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"Como todos sabem, há diversas modalidades de Estado. Os estados socialistas, os estados capitalistas e o estado a que chegámos" na Figueira.

sábado, 12 de janeiro de 2019

A vida política na Figueira é isto: uma sucessão de truques feitos às três pancadas...

Via nota de imprensa,  a concelhia do PSD compara o presidente da Câmara da Figueira da Foz, João Ataíde, com o presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Aquela estrutura partidária, liderada pelo vereador Ricardo Silva, reagiu  às afirmações do gabinete da presidência da autarquia,  a propósito da visita dos deputados socialdemocratas ao concelho.
Começa assim a nota de imprensa "laranja".
“É cada vez mais claro, para o PSD na Figueira da Foz, que a gestão autocrática do dr. Ataíde se assemelha à do ditador Maduro, nomeadamente quando ousa tentar governar a oposição, desprezando todavia a resolução dos problemas dos figueirenses, os quais clamam por ajuda… mas não a têm!”.
“Ao demonstrar «tiques» de senhor feudal (acha que todos lhe devem vassalagem ao atravessar «os seus domínios» - sintomas típicos do ADN socialista!), as perguntas que se colocam são as seguintes: é o dr. Ataíde quem define como e quem do PSD pode visitar o concelho? Acha-se o «dono disto tudo»?”, acrescenta. 

“O PSD defende que, visto que o presidente da câmara demonstra estar mais interessado em viajar com a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, outros têm de viajar pelo concelho para ajudar quem necessita!”.
Na parte final documento do PSD, pode ler-se que o partido “quer ajudar a resolver os problemas dos figueirenses, e já conseguiu que pelo menos o presidente da câmara fique alertado para os inúmeros casos de destruição provocada pela tempestade «Leslie» e para as pessoas que ainda desesperam por ajuda, três meses depois dessa calamidade”.
A resposta do gabinete da presidência da câmara foi dada por escrito. Segundo o que pode ser lido na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS, “não se justifica este tipo de comentários do senhor vereador Ricardo Silva, sendo por demais evidente o seu desespero e agora também o seu destempero”, defende. “Em reunião de câmara (no dia 21), o local adequado para a discussão pública, prestaremos os esclarecimentos que se considerarem oportunos”, conclui o
gabinete da presidência da câmara.

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