Escrevi há dias num post:
“Acostumados a esperar lamúrias e lágrimas fáceis de sobreviventes de algumas tragédias que vão acontecendo por aqui, os repórteres, no terreno, e os editores, no estúdio, não têm, quanto a mim, conseguido ver e passar o essencial: os sintomas de estoicismo nos habitantes de um país onde o pior parece ser uma sina. A cobertura do terramoto, tal como tudo em televisão nos dias de hoje, virou espectáculo sensacionalista.”
Hoje, aconteceu o impensável na cobertura de uma catástrofe daquela dimensão pois, o jornalista não é a notícia.
Vejam o vídeo









