Por mim, que presumo que é o que vão fazer, logo que a oportunidade surja, façam favor. Nem sei do que estão à espera!..
Um dia destes, "o Governo apoia a candidatura e tudo fará para que um dos mais prestigiados governadores seja eleito para a vice-presidência do BCE", disse o primeiro-ministro português no final de uma reunião dos chefes de Estado e de Governo da União Europeia.
Vítor Constâncio, que já tem assento no conselho de Governadores do BCE como governador do Banco de Portugal, mostrou-se honrado com a candidatura mas lembrou que se trata de "um assunto de resultado incerto e difícil para um país como Portugal em relação a esse cargo".
"As decisões vão depender essencialmente do normal jogo das negociações políticas entre os vários países membros da União Europeia, portanto é incerto", acrescentou o Governador do Banco de Portugal.
Que desilusão estas suas palavras me trouxeram senhor doutor!.. É que, eu, na minha santa, mas feliz ingenuidade e ignorância, ainda pensava que estes cargos, principescamente remunerados, eram ocupados por profissionais de “mão cheia”!...
Oxalá, é que, depois, cá para o nosso banquito, “o PS arranje um novo faz fretes com estômago que comporte tantos sapos”, para ocupar o seu actual lugar, “o terceiro mais bem pago do mundo”.
... é o nome de um novo blog da Figueira.Via cinco dias

... mas, a deputada Marisa Matias bem que podia ter-se esforçado um pouco mais...
Podia, ao menos, ter-se vestido de mãe natal!..
Não vi, ontem na televisão, o vice Vara.
Mas, hoje, já tive hipótese de ver a conversa pública com Judite de Sousa. Bastou clicar aqui.
Mas, antes li este post, que aconselho, pois “quando os jornais, no século XIX, substituíram o púlpito, dizia-se que conquistar o poder era conquistar a palavra. Desde Kennedy que entrámos em mediacracia mais videopoderosa. Política já não é apenas o que parece, mas a percepção do homem comum sobre o que aparece e que pode não ser o que é previamente ensaiado pelas agências de comunicação.
Aqui e agora, o situacionismo dos vários estados a que chegámos, sobretudo o dos micro-autoritarismos sub-estatais, já não teme os opositores rotativistas, os tais que podem tornar-se convivas da alternância na gamela. Apenas odeia os dissidentes que não se transformam na oposição que lhes convém e que não se confundem com os tradicionais inimigos da democracia.
Depois de ver a entrevista dada à Judite e de ler "um belo retrato sociológico deste modelo de redes banco-burocráticas e uma notável defesa da reedição do antigo guia das ruas de Lisboa, para quem não tem GPS", não me peçam para concluir nada. É que estamos num País em que existem pessoas que nem sequer acreditam em Deus!..
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“Nove em cada 10 portugueses consideram a corrupção um grande problema do país e a maioria aponta a classe política como aquela em que o fenómeno estará mais enraizado, revela um inquérito hoje divulgado pela Comissão Europeia.