O mundo que temos é este em que vivemos. Portanto: «não importa para onde tentamos fugir, as injustiças existem em todo o lado, o melhor é encarar essa realidade de frente e tentar mudar alguma coisa.» Por pouco que seja, sempre há-de contribuir para aliviar...
Como eu gostaria de passar pelos mesmos sítios por onde andei na minha juventude e, sem disso dar conta, vê-los de uma outra forma, pois eles têm sempre potencialmente algo de novo para me oferecer. Um pequeno pormenor, ou uma pequena diferença de perspectiva, pode transformar o olhar monótono de todos os dias, numa novidade agradável.
Leiam a parte da acta nº 7 de 2017, datada 06-04-2017 e, depois, o comunicado do Secretariado do Partido Socialista, datado de 25 de maio de 2017.. Pela leitura da acta, verifica-se que a vereadora Ana Carvalho e o presidente João Ataíde, estão em sintonia. Depois, nós, é que somos mentirosos...
INTERVENÇÃO DOS VEREADORES INTERVENÇÃO DO VEREADOR MIGUEL DE ALMEIDA O Vereador Miguel de Almeida questionou sobre uma notícia que leu no jornal
acerca do interesse do Centro Comercial Foz Plaza na aquisição do Horto
Municipal e na qual se referia que a Vereadora Ana Carvalho Oliveira não previa
que o Município lhes vendesse o mesmo, diretamente. -----------------------------
O Presidente esclareceu que o Horto Municipal, no atual PU – Plano de
Urbanização tem capacidade de construção e que o objetivo do Município é
valorizar aquele espaço, por hasta pública, conforme os procedimentos e as
regras estabelecidas na lei, e com o dinheiro que obter vai retirar o Horto e o
Canil para a zona da Várzea, com uma dimensão adequada e com a possibilidade de
lhe acrescentar hortas pedagógicas. ------------------------------O Vereador Miguel de Almeida perguntou se o Horto Municipal era para ser
alienado. -------------------- O Presidente respondeu que o terreno tem potencial para ser alienado. ----------- O Vereador Miguel de Almeida salientou que há muita agitação nas redes sociais
sobre esta matéria, principalmente porque coincide com a atual revisão ao PDM e
questiona se altera a capacidade de construção do Horto Municipal. --- A Vereadora Ana Carvalho Oliveira respondeu que, no anterior PU, uma parte do
Horto Municipal era para equipamento, e outra parte era urbanizável, mas neste
momento, todo o terreno tem capacidade de construção. Acabaram-se os índices e o
atual PDM é uma das opções políticas para evitar alguma especulação.------- Salientou que poderiam vendê-lo diretamente, mas a opção é de o valorizar, para
que a Câmara Municipal possa canalizar o valor para outras situações que têm de
ser melhoradas pois, em relação ao Canil, há uma série de ações que tem de ser
desenvolvidas, tais como a esterilização e não recorrer à eutanásia, e por isso,
terão de ser criadas condições que ali não têm, até porque é contraproducente
que um Canil esteja junto a um Parque de Campismo Municipal, pelo incómodo e
barulho. -------------Salientou que o Centro Comercial Foz Plaza demonstrou interesse em se expandir,
e não fazia sentido que o fizesse para o Parque de Campismo Municipal, e
ampliando-se poderá trazer algumas lojas âncora tão desejadas para esta cidade. -
O Vereador Miguel de Almeida salientou que o PDM é de 1994 e ficou com a ideia
de alguma agitação numa determinada altura, quando o Município quis colocar
aquele terreno para construção, e na altura houve um recuo. --------------------- A Vereadora Ana Carvalho Oliveira referiu que, presentemente, a Câmara Municipal
não tem motivo para não o permitir. --------------------------------------------- O Vereador António Tavares esclareceu que, quando o Centro Comercial foi
construído, houve uma área de terreno que foi retirada ao Parque de Campismo
Municipal e, nessa altura, houve alguma contestação pública, mas julga que, no
Executivo do Dr. Pedro Santana Lopes houve uma promessa de que parte idêntica
seria reposta através da incorporação de um terreno a Norte onde está o depósito
das águas, e que é da Câmara Municipal. No Executivo do Eng.º Duarte Silva esse
terreno foi várias vezes levado a hasta pública, mas em determinada reunião a
Câmara Municipal deliberou incorporar o terreno no Parque de Campismo Municipal,
por alternativa a uma eventual incorporação do Horto Municipal, com uma eventual
servidão sobre o depósito das águas. Contudo, torna-se necessário perceber que
não está em causa o Horto Municipal, mas sim o terreno do Horto, do Serviço de
Higiene. Quanto à questão do Canil, torna-se manifestamente exígua para as
necessidades plasmadas na legislação atual. ------------------------------------- O Presidente salientou que o que se pretende, essencialmente, é valorizar o
terreno e permitir a instalação de um Horto, Canil e Hortas Pedagógicas para a
zona da Várzea, que implicará uma intervenção mais profunda e talvez com a
necessidade de se expropriar alguns terrenos. ----------------------------------- O Vereador Miguel de Almeida questionou, se tudo correr conforme o pretendido,
quando entrará em vigor o atual PDM. ------------------------------------------- A Vereadora Ana Carvalho Oliveira respondeu que a discussão pública termina,
oficialmente, em 22 de maio de 2017, e deverá ser aprovado na sessão da
Assembleia Municipal de junho. O Vereador Miguel de Almeida acrescentou que não
lhe parece que vá ser uma venda pacífica e questionou se esta vai ser concluída
no decorrer do presente mandato. ------------------------------------------------ O Presidente concordou que está condicionado aos prazos previstos na lei e que,
seguramente, não será neste mandato. --------------------------------------------
Sugeriu que se apreciasse o plano de valorização que está a ser feito para o
Parque de Campismo Municipal da Figueira da Foz, que proporcionou que o
transformasse num novo Parque da Cidade. ---------------------------------------- O Vereador João Armando sugeriu que este terreno do Horto Municipal poderia ser
um complemento ao Parque de Campismo Municipal. --------------------------------- O Presidente esclareceu que o Parque de Campismo Municipal possui muito espaço
disponível e iria ficar extremamente caro à autarquia, e o dinheiro conseguido
permitirá investir na zona da Várzea, que também está a precisar.
O senhor vereador da cultura da câmara municipal da Figueira da Foz, de todo, não é um homem sem qualidades. Pelo contrário. Um delas, pensava eu, era que é um homem de ideias claras e fixas. Em finais de maio de 2016, António Tavares disse ao jornal AS BEIRAS que iria abandonar a vida autárquica no final do mandato. A saída do vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz estava, então, agendada para o final do ano de 2017. Motivos - e passo a citar António Tavares, via o jornal AS BEIRAS: «já dei aquilo que é exigido a um cidadão médio». Que acrescentou: «trata-se da retirada de um cidadão que está na casa dos 60 e que o que quer é paz e descanso e fazer outras coisas». Mais: «já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona». António Tavares apela aos que gostam dos jogos de poder que o esqueçam. «Deixem-me em paz. Não quero saber de nada». Aliás, a desilusão é de tal monta, que nem garante se vai continuar como militante... A ANC-Caralhete News, porém, está em condições, neste momento, de garantir que Tavares vai continuar a partir de outubro, se nada entretanto for alterado, na vida política figueirense. Isto, claro, se o PS vencer as eleições. Mais ainda: isto faz parte de um projecto mais abrangente, que inclui o presidente Ataíde e as suas ambições políticas pessoais. Trocando por miúdos... Os figueirenses podem ser vítimas, nas próximas eleições autárquicas, de uma fraude eleitoral: pouco depois de terem escolhido um presidente de câmara, para os quatro anos a seguir a 2017, podem ter a surpresa de virem a ter como presidente de câmara, uma personagem que não foi a votos nessa condição...
"Durante os mandatos
de Aguiar de
Carvalho, foram
projectadas novas avenidas
que desviariam o trânsito
exterior dirigido às
praias e o fariam fluir sem
perturbar o quotidiano dos
figueirenses e do comércio
do centro da cidade. A solução era óbvia e
resultou facilmente. No entanto, na altura
ninguém imaginou que
um dia estas avenidas
também serviriam de
acesso a grandes superfícies
comerciais. A
ajudar o planeamento que
estava para vir, ocorreram
oportunos incêndios em
terrenos do sopé da Serra,
que mais tarde ou mais
cedo viriam a servir de
base para instalação das
novas grandes superfícies. Hoje, as avenidas que
originalmente serviam
para desviar o trânsito
exterior do centro da
Figueira passaram a atrair
os próprios Figueirenses,
que efectuam ali as suas
compras, vão ao cinema,
vão comer, etc. Avenidas
pensadas para um rápido
fluir do trânsito passaram
a ser equipadas de semáforos,
de passadeiras
e de variados obstáculos
urbanos para a reduzir a
velocidade, aproximando
a velocidade média de
circulação nestas artérias
à velocidade de circulação
na zona antiga da cidade. Nos dias que correm, a
deslocação do centro de
gravidade da cidade está
consumada. Esqueçam
o rio ou a praia, a Figueira
deslocou-se para uma das
suas periferias, atropelando
corredores verdes,
cursos água e zonas de
cheia junto à serra. Isto é
outra cidade meus caros, e
não é bonita." Novo centro de gravidade, uma crónica de Rui Curado da Silva, publicada no jornal AS BEIRAS.
Todos os impérios caem e os poderes de hoje, amanhã, também não serão mais poderes. Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, Muda-se o ser, muda-se a confiança; Todo o mundo é composto de mudança, Tomando sempre novas qualidades. E se tudo o mundo é composto de mudança, Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança. Luís de Camões e José Mário Branco
- Falhámos a vida, menino! - Creio que sim... Mas todo o mundo mais ou menos a falha. Isto é, falha-se sempre na realidade aquela vida que se planeou com a imaginação. Diz-se: “vou ser assim, porque a beleza está em ser assim”. E nunca se é assim, é-se invariavelmente assado, como dizia o pobre marquês. Às vezes melhor, mas sempre diferente. Nota de rodapé. Falhar a vida, talvez seja tão bom quanto acertá-la. Não poderei verificá-lo jamais porque só a falhei, mas, e este despojamento que advém de a ter falhado, de a ter falhado a sério, não àquela décalage entre a ideia de vida na juventude e a na maturidade, não: tudo muito bem falhado, à grande e à francesa e no grande como no pequeno, no amor e na profissão, no ser como no ter. Que alívio. Pronto, falhei, está falhado. É tão bom o despojamento de sonhos, de objectivos, de planos. A vida continua... Agora que penso nisso, finalmente, vejo. A culpa é toda minha. Tenho uma sentimentalidade de sopeira. E que quero eu dizer com isso? Quero dizer que sou um parvo...
Desde segunda-feira que anda uma empresa a limpar a vala de Buarcos.... Esta obra, registe-se, a obra da engenharia camarária do séc XXI, até ao momento, obriga a manutenção permanente!..
PS. Descobrimos (leia-se a ANC - Agência Caralhete News) a finalidade do passeio em betão.. É para permitir o acesso ao camião para limpeza da vala...
Desde há 7 anos, que o extenso areal, junto à torre do relógio não era alvo de uma operação de limpeza. O que terá levado as mentes brilhantes da arquitetura municipal da era João Ataíde a arrepiar caminho?.. A forte contestação popular?.. Ou o facto de estarmos em 2017, ano de eleições autárquicas? Fica registada a coerência desta gestão municipal. Como diria Woody Allen, "coerência é o fantasma das mentes pequenas".
Se há coisa que sempre gostei de fazer na vida, é passear pela praia fora de época. Ao longo dos anos, tive vários momentos surpreendentes, semelhantes a este que a foto documenta! Perguntar-me-ão: mas, isso tem algum préstimo?.. No mínimo, captou a atenção do fotógrafo... Lembrei-me disto a propósito deste comunicado do MPT FIGUEIRA DA FOZ, que, ao que me contaram, tanta polémica levantou nas redes sociais!.. Ontem, o Carlos Romeira deve ter ganho o dia...
Nota. Por razões que só o Carlos Romeira saberá, entretanto, o título do comunicado passou a ter a seguinte redacção: MPT JÁ ESCOLHEU O CANDIDATO QUE APOIA PARA BUARCOS E S. JULIÃO.
"Feira gastronómica da Figueira com Sabor a Mar vai ser repensada"... Por vezes estas coisas acontecem. De harmonia com o que li na edição de hoje do jornal AS BEIRAS, a terceira Feira de Sabores Terra e Mar “ficou aquém” dos números alcançados na edição do ano passado, reconheceu a presidente da Associação Figueira com Sabor a Mar, Isabel João Brites. “Houve pouca gente, para aquilo que se esperava”, admitiu a dirigente. O certame de 2016, de acordo com aquela responsável, foi frequentado por duas mil pessoas. A mudança de local, do pavilhão do Parque das Gaivotas para a o complexo da piscina-mar, conjeturou a dirigente, “também poderá ter influenciado os resultados”. Por outro lado, a meteorologia não convidava a sair de casa. A presidente da Figueira com Sabor a Mar, porém, aponta mais um motivo. “O presidente da Câmara da Figueira da Foz, nas suas deslocações, sendo também presidente da Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, devia promover os eventos que se realizam na cidade. Ou então que nos disponibilize os contactos, para sermos nós a fazer a promoção, apesar de não termos a mesma infl uência que ele tem”, sustentou Isabel João Brites. “Compete à câmara colaborar e proporcionar condições para que os privados possam realizar iniciativas. Foi o que aconteceu neste caso. Uma vez mais, tudo foi feito para que o evento pudesse ter condições para se realizar”, reagiu o gabinete da presidência da câmara!..
Até ao momento, os candidatos têm-se limitado a dar alguns (poucos) sinais de vida, em partidos que parecem mortos! (Pela amostra que já é possível ter das campanhas que já arrancaram, em 2017, na nossa cidade, dá para ver que é mais do mesmo: zero em originalidade, zero em conteúdo, zero em ideias. Usam as mesmas palavras e os mesmos slogans. Até ao momento, tem sido um vazio impressionante.) Nota de rodapé. «As eleições autárquicas são um momento fundamental da nossa democracia. Num certo sentido são as mais democráticas das eleições: milhares de portugueses nelas participam, a abertura a listas independentes contrasta com as limitações nas eleições legislativas, e percorrem toda a cadeia hierárquica da administração local, da freguesia ao município. São também a eleição com maior proximidade entre eleitos e eleitores, a elas concorrendo pessoas que são localmente conhecidas e reconhecidas (ou não), com forte personalização. Embora a partidarização seja muito forte, como em toda a vida pública portuguesa, a presença dos partidos é menor e muitas vezes diferente, visto que alguns autarcas têm muito mais independência das direcções partidárias do que os deputados, e não se coíbem de exprimir opiniões críticas, principalmente quando tem legitimidade eleitoral própria. (…) Claro que nem tudo está bem nas eleições autárquicas, porque normalmente as belas tem sempre senãos. Existem fenómenos de caciquismo, e uma tendência para a promessa eleitoral insensata, que não dura mais do que o tempo da campanha. Infelizmente a tradição em candidaturas de vários partidos, com relevo para o PSD, CDS e PS, é o modelo das “vinte estações de metro” que o CDS quer fazer em Lisboa. Já nas candidaturas deste ano vi as mais fabulosas das promessas, incluindo um “precisamos de uma rotunda neste espaço”. No entanto, começa a haver uma crescente utilização nas campanhas eleitorais de listagens das promessas feitas na campanha anterior e do seu não cumprimento. É igualmente um passo em frente no escrutínio dos mandatos que talvez possa colocar alguma moderação. (…) Mas o problema com as campanhas autárquicas, no exacto mimetismo com as nacionais nos dias de hoje, não é tanto o ridículo que muitas vezes era mais original do que o gozo que se lhe fazia, mas a insuportável cinzentismo dos dias de hoje. Ora esse cinzentismo é revelador, por um lado, da apropriação da política por agências de publicidade, marketing e comunicação, que pululam à volta dos partidos e que gostam imenso de campanhas eleitorais onde ganham bom dinheiro. Essas campanhas profissionalizadas caracterizam-se por incorporar a cultura do “não te mexas”, de falta de risco, de querer falar sempre de dentro de um enorme vazio. E essa é em grande parte a política dos partidos de governação, que como não tem nada a dizer refugiam-se nos estereótipos que são o molde da vida política dos dias de hoje. Não há nada para dizer, porque o que há para dizer não se pode dizer. A amostra que já é possível ter das campanhas que já arrancaram em 2017, é disso um exemplo, sem originalidade, sem conteúdo, usando as mesmas palavras, os mesmos slogans, dum vazio impressionante. Os exemplos que refiro a seguir são todos de 2017, na sua maioria do PSD, CDS e PS, algumas do BE. O PCP tem mantido alguma prudência com um slogan único até agora: “trabalho, honestidade e competência”. (…) Temos as campanhas do “mais” e do “melhor” (…), depois há as campanhas da “mudança” (…), há as declarações de amor às terras. (…) E isto é só o princípio, uma amostra de cerca de setenta campanhas concelhias já na rua. Duvido que para a frente vá ser muito melhor. O problema já não é das eleições autárquicas, é da esterilidade crescente da vida política nacional.» "Eleições que estão vivas em partidos que estão mortos." - José Pacheco Pereira, ontem no jornal Público.
Exmº. Senhor Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz os peticionários abaixo identificados e assinados, pela presente, ousam solicitar a Sua melhor compreensão e atenção para o que passam a expor e solicitar: 1. Em 1983 Joaquim Namorado foi homenageado na Figueira, por iniciativa do jornal Barca Nova. 2 . Entre as diversas iniciativas, duas das quais promovidas pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e aprovadas por unanimidade: - a criação do Prémio Literário Joaquim Namorado e - a integração na toponímia figueirense do nome do Poeta , tendo entãol sido aprovada a atribuição do seu nome a uma praceta que hoje tem o nome de Madalena Perdigão. 3. Muitos anos depois, no passado dia 30 de junho de 2014, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, na inauguração de uma mostra bibliográfica comemorativa do centenário de nascimento de poeta, escritor e professor Joaquim Namorado, o vereador da Cultura, dr. António Tavares, verificando a injustiça que estava a ser cometida, prometeu vir a dar finalmente o nome de Joaquim Namorado à toponímia figueirense ; 4. o que até hoje não se concretizou! 5. A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, acabou por perder o espólio de Joaquim Namorado . 6. A cultura na Figueira merecia mais ! 7. Perderam-se oportunidades em junho de 2014. Nesta perspectiva os peticionários solicitam os bons ofícios de V. Exª. para que Joaquim Namorado, venha, em breve, a ter os seu nome na toponímia figueirense, uma cidade que ele escolheu para viver e morrer e a quem deu tudo. Nota. Para assinar esta petição, clicar aqui.