Sou o senhor de meu destino; Sou o capitão de minha alma.” William Ernest Henley

quarta-feira, 20 de outubro de 2021

"Renuncias a cargos políticos"...

Sobre o tema anda algures pelo facebook  alguma polémica.
A  minha opinião é bem simples e frontal: não tenho.
Renunciar a cargos políticos a que se concorreu e para que se foi eleito, na minha opinião, é uma opção pessoal que respeito.
Cada um é livre de não querer aquilo a que tem direito.
Por isso, considero que renunciar a um cargo político, é uma opção pessoal e individual. 
Pode mostrar, depois da reflexão, despojamento, vontade de contribuir para a  renovação, ou outra coisa qualquer.
Como, a meu ver, porém, se trata de uma questão do foro íntimo de quem toma essa opção, como o meu foco não são as pessoas, mas sim a análise do exercício da sua actividade nos cargos políticos que ocupam, não me peçam para opinar, pois a meu ver é uma não questão: não há nada para comentar sobre quem nada fez, por ter voluntariamente renunciado, no exercício do cargo político a que concorreu e para que foi eleito.
Quem renuncia não quer. E, esse, é um direito que assiste a cada um de nós.

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