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sábado, 14 de março de 2015

Peter Pereira - um fotojornalista

imagem sacada daqui
O português e figueirense Peter Pereira recebe este sábado, nos Estados Unidos, o prémio Fotógrafo do Ano de Nova Inglaterra, região que inclui seis Estados norte-americanos, da National Press Photographers Association, organização que representa todos os fotojornalistas do país.
Para Peter Pereira “o fotojornalismo nasce da ideia de chegar às pessoas numa linguagem que todos podem entender, criar histórias visuais que chamam a atenção de uma forma que não pode ser ignorada. Quando recebes um prémio, isso dá-te uma oportunidade para mostrar às massas histórias em que tens interesse”.
Nos últimos 17 anos, além dos prémios da National Press Photographers Association, recebeu a distinção de fotógrafo do ano da New England Newspaper & Press Association, por sete vezes, e um prémio de excelência dos prémios China International Press Photo.
No campo da fotografia, diz que o fotojornalismo foi sempre a única opção para si.
“Ao contrário de outros tipos de fotografia, tem um impacto directo na forma como olhamos o mundo. É uma linguagem universal, capaz de atravessar fronteiras. Não tenho dúvidas de que o fotojornalismo consegue mudar o mundo”.
Representado pela agência portuguesa “4SEE”, Peter diz que continua ligado ao país que deixou há quase 40 anos.
“Vivi nos Estados Unidos a maior parte da minha vida, mas gosto da ligação que esta agência me dá ao meu país.
Tenho orgulho de ser português, de promover o país o quanto posso e vou sempre considerar-me português”.
Peter Pereira tem família na Cova-Gala. Parabéns Peter Pereira.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A simplicidade autêntica de Peter Pereira



Na fotografia, o simples e o autêntico, normalmente, costumam dar um bom boneco. 
É o que transparece desta entrevista do Peter Pereira.
Tal como ele certamente faz para conseguir as fotos que o caracterizam, é preciso reparar, ver, olhar e imaginar o enquadramento.
A autenticidade é a possibilidade de alguém ser capaz de revelar a sua realidade.
“As histórias mais importantes para mim são sobre a pobreza”, disse Peter Pereira na entrevista, que pode ser lida aqui. O vídeo foi sacado daqui.
O ser simples é sempre útil! Peter Pereira, nesta entrevista, revelou-se de uma simplicidade que roça a ternura. 
Depois de ver os cerca de 36 minutos do vídeo, da entrevista dada por este fotojornalista nascido na Gala, multi premiado e reconhecido, quem pode esconder um sorriso e um olhar terno e comovido?

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Peter Pereira, um covagalense na diáspora

Peter Pereira, fotojornalista natural da Cova Gala emigrado desde criança nos Estados Unidos, em New Bedford, está entre as cerca de 30 personalidades das comunidades portuguesas da diáspora que vão ser condecoradas pelo Presidente da República no âmbito do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Nos últimos 17 anos, além dos prémios da National Press Photographers Association, recebeu a distinção de fotógrafo do ano da New England Newspaper & Press Association, por sete vezes, e um prémio de excelência dos prémios China International Press Photo.
No campo da fotografia, diz que o fotojornalismo foi sempre a única opção para si.
“Ao contrário de outros tipos de fotografia, tem um impacto directo na forma como olhamos o mundo. É uma linguagem universal, capaz de atravessar fronteiras. Não tenho dúvidas de que o fotojornalismo consegue mudar o mundo”.
Representado pela agência portuguesa “4SEE”, Peter diz que continua ligado ao país que deixou há quase 40 anos.
“Vivi nos Estados Unidos a maior parte da minha vida, mas gosto da ligação que esta agência me dá ao meu país.
Tenho orgulho de ser português, de promover o país o quanto posso e vou sempre considerar-me português”.
Peter Pereira tem família na Cova-Gala.

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Medalha de Mérito Cultural em Prata Dourada foi entregue a Peter Pereira

Para ver melhor clicar na imagem
"Foi um dos momentos mais bonitos da minha vida. Digo com paixão que adoro a Figueira e a minha terra. Não esqueçam os artistas que vivem cá, muitas vezes na sombra", disse Peter Pereira no decorrer da cerimónia realizada na passada segunda-feira.

terça-feira, 1 de maio de 2018

Cova e Gala, uma Aldeia de grandes fotojornalistas...

No momento do enorme sucesso do Pedro Cruz (na opinião de um grande fotojornalista deste país, fez uma das fotos do século), recordo outro enorme grande fotojornalista natural da Cova e Gala: Peter Pereira.
"Foi um dos momentos mais bonitos da minha vida. Digo com paixão que adoro a Figueira e a minha terra. Não esqueçam os artistas que vivem cá, muitas vezes na sombra", disse Peter Pereira no decorrer da cerimónia realizada na passada segunda-feira, dia 1 de agosto de 2016.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Peter Pereira, um covagalense na diáspora

“Vivi nos Estados Unidos a maior parte da minha vida.
Tenho orgulho de ser português, de promover o país o quanto posso e vou sempre considerar-me português”.
Peter Pereira tem família na Cova-Gala.

quinta-feira, 28 de setembro de 2006

Video sobre os nossos pescadores

New Bedford, na Nova Inglaterra, foi a primeira “capital portuguesa” nos EUA. Ainda no decorrer do século dezanove tornou-se destino prioritário para emigrantes açorianos e madeirenses. Quais os motivos que levaram os emigrantes a reunirem-se naquela pequena cidade portuária? A rota dos grandes veleiros é normalmente apontada como a responsável pela ida dos primeiros emigrantes açorianos para os EUA.

Mas New Bedford encontra-se também ligada, desde há muitos anos, à Cova e Gala. Milhares de conterrâneos nossos tomaram o caminho da diáspora e demandaram a cidade baleeira à procuram de uma vida melhor. Primeiro, sobretudo para a pesca. Nos dias de hoje, porém, já estenderam a sua actividade por outros sectores da sociedade americana.

Peter Pereira, é um luso-americano (pertence a uma família conhecida e estimada na nossa Terra - os Roda) e é Fotojornalista no Standard Times, um jornal de New Bedford. Peter e outro luso-americano, chamado João Ferreira, criaram um projecto sobre a imigração portuguesa. É um livro sobre a experiência portuguesa na América e retrata também os imigrantes da Cova Gala.É deles o vídeo, que com todo o gosto, divulgamos aos visitantes do Outra Margem. É só clicar:

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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Peter Pereira - fotojornalista natural da Cova Gala... *

* - “Vivi nos Estados Unidos a maior parte da minha vida, mas tenho orgulho de ser português, de promover o país o quanto posso e vou sempre considerar-me português”.

domingo, 12 de abril de 2026

Os poderosos são sempre uma ameaça para a segurança da sociedade

José Pacheco Pereira: Destruir uma civilização é possível? É
«Todos estes “destruidores de civilizações” destruíram muita coisa mas, como todos os “destruidores” antigos, deixaram muitas ruínas para serem reconstruídas.
A civilização, neste caso a milenária civilização persa, que, aliás, verdadeiramente não existe nos nossos dias. levanta um conjunto de problemas que revelam tendências profundas do grupo que está à frente dos EUA.Digo isso em primeiro lugar porque duvido muito que tenha sido Trump a escrevê-lo por sua iniciativa. Mas ouviu alguém dizer isso, achou graça, e reproduziu-o. Duvido que Trump saiba alguma coisa da civilização persa antiga e, mesmo apesar da sua loucura, não deve saber nada para se apresentar como um herói moderno da batalha de Maratona. Mas quem falou à sua frente da civilização persa pode pertencer a um grupo de "trumpistas" evangélicos que tomam à letra a ideia de que uma espécie de Armagedão, lá para as terras do Médio Oriente, pode tero efeito de um regresso de Cristo envolto em chamas purificadoras, ou para fazer uma nova Jerusalém divina, ou para abrir portas ao Juízo Final. 
Seja como for, Trump, no que diz, não vai além da ideia de "obliterar" o Irão, e ele gosta disso. Mas pode uma civilização ser "obliterada"? Até meados do século XX a resposta é não. Na Bíblia e nos relatos históricos da antiguidade greco-latina, isso significava a destruição da cidade, a matança do seu povo ou a sua redução à escravidão. Babilónia, Jerusalém e um melhor exemplo, Cartago, conheceram esse destino real ou mítico, ou destruídas ou "renascidas". Mas Cartago foi arrasada e a sua terra salgada, na última Guerra Púnica, o modelo desta destruição civilizacional. Outros "destruidores de civilizações” existem, como Átila e Gengis Khan. O primeiro devastou o que sobrava dos Impérios Romanos do Oriente e do Ocidente e foi até França. Gengis Khan, do mesmo modo, da China à Europa, varreu tudo com uma destruição épica. Se falarem nisto a Trump, ele vai pensar nestes homens como modelos. Todos estes "destruidores de civilizações" destruíram muita coisa, mas, como todos os "destruidores" antigos, deixaram muitas ruínas para serem reconstruídas. Destruíram no sentido antigo, o que vem na Bíblia por exemplo, "cidades”, o mundo dos que lhe eram contemporâneos e não o mundo. 
Surge então um problema filosófico novo que faz parte daqueles problemas que os gregos não enunciaram. É, assim, falsa a afirmação de que todos os problemas filosóficos clássicos tinham sido colocados pelos gregos. Nesse sentido, a tradição judaico-cristã foi mais longe e pensou não apenas na destruição das "cidades", mas na destruição da humanidade. Este problema surgiu nos anos 50 do século XX, quando se percebeu que a bomba termonuclear tinha o potencial de extinguir a humanidade. 
Na literatura e no cinema popular, com o seu Godzila, como na ficção científica, o cenário do apocalipse tornou a aparecer, não só como possível mas como provável. Não é por acaso que, quando Trump falou em aniquilar a civilização persa, houve quem perguntasse se ele ia usar a arma nuclear. 
Eu sei que é um pouco inútil atribuir dimensão histórica ou de qualquer milenarismo religioso às acções de Trump, mas há uma crescente tendência para fazer um upgrade das intenções dos americanos, associando-as a um discurso religioso que inclui uma interpretação apocalíptica das guerras. Até então havia o petróleo, terrorismo, a procura da arma nuclear, que eram o pretexto para a guerra. Agora acrescenta-se Deus, que está presente nas sessões de Peter Hegseth ou de Trump, ungido por uma influencer evangélica de fusão que grita sons guturais e põe a mão sobre o Presidente. 
A grande resposta tem vindo do Papa americano Leão XIV, que não poupa as palavras para condenar este uso de Deus para legitimar e ser mais um soldado na guerra contra os "infiéis". Esta manipulação teológica coloca Trump num plano muito próximo dos clérigos iranianos, que têm sobre ele a vantagem de serem não só mais tradicionais no sentido histórico da palavra, como menos dados, na sua invocação de Alá, a usá-lo da forma patética que Trump usao seu Deus peculiar. 
Nisto tudo, a pergunta é como chegámos aqui e, mais importante, como saímos daqui. Trump um dia vai mostrar de forma inequívoca a sua loucura, de tal maneira que, para os seus sicofantas, se vai colocar a hipótese de disporem dele, "obliterando-o", com alguma coisa que possam sempre atribuir a outros. Trump vai cair de cima, mais cedo do que se pensa, e são os "seus" que lhe vão mostrar como se destrói uma civilização.»