sexta-feira, 3 de maio de 2024

Oitos anos, sempre são oito anos: há muita fominha no laranjal... (II)

No passado dia 30 de  Abril, no OUTRA MARGEM, tinha  ficado escrito: "50 anos depois do 25 de Abril de 1974, a direita, continua a fazer saneamentos políticos. 
O Governo tem esperança de vida curta e os boys/girls são mais que muito(a)s."
Daniel Oliveira, hoje no Expresso, vai no mesmo sentido ao "chamar os boys pelos nomes": «os cargos de topo são para distribuir jogo pela clientela. Há uma rede de empregos, contactos, parcerias e negócios a tratar. Não é novo, mas a pressa é maior. Ao fim de oito anos, a fome é cega. E nestas circunstâncias políticas, ninguém quer esperar para saber quanto tempo terá para o assalto ao Estado. Não dá para deixar que os mandatos acabem».

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