Um ano e meio depois, será que começou a caça às tais "gorduras do Estado", ou isto não
passa de uma manobra populista e inócua, para o
Governo melhorar a imagem junto
dos eleitores?..
sábado, 10 de novembro de 2012
“Maioria PSD/CDS quer aproveitar OE para reduzir carros do Estado”
É para isto que serve uma maioria parlamentar?..
Reparem para o que eu digo, não olhem olhem para o que eu faço!..
Com que então os portugueses é que andaram a viver acima das suas possibilidades?..
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Deve ser para competir com a Índia ou com a China...
Tanto barulho. Tanta agitação. Tanta confusão. Tanta especulação...
E a explicação é tão simples: «refundação» = mudar de regime.
E a explicação é tão simples: «refundação» = mudar de regime.
Óh pá…
“Os meus amigos do sportem (sim, tenho vários) devem estar
como eu com o PSD. É morder a bala e deixar passar. De família não se muda...”
José Eduardo Martins, advogado e antigo deputado do
PSD, no «Facebook».
Há aqui qualquer coisa desfocada.
Como pode o homem escrever o nome do Sporting de forma
adulterada e ao mesmo tempo escrever PSD de forma correcta.
Quem anda alterado não é o PSD?..
O Sporting mantém a sua essência: continua um grande
clube, pontualmente com maus resultados na sua principal equipa de futebol.
Mas, isso, é conjuntural…
Ai paulinho, paulinho, quem te viu e quem te vê...
«Redução da despesa evita impostos extraordinários»
Paulo Portas está cada vez mais isolado, sobretudo quando já provou que corrobora uma política fiscal que é precisamente o contrário do que defendeu nos últimos anos como bandeira eleitoral. O líder do CDS-PP e também ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros vem dizer então que «uma redução estrutural da despesa evita impostos extraordinários ou suspensões extraordinárias de pensões ou de subsídios». É pena que não diga que essa tal «redução «estrutural da despesa» é sinónimo de redução do tal Estado social [Saúde, Educação, Justiça e Segurança].Há atestados de estupidez de que não precisamos. Estúpidos já sabemos que somos para vocês, mas há um limite para o desrespeito de cidadania.
Via Platonismo Politico
Que desperdício…
Via Negócios onlinne, fiquei a saber que a Dreambooks vai
dar a Merkel “iguarias como azeite,
vinho do Porto, chouriça, queijo e poncha" compõem o cesto que Angela Merkel
levará para Berlim, caso Passos Coelho entregue a encomenda à destinatária.
Tudo para mostrar que “Portugal é muito mais do que défice, contas e
políticas”, explica a empresa de Marco de Canaveses.
“Queremos mostrar-lhe que somos cultura, tradição, história,
paisagens, praias, gastronomia, clima e, principalmente, as pessoas”, detalhou
Diogo Teixeira, director de marketing do grupo LFM Corporate, que detém a
Dreambooks.
Segundo um comunicado da empresa, além dos petiscos
provenientes de várias regiões do País, a chanceler alemã será também mimoseada
com um álbum repleto de fotografias tiradas por centenas de portugueses no
âmbito da iniciativa “Portugal, o Melhor Destino”, que arrancou em Julho.”
Que desperdício… Uma faiança das Caldas, como por exemplo a da imagem, chegava “para mostrar-lhe que somos cultura, tradição,
história, paisagens, praias, gastronomia, clima e, principalmente, pessoas”…
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
A proposta dos "sábios" autárquicos figueirenses
A Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território pronunciou-se a favor da proposta de extinção de quatro das 18 freguesias do concelho da Figueira da Foz.
Assim, a estrutura fez seguir o seu parecer para a Assembleia da República, a quem compete tomar a decisão final.
A proposta foi aprovada na Assembleia Municipal da Figueira da Foz do dia 12 de outubro, com os votos a favor do PSD, Figueira 100% e presidentes das juntas de Lavos e S. Pedro (independentes). A presidente da Junta de Santana (PSD), recorde-se, votou contra.
Se a Assembleia da República aprovar a proposta, a freguesia de S. Julião passa a ser administrada por Buarcos, Brenha por Alhadas, Santana por Ferreira-a-Nova e Borda do Campo por Paião. Por sua vez, a ilha da Morraceira, também disputada por Vila Verde, passa a integrar o território de Lavos.
Via AS BEIRAS
Assim, a estrutura fez seguir o seu parecer para a Assembleia da República, a quem compete tomar a decisão final.
A proposta foi aprovada na Assembleia Municipal da Figueira da Foz do dia 12 de outubro, com os votos a favor do PSD, Figueira 100% e presidentes das juntas de Lavos e S. Pedro (independentes). A presidente da Junta de Santana (PSD), recorde-se, votou contra.
Se a Assembleia da República aprovar a proposta, a freguesia de S. Julião passa a ser administrada por Buarcos, Brenha por Alhadas, Santana por Ferreira-a-Nova e Borda do Campo por Paião. Por sua vez, a ilha da Morraceira, também disputada por Vila Verde, passa a integrar o território de Lavos.
Via AS BEIRAS
E a Grécia aqui tão perto...
O pacote de cortes de 13,5 mil milhões foi aprovado no parlamento grego com 153 votos a favor em 299 deputados. Pasok e Nova Democracia expulsam deputados que não respeitaram disciplina de voto. Em frente ao parlamento, perto de 100 mil pessoas manifestaram-se contra o novo pacote de austeridade no segundo dia de greve geral.
Passavam poucos minutos das 24h (22h em Lisboa) quando foi aprovado, com 153 votos a favor, 128 votos contra e 18 abstenções, este novo memorando, que implica, entre outros, o corte de até 15% nas pensões, cortes parciais nos subsídios de férias, o aumento da idade da reforma da função pública, de 65 para 67 anos, e o despedimento de cerca de 25 mil funcionários públicos.
Entre os votos a favor contam-se 126 votos de deputados da Nova Democracia e 27 votos de deputados do Pasok. Já no que se refere aos votos contra, os mesmos incluem os 71 votos dos deputados da Syriza, 20 dos Gregos Independentes, 12 do KKE, 18 da Aurora Dourada, 3 da Esquerda Democrática, 2 do Pasok e 3 de deputados independentes. Treze deputados da Esquerda Democrática, 3 do Pasok e 1 da Nova Democracia abstiveram-se. Registou-se ainda a ausência de um deputado do Pasok.
Logo após a votação, o PASOK expulsou seis deputados, incluindo o ex ministro Costas Skandalidis, e a Nova Democracia um, por não terem votado a favor.
Ler mais aqui.
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Pois, todo o cuidado é pouco e isto anda tudo doido pá...
O primeiro-ministro defendeu hoje que a Alemanha tem ajudado Portugal e disse esperar que a chanceler alemã, Angela Merkel, que visita o país na segunda-feira, seja bem recebida...
Portanto, não sejam amigos amigos da onça...
Portanto, não sejam amigos amigos da onça...
Isabel Jonet e a caridadezinha mais básica...
Se o actual governo precisar, tem aqui uma bela candidata a ministra...
Por vezes a cura ainda é bem pior que a doença.
Trapalhadas relváticas…
Nuno Ferreira, autor do livro "Portugal a Pé" e
que ontem não teve oportunidade de contar a sua versão, negou hoje ao Expresso, ter qualquer intuito de perseguir o ministro Miguel Relvas ou ter agredido quem
quer que seja, nem tão pouco se deslocou à Horta com outro propósito senão o de
prosseguir, na ilha do Faial, o seu projecto "Açores a Pé Pelas
Nove Ilhas".
O jornalista, que durante uma série de
anos integrou a redacção do "Público" e hoje é "freelance",
também nega ter, "em diversas ocasiões, insultado e ameaçado o próprio
ministro dos Assuntos Parlamentares num hotel da cidade da Horta", como
sugeriam as primeiras notícias sobre a sua detenção.
Nuno Ferreira conta que, só quase no fim da
refeição, viu o ministro Miguel Relvas levantar-se rumo ao hall de entrada do
hotel. Aí, sim, levantou-se e dirigiu-se ao governante para lhe dizer o que qualquer um de nós tem vontade, mas não tem oportunidade:
"Você não tem vergonha na cara de andar por ai depois de tudo o que tem
feito?"
Mas, o Público, que só ouviu uma das
partes, conta a coisa de outra maneira. Assim: um jornalista, residente da
Costa da Caparica, que terá tentado agredir o ministro Miguel Relvas, no final
desta terça-feira num hotel da cidade da Horta, nos Açores, vai ser presente esta
quarta-feira a tribunal.
A notícia foi avançada pelo "Expresso" e confirmada ao
PÚBLICO por fonte do gabinete do ministro, que recusou fazer qualquer
comentário, remetendo declarações para as forças de segurança.
Querem ver que ainda vão ter de deter quase
Portugal inteiro!..
Ou, então, temos de passar a ter muito cuidado.
A liberdade de expressão existe, mas é só para elogiar... Porque, quando for para dizer as verdades na cara das pessoas... Percebem?..
Ou, então, temos de passar a ter muito cuidado.
A liberdade de expressão existe, mas é só para elogiar... Porque, quando for para dizer as verdades na cara das pessoas... Percebem?..
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Chamem a polícia...
"O Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social perdeu, no ano passado, 1500 milhões de euros na bolsa, avança o Correio da Manhã, citando um relatório do Tribunal de Contas. No final de 2011, o Fundo valia menos oito por cento que em 2010, o que corresponde a uma desvalorização três vezes superior à verificada nesse ano. Temos, portanto, que, para além das perdas resultantes de políticas de achatamento salarial e promoção da precariedade, com efeitos directos sobre a base de incidência dos descontos e indirectos sobre a recessão e o desemprego que geram, os dois últimos Governos andaram também a refundar o Estado social jogando na bolsa com o dinheiro das reformas futuras dos portugueses, ao mesmo tempo que reduziam reformas, aumentavam descontos e falavam em envelhecimento populacional para aumentar a idade mínima para a reforma. Responsabilidade e sentido de Estado, como cantam os comentadores do regime. Porque o dinheiro não desaparece assim, por evaporação, e a uma perda corresponde sempre um ganho, Resta saber quem ficou com todo este dinheiro. Quem possua informação privilegiada, nomeadamente quem tem a proximidade suficiente do grande accionista Estado para saber quando, a que preço e que acções compra e vende, tem todas as condições para enriquecer do dia para a noite. Com as reformas dos portugueses. Há quem diga que o BPN aconteceu porque havia que esconder estes jogos da fortuna deles e do nosso azar."
Via O país do Burro
Via O país do Burro
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Este homem também é perigoso
Estranho, não é Relvas ser ministro num governo presidido
por Passos Coelho.
Estranho, é ter havido portugueses que proporcionaram isso
com a sua abstenção e o seu voto…
domingo, 4 de novembro de 2012
Festa da Sopa em Vila Verde
| foto: Pedro Agostinho Cruz, sacada daqui |
É aproveitar, pois hoje é o último dia da edição deste ano.
sábado, 3 de novembro de 2012
Aquele senhor magrinho
«O dr. Cavaco Silva, que, segundo corre por aí, é o Presidente da República, desapareceu. Não se vê na televisão. Os jornais não falam nele. Anda calado como um rato e escondido atrás de uma cortina. A população supõe que o bom do homem continua em Belém a olhar para o Tejo e a contar navios. Mas não tem a certeza. Há gente, armada de binóculos, que o tenta descobrir, sem o mais vago resultado. E há gente que perde o seu tempo e a sua paciência a especular sobre o que lhe sucedeu, se de facto lhe sucedeu alguma coisa. Já se demitiu sem ninguém saber? Emigrou? Caiu a um poço? É um grande mistério. Por assim dizer, um mistério histórico. Um facto é certo: Portugal elegeu um senhor magrinho para resolver os sarilhos da pátria e, agora que precisa dele, ele não está cá.»
Vasco Pulido Valente, Público, 3/11/2012, via Entre as brumas da memória
O emplastro do jornalismo on linne figueirense...
Um dia destes, fiquei
surpreendido com um post de Jorge Lemos sobre os emplastros do “jornalismo”, deduzo que figueirense.
Escreveu ele. Passo a citar.
“Eu sei cozinhar umas
coisas, mas não sou cozinheiro. Sei fazer curativos, mas não sou enfermeiro.
Sei coser, mas não sou alfaiate. Tiro umas fotos, mas não sou fotógrafo.
Mas tenho uma carteira profissional de jornalista.
Que me confere direitos, mas também deveres e
responsabilidades.
E por que raio é que alguns iluminados, que escrevem umas
coisas sem qualidade e a...cima de tudo, sem responsabilidade do que editam, se
intitulam jornalistas?
Ou dizem ter um jornal?
Onde está a ética e respeito por uma profissão?
A empresa para onde trabalho paga as suas responsabilidades
sociais.
Eu pago, e não é pouco, pela carteira profissional.
Pior do que estes emplastros do jornalismo, são os que os
convidam para conferências de imprensa!
E os convites partem, muitas das vezes, de instituições
públicas!
A dar cobertura a uma concorrência ilegal e desleal!
Mas anda tudo doido?”
Se calhar, Jorge, se calhar…
Pelo que percebi, o Jorge está indignado com o “palhetas”
desta Figueira. E com razão.
Mas, olha Jorge, não sendo o teu caso (sem desprimor para
ninguém, considero-te o melhor e o mais honrado jornalista que exerce a profissão
na cidade da Figueira da Foz), eu, que já considerei o jornalismo uma profissão nobre,
democratizante, útil para a democracia e de alguma maneira reguladora de um
determinado sentido humanista para a sociedade, neste momento, já não sou tão
optimista.
Na realidade, a nível
local e a nível nacional, em geral
considero que a maioria dos jornalistas
não passam de meretrizes histéricas ao serviço do gajo que, pontualmente, paga mais. Assistimos, hoje em dia, àquilo que
de mais básico o jornalismo tem para oferecer à sociedade: a vulgaridade, a
javardice bacoca, a exploração da miséria humana e o gosto pela audiência.
O jornalista transformou-se numa “prima dona” vaidosa, cuja única razão de existência é o
share televisivo ou venda média em
banca.
O essencial, não é a
produção de informação que vise o esclarecimento e a verdade, mas sim enviezar e distorcer a opinião pública em função do grupo económico, ou do interesse político, que
lhes paga a sopa.
Neste momento, não tenho nada contra que se peguem em quase todos os jornalistas
deste país e que os ponham a render em Monsanto ou, em versão caseira, na mata da estrada da
Leirosa, onde o putedo possa levar a
cabo a sua função de servir de válvula de escape para os males e stress deste mundo.
Jorge, meu caro Amigo: pior que a esmagadora maioria dos
jornalistas que conhecemos, só mesmo os emplastros do “jornalismo”.
Seguro já percebeu o que é a refundação?...
Depois da abstenção violenta e de outras expressões igualmente
duras, temos agora , em "tom muito duro",
a mensagem de Seguro em resposta à mensagem de Passos Coelho…
Como hoje em dia já não se escrevem cartas - agora comunica-se por sms ou por e-mail, uma linguagem que mata mais a língua de Camões e Pessoa que o próprio Acordo Ortográfico - presumo que a resposta de Seguro não andará longe disto:
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Para ler com atenção...
A nossa democracia numa encruzilhada, um texto de Jorge Bateira, no jornal i.
“Quando o povo acorda é sempre cedo”...
Quando nas eleições legislativas de 5 de junho de 2011, cerca de 42 por cento dos eleitores se abstiveram e a esmagadora maioria dos restantes 58 por cento deram o seu voto aos partidos que assinaram o memorando da Troika, era sabido que tínhamos o destino traçado: passaríamos a ser um protectorado do FMI & Cia. e a ser “governados” (roubados, humilhados, aniquilados, entenda-se) segundo os seus ditames.
Para continuar a ler clicar aqui.
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GOVERNO NÃO TEM LEGITIMIDADE PARA ALTERAR AS FUNÇÕES DO ESTADO
TEM DE HAVER ELEIÇÕES
A legitimidade em democracia representativa tem limites, apesar da natureza do mandato. O mandato do deputado, embora não seja imperativo (e é pena que não seja), também não é absolutamente incondicionado. O Governo não pode alterar as funções essenciais do Estado pelo ínvio caminho do corte nas despesas. O que o Governo se prepara para fazer, agravado pela colaboração de entidades estrangeiras, essas completamente deslegitimadas, representa uma perda de legitimidade, além de constituir também uma violação da Constituição.
O garante máximo da Constituição – o Presidente da República que jurou cumprir e fazer cumprir a Constituição – tem de actuar, dissovendo o Parlamento e marcando eleições.
Se nada fizer torna-se cúmplice da actuação do Governo e comete um acto de traição. Se houver traição nas mais altas esferas do Estado, tem a palavra o POVO soberano.
Via Politeia
Mário Silva, o decano dos pintores figueirenses...
“A situação é má, na medida em que há colegas que estão a passar fome. A minha situação é péssima. Em 2011 vendi um quadro e este ano só ainda vendi um. Aliás, só vendi as tintas, porque o cliente trouxe a tela e praticamente só pagou as tintas”, afiança.
O mestre afirma, por outro lado, que está a vender “muito mais barato”, para poder continuar a trabalhar. “Um quadro que antes vendia por dois ou três mil euros, agora só me dão 500 ou 600 euros por ele”, exemplifica. Em 70 anos de carreira, Mário Silva garante que “esta crise não tem paralelo”. Até há dois, anos o pintor vendia, em média, um quadro por mês.
Via AS BEIRAS
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