou este contacto do jornal AS BEIRAS para acrescentar que está “sempre disponível para trabalhar com todos os municípios, em particular com aqueles que valorizam o trabalho em rede, a promoção conjunta, o apoio aos empresários, em detrimento de projectos individuais”.
E, a terminar, disse: “A TCP esteve associada aos maiores eventos que se realizaram este ano na Figueira da Foz".
“Tenho muita razão de queixa pela forma como esta região de turismo tem tratado a Figueira da Foz. Mas, a dada altura, estava com esperança que a Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra (CIM-RC) pudesse lançar o seu próprio projecto”...
Existe um plano municipal de turismo, em parceria com a Associação Comercial e Industrial da Figueira da Foz, que se encontra em fase de conclusão, informou o presidente. Por outro lado, o líder do executivo camarário recordou o “projecto ambicioso” candidatado pela CIM-RC, a que também preside, mas que a entidade de gestão dos fundos europeus rejeitou sustentando que cabe à TCP a promoção turística do Centro de Portugal.
“Se não conseguirmos ultrapassar esta barreira da entidade de turismo, teremos de partir para a promoção própria”, admitiu João Ataíde. Para o efeito, poderá vir a utilizar verbas das contrapartidas da zona de jogo (casino). Na oportunidade, reconheceu que “há coisas que têm de melhorar, em relação à oferta” turística da Figueira da Foz. O autarca socialista respondeu desta forma ao vereador do PSD, João Armando Gonçalves, sobre a relação da Figueira com a ERTC e o seu grau de autonomia face a esta entidade regional.
João Armando Gonçalves, por sua vez, sublinhou: “na promoção da região Centro como destino turístico, a Figueira da Foz desapareceu do mapa”. A cidade, “enquanto entidade autónoma, não existe”, afirmou também o autarca da oposição, que aproveitou a oportunidade para fazer ainda reparos à “insuficiente informação turística” sobre a oferta local.
Contactado pelo jornal AS BEIRAS, Pedro Machado, presidente da TCP, acentuou que a “ Turismo do Centro recebeu, em 2015, os dois maiores prémios nacionais de turismo, fruto do seu trabalho, planeamento, comunicação, imagem, valorização do território e promoção dos produtos e marcas turísticas. Esta é a resposta que deixo ao presidente da câmara e ao vereador do PSD”.
Pedro Machado aproveitou este contacto do jornal AS BEIRAS para acrescentar que está “sempre disponível para trabalhar com todos os municípios, em particular com aqueles que valorizam o trabalho em rede, a promoção conjunta, o apoio aos empresários, em detrimento de projectos individuais”.
E, a terminar, disse: “A TCP esteve associada aos maiores eventos que se realizaram este ano na Figueira da Foz".
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