quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Espírito carnavalesco... (VI)


Via o blogue o ambiente na figueira da foz, cheguei a este post.

Citando o Klepsýdra:
"É curioso constatar como alguns dos principais dirigentes do PSD que vibram com o caso Freeport, são os mesmos que aprovaram a candidatura de Duarte Silva à câmara da Figueira da Foz. Duarte Silva, recorde-se, está envolvido num processo muito semelhante ao caso Freeport, com a agravante de ter sido constituído arguido. A nível nacional o PSD escandaliza-se e com razão sobre as negociatas Freeport. A nível interno, longe dos holofotes, escolhem os caciques do costume, volta tudo ao normal, ao país do betão e do futebol patrocinados pelas câmaras.
Nas próximas eleições temo que entre Felgueiras da Foz ou Figueira da Foz, se escolha a primeira, já não tenho grandes ilusões, é o resultado da estupidez quotidiana que se vai cultivando no nosso país, um país cada vez mais kitsch e acrítico."

Mercado Municipal da Figueira da Foz


“O Mercado Municipal já se assumiu, há muito, como um espaço de referência no quotidiano da cidade, que importa preservar, dignificar e modernizar. É uma área de comércio tradicional, que chega a lembrar-nos, nalguns dos seus detalhes, outros tempos, em que o terrado das feiras era o espaço único para a venda de todos os bens de consumo e que a relação vendedor/cliente se fazia com uma cumplicidade de quem oferece e quer o melhor.”
Estas palavras são do Vereador Lídio Lopes e podem ser lidas aqui.

Com compreender, então, o que vinha no diário As Beiras da passada quarta feira!..

“Há cerca de um mês que a comissão intersectorial do Mercado Municipal Engenheiro Silva aguardava por uma reunião com Lídio Lopes a fim de ver esclarecidas questões como a permuta de módulos e a licitação das bancas naquele espaço comercial.
O tempo foi passando e a paciência esgotando. A falta de disponibilidade do vereador levou a que os concessionários interviessem na reunião da Câmara da Figueira da Foz, na passada segunda-feira, e estalasse o verniz.
"Desde o primeiro momento que quisemos estabelecer o diálogo para ver aclaradas estas situações, mas esta demora foi-nos deixando impacientes", explicou Custódio Cruz, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS.
E justificou: "a celeuma da permuta de módulos deve obedecer a um regulamento mas temos assistido a situações que levantam dúvidas quanto à sua legalidade". Por outro lado, o "porta-voz" dos concessionários afirmou que a situação da licitação das bancas é outro aspecto que querem ver resolvido, por uma questão de "dignidade" do espaço.
"Só queremos evitar a morte antecipada do mercado", reiterou Custódio Cruz, sublinhando que o que está em causa não é apenas a preservação do mercado enquanto património cultural e edificado da cidade, mas também a necessidade de encontrar soluções que acautelem as pessoas que ali rabalham.
"A conduta não tem sido uniforme. Estão a actuar de forma diferenciada com os concessionários, e isso não deve ser assim", criticou.”
Segundo o mesmo jornal, “os ânimos exaltaram-se entre Lídio Lopes e Custódio Cruz, o que levou a que a oposição sugerisse que o assunto fosse discutido noutra altura. Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, António Tavares, vereador do PS, apenas comentou que os concessionários têm todo o direito de serem informados e denotou que existe falta de comunicação.
Por seu turno, o vereador Lídio Lopes não quis prestar declarações, afirmando "que os esclarecimentos serão prestados à porta fechada com os concessionários.”

Reunião de ontem desanuviou a tensão

Entretanto, no dia seguinte, ontem quarta feira, segundo o Diário de Coimbra, “cerca de meia centena de concessionários do Mercado Municipal reuniu naquele espaço com o vereador responsável, Lídio Lopes, para abordar algumas questões que os têm preocupado, designadamente no que diz respeito à permuta de alguns espaços. No final do encontro, Custódio Cruz realçou ao Jornal que, apesar de no início ter havido «alguma animosidade, por falta dos esclarecimentos», a reunião correu bem, mas «o aclarar de algumas situações (permutas) ficou para o dia 27», em reunião a realizar na autarquia. No entanto, o “porta-voz” dos concessionários garante que «não abdicamos de lutar para que haja licitação de bancas em Maio, porque queremos ver o mercado com a dignidade que merece e não como um espaço em situação de morte anunciada». Custódio Cruz diz que o vereador «pareceu sensível, em ir ao encontro desses interesses, mas ficámos à espera do resultado da próxima reunião e das suas intenções», convicto de que conseguiram dar «um passo importante nos objectivos que são os interesses dos comerciantes e a dinamização do espaço», até porque, recordou, «foi o próprio vereador que disse que não tem nenhum parceiro privado para fazer renovações do mercado e por isso, há que lhe dar dignidade e avançar com o que o regulamento permite, que é a licitação de bancas e tratamento igualitário».Por seu lado, o vereador também saiu satisfeito do encontro, porque «ficou claro que a câmara tem tido um comportamento correcto em relação ao mercado, do qual tenho conhecimento pessoal por ali ir inúmeras vezes, e compreenderam a justificação dada, naquilo que é uma prerrogativa da câmara, nas decisões que tem que tomar». Todavia, Lídio Lopes refere que o mercado «é uma família muito grande e em todas as famílias há, às vezes, momentos melhores e outros mais acesos. Esse momento está ultrapassado», frisou, garantindo que a reunião que vai efectuar «é no sentido de avançar no plano que elaborei o ano passado, de desenvolvimento de actividades e iniciativas, para consolidar o mercado como uma unidade comercial».O autarca sublinha ainda que aquele espaço «não está ameaçado nem nunca esteve e não são 3 ou 4 módulos que podem prejudicar o todo que são 178 concessionários permanentes e quase outros tantos em rotação ao dia e que, no seu conjunto, tem uma actividade permanente que lhe dá vida». Lídio Lopes salienta ainda que não existe «uma única banca por ceder de todas as solicitadas» e manifesta-se satisfeito porque o trabalho que tem sido desenvolvido «concorreu para uma diminuição desde 2005, dos custos com a energia eléctrica e água», ao mesmo tempo «que aumentamos a receita do mercado».”

Vamos aguardar então pela reunião do próximo dia 27 com optimismo.

No meu tempo era a OVOMALTINE...


Com a devida vénia, transcrevo daqui a estória "a força do MILO", contada pelo PMB. Esta estória fez recordar-me a minha infância e um gostinho especial que nunca mais esqueci. Só que, comigo, não era o MILO, era a OVOMALTINE. OVOMALTINE essa, que dava o tal gostinho especial ao leite condensado, produtos que a minha Mãe trazia de Lisboa, quando ía ter com o meu Pai, no intervalo das viagens da pesca longínqua ao Cabo Branco. Mas vamos lá então ler "a força do MILO":

"Lá para os idos dos anos sessenta generalizaram-se, entre nós, as emissões de televisão. Era o tempo em que os vizinhos da minha rua nos pediam para assisitir a algum programa mais especial ou que os salões das colectividades e cafés ostentavam, como atracção, um aparelho de TV numa prateleira, onde se assitia ao telejornal, ao festival da canção, ao Bonanza e, ainda raramente, a transmissões em directo de competições desportivas. A publicidade, ao chegar a outros públicos ganhou maior impacto com as marcas ali mesmo a prometerem novas sensações e competências. De entre esses produtos o MILO anunciava, sem hesitação, energia suplementar para os desportistas que, no spot, apareciam a beber uns copázios de leite com o milagroso pó, antes das competições que, obviamente, ganhavam. Foi talvez por isso, que meu Pai, na época director do Ginásio, teve a brilhante ideia de, ao intervalo dos jogos de futebol, distribuir aos nossos atletas copos de leite com MILO na esperança de lhes dar a sorte e o jeito de que não dispunham, ou de os transformar em novos gauleses sob efeito da poção mágica do druída! Mas como, mesmo assim, perdíamos até com o Eira-Pedrinha, tomei cruel consciência da ilusão vendida pelos publicitários. Desde aí que bebo leite simples !"

Quando há sol no Largo das Alminhas é assim...


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Espírito carnavalesco... (V)


“Primeiro foi o cardeal patriaraca. Agora o cardeal Saraiva Martins. A Igreja Católica mudou-se para o Casino da Figueira? Bonito, bonito era dom Saraiva Martins ter dito que os homossexuais que pensem casar com muçulmanos têm de ter muita cautela.”

Via
blasfémias

Espírito carnavalesco... (IV)




Assinam sem ler - dizem...
Lindo sarilho arranjou este Oliveira e Costa, na foto numa campanha eleitoral, há uns anos atrás...
Pelo andamento que este país leva, qualquer dia para continuar a frequentar Portugal, só seguindo o exemplo do ministro das finanças japonês...

X&Q594


Litoral da Cova-Gala

Como é possível que, num litoral como este, se veja apenas terrenos para vender, património para alienar?...
A ocupação da costa era feita de forma mais sábia pelos "antigos" (ver post no ALBUM FIGUEIRENSE).

Espírito carnavalesco… (III)








segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Espírito carnavalesco...

A Figueira da Foz recebeu ontem suas majestades
conforme prova a foto sacada daqui

Anda para aí muita gente
A querer enganar-nos com o PU
Mas a malta fica é contente
Se a Câmara o enfiar no …

Este nosso presidente
Quer plantar torres em todo o lado
A câmara fica contente
Faz de PU um banco privado

Esta nossa Câmara mal governada
é mesmo de lamentar,
A maioria sempre à porrada
E os da oposição nem aquecem o lugar

Os cidadãos têm razão!
O plano do Duarte Silva tem muito betão
Com tanto Betão, este Plano de Urbanização
Não merece a nossa aprovação.


Mais construção? Não!
Os cidadãos têm razão
A Praia da Claridade
Merece mais Verde e menos Betão!

(recebido por mail)

X&Q585


Conferência com o Professor Mário Frota sobre "Garantias"


A apDC – associação portuguesa de DIREITO DO CONSUMO -, que de Coimbra irradia para o País e o Mundo, e à formação, informação e protecção do consumidor se vota, organiza na Figueira da Foz uma conferência intitulada:

"OS CONTRATOS – compra e venda, empreitada, locação – E AS GARANTIAS DOS BENS de CONSUMO".

CONFERENCISTA: MÁRIO FROTA, director do CEDC – Centro de Estudos de Direito do Consumo de Coimbra, adstrito à apDC.

LOCAL: Salão de Festas da ESCOLA SECUNDÁRIA "JOAQUIM DE CARVALHO"

DIA: 25 de FEVEREIRO, QUARTA-FEIRA DE CINZAS HORÁRIO: 18.00 HORAS.

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Lá diziam os antigos: "quem não rouba ou não herda, não vale uma merda..."

Da porta saúda a multidão
que em frente entontece com a vitória...
Quanta mentira!.. Quanta falsa história!..
Exigiu o preço para vencer a eleição.

Povo infeliz não vota em quem é são.
O voto da vitória vem da miséria.
Povo infeliz e de fraca memória....
O poder reflecte a podridão.

Conseguiste vencer com demagogia
dizendo que isto é democracia
Depois, foi fácil esquecer
as promessas que te salvaram de perder.

Faltaste ao prometido.
Não estranhes, que quem não herda
um dia te diga, por castigo:
raios ta partam, mentiroso de merda…

P.S.
-(Valha-nos
os novos ricos.)

X&Q593


Os dias que passam...

Portugal de verdade, por J.M. Coutinho Ribeiro, no .
“A Cavaco Silva bastou a palavra de Dias Loureiro de que nada há a apontar ao seu comportamento enquanto administrador da SLN para que o homem fosse "absolvido". E nem mesmo as mais recentes notícias que dão Loureiro a não ter falado verdade na Assembleia da República parecem demover o PR, que fez notar que não tem mais nada a dizer sobre o assunto que envolve o conselheiro de Estado. Não sei se José Sócrates já falou com Cavaco Silva sobre a «campanha negra» que o envolve. Mas se não o fez, deve fazê-lo, garantindo a sua inocência. Cavaco "absolve-o" a vida continua, poupando-se, assim, uma rima de dinheiro em investigações que, como é sabido, não levam a lado algum.”

sábado, 14 de fevereiro de 2009

O problema é transferido sempre para sul...

Legenda: "Os esporões resolvem o problema pontualmente. No entanto, transferem o problema para sul."
Na foto acima, obtida por Pedro Cruz na praia da Cova, pode ver-se claramente o recuo da linha de costa para sul do quinto molhe.

"A tendência da erosão na nossa costa é para um aumento crescente. Um dos estudos por nós realizado recorreu à análise temporal de fotografias aéreas numa estação fotogramétrica, desde 1958 até 2002. Neste período, entre o Furadouro e a Praia de Mira, registámos nalguns pontos recuos de 230 metros correspondente a uma perda efectiva do sistema praia-duna e um recuo médio da linha de costa de 6 m/ano. Há anos, registou-se em algumas zonas, durante um único temporal com duração de 72 horas, recuos da linha de costa de 15 metros”. O alerta é da Prof. Doutora Cristina Bernardes, investigadora do grupo da Geologia Costeira do Centro de Estudos de Ambiente e Mar do Departamento de Geociências da UA, unidade de investigação que estudo o fenómeno da erosão desde Janeiro de 1996.
A principal conclusão não é animadora: cada vez há menos sedimento disponível para ser transportado pelas correntes da deriva litoral, factor decisivo para o aumento da erosão na Costa de Aveiro. “A tendência na zona de Aveiro é para uma erosão muito séria e continuação do recuo da linha da costa. Os rios trazem cada vez menos sedimentos até à foz. Para esta zona, o Rio Douro é o principal contribuinte de sedimentos, mas devido às barragens uma grande quantidade fica aí retido, factor ao qual se associa as extracções de areias. As correntes estão artificialmente desnutridas de sedimento e se não têm o que depositar, dissipam a sua energia na erosão das praias e das dunas. Por outro lado, os molhes do Porto de Aveiro, os esporões e enrocamentos presentes em todo o sector acabam por ser armadilhas para o pouco sedimento disponível”.

Soluções viáveis pressupõem vontade política


No entanto, esta tendência pode reverter-se, havendo vontade política e condições económicas. Algumas das soluções apontadas passam pela transferência artificial dos sedimentos do molhe norte para o sul ou pela destruição dos esporões substituindo-os pela re-alimentação artificial das praias. “Actualmente, são estas as soluções que se têm vindo a adoptar em outras partes do mundo. Nos EUA, por exemplo, há estados onde é totalmente proibido construir esporões. Os que já tinham sido construídos foram retirados, substituindo estas intervenções invasivas pela re-alimentação artificial e periódica das praias, e realmente verificou-se uma recuperação nítida das mesmas. Estas medidas têm os seus encargos mas se avaliarmos os custos da construção de um esporão e a sua manutenção, acaba por ficar mais barato fazer a re-alimentação. Foi com esta opção que se recuperaram as praias da Costa Nova e da Barra na década de 70/80”.
Os esporões resolvem o problema pontualmente. No entanto, transferem o problema para sul.

Diferentes?.. ou todos iguais!...








Futebol local

Inatel: Alqueidão/ Costa de Lavos
Resultado e fotos aqui.
Seniores: Praia da Leirosa/ S.Caetano
Resultado e fotos aqui.
Juvenis: Cova-Gala/ Sanjoanense
Resultado e fotos aqui.
Seniores: Sepins/ Cova-Gala
Resultado e fotos aqui.

X&Q591

Ver aqui

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

PS com reservas ao casamento 'gay'!....


Somos SENHORES gajos de esquerda. Aguentámos bem o código de trabalho e o aumento da idade de reforma. Indecências destas é que não!
As distritais do PS não convivem bem com a proposta de legalização do casamento homossexual avançada por Sócrates.
"A contestação só não sobe de tom porque o autor é quem é."
Ai, esta esquerda!...

Vitor Sarmento demitiu-se

Para ler clicar em cima da imagem






Ao Diário de Coimbra de hoje, o "PS diz que Sar­men­to“pres­tou um bom ser­vi­ço". Car­los Mon­tei­ro, recor­dou que o vere­a­dor demis­sio­ná­rio «mani­fes­tou von­ta­de de sair por ques­tões pes­so­ais», uma deci­são que «res­pei­ta­mos total­men­te», e consideraou que «enquan­to este­ve e foi can­di­da­to desem­pe­nhou um papel impor­tan­te para o PS e para a Figuei­ra e, como mili­tan­te soci­a­lis­ta, pres­tou um bom ser­vi­ço, lutou e deu a cara e só temos que o lou­var».

Enquanto por cá o poder político diz: "o mar leva o mar repõe..."


Segundo o jornal Público, de hoje, o "Instituto da Água iniciou intervenção para travar avanço do mar na praia da Barra.


O Presidente do Inag esteve ontem em Ílhavo, Vagos e também na Praia da Granja, já em Vila Nova de Gaia, para verificar os efeitos da erosão na costa."

Ontem mesmo, "teve início a operação do Instituto Nacional da Água (Inag) para tentar travar o avanço do mar na praia da Barra, no concelho de Ílhavo, que tem estado a sofrer um problema de erosão costeira como já não vivia há cerca de três décadas. A intervenção prevê a movimentação de cerca de 50 mil metros cúbicos de areias e irá prolongar-se entre duas a três semanas, estando orçada em 60 mil euros. Trata-se de uma acção "pontual", segundo reconheceu o próprio presidente do Inag, Orlando Borges, uma vez que uma intervenção mais determinante terá que passar por uma concertação com as obras previstas para a barra do porto de Aveiro.
Para já, e com a movimentação de areias agora em curso, o Inag acredita estar a "minimizar aquilo que possam ser os ataques do mar" àquela que é uma das praias mais concorridas da região de Aveiro, de forma a acautelar "o futuro da próxima época balnear, como para salvaguardar os equipamentos e os bens nela existentes", sublinhou Orlando Borges, que acompanhou no terreno o início dos trabalhos.
O responsável máximo do Inag reconheceu que nas últimas semanas a costa portuguesa sofreu um cenário de "excepção", por força dos temporais registados. Refira-se que, ao contrário do que vai sendo comum nalgumas praias vizinhas, como Esmoriz e Vagueira, a praia da Barra há muito que não era ameaçada pelo avanço do mar.
Nas últimas semanas, ficou com o seu areal bastante reduzido, o que levou a Câmara de Ílhavo a reclamar uma intervenção urgente por parte das autoridades competentes.
Confirmado o início das obras, Ribau Esteves, o líder da autarquia, não deixou de se congratular com a resposta do Inag."

A comparação não pode deixar de ser feita, até porque se trata de autarcas do mesmo partido, o PSD: em Ílhavo, Ribau Esteves mexeu-se e teve resultados. Na Figueira, Duarte Silva, não se mexeu e não teve resultados.
Resta-nos aguardar que "o mar tire e o mar reponha"?...

Porque estou na blogosfera ….


Sei que desde o passado dia 25 de Abril de 2006, existe gente inquietada com a minha entrada na blogosfera ….
Para sossegar os espíritos mais inquietos, esclareço que a razão é a mais simples e prosaica possível: para guardar para a posteridade, uma pequena imagem do Portugal, do concelho e da minha Terra.
Porque a memória é importante…

X&Q590


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Á procura de poços perdidos nas dunas da Cova-Gala…

Numa altura em que a preocupação principal das gentes de São Pedro é a erosão costeira, há quem ande à procura de poços perdidos.
Não vamos falar, aqui e agora, do poço mais emblemático da Freguesia de São Pedro, vamos falar do que interessa, porque ao contrário do que alguns pensam, é verdade que em tempos idos “o mar tirava, o mar repunha", mas, desde a construção dos molhes da barra da Figueira, o mar continua a tirar, mas já não repõe. Simplesmente, porque o que havia para repor já lá não está: ficou retido na praia da Figueira, está na Morraceira ou foi para as praias espanholas.

A foto acima, tirada a sul da freguesia, onde o mar já entra, prova isso mesmo: “o mar tira mas o mar já não repõe”.
Ao contrário do que diz hoje ao Diário de Coimbra o presidente da junta de freguesia de São Pedro, o poço que parece que vai dar nome à praia (se ainda houver praia…) não “foi encontrado há nove ou dez anos, no âmbito das obras de beneficiação do molhe”.
Quem lida com as pessoas da Cova-Gala, especialmente os mais antigos, sabe da existência deste poço há muito...
E existem mais poços nas dunas da Cova-Gala.

Este, da foto abaixo, encontra-se a cerca de 200, 300 metros a sul do da chamada praia do Orbitur, local hoje fotografado pelo Pedro Cruz.

X&Q588


quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

È altura dos covagalenses saberem estar na linha da frente

O momento que a nossa Terra vive, com a erosão da orla costeira da nossa Freguesia a agravar-se dia a dia, é um momento grave, que exige de todos nós lucidez para ver o que é essencial.
E, no momento presente, o que é essencial, do meu ponto de vista, é exigir de quem de direito que faça o que tem o que tem de ser feito – e urgentemente: defender os covagalenses e os seus haveres.
O momento não é para politiquices.
No entanto, é bom não esquecer que o que está a acontecer tem responsáveis.
Ainda ontem, com pompa e circunstância, esteve na nossa Terra um membro do Governo.
Nas cerimónias a que a Senhora secretária de estado presidiu, estiveram presentes autoridades autárquicas locais - nomeadamente o senhor presidente da Câmara da Figueira e o presidente da junta de freguesia de São Pedro.
Oxalá, alguém tenha tido a lucidez de alertar a Senhora secretária de estado para a gravidade do momento que se vive aqui pela margem sul.

O passadiço está suspenso

Foto de hoje Foto de ontem
O mar continua a “comer” a areia das praias da Cova-Gala.
Neste espaço e em outros meios de comunicação social local, regional e nacional, muito já foi escrito.
Neste momento, apenas solicito que comparem a foto que podem ver clicando aqui e a que está por cima destas indignadas linhas.
Repetimos o que escrevemos no passado dia 7 do corrente: “Medidas urgentes para atacar o problema exigem-se a quem de direito. Já passou tempo de mais.”
Entretanto, a erosão a sul do molhe sul continua a avançar. O tempo passa e ninguém de direito faz nada que se veja.

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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Mais um projecto de sucesso na Figueira….

Segundo o JN de hoje, "o porto da Figueira da Foz deve aumentar em 50% o volume de carga movimentada no prazo de seis anos, assim como apresentar resultados operacionais positivos. O desafio/alerta foi lançado, esta segunda-feira, pela secretária de Estado dos Transportes.

"Acreditamos ser possível até 2015 passar do actual cerca de milhão e duzentas mil toneladas por ano [cerca de 2,5 milhões de euros de proveitos], para um milhão e oitocentas", disse ontem Ana Paula Vitorino, na cerimónia de apresentação pública da nova administração do porto da Figueira da Foz (APFF)."

Mas, no meio de todo este frenesim em busca de objectivos, alguém parou para pensar no que pode acontecer às pessoas do litoral sul do concelho da Figueira da Foz?...
Será que quando visitaram o molhe sul, alguém sugeriu à Secretária de Estado para olhar para a orla costeira da freguesia de São Pedro para ver, ao vivo, a preocupante erosão?..


Notícia completa do acontecimento no Jornal de Notícias de hoje. Ver aqui.

X&Q586