Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sábado, 4 de novembro de 2006

FIM


Quem visitar o local onde, durante décadas, nasceram milhares de bebés, depara–se com uma maternidade fantasma que não assusta porque ainda é visível que, ali, nasceu muita gente feliz.

Para mais tarde recordar, fica o rosto politico do fecho da Maternidade da Figueirara da Foz: CORREIA de CAMPOS.



Bebé russa encerrou bloco de partos

Nos corredores da maternidade do HDFF o ambiente é sereno, mas sente-se a tristeza. Os sorrisos são tímidos, as palavras quase nenhumas e o carinho com que se abraça a última bebé ainda é maior. No entanto, há optimismo, pois fecha-se um ciclo, mas outros horizontes se abrem. A última bebé a nascer no bloco de partos do HDFF (Hospital Distrital da Figueira) veio ao mundo poucas horas depois de se conhecer a data de encerramento daquele espaço. Uma menina com 3.230 gramas, com mãe de nacionalidade russa, nasceu às 00h30 do dia 1 de Novembro, veio fechar um ciclo que durava há 59 anos e que foi criado para responder a uma necessidade de um concelho que se acreditava estar em desenvolvimento. (…) [in Diário de Coimbra]

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