sexta-feira, 29 de abril de 2022
“O aumento de salários já é uma emergência nacional”
Santana anda a visitar as freguesias
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| Foto via Município Figueira da Foz |
quinta-feira, 28 de abril de 2022
Conduta com cinco quilómetros de extensão, ligará Buarcos, na zona do Teimoso, à Murtinheira, em Quiaios....
No entanto, "os vereadores Carlos Monteiro (PS) e Ricardo Silva (PSD) manifestaram dúvidas e suscitaram questões. O socialista, não obstante defender que a zona norte deve ser abastecida pela ETA de Vila Verde, advertiu para eventuais consequências de a conduta passar por terrenos privados, na zona da concessão de exploração de cal hidráulica do Cabo Mondego, neste momento desativada. Por sua vez, o social- -democrata reivindicou mais informação sobre o projeto, a fim de aferir se aquela é a melhor solução, e afirmou que, “com este sistema, gasta-se mais eletricidade para bombear a água”.
"...o loteamento do promotor Empreendimentos Turísticos Montebelo, projetado para uma área próxima das Abadias, poderá não avançar por não beneficiar de um desconto de 235 mil euros, equivalente a 50 por cento. Proposta foi retirada da agenda da reunião de câmara..."
quarta-feira, 27 de abril de 2022
Pode haver motonáutica...
Motonáutica na Figueira: em 18 Novembro passado, o "tema não foi pacífico na reunião de câmara".
Na edição de hoje do Diário as Beiras, o presidente da Federação Portuguesa de Motonáutica diz: "Estamos na mesma abertos a fazer a prova. Se tudo correr bem, será realizada no próximo ano." |
"Câmara da Figueira da Foz com resultado negativo superior a 4 ME em 2021"
Via Diário as Beiras
«O valor total da dívida à banca passou de 14 ME em 2020 para 17 ME em 2021, tendo o aumento decorrido do “efeito conjugado da redução da dívida dos empréstimos (1,95 ME) e da contabilização da dívida (4,9 ME), referente ao acordo com o BCP, relativo à execução da garantia bancária prestada no âmbito do processo judicial da insolvência da sociedade Paço de Maiorca”.
No que respeita à transferência de competências na área da Educação, Anabela Tabaçó revelou que, em 2021, os gastos do município com o Pessoal e Fornecimentos e Serviços Externos totalizaram cerca de 5,8 milhões de euros e o pacote financeiro do Estado foi de quase 4,6 ME, o que se traduziu num défice superior a um milhão de euros.
O vereador socialista Carlos Monteiro, anterior presidente da Câmara, reconheceu que o resultado negativo se deveu às circunstâncias excecionais de combater a pandemia e de antecipar o “Estado Social Local que o atual presidente quer criar”.
O autarca vincou ainda que, desde 2011, a dívida municipal baixou de 53 milhões de euros para aproximadamente 17 milhões e que o prazo médio de 24 dias para o município efetuar os seus pagamentos “ainda deve ser encarado como uma referência”.
Relativamente ao défice na transferência de competências na área da educação, Carlos Monteiro defendeu que deve existir conversações com o respetivo ministério para se proceder a “alguns acertos”.
O vereador único do PSD votou contra as contas do exercício de 2021 por considerar que a Câmara continua a não controlar as despesas correntes, salientando que outras autarquias vizinhas “controlaram as despesas e investiram mais”.
As contas foram aprovadas com oito votos a favor dos nove vereadores que constituem o executivo, quatro do movimento Figueira a Primeira e outros tantos do Partido Socialista.»
terça-feira, 26 de abril de 2022
Isto é emoção...
A prestação de cuidados de saúde para os mais desprotegidos marcou ontem, na sessão comemorativa do 25 de Abril, o discurso do presidente da Câmara da Figueira da Foz, para quem «neste mundo desequilibrado e desorientado há tendência para esquecer os seus bens mais valiosos, saúde, honra e liberdade».
Santana Lopes anuncia criação do Estado Solidário Local (ESL)
segunda-feira, 25 de abril de 2022
16 anos depois e milhões de exemplares "vendidos"...
E se há coisa de que por aqui se gosta, é de ter momentos de felicidade.
O nosso objectivo é sermos felizes.
domingo, 24 de abril de 2022
«A PIDE e a polícia batiam nos corpos. A censura moldava as cabeças»
«A PIDE e a polícia batiam nos corpos. A censura moldava as cabeças. E deixou um rasto que ainda hoje é vivo. Por exemplo, a desvalorização da democracia; a desvalorização da política como não sendo uma atividade nobre; a desvalorização dos partidos, como sendo apenas organizações de carreiristas e organizações destinadas a garantir aos seus membros melhores condições. A obsessão pelo consenso, ou seja, no fundo, um penalização da ideia de conflito. Há uma frase do professor Cavaco Silva que traduz muito bem este tipo de mundividência da censura que ainda é vivo hoje. É uma frase em que ele diz o seguinte: "Duas pessoas com a mesma informação chegam às mesmas conclusões". Nada mais falso. Duas pessoas com a mesma informação têm interesses diferentes, têm visões do mundo diferentes, têm ideologias diferentes, têm experiências diferentes. E, portanto, não chegam necessariamente à mesma afirmação. E esta obsessão pelo consenso, pelo entendimento, esta desvalorização daquilo que carateriza a democracia é, sem sombra de dúvida, um rasto da censura.»José Pacheco Pereira, na recente «Grande Entrevista» (RTP3), a propósito da exposição «Proibido por inconveniente - Materiais das Censuras no Arquivo Ephemera», patente até 27 de abril no edifício do Diário de Notícias, em Lisboa.















