O mundo que temos é este em que vivemos. Portanto: «não importa para onde tentamos fugir, as injustiças existem em todo o lado, o melhor é encarar essa realidade de frente e tentar mudar alguma coisa.» Por pouco que seja, sempre há-de contribuir para aliviar...
O presidente da ERC, aprovou a deliberação sobre o caso que opôs o ministro Miguel Relvas e o jornal PÚBLICO, “absolutamente convencido” de que estava lá escrito que tinha havido uma “pressão inaceitável”.
Carlos Magno deixou essa garantia ao início da noite na audição do conselho regulador da Entidade Reguladora para a Comunicação Social que está a decorrer na comissão de Ética. “A expressão de que tinha havido uma pressão inaceitável não está no final da deliberação e o erro é meu. Eu estava absolutamente convencido de que a expressão estava lá.”
Pronto, não é grave: em Portugal, tudo é uma brincadeira!..
Mas, será que, em Portugal, todos somos todos parvos?..
Dava jeito...
Isto, não são estórias de ricos do antigamente… Isto, é uma visão delirante e actualizada da Figueira de hoje!.. "A borbulhante marginal é o centro de tudo: restaurantes, bares, esplanadas, hotéis, discotecas e o famoso casino, que atraem milhares de pessoas. O extenso areal, esse, foi transformado num centro de animação, onde, no verão, se realizam concertos e provas desportivas, como os concorridos campeonatos de futebol de praia."
No local onde há 15 anos a sede da Associação Naval 1.º de Maio desapareceu, levando consigo um património histórico e de grande valor para a própria cidade da Figueira da Foz e o seu concelho, restam as ruínas a assinalar o triste acontecimento. Nas Ruas da República e Fernandes Tomás, continua o vazio. Nos dias que passam, a Naval 1.º de Maio tem uma sede provisória na antiga casa do guarda do Estádio Municipal José Bento Pessoa... E, presumo, os projectos grandiosos anunciados em anos recentes, mas que, até agora, não passaram do papel...
"Meus senhores, como todos sabem, há diversas modalidades de Estado.
Os estados sociais, os corporativos e o estado a que chegámos.
(...)
De maneira que, quem quiser vir comigo, vamos para Lisboa e acabamos com isto.
Quem for voluntário, sai e forma.
Quem não quiser sair, fica aqui!" Salgueiro Maia