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“O que impede de saber não são nem o tempo nem a inteligência, mas somente a falta de curiosidade.”
- Agostinho da Silva

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Virtudes (II)

António Tavares, vereador do PS, ontem, na sua coluna de opinião no jornal AS BEIRAS.
“A taxa de desemprego baixou no terceiro trimestre de 2013, estando agora nos 15,6%. A descida foi de 0,2% (mês homólogo) e/ou de 0,8% (trimestre anterior).
São 47 mil pessoas num universo de 838 mil. A descida deu-se, sobretudo, no setor do alojamento e restauração, pelo que, esperemos não estar perante uma diminuição sazonal. A taxa de atividade
também sofreu uma descida, tendo 4,4% dos empregados transitado para a inatividade.
Não é, pois, seguro que estejamos perante uma tendência sustentada.
Na Figueira, a taxa de desemprego está nos 14,5%, número abaixo da média nacional. Os desempregados eram, em novembro, 4064, menos 248 do que no mês homólogo de 2012 (-5,7%). O escalão etário dos 35-54 anos é o mais penalizado, 48,4%, e 11,4% têm menos de 25 anos.
O Centro de Emprego, a ACIFF e a câmara, através do Gabinete de Inserção Profissional e do Gabinete de Apoio ao Empreendedorismo, têm desenvolvido iniciativas para minorar o flagelo do desemprego, notoriamente com impacto positivo.
Da mesma forma, a autarquia, a Segurança Social e as IPSS’s têm dado resposta às dificuldades dos que vivem o drama de não terem trabalho.
Dado importante é que, no concelho, existem diferenças salariais significativas (cerca de 30%) que resultam da diferença de habilitações e da dimensão das empresas; acresce que uma boa parte da
população empregada trabalha por conta de outrem.
Em suma, é necessário continuar a investir na educação e na formação profissional, na captação de investimento para empresas de dimensão razoável, na promoção do empreendedorismo e a articular e concertar, entre diferentes entidades, intervenções no mercado de trabalho. Assim
se deve continuar.”
A política e os jornais estão cada vez mais desinteressantes, também cá pelo burgo.
Ainda me lembro do tempo em que, escrever nos jornais e publicar livros sobre política, trazia consequências. 
Em 2014, escrever o óbvio, continua a ser uma virtude... 

1 comentário:

Anónimo disse...

Oh Agostinho se nao fosses sempre do contra, a Camara ajudava-te :) olha para o gabinete da presidência deste mandato e vês lá pelo menos três alminhas que nao tinham poiso.