quinta-feira, 9 de maio de 2013

Próximo da extinção da espécie?..

“Em tempos, lá pelos idos de 2009,  pensou-se, cá pela santa terrinha, que as coisas poderiam ser assim....
Dentro do Movimento 100%, como independente que é (seja lá isso o que for…), não irá haver luta entre facções, como dentro dos partidos, não existirá  luta pelos  lugares, como dentro dos partidos, não haverá imposições que contrariem e choquem com a vontade dos aderentes ao projecto,  como dentro dos partidos, não ocorrerão melindres susceptíveis de magoarem  militantes com provas dadas, como dentro dos partidos, ninguém acabará por sair  magoado por desconsiderações, como dentro dos partidos, nem terão lugar as desgastantes lutas intestinas pelos lugares, como dentro dos partidos...
Enfim, seria um oásis, politicamente falando!..
Pois… Mesmo assim, apesar de todas estas elevadas intenções, apenas 3(três) anos decorridos, já se chegou à conclusão que “um movimento independente não nasce para viver toda a vida”...
Resta, pois, aguardar por mais esta inevitabilidade: a extinção da espécie…”

 “A assembleia geral  da Associação Cívica Figueira 100% realizada na passada terça-feira à noite foi anulada, porque a convocatória que a antecedeu foi publicada fora do prazo legal, com dois dias de diferença, informou Daniel Santos, líder da comissão executiva. Foi um dos sócios que alertou para a irregularidade e, pouco depois, a sessão foi cancelada.
Cerca de 30 de sócios, num universo de 270, participaram reunião que se realizou na Assembleia Figueirense. Segundo adiantou ainda Daniel Santos, vai ser convocada uma nova sessão.
Lembre-se que a reunião anulada destinava-se a votar o relatório e contas de 2012, que foram aprovados, mas sem validade, e a eleição de novos órgão sociais.
Contudo,  não foram apresentadas candidaturas. No decurso da assembleia foi equacionada a possibilidade de ser elaborada uma lista de recurso para as diferentes estruturas da associação, mas o prazo legal para a apresentação expirara 24 horas antes.
A anulação da reunião magna da Figueira 100% impediu portanto que fosse debatido o ponto da agenda destinado a assuntos diversos. Um deles era o processo eleitoral que se avizinha.
Neste ponto, deverá porém prevalecer a possibilidade do movimento com o mesmo nome da associação não apresentar candidaturas às próximas eleições autárquicas. Por outro lado, se na próxima assembleia também não aparecerem listas,deverá iniciar-se o processo de extinção da Figueira 100%.”
Lido nas  BEIRAS de  9 de maio de 2012, enquanto tomava café, após o almoço.

Em tempo.
Sem ironia, os meus sinceros parabéns a Miguel Almeida.
Para já,  a meu ver, ele é o vencedor em todo este processo.
Como não há “almoços grátis”, ele como político experiente e profissional que é, limitou-se a fazer o que tinha a fazer…
Mais uma vez: parabéns Miguel...

Dignidade


«Quem quiser quer prepare a próxima época. É impossível continuar a trabalhar nestas condições», afirmou ontem à tarde Álvaro Magalhães, treinador da Naval, depois do  jogo com o Freamunde,  após assegurar a permanência do clube na II Liga,  referindo-se aosvários meses de salários em atraso no clube.
«Já tinha conversado com os administradores da SAD para continuar na Naval, mas tive que repensar essa situação por causa da falta de garantias», acrescentou.

Carlinhos, agora diz adeus aos nossos colaboradores *


"Foi um trimestre difícil. Os prejuízos foram determinados pela recessão económica, o que dificultou a geração de receitas pelo aumento das insolvências e do desemprego e agravou os custos com as imparidades: o produto bancário diminuiu 14,2% e o reforço de provisões aumentou 25,9%", afirmou Ricardo Salgado, presidente do BES, na conferência de imprensa da apresentação dos resultados trimestrais.
Portanto, "vamos ainda encerrar cerca de 20 balcões até ao final do ano e reduzir 200 colaboradores"...

Título do post e imagem via  O sítio dos desenhos

A purga do troikista mais troikista que a própria troika…


Gaspar, em 2011…
Na altura, como sempre,  Gaspar explicou devagar, com a sua voz irritante e característica, que  esta medida seria uma alternativa terrível e não exequível aos cortes então decididos e executados.
Recusava-a, portanto.
Mas, como agora se verifica, não é que não a desejasse…
Entretanto, agora, milhares de milhões de euros de cortes depois, as rescisões passaram a ser totalmente exequíveis.

Em tempo.
Eu não notei nada, mas o erro pode ser meu.
Alguém deu, dois anos passados, pela prosperidade  do país e dos portugueses  ao ponto de poder arcar, agora,  com esta despesa e com mais este atentado a quem vive do seu salário?