domingo, 12 de maio de 2019

Retrato da vacuidade figueirense

De um modo geral,  passeia ante todos nós o seu diletantismo e falta de escrúpulos. Estes e a coerência são conceitos de que  conhece apenas a película utilitária. No mais, o sorriso matreiro (e descarado) de sempre, o andar gingão e descontraído próprio daqueles a quem a vida corre bem.
E, de vez em quando, um susto...

sábado, 11 de maio de 2019

Estão previstos 29º. C para amanhã!..

Ainda bem. Todas as mulheres são lindas de vestido!..

Cenas do dia a dia...

Ao entrar no restaurante, pediu um lugar à janela. 
Passou a refeição a olhar para o telemóvel...

Universidade sénior...

Via jornal Diário as Beiras

"Fui convidado para dar quatro aulas na Universidade Sénior da Figueira da Foz. O desafio era novo para mim, como motivar pessoas com um longo percurso profissional a prestar atenção ao que eu tinha para dizer. A solução passou por aulas interativas, com recurso à visualização dos assuntos do ponto de vista global e local, debate e apropriação dos conceitos. Por exemplo, falámos da qualidade da água que bebemos, além dos desafios globais, debateu-se o tipo de análises que faz a empresa Águas da Figueira. Será fácil, através dos dados fornecidos, interpretar se a água é boa? Ou os parâmetros analisados são tão complexos e extensos que impedem ao consumidor final perceber se está mesmo a beber água de qualidade?
Durante a aula concluiu-se que seria uma excelente ideia visitar a Estação de Tratamento de Água da Figueira, situada em Vila Verde. Isto para dissipar dúvidas e garantir que os alunos pudessem efectivamente apropriar-se do conhecimento, a qualidade da água, a sua origem, tratamento e vantagens do seu consumo relativamente à água engarrafada. Vantagens do ponto de vista ambiental, menos plástico e menor consumo de energia e mais controlo analítico. Após quatro aulas conclui que a Universidade Sénior é importante. Além de aproximar pessoas, permite que estas possam “arejar”, ventilando as suas experiências, confrontando-se até com alguns dos seus mitos. Quase no final de uma das aulas alguém confessou que “depois da meia-noite a água na Figueira sabe muito a cloro, e não se pode beber”, mito ou realidade?"

sexta-feira, 10 de maio de 2019

Berardo diz que tentou "ajudar os bancos"!..

Assim, acabam as crises políticas...

Vá lá não se acanhem:  "dêem a maioria absoluta a António Costa…"

"A Banca diminuiu balcões e funcionários em todo o país porque toda a gente pagava com Multibanco.
Agora que cobram pelo levantamento ao balcão em dinheiro, também querem passar a cobrar a quem levanta através de Multibanco. Ao mesmo tempo que já cobram aos comerciantes pelas transacções feitas por Multibanco.
Tudo isto enquanto conseguem lucros gigantescos num negócio feito com o dinheiro dos outros. Outros esses que pagam para que o seu dinheiro esteja seguro e que são cobrados por tudo e mais alguma coisa. Outros esses que pagam ainda, através dos seus impostos, quando as coisas correm mal.
O negócio da Banca é um negócio cujo risco é de 0%. É fácil gerir assim um negócio. Os lucros são só seus, os prejuízos são sempre dos outros.
Não há dinheiro para ninguém, mesmo quando são despesas que nem sequer mexem com a actual legislatura. Mas para meter no cu dos banqueiros, 400, 500, 600 milhões por anos – todos os anos – dá sempre para acomodar.
Eram menos 400 milhões para os professores. E quantos milhões são, todos os anos e de forma permanente, para as rendas e subsídios e benefícios fiscais aos grandes grupos económicos?
Com os políticos que temos, vai continuar a ser assim. Mas com a maioria absoluta de um partido corrupto como é o PS, vai ser pior ainda.
Dêem a maioria absoluta a António Costa, dêem…"

Há pessoas em desespero...

Ladeira da Lomba, junto ao antigo edifício da Polícia: encerrada há 3 meses!...


Rua Combatentes da Grande Guerra: encerramento dura há mais de um mês!.
Obras na Figueira...
Há anos e anos que sabemos que o fenómeno das obras públicas na Figueira custa os olhos da cara, transtornos aos moradores e a quem tem o seu ganha pão nos locais onde se realizam.
Transtornos, quando existem obras, haverá sempre. Todavia, há transtornos razoáveis e os outros: os que ultrapassam o que seria razoável.
É o caso do que está a acontecer na zona antiga da cidade.
Não sei se a culpa é do empreiteiro ou da autarquia. Sei, isso sim, é que existem pessoas desesperadas. E não venham com a treta  dos "fatalismos, dos imprevistos e dos erros." Interessa saber é o que se está a passar. Isto é: saber que fatalismos imprevistos e erros são esses.
Estão identificados? Devem-se à falta de qualidade do projecto? Às alterações? Às deficiências de fiscalização?
Já sei: isso seria exigir muito. Portanto, não vai acontecer nada.

Uma questão de bom senso?..

Crónica de hoje no Diário as Beiras

E, assim, se chega a secretário de estado do ambiente!..

Câmara da Figueira: a mediocridade a fazer o seu natural caminho...

A vida dos figueirenses está repleta de momentos irreais. Vivemos, digamos assim, numa espécie de realidade paralela. Vivemos uma farsa. 
Alguns de nós, porém, temos a noção do logro. 
Resumidamente: a Figueira é um pedaço de terra pobre e mal tratada, mas onde outros de nós (a maioria...) cremos que somos gente porque temos sol, praia e carnaval todos os dias. 
Enquanto formos passando cheques em branco aos nossos queridos políticos, eles continuarão a mentir-nos, a enganar-nos e a ludibriar-nos, algumas vezes porque não conhecem o passado e são medíocres. O conhecimento dá trabalho e para quem é "bacalhau basta"
Tudo em nome da tal democracia e liberdade que, estranhamente, cada vez limita mais a vida e os horizontes dos figueirenses.
Reparem neste exemplo dado pelo Municipio da Figueira da Foz. Nem a verdade histórica é devidamente acautelada!..

Felizmente, que há ainda quem tenha memória para repor a verdade e o respeito pelo rigor...

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Big Hairy Audacious Goals (um)

Pedro Silva, no Diário as Beiras

"Com o rio esquecido, o mar cada vez mais distante, a serra num eterno processo de rejuvenescimento, o tecido urbano feito num oito, as freguesias ignoradas (até por nós, escribas!), resta-nos o alento do inesgotável astro em pôr-se bonito para todos nós quase todos os dias.
Haverá BHAGs muito mais importantes para crescermos como concelho. Mas, não havendo nem um só para amostra, não seria de mau tom podermos voltar a lutar pelo título de melhor pôr de sol de sempre."

Só na Figueira é que um campo custa meio milhão?..



Vídeo sacado daqui.

"O Industrial Desportivo Vieirense inaugurou o novo relvado sintético do campo de futebol 11 e dos três campos de futebol de formação infantil e o novo sistema de iluminação, localizados no Estádio Albano Tomé Féteira, no passado domingo, 17 de março.

As novas infraestruturas representam um investimento de cerca de 190 mil euros, comparticipados em 100 mil euros pela Câmara Municipal da Marinha Grande e vão permitir a captação de mais jovens atletas para a prática do futebol."

Programa Municipal de Desporto para Todos...

... ou só para Alguns?

Para ver melhor, clicar na imagem sacada daqui.

ESTALEIROS NAVAIS

Figueira: olha bem, fita os olhos - MIRA!

Anel das Artes: 40 mil já devem cantar na conta do arquitecto!..

Conforme postagem anterior, via Diário as Beiras, ficámos a saber que, "pelo menos por um ano, a empreitada do Anel das Artes, infraestrutura multiusos descoberta projectada por Ricardo Vieira de Melo para o parque das Gaivotas, obra que estava previsto arrancar em breve, foi adiada."
Entretanto, 40 mil dele já devem contar na conta do arquitecto. O resto, é conversa da treta.

Imagem sacada daqui. Para ver melhor, clicar na imagem.

Nota de rodapé (via OUTRA MARGEM):

Guerra de guerrilha?..

Via Diário as Beiras
A guerrilha ganha-se nos pequenos passos, decisão a decisão, boca a boca, palavra a palavra. 
Neste momento, porém, estou com duvidas.  Não me parece que Carlos Monteiro esteja disposto a abdicar de sonhos de grandeza, como é o caso do Anel das Artes. Assim como não me parece que Carlos Monteiro queira - ou possa - apostar numa estratégia de longo prazo, embora só assim se ganhe uma guerra de guerrilha.
“O touril está muito próximo e, apesar de ser privado, pode vir a ter uma utilização mais pública”. 
“Se calhar, o Anel das Artes não faz sentido”...
Acabei de citar Ana Carvalho, em declarações  ao jornal Diário As Beiras, publicadas em 29 de Abril de 2015.
Já agora. Já responderam ao vereador Ricardo Silva?

As perguntas foram as seguintes:
"1- Qual estudo de viabilidade económica do Anel das Artes?
2- Qual a sua função?
3- Qual a utilidade ao longo do ano?"


Toda esta agitação e propaganda em redor do caso do Anel das Artes, não deve passar mesmo disso: agitação e propaganda.
Propaganda, é um modo específico de se apresentar uma informação, com o objectivo de servir uma agenda...
É do conhecimento de alguns, que a câmara há 4 ou 5 anos, se viu confrontada com o “convite” da APA para esquecer duas estruturas (anfiteatro e piscina), cujos materiais de construção que teriam de ser utilizados, além da volumetria dos imóveis, não se enquadravam nos apertados requisitos deste organismo do Estado.
Caso insistisse no anfiteatro e na piscina, a câmara corria o risco de nem a primeira fase – e, pelos vistos, única – ver aprovada.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Num país de doidos só com muito humor se pode abordar coisas sérias...

Como o bom povo gosto de acreditar que é no palco que as coisas se decidem...

A mudança é fundamental. Mas, mais constante do que a mudança, é a expectativa de que exista mudança...

"A falta de ritmo" tem custos para a vida das pessoas...

Presidente Carlos Monteiro é o resumo das medíocres gerações de políticos da Figueira

Carlos Beja, no Dez & 10, minuto 43: ..."apoio Carlos Monteiro, mas o meu apoio já não significa nada. Sou um militante de base"...

Fernando Matos, no Dez & 10, 1 hora e 10 minutos: "João Ataíde fez o seu trabalho e agora saiu. Carlos Monteiro tem todas as condições para fazer um excelente trabalho. Ama a Figueira. Tem experiência de gestão, na Escola Secundária Joaquim de Carvalho. O resto são opções políticas e as características das pessoas"...

Na Figueira, pelo menos da boca para fora, para algumas figuras ditas da elite, temos um símbolo da política da simpatia, tornado político e a fazer política.
Monteiro, pelo menos para mim,  é o epítome de uma das mais medíocres gerações de políticos que a Figueira já viu. 
Na actualidade, a lista de políticos medíocres é infindável. Basta olhar para o executivo camarário. Na situação, pela positiva salva-se o vereador Nuno Gonçalves. Na oposição, Miguel Babo e Ricardo Silva escapam. Depois, temos a desgraça que é a Assembleia Municipal do segundo município do distrito de Coimbra...

A política figueirense foi invadida por meros carreiristas políticos, sem ideias, do quotidiano e do mediático. 
Monteiro é apenas mais um entre muitos. Mais um exemplo de uma geração feita para os meios de comunicação social, em que o fundamental é o sorriso e a palmadinha nas costas. 
Quando tomou posse do cargo, ficou logo a saber-se que nada iria mudar. "Não há coisas muito diferentes para fazer, porque há um programa para cumprir".  

Portanto, vamos continuar no paradigma do politicamente correcto e dos medíocres efeitos.
É evidente que para o presidente Monteiro tudo pode ser grande, pois o político está habituado ao tempo histórico curtinho. 
Não sabe por isso reconhecer o prenúncio nem ver para além do ciclo eleitoral. Monteiro é um grande político? 
Vou citar Talleyrand, este sim um grande político: “tudo o que é exagerado é insignificante”. 

Edifício o Trabalho deixou de estar à venda!..

terça-feira, 7 de maio de 2019

Sensacional...

Esta entrevista é de chorar a rir!..
"Já o disse muitas vezes. Eu não entrei para o PPD. Eu entrei para o partido do Dr. Francisco Sá Carneiro. Se todos temos de estar agradecidos a Sá Carneiro, eu tenho de estar duplamente agradecido, porque se o Dr. Sá Carneiro não tivesse feito um partido, eu se calhar tinha ido para o PS e vejam lá o que me tinha acontecido. Fez um partido e livrou-me de semelhante coisa".
Segundo o Jornal de Notícias, Rui Rio considerou que o PSD apresenta “o desgaste de 45 anos” como “todas as instituições apresentam”.
Desgaste de 45 anos?
Onde estará então o PSD quando tiver a idade do PCP (98 anos)?
Rui... Rio? Lol!..

Voltei à rotina do trabalho, essa canga que encontra sempre pescoço... (II)

 A "Contratação de Aquisição Serviços para banco horas de design gráfico".

Contactado pelo DIÁRIO AS BEIRAS, o gabinete da presidência respondeu que a autarquia “não tem designers suficientes para acompanhar a demanda dos serviços municipais, pelo que houve necessidade de proceder a aquisição de serviços”. A “aquisição pelo período de um mês serviu para preencher o espaço entre o términus do contrato e o início do procedimento de consulta prévia”, esclarece. “No seguimento desta necessidade, procedemos à consulta de quatro entidades para prestação dos serviços. A proposta foi adjudicada pelo valor mais baixo”, afirma. “No que respeita ao ponto três, o colaborador em causa, afecto à Divisão de Cultura, tem sido fundamental no apoio ao serviço e funcionamento dos equipamentos municipais. O município entende ser de grande importância ter uma imagem e comunicação atractivas que apoie o desenvolvimento turístico.”


NOTA DE RODAPÉ.

5 000 euros por um mês?

"15 dias após a tempestade Leslie, foi realizada a “Aquisição de serviços para banco de horas de design gráfico, pelo período de 1 mês” à empresa Comcreation, Lda no Valor de 5.000 euros."

E as colectividades?

Voltei à rotina do trabalho, essa canga que encontra sempre pescoço...

ONTEM, realizou-se uma reunião de câmaraAlguém deu por isso? Foi à porta fechada...

Para ver melhor clicar nas imagens

Por exemplo, ontem foi focada a "Contratação de Aquisição Serviços para banco horas de design gráfico".
Passo a citar o vereador Ricardo Silva.
"O Dr. Carlos Monteiro e os vereadores Socialistas, têm afirmado que o Município da Figueira da Foz, está em restrição orçamental, relativamente às despesas excecionais para fazer face aos efeitos da Tempestade Leslie.
Exemplo disso, temos o ofício enviado a todas as coletividades, com a informação de que em 2019, só seriam atribuídos apoios para atividade regular.
Assim como, o adiamento do tão proclamado plano de arborização no, valor de 70 mil euros.
Ao consultar o Portal dos Ajustes Diretos, dá para ter uma noção como é feito o
esbanjamento dos recursos públicos.
Vejamos só como mero exemplo:
1 - 15 dias após a tempestade Leslie, foi realizado a “Aquisição de serviços para banco de horas de design gráfico, pelo período de 1 mês” à empresa Comcreation, Lda no Valor de 5.000 euros.
2 – A 6 de Dezembro 2018, foi realizada nova “Aquisição de serviços para banco de horas de design gráfico, pelo período de 12 meses “ à empresa Comcreation, Lda no Valor de 61 mil euros.
3- A 12 de Março de 2019 a Câmara Municipal contrata um avençado para “Serviços em regime de Avença na área do Design Gráfico, pelo período de 22 meses “, pelo valor 900 Euros mês. Valor bem mais baixo....
Trata-se de um esbanjamento de recursos públicos, com a agravante de Duplicação de contratação de Serviços !!!
Para o PS, é mais importante o Design gráfico, do que as eventos realizados pelas coletividades, ou mesmo arborizar as Cidade..."
Vereador
Ricardo Silva
Figueira da Foz, 6 de Maio de 2019

O problema dos figueirenses é verem a Câmara Municipal como uma coisa afastada, distante, que não é deles, e da qual apenas devem sacar o que puderem. 
A Câmara Municipal deveria antes ser vista como uma sociedade comercial, na qual participam como accionistas todos os figueirenses pagadores de impostos, que com esforço tiveram de realizar o capital social necessário ao desempenho da máquina. Essa sociedade deveria ser bem gerida, proporcionando aos figueirenses os benefícios (dividendos) dessa boa gestão.
Se assim imaginassem o concelho, os figueirenses-accionistas estariam mais atentos à eventualidade de um ou outro gestor estar a delapidar a sociedade.
Os figueirenses-acconistas deveriam estar atentos à administração que escolheram para dirigir a sociedade que é a Câmara Municipal. Se assim fosse, uma vez chegado o momento da administração prestar contas e ser avaliada, o que aconteceria? 
Os accionistas seriam confrontados com a  realidade.
Se os figueirenses  vissem a Câmara Municipal por este prisma, começavam por exigir reuniões do conselho de admnistração à porta aberta.
A nossa cidade estaria  muito melhor. Teria ainda alguma hipótese de ser herdada pelos filhos de todos os actuais figueirenes-accionistas, sem que estes tivessem de se envergonhar da herença que vão deixar.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

E o Ribeiro de Tavarede?..

Boa notícia, com dúvidas e inquietações?..

Via Diário as Beiras

Do anuncio do presidente da câmara, Carlos Monteiro, no decorrer da última  Assembleia Municipal sobram duvidas

: os transportes são grátis ou vai reduzir o preço dos transportes escolares pago pelos alunos? 
: os transportes são grátis, ou a autarquia poderá aplicar um valor simbólico ao passe, aplicando o princípio de tendencialmente grátis? 
: "a medida entra em vigor no próximo ano letivo, já no próximo ano letivo ou em janeiro de 2020"? 

E também existem inquietações

: "a vereação executiva está a analisar a solução financeira para encaixar a taxa de esforço financeiro que a medida implica, que poderá situar-se entre os 200 mil ou os 300 mil euros/ano, no orçamento em vigor ou no do próximo ano. A decisão visa minimizar os efeitos das assimetrias sociais entre quem vive na cidade e nas periferias." 
: vai crescer a despesa ou mantém-se a regra da redução do défice da autarquia figueirense? 

Todas estas dúvidas e inquietações terão resposta?..

"Festa da Sardinha regressa ao Coliseu Figueirense"...

O regresso acontece na sequência da mediação do presidente da Câmara da Figueira da Foz.
“A Festa da Sardinha iniciou-se no Coliseu Figueirense. Por isso, é um sítio que reúne excelentes condições para o evento, associado ao facto de termos deslocalizado o pavilhão que estava na praça da avenida de Espanha [Parque das Gaivotas]”, disse Carlos Monteiro ao Diário as Beiras.
A 32.ª Festa da Sardinha decorre de 7 a 9 de Junho e estava prevista realizar-se no parque de estacionamento (coberto), da Praça do Forte. 
A decisão foi tomada numa reunião em que se sentaram à mesa a direcção da associação, Carlos Monteiro (na altura ainda vice-presidente) e a chefe de Divisão da Cultura Margarida Perrolas.  

«Sabendo que já não havia pavilhão multiusos» (no Parque da Avenida de Espanha), uma vez que foi retirado para a zona da Várzea para serviços da autarquia), «marcamos reunião para propor a data e deixamos ao critério da Câmara, a localização», explicou na altura, Carlos Baptista, presidente da associação.
A entrada passa a custar cinco euros – subiu 50 cêntimos -, “para facilitar os trocos”, mas inclui a oferta do café, que era pago à parte.
O menu constará de sardinhas, caldo verde, broa, uma bebida e café. As sobremesas e os digestivos são pagos à parte. A animação musical também faz parte da “ementa”.

Figueira, cidade maravilhosa...

Teotónio Cavaco, hoje no Diário as Beiras:
"... nesta coluna prometo solenemente nunca mais ofender as virgens impolutas do discurso oficial e único nem os arautos da verdade absoluta, juro pela minha honra jamais me enfurecer face às ressuscitadas promessas de piscinas cobertas, de parques verdes da cidade, de viagens de uma só pessoa por mês que custam milhares aos contribuintes, de árvores mal podadas ou cortadas porque estavam doentes e eram terrivelmente perigosas, de obras desgraçadas em Buarcos!... A partir de hoje só vou escrever o que o Gabinete da Presidência da Câmara da Figueira me mandar!"

Nota de rodapé.
Mas, por onde anda o Madjer?..
Não tem sido visto pela Figueira...

É maravilhoso viver numa cidade onde quem ousa tem liberdade para dizer tudo o que apetece. 
Contudo, para os poucos que ousam dizer tudo o que apetece, viver numa cidade como a Figueira deixa de ser maravilhoso, pois as pessoas melindram-se facilmente quando dizemos tudo o que apetece. 
Seria maravilhoso viver numa cidade onde ter liberdade significasse respeito pela opinião, por mais diferente que seja. 
Mas, não acontece assim. Por mim, acho bem que haja liberdade liberdade para discordarem da minha opinião. Todavia, lamento que fiquem aborrecidos pessoalmente comigo por ousar exercer a liberdade de opinião,  numa cidade maravilhosa como a Figueira. 
Por uma razão muito simples: viver numa cidade, por mais maravilhosa que seja, onde o melindre é uma falta de liberdade tramada, é uma chatice do caraças. 
Para quem se melindra, porém, deve ser maravilhoso viver numa cidade livre por o poder fazer. 
No fundo, na Figueira, uma cidade maravilhosa, é chato ousar ter a liberdade de dizer tudo o que apetece. 
Viver na Figueira é maravilhoso. Contudo, é lixado querer ter uma vida maravilhosa. Isto é: ousar ter a ousadia de ter a liberdade para dizer o que apetece.
A Figueira é uma cidade maravilhosa, mas chata para quem ousa...

domingo, 5 de maio de 2019

Mãe: há dias de que nunca esquecemos, mesmo quando os dias se esquecerem de nós.

"Lousada oferece incentivos a proprietários para evitar abate de árvores.

A Figueira política no seu melhor...


"A bancada destinada aos Vereadores do PS na última Assembleia Municipal - 30/04/2019 - conta agora com novas caras, em contraponto com a bancada do PSD  (situada do lado oposto)." Carlos Tenreiro

Nota de rodapé
Carlos Tenreiro, pela amostra, falta-lhe muito para ser político. Pelo que julgo conhecer dele, tem uma fé inusitada na natureza humana, vulgo inocência.  Aceitou ser candidato à presidência da câmara municipal da Figueira da Foz, sem condições objectivas de autoridade, de autonomia, de controlo e margem de manobra. Aceitou dar a cara  e acabou humilhado nas urnas de voto.
Enveredou, ao que parece, agora por outro caminho. É assim que funciona a intriga. Mas, não tem coragem para dizer o que pretende: que Ricardo Silva está no lugar natural dele, desde 2009, quando promoveu e apoiou a candidatura de João Ataíde.

Todavia, Monteiro não precisa disso para nada, porque afinal "os figueirenses conhecem-no"
Carlos Monteiro, neste momento, é o único político na Figueira que não precisa de fazer compromissos com ninguém. E, muito menos, precisa do apoio de Carlos Tenreiro.
Carlos Tenreiro tem de perceber o óbvio. E o óbvio é: o que fez, foi caminhar pelo populismo mais rasteiro...
O caminho não é por aí... Como deve saber, as teorias da conspiração são um eloquente exemplo de populismo.

Europeias 2019: debate televisivo entre João Ferreira (PCP) e Paulo Rangel (PSD)

Para assistir clicar aqui. 

Sugiro que estejam atentos à qualidade da prestação do candidato comunista.

Conseguiu resistir às permanentes interrupções. Com um discurso claro, passou imune às tentativas de sabotagem do seu discurso, por parte de um Rangel a tentar ressuscitar fantasmas.  Portugal precisa de homens como João Ferreira.

Espero que seja tão animado como sempre. Ou, se possível, ainda mais...

Crónica publicada no Diário as Beiras no passado dia 3 do corrente