Fotos de Ro Iglésias.
quinta-feira, 26 de abril de 2018
Isto aprende-se na "primária da escola política: quando a mensagem não interessa, tenta-se matar o mensageiro
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| Imagem sacadas do jornal AS BEIRAS |
Isto, vale o que vale: para os autarcas, quando a montra os favorece, vale muito, quando os desfavorece, vale pouco.
A transparência, na Figueira, é uma "coisa" muito irónica: em 4 anos, este executivo de maioria absoluta, caiu do 1º. para o 149º lugar!
Recordemos a máquina de agitação e propaganda camarária, em 4 Novembro de 2014.
"A nova página de internet da autarquia da Figueira da Foz, hoje apresentada aos jornalistas, quer ser uma referência na transparência da informação disponibilizada aos munícipes e uma ferramenta interativa de divulgação do município.
“Não deve haver no país uma página mais transparente do que esta. Quem tiver algum tempo para procurar informação, encontra-a aqui”, disse Tiago Castelo Branco, na altura chefe de gabinete do Presidente da Câmara.
A participação activa e informada dos cidadãos é um aspecto fulcral para o desenvolvimento de qualquer democracia, valorizando a relação entre estes e o Poder Local.
Em Portugal, o caminho percorrido para fortalecer este envolvimento tem sido difícil, mas, aparentemente, bem-sucedido.
Na Figueira, podíamos falar das reuniões à porta fechada e do processo de revisão do PDM. Por exemplo.
Para quê?
Quem conhece a Figueira e os figueirenses, percebe porque é que isto é assim, mas resigna-se...
Se calhar, como dizia o outro, não pode ser de outra maneira...
quarta-feira, 25 de abril de 2018
12 anos de estórias com muitos sentimentos...
Foi uma realidade e continua a ser, para mim, uma imagem cheia de vitalidade, romance, visão do futuro - um momento de libertação e orgulho.
25 de Abril de 1974, foi isso para mim.
Foi por isso - e só por isso - que em 25 de Abril de 2006 decidi criar este OUTRA MARGEM.
Sim eu sei, que falar sobre a verdade, em Portugal, na Figueira e na Aldeia, a 25 de Abril de 2018, é difícil e é perigoso...
Foi há doze anos que criei este blogue.
Porventura, ninguém daria por isso. Mas, a postagem aí está para o provar.
Nunca fui beneficiado por nenhuma das minhas abordagens neste meu blogue. Nunca fui convidado para coisa nenhuma. Também, se o fosse, não aceitaria. Prezo e continuarei a prezar a minha isenção e jamais me colocaria ao serviço de alguém em particular.
Quando votamos, pretendemos contribuir para melhorar a vida de todos nós. As nossas opções são feitas de acordo com a informação disponível. Quando essa informação falha, as escolhas dificilmente serão as correctas…
Uma comunicação social que falha no cumprimento desta missão, faz parte do problema e não da solução.
É por isso que existe este blogue, que é feito por alguém que sempre considerou o jornalismo como serviço público.
Esta nova forma de comunicar que surgiu, presumo, no ano dois mil, foi o começo da decadência da tradicional imprensa escrita.
Até aí os jornais e as revistas detinham o exclusivo da informação sem contraditótio.
Hoje, a blogosfera e as redes sociais são uma força poderosa no combate pela verdade e na minimização das campanhas propagandísticas para favorecer certas forças políticas.
Por isso, as empresas proprietárias do meios de comunicação social mostram inquietação.
Como, até agora, não conseguiram calar a blogosfera e as redes sociais, gritam pela criação de um instrumento de controle das mesmas, obviamente com o objectivo escondido, mas final, de lhes trazer de volta o protagonismo comunicacional que perderam.
Curiosamente, porém, os órgãos de comunicação social, duma maneira geral, estão nas redes sociais e fazem questão de o salientar nos jornais, nas rádios e nos canais de televisão.
Nunca pensei que este blogue tivesse vida tão longa.
Conheço-me bem. Achava que me iria fartar de escrever e publicar.
Eu farto-me de tudo passado um tempo.
Ainda não aconteceu. Por isso, cá continuo...
E a sentir-me bem por poder contrariar aqueles que, dispondo dos instrumentos fortes para manipularem a opinião pública, hoje têm mais dificuldades em o fazer na Figueira...
terça-feira, 24 de abril de 2018
Como resolver o problema do PSD/Figueira...
"Muito se especulou nestes últimos tempos acerca da minha eventual candidatura a esse cargo. Apesar de simpatizante desde a sua fundação, apenas sou militante do partido há 4 anos, altura em que fui candidato à Junta de Freguesia de Buarcos e S. Julião. Não tenho, nem nunca tive aspirações a dirigente partidário, centrando-se as minhas motivações políticas em prol da defesa dos interesses da nossa terra."
Isto, foi publicado pelo dr. Carlos Tenreiro em 20 de Abril pp.
Os mais atentos ao desenrolar da vida política na Figueira, têm dado conta que os vereadores da oposição (leia-se PSD) raramente têm posições consonantes sobre os assuntos que vão a votação nas reuniões camarárias.
Carlos Tenreiro e Miguel Babo votam a favor. Ricardo Silva vota contra. Se Ricardo vota a favor, Carlos Tenreiro e Miguel Babo votam contra.
Entretanto, no passado fim de semana, Ricardo Silva foi eleito presidente da concelhia figueirense.
Ou estou muito enganado ou irá acontecer crispação e choque entre os vereadores Tenreiro e Babo com a actual estrutura partidária do PSD local.
Gorada, que presumo estar a pretensão de Carlos Tenreiro em ir na lista do PSD/Coimbra nas próximas legislativas, só vejo uma saída, aliás, na esteira do que foi feito com Passos Coelho.
Bastou Passos Coelho ser convidado para ir ensinar numa universidade para os companheiros lhe darem valor.
Passos Coelho é agora o Dr. Passos Coelho, licenciado e com estatuto.
A meu ver, Carlos Tenreiro tem valor, é licenciado em Direito, infelizmente, porém, não em economia como o Dr. Passos Coelho.
Por outro lado, viu-se a transformação e a eficácia que ocorreu na oposição na nossa cidade, sob a liderança do dr. Carlos Tenreiro. Aliás, penso que esta realidade deveria ser mesmo um case study para as oposições de outras cidades.
Alguém, lá pelo PSD, arranje um lugarzito numa universidade portuguesa ao dr. Carlos Tenreiro. Coloquem-no para dar aulas ou, pelo menos, uns seminários, por exemplo, em administração pública e local.
Fica aqui a ideia.
Companheiros do PSD: quando quiserem criticar Carlos Tenreiro, não se esqueçam que não é Carlos Tenreiro - é Dr. Carlos Tenreiro.
Isto, foi publicado pelo dr. Carlos Tenreiro em 20 de Abril pp.
Os mais atentos ao desenrolar da vida política na Figueira, têm dado conta que os vereadores da oposição (leia-se PSD) raramente têm posições consonantes sobre os assuntos que vão a votação nas reuniões camarárias.
Carlos Tenreiro e Miguel Babo votam a favor. Ricardo Silva vota contra. Se Ricardo vota a favor, Carlos Tenreiro e Miguel Babo votam contra.
Entretanto, no passado fim de semana, Ricardo Silva foi eleito presidente da concelhia figueirense.
Ou estou muito enganado ou irá acontecer crispação e choque entre os vereadores Tenreiro e Babo com a actual estrutura partidária do PSD local.
Gorada, que presumo estar a pretensão de Carlos Tenreiro em ir na lista do PSD/Coimbra nas próximas legislativas, só vejo uma saída, aliás, na esteira do que foi feito com Passos Coelho.
Bastou Passos Coelho ser convidado para ir ensinar numa universidade para os companheiros lhe darem valor.
Passos Coelho é agora o Dr. Passos Coelho, licenciado e com estatuto.
A meu ver, Carlos Tenreiro tem valor, é licenciado em Direito, infelizmente, porém, não em economia como o Dr. Passos Coelho.
Por outro lado, viu-se a transformação e a eficácia que ocorreu na oposição na nossa cidade, sob a liderança do dr. Carlos Tenreiro. Aliás, penso que esta realidade deveria ser mesmo um case study para as oposições de outras cidades.
Alguém, lá pelo PSD, arranje um lugarzito numa universidade portuguesa ao dr. Carlos Tenreiro. Coloquem-no para dar aulas ou, pelo menos, uns seminários, por exemplo, em administração pública e local.
Fica aqui a ideia.
Companheiros do PSD: quando quiserem criticar Carlos Tenreiro, não se esqueçam que não é Carlos Tenreiro - é Dr. Carlos Tenreiro.
PORTUGAL ANOS 70, ANTES DE 25 DE ABRIL 1974
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| Foto de Alfredo Cunha Nunca pensei viver para ver isto: a liberdade – (e as promessas de liberdade) restauradas. Não, na verdade, eu não pensava – no negro desespero sem esperança viva – que isto acontecesse realmente. Aconteceu. E agora, meu general? Tantos morreram de opressão ou de amargura, tantos se exilaram ou foram exilados, tantos viveram um dia-a-dia cínico e magoado, tantos se calaram, tantos deixaram de escrever, tantos desaprenderam que a liberdade existe – E agora, povo português? Essas promessas – há que fazer depressa que o povo as entenda, creia mais em si mesmo do que nelas, porque elas só nele se realizam e por ele. Há que, por todos os meios, abrir as portas e as janelas cerradas quase cinquenta anos - E agora, meu general? E tu povo, em nome de quem sempre se falou, ouvir-se-á a tua voz firme por sobre os clamores com que saúdas as promessas de liberdade? Tomarás nas tuas mãos, com serenidade e coragem, aquilo que, numa hora única, te prometem? E agora, povo português? Jorge de Sena, 40 anos de servidão |
Deus, que é Deus, trabalhou seis dias... Temos de compreender, portanto, tanto descanso na defesa dos valores de Abril...
"A Liberdade proporcionada pela madrugada por muitos esperada, “O dia inicial inteiro e limpo/ Onde emergimos da noite e do silêncio/ E livres habitamos a substância do tempo”, nas palavras de Sophia, significa, sobretudo, Luta (contra), Mudança (para), Estímulo (porque) e Desígnio (para quê).
Luta contra a guerra, o aumento do custo de vida, o imobilismo, a censura.
Mudança para a institucionalização de um Estado de Direito – Democratizar, Descolonizar, Desenvolver, na direção da conquista e aperfeiçoamento dos Valores da Vida em Comunidade.
Estímulo, porque Winston Churchill disse que “todas as grandes coisas são simples; e muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade”.
Desígnio, na medida em que este Património cuja titularidade é do povo português nos obriga a olhar o futuro.
Para nós, juntos, a cada dia o desafio já não é o de conseguirmos conquistar a Liberdade, outrossim o de sermos capazes de a manter (a liberdade individual, o direito de propriedade, de pensamento e de expressão, a economia de mercado, um Estado eficiente, uma democracia representativa com limites institucionais à ação das administrações centrais e locais).
Ousemos, assim, duvidar de velhas e gastas receitas e de modelos ultrapassados, empreendamos uma cultura de planificação da nossa atividade, e sejamos capazes, sabiamente, de pedir a Deus a capacidade de executar coisas fortes e belas, como
Desígnio pessoal mas fraterno."
Abril II, uma crónica de Teotónio Cavaco, via AS BEIRAS.
Luta contra a guerra, o aumento do custo de vida, o imobilismo, a censura.
Mudança para a institucionalização de um Estado de Direito – Democratizar, Descolonizar, Desenvolver, na direção da conquista e aperfeiçoamento dos Valores da Vida em Comunidade.
Estímulo, porque Winston Churchill disse que “todas as grandes coisas são simples; e muitas podem ser expressas numa só palavra: liberdade”.
Desígnio, na medida em que este Património cuja titularidade é do povo português nos obriga a olhar o futuro.
Para nós, juntos, a cada dia o desafio já não é o de conseguirmos conquistar a Liberdade, outrossim o de sermos capazes de a manter (a liberdade individual, o direito de propriedade, de pensamento e de expressão, a economia de mercado, um Estado eficiente, uma democracia representativa com limites institucionais à ação das administrações centrais e locais).
Ousemos, assim, duvidar de velhas e gastas receitas e de modelos ultrapassados, empreendamos uma cultura de planificação da nossa atividade, e sejamos capazes, sabiamente, de pedir a Deus a capacidade de executar coisas fortes e belas, como
Desígnio pessoal mas fraterno."
Abril II, uma crónica de Teotónio Cavaco, via AS BEIRAS.
segunda-feira, 23 de abril de 2018
Não me chamem populista... Ok?..
"Senhas de presença, apoio para trabalhos de proximidade com o eleitorado e ajudas nas deslocações podem fazer com que deputados recebam cerca de 2.700 euros a mais.
Há pouco mais de uma semana veio a público a polémica dos deputados que, alegadamente, terão recebido a dobrar os apoios de deslocação dados pelo Estado. Esta história foi-se desenrolando: houve saídas de cargos, renúncias à violação de responsabilidades éticas e agora, o Jornal de Notícias volta a levantar o véu ao denunciar que no geral, há deputados da Assembleia da República (AR) que podem ver o seu vencimento duplicar graças aos apoios e subsídios que lhes são dados pelo Estado.
Segundo as contas do JN, só durante o ano de 2017 o Estado terá gasto 3.221.092,76 euros só a cobrir deslocações feitas por deputados (ir e vir para casa ou em trabalho político no seu circulo eleitoral). Em 2018 os mesmos gastos já vão nos 1.206.140,86 euros. São vários os valores que ajudam a “engordar estas contas”, sendo que alguns deles, por exemplo, estão ligados às viagens que alguns deputados têm de fazer entre os seus círculos eleitorais e a AR. Um deputado eleito pelo Porto, por exemplo, recebe mais de 800 euros por mês (0,32 euros por quilómetro, duas viagens de ida e volta por semana). Um eleito por Faro receberá cerca de 700 euros por mês e outro por Bragança ficará pelos 1.250 euros.
A estes valores somam-se ainda vários outros..."
Para continuar a ler, clicar aqui.
Há pouco mais de uma semana veio a público a polémica dos deputados que, alegadamente, terão recebido a dobrar os apoios de deslocação dados pelo Estado. Esta história foi-se desenrolando: houve saídas de cargos, renúncias à violação de responsabilidades éticas e agora, o Jornal de Notícias volta a levantar o véu ao denunciar que no geral, há deputados da Assembleia da República (AR) que podem ver o seu vencimento duplicar graças aos apoios e subsídios que lhes são dados pelo Estado.
Segundo as contas do JN, só durante o ano de 2017 o Estado terá gasto 3.221.092,76 euros só a cobrir deslocações feitas por deputados (ir e vir para casa ou em trabalho político no seu circulo eleitoral). Em 2018 os mesmos gastos já vão nos 1.206.140,86 euros. São vários os valores que ajudam a “engordar estas contas”, sendo que alguns deles, por exemplo, estão ligados às viagens que alguns deputados têm de fazer entre os seus círculos eleitorais e a AR. Um deputado eleito pelo Porto, por exemplo, recebe mais de 800 euros por mês (0,32 euros por quilómetro, duas viagens de ida e volta por semana). Um eleito por Faro receberá cerca de 700 euros por mês e outro por Bragança ficará pelos 1.250 euros.
A estes valores somam-se ainda vários outros..."
Para continuar a ler, clicar aqui.
Tragam mas é os 600 metros de praia que estão a mais na Figueira para sul...
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| Foto António Agostinho |
A foto, dá conta da situação entre o molhe sul e a praia da Hospital. Pode ver-se, nitidamente, que a erosão já está a destruir a obra que foi feita há mais de 40 anos, depois da investida do mar provocada, pela obra realizada na definição da barra da Figueira nos anos 60 do século passado.
Barra da Figueira: não é uma completa inutilidade... Ao menos serve de mau exemplo.
"A Figueira da Foz, antes das obras, era uma barra perigosa e, depois, ficou uma barra de morte. Não permita que Leixões fique idêntica", solicitou um munícipe à presidente da autarquia de Matosinhos, Luísa Salgueiro, no decorrer da última Assembleia Municipal.
domingo, 22 de abril de 2018
A propósito de carros...
" Costa usa carro de 150 mil euros que Cavaco comprou e Marcelo não quis"...
Em tempo.
Nem todos conseguem andar de 4L!
Em tempo.
Nem todos conseguem andar de 4L!
Na beira do mar...
Estou mesmo na beira do mar...
Já agora, que é feito dos mexilhões e lapas das pedras do paredão desta outra margem do Mondego?..
Vejo-as agora desnudadas...
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