O Hospital Distrital
da Figueira da Foz promoveu uma sessão para agradecer à diáspora
figueirense residente em
New Bedford, nos Estados
Unidos da América (EUA).
Através da Liga dos Amigos
do Hospital, os emigrantes
contribuíram com cerca de
18 mil euros em doações
pecuniárias (oito cadeirões
de recobro e pós-cirúrgico e
duas macas), para ajudar a
equipar a nova Unidade de
Cirurgia de Ambulatório do hospital. Como
forma de reconhecimento
foi descerrada uma placa a agradecer e feita uma
visita às instalações da UCA.
“Um acto simples e generoso”, foram as palavras
do presidente da Liga de
Amigos do Hospital, para
os muitos emigrantes que
assistiam à cerimónia. “É
uma dádiva que vai servir
para as pessoas que fazem
parte da nossa comunidade”, acrescentou António
Guardado.
Por sua vez, o
presidente do conselho de
administração do HDFF definiu o apoio como sendo
“altruísta”.
O covagalense Joaquim Pereira, em representação dos emigrantes portugueses e um dos impulsionadores da iniciativa para angariar a verba para a Unidade de Cirurgia de Ambulatório do Hospital Distrital da Figueira da Foz, usou da palavra para sublinhar o esforço que foi necessário realizar para conseguir concretizar o objectivo.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Troikas e troikistas sempre contaram com João Proença
O antigo secretário-geral da UGT João Proença é o novo
presidente do Centro de Relações Laborais, um organismo que tem como missão
acompanhar a evolução do emprego e da formação profissional.
A informação foi avançada no passado sábado, em comunicado, pelo
Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social.Segundo apurou o Diário Económico, terão sido as confederações patronais a sugerir agora o nome de João Proença para liderar o Centro de Relações Laborais.
O ex-secretário-geral da central sindical aceitou o convite.
"Jogos de poder"
Os órgãos distritais dos partidos pretendem colocar os seus e as direcções nacionais não resistem em impor quem lhes convém.
Obviamente que quanto menos peso político tiverem os órgãos distritais, mais fácil é para Lisboa impor a sua vontade.
Não tivemos, portanto, este ano, nada de novo."
Miguel Almeida, hoje no jornal AS BEIRAS
domingo, 2 de agosto de 2015
sábado, 1 de agosto de 2015
As listas
A pouco mais de 60 dias das eleições, as notícias da política eleitoral no distrito de Coimbra são listas. Listas que incluem não só as de candidatos a deputados como as dos candidatos a todos os lugares possíveis e imaginários aos "tachos".
Hoje, o jornal AS BEIRAS dá notícia do que já era do conhecimento de quem anda minimamente atento ao que se passa em seu redor e que tem real influência na sua vida.
"Não caíram nada bem as escolhas aprovadas pelos conselhos nacionais do PSD e CDS-PP.
No caso social-democrata, a presença do secretário de Estado das Finanças, Manuel Rodrigues, no segundo lugar da lista – relegando o líder da distrital, Maurício Marques, para o terceiro posto – desgostou a diversos membros da distrital e de algumas das concelhias do partido.
O primeiro sinal desse descontentamento teve lugar logo na ordenação da lista, com o líder da distrital da JSD, João Paulo Oliveira, a recusar-se a ocupar o oitavo lugar da lista. Desta forma, a penúltima posição da lista de efectivos foi ocupada por Rita Neves (Soure). João Francisco Campos, militante do PSD e antigo membro da distrital do partido, disse no facebook que iria estar “em blackout político” nos próximos meses.
Do lado do CDS-PP, a presença do líder da Juventude Popular, Miguel Pires da Silva – em detrimento do líder da distrital e deputado Paulo Almeida – já levou à primeira demissão da distrital do partido. Rui Nuno Castro considera a sua decisão simbólica, mas tem o objetivo de “alertar consciências para a desvalorização sumária da estrutura distrital”.
Maurício Marques, que vai em 3º. lugar na lista, mostrou-se surpreendido com este descontentamento dos militantes e das concelhias do partido, até porque entende que esta é “uma boa lista”.
Sobre a ausência de nomes de Coimbra, o presidente da distrital desvalorizou a questão, dizendo que o distrito estará “bem representado por mim próprio” e pelos restantes nomes da lista."
Nada disto é novo. Desta vez, os “cromos” do PSD e do CDS que conseguiram integrar a lista de candidatos que Passos Coelho impôs a quem pretenda votar no PAF! foi esta.
Poderia ter sido outra... Pronto!...
Faltam pouco mais de 60 dias para o povo ir às urnas e o que sabe de concreto são estas guerrilhas intestinas da luta pelo “tacho”.
Pelo que tem chegado ao meu conhecimento, tanto a vida política no interior do PAF!, como no interior do PS, no distrito de Coimbra, define-se em três palavras: autoridade sem ideias.
Possivelmente, serão eles que estarão certos, como veremos em 4 de Outubro p. f..
O povo, pelos vistos, não quer saber do conteúdos dos programas, nem da qualidade dos deputados. O povo quer, quanto muito, escolher um “chefe”.
Portanto, os putativos "chefes" limitam-se a jogar com o óbvio: para quem é bacalhau basta.
Hoje, o jornal AS BEIRAS dá notícia do que já era do conhecimento de quem anda minimamente atento ao que se passa em seu redor e que tem real influência na sua vida.
"Não caíram nada bem as escolhas aprovadas pelos conselhos nacionais do PSD e CDS-PP.
No caso social-democrata, a presença do secretário de Estado das Finanças, Manuel Rodrigues, no segundo lugar da lista – relegando o líder da distrital, Maurício Marques, para o terceiro posto – desgostou a diversos membros da distrital e de algumas das concelhias do partido.
O primeiro sinal desse descontentamento teve lugar logo na ordenação da lista, com o líder da distrital da JSD, João Paulo Oliveira, a recusar-se a ocupar o oitavo lugar da lista. Desta forma, a penúltima posição da lista de efectivos foi ocupada por Rita Neves (Soure). João Francisco Campos, militante do PSD e antigo membro da distrital do partido, disse no facebook que iria estar “em blackout político” nos próximos meses.
Do lado do CDS-PP, a presença do líder da Juventude Popular, Miguel Pires da Silva – em detrimento do líder da distrital e deputado Paulo Almeida – já levou à primeira demissão da distrital do partido. Rui Nuno Castro considera a sua decisão simbólica, mas tem o objetivo de “alertar consciências para a desvalorização sumária da estrutura distrital”.
Maurício Marques, que vai em 3º. lugar na lista, mostrou-se surpreendido com este descontentamento dos militantes e das concelhias do partido, até porque entende que esta é “uma boa lista”.
Sobre a ausência de nomes de Coimbra, o presidente da distrital desvalorizou a questão, dizendo que o distrito estará “bem representado por mim próprio” e pelos restantes nomes da lista."
Nada disto é novo. Desta vez, os “cromos” do PSD e do CDS que conseguiram integrar a lista de candidatos que Passos Coelho impôs a quem pretenda votar no PAF! foi esta.
Poderia ter sido outra... Pronto!...
Faltam pouco mais de 60 dias para o povo ir às urnas e o que sabe de concreto são estas guerrilhas intestinas da luta pelo “tacho”.
Pelo que tem chegado ao meu conhecimento, tanto a vida política no interior do PAF!, como no interior do PS, no distrito de Coimbra, define-se em três palavras: autoridade sem ideias.
Possivelmente, serão eles que estarão certos, como veremos em 4 de Outubro p. f..
O povo, pelos vistos, não quer saber do conteúdos dos programas, nem da qualidade dos deputados. O povo quer, quanto muito, escolher um “chefe”.
Portanto, os putativos "chefes" limitam-se a jogar com o óbvio: para quem é bacalhau basta.
sexta-feira, 31 de julho de 2015
As perguntas são sempre mais importantes do que as respostas
![]() |
| foto PAC . Ponto de Acesso à Cultura |
As pessoas que têm muitas certezas estão sempre a tentar
mudar os outros, enquanto que as que não têm tantas certezas, procuram
transformar-se a si mesmas.
Mera coincidência ou talvez não. Ontem à noite PAC (Ponto de
acesso à cultura) e PAC (Pedro Agostinho Cruz) falaram sobre arte.
O fotojornalista Pedro Agostinho Cruz foi o convidado de
mais uma edição do «PAC», espaço tertuliano que pretende, até 15 de agosto,
“agitar o pulsar cultural figueirense”.
Sete meses, sete imagens. Foi este o convite prontamente
respondido por muitos que quiseram partilhar a conversa que surgiu de forma
natural e informal. Momentos captados em Lisboa, Nazaré e Figueira da Foz
figuram entre as sete imagens ali apresentadas.
Aconteceu no Hotel Wellington, ontem à noite, a revelação do
segredo do fotógrafo Pedro Agostinho Cruz: “Pensar, ver e sentir”.
176,98 € foi a verba apurada com os donativos do «Alerta Costeiro», o que permitirá levar por diante as intenções do fotojornalista
figueirense.
Em estreita ligação com o Núcleo Regional de Coimbra da
QUERCUS, a plantação dos pinheiros deverá realizar-se a 23 de novembro próximo
(Dia da Floresta).Em tempo.
No decorrer da Tertúlia de ontem à noite, houve apenas uma
pergunta que ficou por responder por parte do Pedro Agostinho Cruz.
Foi a seguinte e foi colocada por mim: com tanta coisa
interessante para fazer na vida porque que é que um jovem decidiu cerca dos 20 anos
que a sua vida seria a fotografia?
O Pedro pensou e respondeu simplesmente: “não sei”…
Penso que acabei de encontrar a resposta.
Sendo um grande e já reconhecido profissional na arte, o Pedro continua o que
sempre foi: um fotógrafo amador.
Isto é: continua a fotografar por prazer e amor à arte.
Tenho o privilégio de conhecer esta sua faceta há bastante tempo…Destruídos 210 mil empregos em 4 anos de legislatura
Foram destruídos 210,4 mil empregos em precisamente quatro anos de legislatura PSD-CDS, indicam as séries longas do Instituto Nacional de Estatística divulgadas esta quinta-feira.
Esta quinta-feira, o porta-voz do PSD, Marco António Costa, quase pintou um quadro idílico ao tentar fazer um diagnóstico de fim de legislatura em relação ao mercado de trabalho em Portugal.
Citado pela Lusa, o ex-governante, entretanto remodelado por Passos Coelho, acenou que "a verdade dos factos comprova que, face a junho de 2011, primeiro mês de governação do actual Governo da maioria", houve "uma redução efectiva do número absoluto de desempregados em Portugal". E relevou que "face aos 661 mil existentes em junho de 2011, temos hoje em junho de 2015 636 mil. Isto é, temos uma redução superior a 20 mil desempregados".
Esta quinta-feira, o porta-voz do PSD, Marco António Costa, quase pintou um quadro idílico ao tentar fazer um diagnóstico de fim de legislatura em relação ao mercado de trabalho em Portugal.
Citado pela Lusa, o ex-governante, entretanto remodelado por Passos Coelho, acenou que "a verdade dos factos comprova que, face a junho de 2011, primeiro mês de governação do actual Governo da maioria", houve "uma redução efectiva do número absoluto de desempregados em Portugal". E relevou que "face aos 661 mil existentes em junho de 2011, temos hoje em junho de 2015 636 mil. Isto é, temos uma redução superior a 20 mil desempregados".
Via Jornal de Notícias
Em tempo.
A fronteira esbatida entre desemprego e precariedade serve
apenas para lançar um manto de nevoeiro sobre a verdadeira dimensão da
realidade laboral no nosso País.
Passos Coelho, Marco António Costa, Mota Soares, Paulo Portas, etc., fazem, há muito, da
demagogia e da mentira a sua acção quase
exclusiva no dia a dia.
Pode-se descer sempre um pouco mais baixo, mas o processo
nunca consegue chegar para defender o indefensável.
Entretanto, a
realidade cifra-se em milhões de vidas num limbo entre o desemprego de longa
duração e os contratos precários mal pagos e de curto prazo.
Como interpretá-lo varia muito: podemos contabilizar, além
dos desempregados “oficiais”, os inactivos desencorajados e os activos
migrantes, introduzindo, a dimensão de uma emigração histórica, resultado das
políticas catastróficas do Governo, e chegamos a uma taxa de cerca de 25% de desemprego real.
Aquilo que nós sabemos é que a realidade duplica os números
oficiais do desemprego em Portugal.
A confusão lançada na
discussão sobre quais os números reais do desemprego não consegue esconder a realidade por mais demagogia e
mentira que se atirem aos olhos dos portugueses: quem é precário, só tem
desemprego pela frente; e quem está desempregado pode esperar, no máximo, uma
das múltiplas formas de precariedade.
A realidade fala por si: mais de 2 milhões e meio de pessoas
são precárias ou desempregadas, metade da população activa.
Quem leu o Capital de Karl Marx sabe o que isto quer dizer: para a sobrevivência do capitalismo é necessário um enorme exército de desempregados para baixar o preço de custo do trabalho.
Quem leu o Capital de Karl Marx sabe o que isto quer dizer: para a sobrevivência do capitalismo é necessário um enorme exército de desempregados para baixar o preço de custo do trabalho.
Futebol distrital
Para ficar a saber o calendário do futebol sénior do GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA para 2015/2016 basta clicar aqui.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
"25 de Abril, sempre, fascismo nunca mais!.."
Passos reivindica herança de Abril no programa da coligação para o Estado Social.
Pisca o olho à maioria absoluta e puxa pelo discurso do medo:
“As empresas de rating estão à espera do resultado das eleições”.
Em tempo.
De pé, ó vitimas da fome!...
O PSD também é dos pobres!..
Daqueles que gostam de ficar cada vez mais pobres...
O voto em Liberdade e Democracia
Portugal, final de julho de 2015: em 4 de Outubro próximo os portugueses vão travar mais um combate político em democracia.
A campanha eleitoral em curso vai ser suja e descarada.
Quando o que precisamos é de confrontar ideias - dispensamos a demagogia e a propaganda - reparem no cartaz. Não passa de um truque retórico fácil de desmontar: um avô, a quem cortaram na pensão; os netos, a quem comprometeram o futuro. Todos com caras de felicidade!
Isto vai aquecer. E a ventoinha vai continuar a trabalhar…Quando o que precisamos é de confrontar ideias - dispensamos a demagogia e a propaganda - reparem no cartaz. Não passa de um truque retórico fácil de desmontar: um avô, a quem cortaram na pensão; os netos, a quem comprometeram o futuro. Todos com caras de felicidade!
Fica, desde já, este alerta para se abrigarem: na página 35 do programa da coligação PSD-CDS consta a proposta de privatização da Segurança Social.
Em
Portugal, durante 48 anos, vigorou uma ditadura.
Sejamos claros e concisos. Em 24 de Abril de 1974, o governo de Marcelo Caetano não autorizava a existência de partidos políticos, muito menos opiniões discordantes da ditadura em que Portugal vivia e que Salazar baptizou de Estado Novo.
Havia censura: os jornais, os livros, o cinema e o teatro eram visados por censores que proibiam as palavras que não agradavam ao regime. Muitos escritores, jornalistas, cantores e músicos eram proibidos de divulgar as suas obras.
Havia PIDE, a Polícia Internacional de Defesa do Estado: existia para perseguir, vigiar, prender e torturar todas as pessoas que tinham opiniões diferentes das do governo. Muitos antifascistas foram assassinados pela PIDE. Havia censura: os jornais, os livros, o cinema e o teatro eram visados por censores que proibiam as palavras que não agradavam ao regime. Muitos escritores, jornalistas, cantores e músicos eram proibidos de divulgar as suas obras.
Havia as prisões da ditadura: os opositores ao Estado Novo eram presos em prisões como as de Peniche e Caxias, onde permaneciam em péssimas condições e eram torturados, só pelo facto de não concordarem com o regime.
Havia o exílio: muitos portugueses foram obrigados a emigrar para não serem presos ou por recusarem ir combater na injusta guerra colonial. Nos países de exílio, continuaram a sua luta contra a ditadura.
Havia a Mocidade Portuguesa: os jovens, a partir dos sete anos, eram obrigados a pertencer a esta organização militarista de juventude, que exigia que andassem fardados, marchassem como soldados e fizessem uma saudação muito parecida com a nazi.
Havia a guerra colonial: os territórios de Angola, Guiné e Moçambique, para alcançarem a sua liberdade, foram obrigados a fazer guerra a Portugal. Em consequência, morreram milhares de africanos e portugueses em África.
Havia o poder autoritário: quem nomeava os presidentes das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia eram os governantes, que não ouviam a opinião das populações nem tinham que cumprir um programa de acção.
Durante 48 anos, algumas gerações de portugueses foram enganados por simulacros de eleições.
Contudo, sempre houve Resistência: como estavam proibidos os partidos políticos, lutava-se na clandestinidade pela liberdade.
A Oposição Democrática participou em eleições, mas os resultados foram falseados e os candidatos presos.
Apenas a seguir ao 25 de Abril de 1974 se realizaram eleições livres e democráticas. Registe-se, que mesmo na primeira República o sufrágio universal em pleno havia sido limitado - por exemplo, no acesso ao voto pelas mulheres.
Apenas a seguir ao 25 de Abril de 1974 se realizaram eleições livres e democráticas. Registe-se, que mesmo na primeira República o sufrágio universal em pleno havia sido limitado - por exemplo, no acesso ao voto pelas mulheres.
O voto, em Liberdade e Democracia, só tem sentido no
respeito sagrado pelo sentido do voto de todos e de cada um.
Votar é, antes do mais, uma enorme responsabilidade de cada
um de nós.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
PAC . Ponto de Acesso à Cultura - TERTÚLIA COM PEDRO AGOSTINHO CRUZ
Quinta Feira, 30 de julho, o fotógrafo Pedro Agostinho Cruz vai estar no Hotel Wellington, às 21.30 numa conversa informal que o festival artístico, PAC - Ponto de Acesso à Cultura, chama de Tertúlia.
Vai falar um bocadinho do seu trabalho, motivações, projectos, entre outras coisas (que até podem ser novidades).
A tertúlia será aquilo que vocês quiserem!.. O artista conta com a vossa presença. E promete responder a perguntas difíceis!..
Sintam-se convidados.
Vai falar um bocadinho do seu trabalho, motivações, projectos, entre outras coisas (que até podem ser novidades).
A tertúlia será aquilo que vocês quiserem!.. O artista conta com a vossa presença. E promete responder a perguntas difíceis!..
Sintam-se convidados.
Para formar opinião é preciso informação…
E que desde 2001/02, enquanto o número médio de filhos por mulher em idade fértil subiu quase 10% na UE, em Portugal caiu mais de 10%?
E ainda que a crise económica e financeira inverteu a tendência de Portugal na aproximação ao mais reduzido horário de trabalho europeu?
Se em 2009 os trabalhadores portugueses trabalhavam em média mais uma hora que os seus congéneres europeus, em 2013 essa diferença já era superior a duas horas.
Estas e outras revelações encontram-se trabalhadas
e publicadas no livro coordenado por Augusto Mateus “Três décadas de Portugal europeu – balanços e perspectivas” publicado este mês pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, disponível gratuitamente na internet.
Em tempo.
Via eng. Daniel Santos, na crónica Curiosidades, hoje publicada no jornal AS BEIRAS.
Ricos e pobres...
Um cidadão vulgar, na situação de Ricardo Salgado estaria em
prisão domiciliária.
Para o Conselho Superior da Magistratura Ricardo Salgado não está em prisão
domiciliária, está “confinado à sua residência e respectivos logradouros”.
O azar dos gregos, foi terem Tsipras como primeiro-ministro e este não pertencer à"raça de homens que paga o que deve", como, por exemplo, o "nosso" primeiro. Evidentemente, salvo um ou outro “lapso”...
Os ricos sabem que podem comprar quase tudo com dinheiro. Os
pobres pensam que dinheiro compra tudo. E, assim, o dinheiro vai mandando…
A única coisa que os pobres continuam a ter em Portugal, é a razão: "é cada vez maior o fosso entre os mais ricos e os mais pobres em Portugal. Há cinco anos que não pára de aumentar a desigualdade na distribuição dos rendimentos."terça-feira, 28 de julho de 2015
O Povo Culto
![]() |
| Agostinho da Silva |
Os povos serão cultos na medida em que entre eles crescer o
número dos que se negam a aceitar qualquer benefício dos que podem; dos que se
mantêm sempre vigilantes em defesa dos oprimidos não porque tenham este ou
aquele credo político, mas por isso mesmo, porque são oprimidos e neles se
quebram as leis da Humanidade e da razão; dos que se levantam, sinceros e
corajosos, ante as ordens injustas, não também porque saem de um dos campos em
luta, mas por serem injustas; dos que acima de tudo defendem o direito de
pensar e de ser digno.
Apesar de tudo, ser da elite cultural figueirense não é a mesma coisa que ser da elite cultural lisboeta...
"Se mesmo em Lisboa e no
Porto é difícil fazer com que a
comunicação social divulgue
o que se faz na área da cultura, imagine-se nas restantes
cidades do país. Por isso,
compreenda-se o nosso desalento ao percebermos que
produzimos eventos dignos
de relevo, mas que não passam as fronteiras do “nosso
quintal”. Foi o que se passou
com a vinda de Fernando
Arrabal à Figueira ou com a
exposição das esculturas de
Laranjeira Santos, só para dar
dois exemplos.
A macrocefalia de Lisboa continua a afogar o país e a tentar fazer crer que o resto são umas pracetas onde se levam os cantores pimba para fazer programas de entretenimento de gosto e interesse duvidoso; e onde acontecem, de vez em quando, algumas desgraças."
A macrocefalia de Lisboa continua a afogar o país e a tentar fazer crer que o resto são umas pracetas onde se levam os cantores pimba para fazer programas de entretenimento de gosto e interesse duvidoso; e onde acontecem, de vez em quando, algumas desgraças."
Areia para os olhos...
"Não vou fazer nenhuma reacção porque a questão que tem
que ver com o chamado enriquecimento ilícito não resultou de uma iniciativa do
Governo, resultou de uma iniciativa dos deputados da maioria no parlamento e
tenho a certeza que os partidos através dos grupos parlamentares não deixarão
de fazer uma reacção a essa decisão" – disse Passos Coelho nos Açores.
E andámos nós – aquela minoria, muito minoritária, que acompanha minimamente as sessões do Parlamento – a levar com Luís Montenegro e Nuno Magalhães durante
4 anos, auxiliados por Telmo Correia, nos debates parlamentares a “mandar”
deixas para o Governo maquilhadas de interpelações e depois os grupos
parlamentares têm vida própria e autónoma e até produzem projectos de lei, invariavelmente
inconstitucionais!..
E, assim, a maioria PSD/CDS chegou ao fim da legislatura sem
que o enriquecimento injustificado tenha sido criminalizado.
Essa é que é essa, como diria o Eça…
Em tempo.
"Portugal é o paraíso dos corruptos".
"Um estudo da OCDE diz que se Portugal não tivesse corrupção teria um nível de desenvolvimento semelhante à Dinamarca".
"Um estudo da OCDE diz que se Portugal não tivesse corrupção teria um nível de desenvolvimento semelhante à Dinamarca".
Despesas com o sorteio atingiram 6,8 milhões de euros em 2014…
“Factura da Sorte. Governo desviou dinheiro do IVA para pagar os Audi", diz o Tribunal de Contas…
Uma classe média que precisa de apoio do estado, já não é classe média.
Hoje, depois de quase 4 anos do senhor Coelho no poder, passou a ser uma ficção a caminho de engrossar as listas de pobres.
O senhor não tem culpa.
Culpa tem de quem o elegeu com maioria e não exigiu a sua imediata demissão quando começou a quebrar os compromissos eleitorais.
Uma classe média que precisa de apoio do estado, já não é classe média.
Hoje, depois de quase 4 anos do senhor Coelho no poder, passou a ser uma ficção a caminho de engrossar as listas de pobres.
O senhor não tem culpa.
Culpa tem de quem o elegeu com maioria e não exigiu a sua imediata demissão quando começou a quebrar os compromissos eleitorais.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Um desafio ao respeito que temos por nós próprios, com resultados a conhecer lá para 4 de Outubro!..
Em tempo.
Se clicar aqui, esta ferramenta gera parágrafos potencialmente úteis para relatórios, teses, templates, bem como discursos que não servem outro propósito que não o de encher chouriços.
Se clicar aqui, esta ferramenta gera parágrafos potencialmente úteis para relatórios, teses, templates, bem como discursos que não servem outro propósito que não o de encher chouriços.
Que mal é que a Cova e Gala fizeram aos políticos?..
Carlos Simão, na altura presidente da Junta de Freguesia de
S. Pedro há 16 anos, disse no decorrer da Assembleia de Freguesia, realizada nesse dia, esta coisa absolutamente extraordinária: “Cova Gala é um nome interno, ou
seja, não existe em lado nenhum. O que existe é Freguesia de S. Pedro da
Figueira da Foz."
Relativamente à ascensão da Freguesia de S. Pedro a Vila,
Carlos Simão foi curto e claro: "fui eu e o Sr. Domingos Laureano que
fornecemos informações ao deputado Miguel de Almeida com o intuito de
fundamentar o pedido da ascensão da nossa Freguesia a Vila de S. Pedro da
Figueira da Foz”.
Carlos Simão, na oportunidade, foi mais longe e afirmou.
“Oficialmente nunca irei representar a Cova Gala.”
Na altura, o então presidente da Junta de Freguesia de S.
Pedro, sublinhou o seu ponto de vista sobre a aceitação dos covagalenses em
relação ao nome da Vila: “aquilo que eu sei, é que há pessoas que gostam mais
de Vila de S. Pedro do que Vila da Cova e Gala."
Perante isto, quem não conheça o nosso passado, ao entrar agora pela porta grande na Aldeia, fica por saber que está na Cova e Gala.
Isto é grave - mexe com os sentimentos mais profundos dos descendentes dos ílhavos que ainda cá moram.
Embora real, porque existe, vive e pulsa, Cova Gala parece não ter tido passado, nem presente para quem foi o mentor da elevação a Vila de S. Pedro e não Cova e Gala - como deveria ter sido, por respeito ao passado e ao sentir dos descendentes dos ílhavos que fundaram, primeiro a Cova e, cerca de 40 anos depois, a Gala.
Isto é grave - mexe com os sentimentos mais profundos dos descendentes dos ílhavos que ainda cá moram.
Embora real, porque existe, vive e pulsa, Cova Gala parece não ter tido passado, nem presente para quem foi o mentor da elevação a Vila de S. Pedro e não Cova e Gala - como deveria ter sido, por respeito ao passado e ao sentir dos descendentes dos ílhavos que fundaram, primeiro a Cova e, cerca de 40 anos depois, a Gala.
Contudo, para mim e certamente para muito mais gente, a Cova Gala não está morta - apesar de não ter monumentos edificados com o nosso dinheiro em sítios privilegiados e estratégicos - e muito menos poderemos permitir que se possa assim, tão facilmente, ignorar.
Muito embora sem nome no mapa, nem monumentos, a Gala está bem situada. Fica do lado sul da foz do Mondego. E, como as terras que seguem um rio até ao mar, é um prolongamento do Cabedelo – ou seja, aquele cabo de areia que se forma à barra dos rios. O lugar, chama-se Gala. É uma aldeia de pescadores. Ao fundo e antes das dunas, que a separam do grande areal da praia, junta-se intimamente – quer dizer: sem uma nítida separação – a um lugar que tem o nome de Cova. Os dois lugares estão ao mesmo nível – o das águas do mar - e formam a Aldeia.
Do lado norte, há uma cidade e essa, sim, vem registada nos mapas de terra e nas cartas de mar – chama-se Figueira da Foz.
Muito embora sem nome no mapa, nem monumentos, a Gala está bem situada. Fica do lado sul da foz do Mondego. E, como as terras que seguem um rio até ao mar, é um prolongamento do Cabedelo – ou seja, aquele cabo de areia que se forma à barra dos rios. O lugar, chama-se Gala. É uma aldeia de pescadores. Ao fundo e antes das dunas, que a separam do grande areal da praia, junta-se intimamente – quer dizer: sem uma nítida separação – a um lugar que tem o nome de Cova. Os dois lugares estão ao mesmo nível – o das águas do mar - e formam a Aldeia.
Do lado norte, há uma cidade e essa, sim, vem registada nos mapas de terra e nas cartas de mar – chama-se Figueira da Foz.
Embora queiram apagar a
Cova e Gala - a nossa raiz - como demonstrei em 7 de Dezembro de 2009, o que
não existe é a Vila de S. Pedro.
A Vila de São Pedro, criada em 5 de Junho de 2009, é a “a povoação de São Pedro (essa sim, uma coisa que não existe!..), no concelho da Figueira da Foz, distrito de Coimbra, elevada à categoria de Vila”.
Se duvidam
disto, leiam o Diário da República nº. 150, 1ª. Série, Lei nº. 58/2009.
Cova Gala é uma Terra com história e memória. Não nasceu em 1993.A Cova e a Gala, têm origem na fixação de pescadores, oriundos de Ílhavo, nas dunas da praia da Cova, por volta 1750/1770. De acordo com alguns documentos, estudados pelo único Homem que realizou verdadeira pesquisa histórica sobre as origens da Cova e Gala, o Capitão João Pereira Mano, tempos houve em que pescadores naturais de Ílhavo, desceram a costa portuguesa à procura de peixe e água potável que lhes permitisse a sobrevivência. Sediaram-se na cova de uma duna, um local a que passaram a chamar de Cova. A Gala, é uma povoação mais recente, nasceu cerca de 40 anos depois, quando alguns dos pescadores se deslocaram para nascente e ergueram pequenas barracas ribeirinhas, para recolha de redes e apetrechos de pesca. Apesar do passado de cerca de 250 anos destas duas povoações, a Freguesia de S. Pedro é recente, foi criada em 1985.
A Aldeia, não pode ser uma Terra onde não se saiba de nada, a não ser o que é
filtrado pelo poder.
Os covagalenses têm o direito a saber mais do que o que mais
convém aos políticos.
Nem tudo pode ser eliminado. É também para isso que mantemos este espaço há quase 10
anos, onde a luta pela reposição da verdade histórica vai, naturalmente,
continuar.
Cova e Gala vão continuar a ter corpo e alma.
Um Povo que não consiga preservar o seu passado e as suas raízes não tem futuro. E a Cova e a Gala são detentoras de um passado de que todos nos devemos orgulhar e que temos de saber preservar, com rigor e com verdade, e não ao sabor conjuntural dos interesses politiqueiros, seja de quem for.
A Cova e Gala de hoje está diferente - e nem tudo foi para melhor. Lembrar o passado sem nostalgias é a melhor forma de preservar as raízes.Um Povo que não consiga preservar o seu passado e as suas raízes não tem futuro. E a Cova e a Gala são detentoras de um passado de que todos nos devemos orgulhar e que temos de saber preservar, com rigor e com verdade, e não ao sabor conjuntural dos interesses politiqueiros, seja de quem for.
A preservação da memória da Cova Gala está em risco.
A incultura, sempre que potenciada pela arrogância, leva a resultados desastrosos. Os danos já estão à vista.
A história mostra que políticos sem ideias constituem um verdadeiro perigo...
Passos já escolheu cabeça de lista por Coimbra
Segundo o Diário de Coimbra, edição desta segunda-feira, "a vice-reitora da Universidade de Coimbra (UC), Margarida Mano, foi a escolhida por Pedro Passos Coelho para liderar a lista da Coligação PSD/CDS pelo distrito de Coimbra."
O anúncio deverá acontecer ainda durante o dia de hoje.
O anúncio deverá acontecer ainda durante o dia de hoje.
Tarde de verão no Cabedelo
![]() |
| foto António Agostinho |
Um peixe que andava fora de água?..
O ministro Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, vai abandonar a política no final da legislatura e regressar à
carreira académica no estrangeiro.
domingo, 26 de julho de 2015
Eu, totó me confesso…
| foto sacada daqui |
Hoje, fui almoçar com Amigos.
Depois, passámos pela Costa de Lavos, para um café.
Lá encontrei outro Amigo dos velhos tempos.
Como é natural, em conversas de café, navegamos por muitos
sítios, até pela política…
“Ninguém sai da política de mãos vazias”, disse a determinado ponto um dos Amigos. E,
acrescentou: “e, se alguém admitir isso é considerado totó…” .
Esta conversa levar-nos-ia muito longe, pois os grandes
proveitos da política, são ilegais, logo não sujeitos a declarações de
rendimentos. Isto, do meu ponto de vista, tem nome: tem sido saque puro e duro.
Afinal de contas, o que fez esta gente pelo país e pelas
Aldeias para que os seus rendimentos crescessem?..No país do respeitinho
Ricardo Salgado está em prisão domiciliária, mas pode sair de casa com autorização do juiz.
Junta-se assim a 1 milhão e meio de desempregados, que não roubaram ninguém, mas foram despedidos para Salgado “sair da crise”.
Espíritos Santos em casa não fazem milagres – enquanto os activos não forem confiscados, e as dívidas continuarem a ser nacionalizadas, os desempregados vão continuar em prisão domiciliária, tendo milhares deles de se apresentar para termo de identidade, residência e humilhação de 15 em 15 dias no centro de (des)emprego.
Supomos que Salgado não será obrigado a frequentar um curso de “empreendedorismo”, “barman” ou “inglês” - são os cursos que o IEPF, sempre a cuidar de um futuro sólido, costuma oferecer a trabalhadores despedidos aos 50 anos de idade.
A realidade neste país é sempre mais dinâmica do que a imaginação.
Junta-se assim a 1 milhão e meio de desempregados, que não roubaram ninguém, mas foram despedidos para Salgado “sair da crise”.
Espíritos Santos em casa não fazem milagres – enquanto os activos não forem confiscados, e as dívidas continuarem a ser nacionalizadas, os desempregados vão continuar em prisão domiciliária, tendo milhares deles de se apresentar para termo de identidade, residência e humilhação de 15 em 15 dias no centro de (des)emprego.
Supomos que Salgado não será obrigado a frequentar um curso de “empreendedorismo”, “barman” ou “inglês” - são os cursos que o IEPF, sempre a cuidar de um futuro sólido, costuma oferecer a trabalhadores despedidos aos 50 anos de idade.
A realidade neste país é sempre mais dinâmica do que a imaginação.
sábado, 25 de julho de 2015
Uma coisa que vai continuar na lista de “coisas para fazer” dos políticos...
Pires de Lima.
"É importante neste momento que os políticos sejam verdadeiros".
Em tempo.
"É importante neste momento que os políticos sejam verdadeiros".
Em tempo.
O programa em curso, há décadas, visando o embrutecimento
dos portugueses, foi transversal a diferentes governos e partidos e parece ser
o único em curso que está a ser bem concretizado.
Curiosamente, porém, foi o único programa nunca anunciado em
campanha eleitoral como capital de esperança para a o país e para os
portugueses.
O actual governo, igualmente bem sucedido na área do
embrutecimento dos portugueses, como temos visto com grande visibilidade nos
últimos dias, continua a ter como prioridade tornar-nos irremediavelmente
broncos.
Enquanto povo, continuamos o que sempre fomos. Imbecis, ladrões e
aldrabões que transformaram meros actos de pilhagem e saque de bens alheios, na
sua maior e única glória, obrigados pela ancestral miséria irmã, a fazermo-nos
ao mar para fugir à fome.
Chamámos a tal tragédia, uma epopeia de glórias e
descobrimentos de novos mundos.
Daí para cá, nada mudámos e não mudaremos.
Continuamos iguais a nós próprios.
Os governantes sabem isso melhor do que ninguém e foram-se aproveitando. Os modelos e programas escolares são bem elucidativos. É verdade que o acesso à escola é hoje universal mas não é menos verdade que as escolas produzem hoje licenciados que mal sabem escrever o próprio nome. O resultado está aí, materializado em tarefeiros licenciados, empregados precários de call centers, a trabalharem à tarefa, e pagos à comissão, auferindo rendimentos mensais entre os 400 e 500 €.
Acham que os políticos são parvos ao ponto de promoverem a
cultura da verdade neste desgraçado país que é Portugal?
Isso, para eles, seria matar a galinha dos ovos de ouro!..
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Atentem bem nesta jogada política …
O PSD sugere que devolução da sobretaxa de IRS, que era para
terminar em 2015 no dia da saída da troika, pode ser perdida em 2016, com
mudança de Governo.
Questionado se estava a sugerir que uma mudança de Governo
pode pôr em causa a eventual devolução de parte da sobretaxa de IRS, Duarte Pacheco confirmou: "As previsões para alguns países eram de crescimento
económico, alteraram o Governo, houve muitas hesitações e voltaram à recessão.
É isto que não pode acontecer em Portugal".
Contudo, não quis dar por "garantida" a devolução
agora anunciada em caso de vitória da coligação PSD/CDS-PP nas legislativas:
"Garantidas há muito poucas coisas na vida", afirmou.
Segundo o Governo os contribuintes poderão vir a receber em 2016 quase 20% do que pagaram este ano de sobretaxa de IRS. O Portal das Finanças já tem um simulador que permite acompanhar a evolução da receita do IVA e do IRS e o crédito fiscal da sobretaxa.
A ministra das Finanças nega que este anúncio tenha a ver com eleitoralismo.
A ministra das Finanças nega que este anúncio tenha a ver com eleitoralismo.
Passos e Cavaco lembram que estas contas são provisórias!..
Atenção ao que disse um dia destes Cavaco Silva: «jogadas políticas não acrescentam um cêntimo, nem criam emprego».
Atenção ao que disse um dia destes Cavaco Silva: «jogadas políticas não acrescentam um cêntimo, nem criam emprego».
Subscrever:
Mensagens (Atom)






























