sábado, 26 de setembro de 2020
sexta-feira, 25 de setembro de 2020
quinta-feira, 24 de setembro de 2020
Vamos ter um problema na Figueira chamado RFM SOMINI RÉVELLON 2020/2021?
Prolongada proibição de festivais e espectáculos análogos até 31 de dezembro
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«A proibição de festivais e espetáculos de natureza análoga tinha sido definida por lei em março passado e vigorava até 30 de setembro, mas o prazo foi prolongado até ao final do ano, como explicou pelo ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, em conferência de imprensa no final do Conselho de Ministros.
A Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC), na página oficial, especifica que fica proibida “a realização de festivais até 31 de dezembro de 2020”.»
Da série, bem-vindos à campanha eleitoral de Carlos Monteiro, autárquicas 2021 (5)
Tal como previ aqui, o anúncio do sintético para o Grupo Desportivo Cova-Gala não iria demorar muito. Isto é: devia estar para "breve". O anúncio, claro. Ele aí está.
Isto é tudo tão previsível e tão óbvio, que basta conhecer os pássaros pelas cagadelas...Para o autor deste espaço, o problema, para os covagalenses, não é ainda não terem o ansiado sintético no Campo do Cabedelo. O problema foi terem perdido ao longo dos anos a oportunidade de poderem competir em igualdade de circunstâncias com outros clubes, pois as condições foram sempre desiguais.
Por isso, a questão do sintético, que espero se resolva o mais breve possível, parece-me de relativa pouca importância, se compararmos com todo o resto que envolveu a vida do Grupo Desportivo Cova-Gala desde 1977.
A implantação de um relvado sintético, na Cova-Gala, é, cada vez mais, uma questão pertinente, e uma necessidade a curto prazo. Não acham que já está mais que na hora? Escusavam é de fazer campanha eleitoral partidária com o dinheiro de todos nós.
Aquilo a que temos assistido na Figueira da Foz constitui quase um case study de como é gerida uma autarquia de forma incompetente.
Espero, porém, que a Cova e Gala de 2020, não seja a Madeira pós 25 de Abril de 1974.
Isto, é mais do mesmo.
Este método das promessas para as eleições, apesar de estar gasto, ainda funciona... Faz parte do "circo nosso de cada dia".
É a mediocridade que temos.
Na Madeira, Jardim era quase um mito. No exterior do arquipélago, contudo, não tinha (como não teve) horizontes de futuro: ninguém o quis como aliado. Aparentemente, era frontal, mas não tinha credibilidade. Dele brotava energia a rodos e não temia correr riscos, mas faltava-lhe contenção e equilíbrio.
Navegou a cartilha populista. Apesar de muitas tribunas ao seu dispor para espalhar a propaganda, não era credível pois carecia de densidade teórica e consistência política.
Fez muita obra, mas assente num poder clientelar e num ambiente de défice democrático terceiro-mundista.
Aprisionado pelas suas limitações, enredado nas suas contradições, Jardim apostou tudo no populismo. Restou-lhe a reforma, dourada é certo, mas que não era o que ambicionava...
Quem diz mal do dia a dia, é porque não consegue descobrir as alegrias que dele se podem colher...
É em dias como o de hoje, nesta altura do ano, começo de outono, que gosto de olhar a praia, quando a maré baixa faz recuar o mar e prolonga o areal.
É em momentos como este, que dá para esquecer os problemas e mergulhar na felicidade.
Quem não tem uma paisagem destas por perto, desconhece a sorte que é viver junto deste meu mar e desta imensa beleza.
Sei que vivo numa cidade em que a maioria discorda que "a felicidade, que dura, se faz de pequenos nadas" e considera que “a felicidade faz-se de grandes tudos”.
Quem já viveu muito, porém, sabe que esses "grandes tudos" duram sempre pouco...
Há muito que percebi que a vida é feita de pequenos nadas e coisas insignificantes. Contudo, é nos seus interstícios que tenho encontrado a felicidade.
Se eu tivesse responsabilidades políticas na Figueira, punha rapidamente no terreno uma campanha publicitária, mais ou menos assim: “minhas senhoras e meus senhores, venham até Figueira, aproveitem para passear à beira mar, banhar-se nas nossas águas, sentir a nossa areia no corpo, desfrutar do nosso sol, comer os nossos petiscos e beber do nosso vinho”!..
E não pensem que estou a partilhar pouco!
Estes meus pequenos nadas, que para vós seriam luxos, são a minha única riqueza.
O céu está escuro.
Estava a ver que o outono, este ano, que para mim é sempre fantástico, não havia meio de surgir.
Confesso: tinha saudades da paisagem tomada por tons de cinzento.
O som monocordicamente ritmado da chuva a cair, torna a maioria de nós ainda mais amorfos e distanciados dos outros, como que pequenas ilhas isoladas formadas pelas águas que sulcam e amaciam os terrenos...
Nos dias de chuva, parece-me que as as pessoas ficam mais iguais, mais cinzentas, mais sós...
A chuva tem esse triste sabor de uma igualdade imposta. E, isso, é incómodo para quem detesta coisas impostas.
No outono, em geral, os dias são ainda dias tristes e sem imaginação!
Mas gosto. Só um observador atento, protegido pela vidraça de sua casa, que gosta de passar despercebido, como eu, pois a condição de observador apenas joga bem com a discrição, consegue ver a importância da chuva para a igualdade.
Já agora, que estou num momento de confissão, ficam a saber que gosto desses dias, pois sou um ser atavicamente tímido...
Eu sei que não pareço... Mas, acreditem, sou-o!
Desta esplanada (e já lá vão 31 + 24), faça chuva ou faça sol, vejo os surfistas a andarem neste mar ao longo de todo o ano!
Isto é o Cabedelo, a sua praia, o seu mar e a sua autenticidade.
Eles - os surfistas - são, com toda a certeza gente, que se diverte com o seu desporto favorito!
Para mim, é sempre um prazer estar sentado na melhor esplanada da Figueira da Foz, ver a praia, magnífica, e, ao mesmo tempo, vê-los a brincar e a sorrir às ondas.
Há pequenos nadas que nos proporcionam um prazer imenso.
São momentos que ninguém nos pode tirar.
A maioria dos ricos, que se julgam também poderosos, há muito perderam a capacidade de se maravilharem e de conseguirem ser felizes.
Não estou a fazer a apologia da pobreza.
Apenas a constatar que não é preciso muito para fazer sorrir verdadeiramente uma pessoa!
As coisas mais importantes, e que nos fazem sentir bem, não é o dinheiro que as consegue comprar.
Sei que isto, para muitos, não é fácil de entender.
Mas, alguém consegue explicar ou ensinar como se deve "tocar" numa mulher?
E a explicação é simples e óbvia: alguém conhece duas mulheres iguais?
Telhado de vidro?..
Está a ser julgado por violência doméstica, em Lisboa, Francisco Aguilar, docente da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que compara feminismo ao nazismo.
Entretanto, a Faculdade de Direito retirou programas, que está a analisar, de duas cadeiras do mestrado em Direito, em que professor de Direito fala de mulheres como pessoas “desonestas” e ataca feminismo...
Via Jornal Público
Ser populista e demagogo é isto...
Dar sentenças sobre tudo menos sobre os conteúdos
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| Via Expresso |
"Que os jornais se ocupem a dar opiniões sobre quem deve votar a favor do Orçamento de 2021 é coisa que se pode lamentar mas também admitir porque isso está no código genético dos órgãos de comunicação social.
Mas isso não devia valer para quem é Presidente da República. Ao falar assim, Marcelo Rebelo de Sousa alinha-se pelo truque generalizado de discutir votos separadamente dos conteúdos concretos do dito Orçamento.
E já que o Presidente é tão falador então eu preferia que ele antes tivesse dito que o Orçamento deve ter um conteúdo de esquerda.»
Novo Banco: a realidade das coisas...
«O requerimento do Bloco de Esquerda (BE) para divulgação pública imediata e integral do relatório de auditoria especial ao Novo Banco enviado pelo Governo ao Parlamento foi chumbado, esta quarta-feira, pelos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças (COF), com os votos contra do PS e PSD.
CDS-PP e Iniciativa Liberal abstiveram-se.
BE e PCP voltaram a favor.
"Se há matérias que dizem respeito a identificação de operações ou pessoas não estou à vontade para ser o parlamento a levantar o sigilo bancário", disse o deputado único da Iniciativa Liberal, Cotrim Figueiredo, defendendo que os clientes dos bancos têm direito à privacidade.
O deputado disse ainda que se recusa a que uma pessoa que tem dívidas a um banco seja tida como criminosa.
Duarte Alves, do PCP, criticou o Executivo de António Costa por não ter divulgado o documento, quando foi o próprio Governo a ordenar a auditoria. O deputado comunista aproveitou ainda o momento para lançar uma farpa ao PSD, lembrando que no passado os sociais-democratas foram favoráveis à divulgação da auditoria à Caixa Geral de Depósitos (CGD).
A deputada bloquista Mariana Mortágua defendeu que no documento em votação não constam nomes de devedores, mas códigos. Apenas no documento que seguiu para os deputados, é que consta a relação entre os códigos dos devedores e os seus nomes.»
quarta-feira, 23 de setembro de 2020
Derrapagens...
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| Imagem via Diário as Beiras |
2. "... embarcações elétricas para transporte de passageiros e bicicletas entre as duas margens da foz do Mondego: o primeiro barco (poderão ser dois), com painéis fotovoltaicos e capacidade para 45 lugares, custa cerca de 500 mil euros."
Notas:
2. Se bem me lembro, o barco movido a electricidade estava previsto custar cerca de 120 mil euros...
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