2. Ricardo Santos, o entrevistador, é o candidato à Junta d Freguesia de Quiaios pelo PS.
terça-feira, 1 de junho de 2021
Uma grande entrevista, duas pequenas curiosidades, uma maravilha, portanto...
2. Ricardo Santos, o entrevistador, é o candidato à Junta d Freguesia de Quiaios pelo PS.
Da série, Quiaios: depois de ser um caso de polícia decidido pelos tribunais, continua a ser um teste ao funcionamento da democracia na Figueira...
Via José Augusto Marques:
Tal entendimento, porém, só mostra a concepção particular da democracia como regime de país bananeiro ou, no caso, de traficante da droga mais poderosa que existe: o poder.
Só isso conta. Porque só assim se pode condescender com episódios tristes como este. Na Figueira, além de uma "crise do regime", temos também e claramente instalada uma crise da democracia. Por tudo isto, Quiaios constituiu um teste ao funcionamento da democracia na Figueira.
segunda-feira, 31 de maio de 2021
Deixem o pescador em paz...
Andamos a perder qualidade de vida na Figueira. Ao mesmo tempo, fomos perdendo influência politica, económica e cultural. Deixamos de ser uma cidade e um concelho como havia poucos em Portugal. Ainda somos uma cidade bonita, mas a continuar por este caminho, em breve nem isso seremos. Precisam-se cidadão preocupados com o que nos rodeia. Contudo, a tendência é tornar-mo-nos amorfos e desinteressados.
O cidadão normal perdeu voz, os políticos não o ouvem, porque estão-se marimbando para o que povo pensa. Se não é assim, parece...
O povo acredita na Democracia, mas cada vez menos acredita nos políticos. Sente-se sem opções de escolha. Somos mesmo uns ursos e merecíamos uma estátua. Ou "alguns políticos" é que são uns ursos e merecem uma estátua?
Na falta de um urso para modelo, como o pescador resiste a sair do sítio (tem muito ferro), deixo uma sugestão para o entro da nova rotunda: uma varina pintada de vermelho e verde, com a bandeira nacional a servir de saia, e duas meia-bolas a servirem de "soutien".
Os próximos meses não vão ser fáceis, mas ainda bem que há eleições...
Numa reunião camarária tipo chá canasta, fiquei a saber que a duna artificial do Cabedelo tem os dias contados...
Os portugueses vão ter de decidir um dia o que verdadeiramente querem...
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| Foto PAULO NOVAIS via Diário de Notícias |
Se bem me lembro, o fenómeno Passos Coelho, presidente do PSD entre 2010 e 2018 e primeiro-ministro de Portugal, entre 2011 e 2015, resultou de uma estranha e bizarra aliança de conveniência entre a cacicagem menezista , alguns debitadores de tiradas blogo-liberais e os últimos ressentidos do cavaquismo.
Passos Coelho, na altura, foi apenas um instrumento que soube usar bem os seus instrumentistas.
Depois de termos visto para que serviu, será que que queremos voltar ao mesmo?
Agora, temos a evolução na continuidade: o venturismo, a doença senil do coelhismo...
Champions? Vergonha...
Miguel Mattos Chaves fez a apresentação formal da candidatura
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| Foto sacada daqui |
domingo, 30 de maio de 2021
A PROPÓSITO DO MEL: UM PENSAMENTO PARA QUANDO TIVER DE PASSAR POR UMA MESA DE VOTO:
Nada de novo: ano eleitoral é sinónimo de mais obras das câmaras
Chega, ou querem com mais molho?...
«Ventura confessa que "única obsessão" é chegar ao poder...
"Só tenho um único sonho, uma única obsessão que é levarmos ao governo de Portugal, para transformar de vez a face deste país", afirmou Ventura, já aos gritos, com uma música orquestral em fundo, com os delegados a aplaudi-lo, alguns de pé, depois de ter falado durante 27 minutos para apresentar a sua moção de estratégia global.
Num congresso em que têm sido públicas as críticas entre delegados e dirigentes, o presidente e deputado do Chega relativizou o problema, dizendo tratar-se de "dores de crescimento".
"Não me preocupam as divisões e disputas", disse, para quem são a "prova de um partido que quer crescer", embora também tenha admitido que "sem disputa ideológicas" o "partido seria muito melhor".
Um dos temas que dividiu a discussão interna foi a revisão do programa do partido que, anunciou Ventura, será decidido na primeira reunião do conselho nacional após o congresso.»

















