sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Poluição e ausência de escrutínio

O Lexionário é um dicionário de conceitos jurídicos especialmente dirigido a não-juristas.
A maioria dos actos legislativos que é publicada em Diário da República, contém expressões e conceitos jurídicos que, sendo importantes para se perceber o significado e o contexto do próprio diploma, não são percetíveis pela maioria da população, que não tem conhecimentos jurídicos.
O Lexionário procura dar uma explicação clara e sucinta dos conceitos jurídicos mais recorrentes e importantes, facilitando-se a compreensão dos actos legislativos pelos cidadãos.
Consultado o Lexionário, fiquei a saber que o crime de poluição está previsto na Lei.
"Tendo por objeto de protecção o bem jurídico ambiente, tutelado nos termos do artigo 66.º da Constituição, o crime de poluição encontra-se previsto no artigo 279.º do Código Penal.
O tipo criminal em questão envolve, entre outras, as condutas de provocar poluição sonora ou poluir o ar, a água, o solo, ou por qualquer forma degradar as qualidades destes componentes ambientais, causando danos substanciais. Neste caso, é punido com pena de prisão até 5 anos. 
Trata-se de um crime público, ou seja, o respetivo procedimento criminal não depende nem da apresentação de queixa nem da dedução de acusação particular."
Entre 4 e 9 de Agosto de 2023, a Praia do Cabedelinho esteve interdita devido a uma "contaminação microbiológica".
A fonte citada pela  agência Lusa, foi a Polícia Marítima.
E foi tudo a que tivemos direito a saber sobre a poluição que interditou a banhos uma das mais concorridas praias do nosso concelho, durante 5 dias.
Quando numa sociedade não existe o necessário escrutínio, todos ficamos mais pobres. A falta de escrutínio, é um dos maiores cancros, não só da sociedade figueirense, mas também da democracia portuguesa.

quinta-feira, 10 de agosto de 2023

E o novo patriarca de Lisboa é o...

Claridade - Uma Viagem nas Origens

"Será que a Figueira da Foz é mesmo especial? Ou somos nós, os figueirenses, que a sentimos assim? O viajante-escritor figueirense Gonçalo Cadilhe propõe um olhar sobre a cidade de todos os seus regressos a partir de uma perspetiva moldada por décadas de viagens em tantas outras cidades do mundo. Passando pela história e geografia e detendo-se também na paisagem e nas características inatas dos seus conterrâneos, Gonçalo Cadilhe convida-nos a refletir sobre o privilégio de habitar na Figueira da Foz."

Para ver Claridade - Uma Viagem nas Origens, clicar aqui.

A luta dos Bombeiros Sapadores da Figueira da Foz convém a alguém?..

Lei n.º 65/77, de 26 de Agosto: Direito à greve.
ARTIGO 1.º
(Direito à greve)
1. A greve constitui, nos termos da Constituição, um direito dos trabalhadores.
2. Compete aos trabalhadores definir o âmbito de interesses a defender através da greve.
3. O direito à greve é irrenunciável.


Posto isto, convém que os grevistas percebam que a greve é contra quem lhes não paga o que acham que têm direito. Mal estaríamos se quem está em greve não soubesse os direitos e os deveres que tem por esse facto e contra quem é a luta.
Portanto, os Sapadores da Figueira da Foz ao encetarem uma luta pelos seus direitos têm que perceber que isso pode ter custos pessoais e profissionais: esta greve, como todas as greves é "política".
Imagem via Diário as Beiras.
Edição de 9 de Agosto de 2023
A GREVE É UM ACTO DE LIBERDADE.
Mas tem de ser uma luta travada no quadro da legalidade entre instituições democráticas: os patrões e os trabalhadores.

Sempre existiram dificuldades para os trabalhadores na luta pelos seus direitos. 
Fazer greve, mesmo no pós 25 de Abril, para quem sempre trabalhou na iniciativa privada, nunca foi fácil. Porém, o século XXI está a revelar-se particularmente crítico para o movimento sindical. 
A conjugação das mudanças assinaladas no processo de produção, designadamente o aumento da precariedade laboral, colocou inúmeros obstáculos à acção sindical. 
Neste contexto de crise, foi possível identificar alguns tipos de respostas dos sindicatos em termos globais: radical ou conflitual, centradas no reforço da cooperação (construção de alianças) e uma combinação de ambas.

Como seria de esperar, a resposta mais visível, também mais mediática, foi a greve. Sendo a resposta tradicional do movimento sindical, foi, neste contexto, uma demonstração de força.
Ao mesmo tempo, como vimos no caso das greves dos professores, procurava também  a construção de alianças e apoios junto de outros sectores da sociedade - pessoal não docente e associações de pais.
Os sindicalistas do século XXI estã a perceber que a construção de alianças não se refere apenas à necessidade de adaptação dos sindicatos às novas realidades do mundo do trabalho através, por exemplo, da inclusão dos trabalhadores precários e incorporação de novas questões nos cadernos reivindicativos.
Por outro lado, a actualização das estratégias e métodos  de acção na luta, reavaliação de posturas “isolacionistas” voltadas para a busca de protagonismo e a uma maior aposta nas novas tecnologias de informação, também têm de estar presentes. 

Nesta luta dos Sapadores da Figueira da Foz, a tensão  existe e ficou particularmente visível na parte do comunicado que a notícia publicada no Diário as Beiras de 9 do corrente destaca.
A luta dos Bombeiros da Figueira da Foz não pode depender de conjunturas ou de episódios ou acontecimentos específicos ou conjunturais.
Neste momento, em que a luta se agudizou ao nível da esfera laboral, terá de haver "engenho e arte" para aprofundar o diálogo construtivo, o que requer disponibilidade de ambas as partes para futuras aproximações.
Tanto para a Câmara Municipal, como para os Sapadores da Figueira da Foz, nada é tão importante como a contrução e a manutenção do diálogo. 
Se isso não acontecer, não vai ser fácil sair do actual impasse.
Será que o actual impasse convém a alguém?

Do PS esperava-se mais: que fosse oposição com propostas credíveis e soluções alternativas...

 Via Diário de Coimbra | 08.08.2023

Praia do Cabedelinho deixou de estar interdita a banhos

«A interdição a banhos na Praia do Cabedelinho, na Figueira da Foz, foi levantada ontem, depois de ter sido decretada na sexta-feira, devido a uma contaminação microbiológica, disse à agência Lusa fonte da Polícia Marítima. 
De acordo com a mesma fonte, a interdição foi levantada no final da manhã de ontem, após a análise à água realizada na terça-feira pelas entidades competentes. 
A praia do Cabedelinho situa-se na margem sul da foz do rio Mondego, na Figueira da Foz.»

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Bombeiros acusam vice-presidente da Câmara de prestar declarações "lamentáveis"

Via Jornal de Notícias
Na imagem a notícia publicada pelo Díário as Beiras
"O Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (SNBP) alega, em comunicado, que a vice-presidente da Câmara Municipal (CM) da Figueira da Foz, Anabela Tabaçó, prestou declarações "lamentáveis" sobre a greve dos Bombeiros Sapadores. 
Em causa está a seguinte citação: "Não estão a fazer trabalho suplementar porque estão a exercer o direito à greve. Continuamos à espera que o Governo clarifique a lei para podermos retomar o pagamento"
As declarações foram publicadas na edição de 7 de agosto do jornal "Diário As Beiras"
O SNBP reprova as palavras "totalmente falsas" da vice-presidente, explicando que o horário estabelecido pela autarquia é superior às 35 horas semanais, previstas na lei, e em muitos casos, é de 42 ou 60 horas semanais. No entanto, os Bombeiros não são remunerados pelo excesso de horas. 
Por esse motivo, os Bombeiros da Figueira da Foz iniciaram, a 4 de junho, uma greve para reivindicar direitos laborais, nomeadamente "a reposição do pagamento do trabalho extraordinário, com efeitos retroativos, o pagamento dos dias feriados e o pagamento do subsídio de turno a 25%"
A paralisação estava prevista terminar a 6 de agosto, mas foi prolongada por tempo indeterminado, dado que "ainda não foram atendidas as pretensões dos Bombeiros", lê-se ainda no comunicado.

Maiorca terra abençoada, onde acontecem "milagres"

Este ano, tem sido um sufoco arranjar nadadores-salvadores para as quatro praias e duas piscinas do nosso concelho, que continuam sem conseguir profissionais para poderem estar abertas ao público com todos os requisitos expressos e exigidos pela legislação em vigor.
Na última reunião de câmara, em resposta a um pedido de esclarecimento da oposição, o presidente Pedro Santana Lopes esclareceu: "mais uns dias e vamos ter todo o lado coberto".
Na oportunidade, o autarca sublinhou que o problema da falta de nadadores-salvadores, "transversal a todo o país", tem provocado "um sobressalto permanente" no executivo, apesar de o concurso ter sido lançado mais cedo do que em outros anos.
Segundo o presidente da Câmara da Figueira da Foz, encontrar nadadores-salvadores tem sido uma verdadeira "caça ao homem ou à mulher".
"Quando sabemos de alguém desta área vamos logo lá. Tem sido caso a caso e nem imaginam o que fazemos todos os dias para encontrar nadadores-salvadores", referiu Santana Lopes.
No passado domingo,  a Piscina de Maiorca reabriu, após obras de requalificação.
Como é óbvio, tal só foi possível, porque aconteceu um milagre: conforme foto sacada daqui, "apareceu" um nadador-salvador disponível.
Ainda bem que não andamos todos perdidos. No nosso concelho, pelo menos em Maiorca, continuam a acontecer "milagres"...
Menos sorte teve o Cabedelinho: além de não ter tido nadador-salvador, ainda foi brindado no primeiro fim-de-semana de Agosto, com o acesso interdito depois de análises terem revelado contaminação microbiológica

O descontentamento existe há muitos anos....

Blinken, o neo-con


"Em entrevista ao canal "Dialogue Works", do YouTube, o ex-agente de contraterrorismo da CIA Larry Johnson afirmou que os Estados Unidos pretendem assassinar o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e culpar a Rússia por sua morte. "De uma forma ou de outra, o Ocidente quer eliminar Zelensky e depois culpar a Rússia para não assumir a responsabilidade por seu assassinato", apontou Johnson. A Rússia está em guerra com a Ucrânia, que é apoiada pela NATO, há 528 dias. A entrevista do ex-analista da CIA foi publicada na manhã do sábado passado com o título "Os dias de Zelensky estão contados". Pode conferir na íntegra no vídeo abaixo." 

Tributar os ricos para salvar o planeta

Owen Gaffney, líder de projeto da Earth4All.
Para ler o texto na íntegra, clicar aqui.

"A desigualdade disparou nos últimos anos. Durante a pandemia, enquanto mais de 160 milhões de pessoas foram empurradas para a pobreza, as dez pessoas mais ricas do mundo duplicaram as suas fortunas. Atualmente, os 10% mais ricos da população mundial acumulam 52% do rendimento global e detêm 77% da riqueza global, enquanto os 50% mais pobres reivindicam apenas 8% e 2%, respetivamente. 

O fosso continua a aumentar. Milhares de milhões de pessoas estão a sofrer com o aumento do custo de vida e salários estagnados e, com a recessão que paira no ar, as perspetivas de se alcançar uma maior prosperidade parecem desoladoras. O mundo nunca foi tão rico, mas a maioria das pessoas sofre de insegurança económica crónica. Esta é uma receita para criar sociedades profundamente polarizadas e disfuncionais, decadência democrática e um mundo perigosamente instável. 
Crucialmente, quaisquer receitas adicionais geradas por riqueza progressiva e impostos sobre o rendimento têm de ser usadas para proteger os grupos mais vulneráveis, apoiar aqueles que são deslocados pela transformação verde, promover a igualdade de género e reformar os sistemas energéticos e alimentares. 

A concentração de riqueza leva à concentração de poder, com as pessoas mais ricas a desfrutarem de uma influência desproporcional nas eleições e políticas públicas. Isto prejudica a confiança na democracia, tornando mais difícil para os governos tomarem decisões a longo prazo que sirvam o bem comum. 

Os países mais igualitários tendem a ter níveis mais altos de confiança nos governos, além de melhores resultados em matéria de Educação, Saúde e longevidade, obesidade, mortalidade infantil, criminalidade e ambiente. 

Ao aliviar as tensões sociais e melhorar o bem-estar, o progresso na desigualdade tornaria as democracias mais estáveis e resilientes, permitindo-lhes responder a choques de forma mais eficaz e tomar decisões racionais a longo prazo para o bem comum, principalmente no que diz respeito às alterações climáticas. Mas, como o PIAC deixou claro, o tempo está a esgotar-se." 

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

"...novos investimentos na piscina municipal de Maiorca"

 Via Diário as Beiras

A «estória» do IC1/109...

Em 2023, o piso da 109, entre a Ponte dos Arcos e a as celuloses, está um brinquinho.

Todavia, não foi fácil: foi um assunto que se arrastou por mais de uma dezena de anos.

Em 2016, a Câmara Municipal emitiu um comunicado e divulgou nas redes sociais que a empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) anunciava o investimento de 3,25 milhões de euros para as obras da sua requalificação, valor que seria distribuído em dois anos, sendo 1,2 milhões em 2016 e 2,05 milhões em 2017.
Passaram os anos.

Para quem gosta de conhecer, com rigor, vale a pena conhecer a «estória» do IC1/109, pois nesta vida nada acontece por acaso.
Como tudo de importante que tem a ver com a Figueira e o seu concelho, a «estória» pode ser lida, com muitos pormenores, aqui no OUTRA MARGEM.

Só por curiosidade, recorde-se.
Em Janeiro de 2020, «contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, Carlos Monteiro considerou “um mau princípio de conversa alguém que tem responsabilidades políticas afirmar que estas situações se resolvem com influências”. O presidente da autarquia acrescentou que “os governos e as câmaras não funcionam por influências, funcionam porque as obras são necessárias”.
Assim sendo, conclui: “O Governo entende que a obra é necessária, mas ainda não conseguiu realizá-la devido à situação calamitosa do país deixa-da pelo Governo do PSD”
"O poder funciona porque as obras são necessárias"!  
Brutal, não acham esta resposta "breve" do presidente cooptado?...
Necessidade havia. Oh se havia...
Foto sacada daqui

O impasse continua...

Via Diário as Beiras

domingo, 6 de agosto de 2023

Criar e seguir novas rotas

Via Jornal de Notícia

"Francisco é, sem qualquer idolatria, uma das vozes mais realistas e corajosas na reflexão sobre os desafios que se colocam aos seres humanos, à sociedade. A partir da constatação de que todos sabemos que estamos “diante de problemas comuns”, contudo divididos e polarizados perante injustiças, desigualdades profundas, guerras e crises ambientais e outras, o Papa interroga-nos sobre para onde navegamos. Europa, que não estás a ser “construtora de pontes e pacificadora no Leste europeu, no Mediterrâneo, na África e no Médio Oriente”... “para onde navegas?”. “Que rota segues Ocidente?”.
Entretanto, há que olhar à volta e ver que a maior parte da juventude que mais sofre não está nesta Jornada, porque não tem condições para estar. As expressões negativas do negócio marcaram presença e os seus impactos no custo da habitação e nas condições de vida podem ser significativos. A sociedade do marketing e dos grandes espetáculos - disto a Igreja portuguesa mostrou saber muito - marcou presença. Vai ser precisa, ainda, uma análise sólida sobre gastos, sua origem e beneficiários. Sem que tudo isto ponha em causa o grande valor da Jornada.

Só existirão grandes transformações se a preparação foi boa e se tiver continuidade. O enfoque está colocado numa espiritualidade de conservadorismo religioso e fechamento em cultos, ou na preparação dos jovens para intervirem organizados na vida da Escola, na defesa do Estado social, do Serviço Nacional de Saúde, da cultura e das artes, no mundo do trabalho com consciência dos seus direitos e deveres?
Para Francisco, esta segunda via é a da esperança, a das novas rotas."

A qualidade da água no estuário do Mondego: o assunto é sério, pois tem a ver com a saúde pública

Em 2017, a situação era esta na Praia do Forte


Entretanto, presume-se que a situação tenha melhorado. 
A qualidade bacteorológica da água no estuário do Mondego, na zona onde se situam duas das mais importantes Praias do nosso concelho e que têm uma taxa de frequência altíssima - a do Cabedelinho e a do Forte - é um assunto muito sério, como é tudo que se prende com a saúde pública.
Na passada sexta-feira, dia 4, foi publicada em vários órgãos de informação nacionais e regionais a seguinte notícia veículda pela Agência Lusa, que citava uma fonte da Polícia Marítima, que tem de funcionar como alerta para as entidades competentes, pois o que está em causa é um assunto  muito sério: a saúde pública:
"A Praia do Cabedelinho, na Figueira da Foz, foi esta tarde interdita a banhos devido a uma contaminação microbiológica".
“A Praia do Cabedelinho encontra-se proibida a banhos. As actividades na praia podem fazer-se, no entanto não se pode ir a banhos, para já”, referiu a mesma fonte.
As análises realizadas pelas entidades competentes revelaram a existência de uma contaminação microbiológica da água.
Segundo a Polícia Marítima, ainda não é conhecida uma data para o levantamento da interdição.
A praia do Cabedelinho situa-se na margem sul da foz do rio Mondego, na Figueira da Foz, distrito de Coimbra."

Ontem de manhã andei pela zona do Cabedelinho. Comprovei in-loco que os acessos pelos passadições tinham umas fitas da Proteção Civil a vedar a aproximação à praia, quando a informação publicada pelos órgãos de informação informava: “a Praia do Cabedelinho encontra-se proibida a banhos. 
As actividades na praia podem fazer-se, no entanto não se pode ir a banhos, para já”.
Não foi isso que aconteceu: no primeiro fim-de-semana de Agosto, a praia do Cabedelinho tem o acesso interdito depois de análises terem revelado contaminação microbiológica
Será porque a praia não tem vigilância, e de forma a controlar o acesso à água, a solução da proteção civil foi vedar o acesso?
"Foi uma má supresa que teve impacto negativo, logo no primeiro fim de semana de Agosto, para quem tem négócios que dependem da frequência desta Praia".
A Câmara Municipal da Figueira da Foz, sempre tão diligente em matérias informativas que interessam à comunidade concelhia, desta vez, permaneceu em silêncio.
O que se estranha. 
Sabe-se que o Presidente estava de férias.
Porém, a Câmara Municipal tem um Vereador do Ambiente...

Quem quis dar um mergulho no estuário do Mondego teve uma solução: embarcou a bordo do "Costa Nova" e foi banhar-se nas águas límpidas e bacteorologicamentes puras da Praia do Forte (ex Praia do Cagalhão), as mesmas águas do estuário do Mondego, mas que têm a nuance de correrem em direcção à foz pela margem direita, enquanto a Praia do Cabedelinho fica na margem esquerda.
A separá-las estão cerca de 200 metros que deve ser, mais metro menos metro, a largura do rio naquela zona.