quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

O futebol na Figueira nunca mais vai ser o que foi...

"Credores reclamam 8,9 milhões de euros à SAD da Naval".

Deve ser um sábio muito irritante...

Mas, porque é que, eu, figueirense,  encontrei há pouco o sábio e lhe perguntei  onde estava a “herança” da felicidade e o sábio fingiu, procurou nos bolsos das calças e respondeu-me:  "aqui não está!"? 

Continua mau tempo e a erosão continua ao ataque na Cova... (continuação)

foto António Agostinho
De ontem para hoje, a situação agravou-se. 
Veja a evolução: compare clicando aqui,  aqui, e  aqui.
E para o próximo dia 1 de Fevereiro parece que vamos ter uma espécie da ressaca do Hércules...

É isto o principal responsável da Universidade Lusófona?..

“Depois da casa roubada, colocaram trancas à porta”

Antes da morte de Clemente Imaginário e de Manuel Pata nenhuma das duas hipóteses aconteceram. A seguir, fechou-se o canal à navegação e passaram-se as embarcações do Portinho da Gala para o Porto de PescaFotos outra margem
A morte dos dois pescadores alegadamente provocadas pelas obras de construção da nova Ponte dos Arcos, aconteceu  na manhã de 19 de março de 2007.
Porém, muito antes, mais de um mês antes, os pescadores da pesca artesanal da Cova-Gala já andavam preocupados e  descontentes com as obras que então estavam  em curso na zona da Ponte dos Arcos.
Segundo quem se dedica a este tipo de pesca, o canal de navegação tinha ficado demasiado estreito, o que pôs em risco a segurança das embarcações e dos homens no decorrer da navegação naquele troço do rio.
O “canal da morte” deveria ter sido encerrado à navegação, como, aliás, aconteceu logo a seguir ao acidente
Isso, sabe-se hoje, teria evitado a morte dos dois pescadores.
Depois da “casa roubada, colocaram trancas à porta”, pois alguém interditou  depois do acidente que vitimou duas vidas  a “boca do inferno”.
Alguém teve “poder” para o fazer à posteriori. Portanto, alguém falhou.
Sabe-se que houve reuniões, antes do acidente, numa das quais foram ouvidas as preocupações dos pescadores, que devido às obras se queixavam das dificuldades em navegar pelo canal.
Louro Alves, Capitão do Porto na altura dos acontecimentos,  afirmou na sessão de julgamento em que foi ouvido que ninguém (entidades que participaram - Estradas de Portugal, IPTM, câmara, construtora, entre outras) levantou a “questão de interdição do tráfego no canal”.
Não obstante, já era equacionada, antes do acidente, a passagem das embarcações do Portinho da Gala, para o porto de Pesca, uma das soluções que Louro Alves defendeu e que poderia ter evitado o acidente.
A outra teria sido a interdição total do canal de navegação.
Antes da morte de Clemente Imaginário e de Manuel Pata, porém, nenhuma das duas hipóteses aconteceram. A seguir, fechou-se o canal à navegação e passaram-se as embarcações do Portinho da Gala para o Porto de Pesca.
À boa maneira portuguesa, “depois da casa roubada, colocaram-se as trancas à porta”...

Em tempo.
A próxima sessão do julgamento está marcada para 26 de fevereiro, às 09H00.