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| Foto Mário Silva |
quarta-feira, 15 de maio de 2019
A história do nascimento do MEL (Museu Etnográfico de Lavos)...
PATRIMÓNIO AUTÁRQUICO...
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| Via Diário as Beiras |
Com que então, é com “profunda preocupação” que a concelhia do PSD constata que o estado de “conservação e requalificação do património do concelho deixa muito a desejar”!..
Com que então, ponto por ponto, o executivo camarário refutou as críticas do PSD, sustentando-se em obras realizadas, em curso ou previstas!..
Uma das razões porque vou recomendar à concelhia do PSD e ao executivo camarário que vão dar banho ao cão, é que fico fulo quando deparo com gente que contribui para me retirar a crença em utopias.
É precisa muita energia para as utopias... Nesta altura, não ficava tão bem mais um prédio junto ao Fortim dos Palheiros?
Isto, por exemplo...
Municípios rejeitam concessão de água para consumo público
“A água de consumo público é um bem público e como tal tem de ser gerido pelas entidades públicas. A prática que tem acontecido no nosso país tem de ficar claramente afastada de qualquer potencial privatização no sector da água” – disse Manuel Machado, presidente da ANMP.
A ANMP considera que a água “é um direito humano, um bem essencial para todos os municípios e população, pelo que só pode reiterar a sua posição de discordância relativamente ao modelo de tarifário assumido, mais uma vez, nesta proposta de decreto-lei”.
A ANMP considera que a água “é um direito humano, um bem essencial para todos os municípios e população, pelo que só pode reiterar a sua posição de discordância relativamente ao modelo de tarifário assumido, mais uma vez, nesta proposta de decreto-lei”.
“O que se tem verificado é que, em geral, ao nível dos sistemas que se tem agregado, o tarifário imposto pela Águas de Portugal é excessivo e demasiado beneficiador da entidade exploradora, enquanto os municípios que fazem gestão directa conseguem conter os custos e vender água para consumo humano de boa qualidade por preços mais baixos e adequados”, salientou Manuel Machado.
terça-feira, 14 de maio de 2019
A memória dos tempos figueirenses...
Pintura sem título I. Via Diário as Beiras.
"A Figueira contemporânea mostra-nos vários destes marcadores que associam “obra” ao líder. A evolução da cidade contemporânea está ligada aos mandatos autárquicos e ao seu líder. Concretizo com alguns exemplos: as Abadias e a Avenida do Brasil, construída na época de Coelho Jordão, que ligou a Figueira e Buarcos numa linha contígua e de modernidade; depois a sua continuação por baixo do Forte e a ligação até ao Cabo Mondego em duas faixas, a avenida atlântica da época de Aguiar de Carvalho. A construção da ponte Edgar Cardoso, do tempo de Joaquim de Sousa. O Centro de Artes e Espectáculos, época de Santana Lopes. O “Titanic” e a nova Ponte dos Arcos, período de Duarte Silva, e outros poderia dar... São as marcas de mandatos autárquicos que perduram na cidade pelas obras realizadas.E quais as que ficarão a seguir?"
Isabel Maranha Cardoso, "continuará para a semana a discorrer “pintando” a cidade com as suas marcas…"
A utopia só o é enquanto não tornamos isso possível...
É fácil fingir que se gosta dos "fora da caixa", os chamados malucos.
Difícil, é arregaçar as mangas e tentar ousar...
É fácil manter-se na zona do politicamente correcto.
Difícil, é protagonizar a necessidade louca da mudança...
Lembrando Jack Kerouac – “… as pessoas que são loucas o bastante para pensarem que podem mudar o mundo, são as únicas que realmente podem fazê-lo”.
Não consigo deixar de esboçar um sorriso de condescendência quando oiço uma pessoa adulta a falar em “pedir amizade” ou “aceitar amizade”.
Penso sempre nos papelinhos que se trocavam na primária, queres namorar comigo, sim, não ou, para os mais cautelosos, talvez.
De repente, somos todos crianças à procura de amigos.
Penso sempre nos papelinhos que se trocavam na primária, queres namorar comigo, sim, não ou, para os mais cautelosos, talvez.
De repente, somos todos crianças à procura de amigos.
segunda-feira, 13 de maio de 2019
O desplante
“País está chocado com o desplante com que Joe Berardo respondeu no Parlamento” sobre dívidas à CGD, disse António Costa...
Porém, há que dizê-lo…
"Aos indignados com a prestação do comendador Joe Berardo na A.R., relembro que a dívida contraída serviu para ajudar o governo de José Sócrates a travar uma OPA da Sonaecom à PT e fortalecer na disputa de poder pelo controlo do BCP a facção que permitiu a Santos Ferreira e Armando Vara liderarem o Banco. Tudo feito de acordo com os interesses dos donos disto tudo, em conivência com o PS. Vários ministros de então continuam hoje no governo…"SESSÃO PÚBLICA “TERTÚLIAS FIGUEIRENSES”
Serão oradores desta Tertúlia: Dr. Joaquim de Sousa, Drª. Isabel João Brites e António Agostinho.
A sessão será moderada por Pedro Vieira, da Rádio Beira Litoral.
A sessão será moderada por Pedro Vieira, da Rádio Beira Litoral.
Haverá debate público.
No mesmo dia em que elegeu Joe Berardo como grande figura no meio empresarial, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu, também, Aníbal Cavaco Silva como principal personalidade na área política, em 2007, porque tinha sido um ano em que Cavaco “não cometeu erros”. Marcelo viria a suceder a Cavaco Silva na presidência em 2016.
"Cromos repetidos"
"E como não bastava tanta obra feita, foram plantadas centenas de
árvores, o parque verde da cidade foi inaugurado com pompa e
circunstância na Várzea de Tavarede e ainda… as refeições escolares
voltaram a ser confeccionadas nos estabelecimentos de ensino!
Perfeitamente anestesiado com tamanho empreendedorismo, o concelho nem reparou que parte dos serviços públicos afetos à tutela da agricultura e florestas instalados na cidade foi transferida para Montemor-o-Velho, não pergunta o que é feito do Centro de Rendimento para desportos de praia ou do Geoparque do Cabo Mondego, não questiona porque continua a água demasiado cara ou porque o Anel das Artes, essa joia, foi, afinal, suspenso, depois de tantas vezes “inaugurado”…"
Perfeitamente anestesiado com tamanho empreendedorismo, o concelho nem reparou que parte dos serviços públicos afetos à tutela da agricultura e florestas instalados na cidade foi transferida para Montemor-o-Velho, não pergunta o que é feito do Centro de Rendimento para desportos de praia ou do Geoparque do Cabo Mondego, não questiona porque continua a água demasiado cara ou porque o Anel das Artes, essa joia, foi, afinal, suspenso, depois de tantas vezes “inaugurado”…"
Teotónio Cavaco, no Diário as Beiras
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