Dificuldades?...
Sempre as terá! Mas não é disso que quero falar. Quero falar da atitude de querer "falar com as pessoas".
(Pergunta: Que se propõe fazer para o CDS/PP voltar a ser influente?
Resposta: O serviço que posso prestar aos figueirenses é falar com as pessoas, divulgar as nossas propostas, resolver as dúvidas que nos coloquem e contrapor as nossas posições, para que as pessoas fiquem informadas sobre o que é que estamos aqui a fazer.)
Via Figueira TV
segunda-feira, 5 de março de 2018
Deputado Teotónio, roubar ideias de uma pessoa é plágio!... *
Teo Cavaco, do PSD, hoje no jornal AS BEIRAS.
"....E, porque apesar de vulgarmente utilizado, o termo plágio não consta da legislação nacional (por exemplo no Código do Direito de Autor e Direitos Conexos o crime surge como “contrafação”), sugiro que os próximos candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz prometam baixar o IMI, abrir a Base Aérea de Monte Real à aviação civil, recolocar um coreto no Jardim Municipal, construir a Aldeia do Mar, requalificar (mesmo) o Cabedelo e Buarcos, construir um corredor verde e uma ciclovia até Coimbra, resolver o problema da extensão da praia/barra/porto…
Garanto que tal discurso, repetido de 4 em 4 anos, não será considerado crime, terá votos e… infelizmente é possível, porque de facto está tudo por fazer."
*Em tempo.
Já roubar de várias pessoas, tem outro nome: pesquisa...
Portanto, tudo está no seu lugar.
O "crime" compensa... E viaja-se muito!
"....E, porque apesar de vulgarmente utilizado, o termo plágio não consta da legislação nacional (por exemplo no Código do Direito de Autor e Direitos Conexos o crime surge como “contrafação”), sugiro que os próximos candidatos à Câmara Municipal da Figueira da Foz prometam baixar o IMI, abrir a Base Aérea de Monte Real à aviação civil, recolocar um coreto no Jardim Municipal, construir a Aldeia do Mar, requalificar (mesmo) o Cabedelo e Buarcos, construir um corredor verde e uma ciclovia até Coimbra, resolver o problema da extensão da praia/barra/porto…
Garanto que tal discurso, repetido de 4 em 4 anos, não será considerado crime, terá votos e… infelizmente é possível, porque de facto está tudo por fazer."
*Em tempo.
Já roubar de várias pessoas, tem outro nome: pesquisa...
Portanto, tudo está no seu lugar.
O "crime" compensa... E viaja-se muito!
PS/Figueira: Portugal à frente. Siga o baile... E vai de roda...
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| Imagem via AS BEIRAS |
No fundo todos fazemos merda. Ter ética, é tentar evitar sujar os outros...
Ninguém é tão feio como na realidade, nem tão feliz quanto no Facebook...
"Actualmente estou a tentar fazer amigos fora do Facebook... mas usando os mesmos princípios. Todos os dias saio à rua e durante alguns metros acompanho as pessoas que passam e explico-lhes o que comi, como me sinto, o que fiz ontem, o que vou fazer mais tarde, o que vou comer esta noite e mais coisas. Entrego-lhes fotos da minha mulher, da minha filha, do meu cão, minhas no jardim, na piscina e fotografias do que fizemos no fim-de-semana. Também caminho atrás das pessoas, a curta distância, ouço as suas conversas e depois aproximo-me e digo-lhes que "gosto" do que ouvi, peço-lhes que a partir de agora sejamos amigos e também faço algum comentário sobre o que ouvi. Mais tarde, partilho tudo quando falo com outras pessoas. E funciona. Já tenho 3 pessoas que me seguem... São dois polícias e um psiquiatra."
Enviado por um amigo fora do facebook.
Enviado por um amigo fora do facebook.
domingo, 4 de março de 2018
Entre os Ventos e as Marés: edição com o Clube Mocidade Covense
Carlos Ramos Nunes, com quem tive ainda o prazer de conviver, foi o primeiro Presidente da Direcção do Clube Mocidade Covense. Esteve à frente dos destinos da Colectividade os primeiros quinze anos da sua existência - de 9 de Abril de 1939 até 20 de Março de 1954.
No próximo dia 9 de Abril a Colectividade vai comemorar 79 anos de vida associativa, recreativa e cultural.
Entre os Ventos e as Marés, um programa da Foz do Mondego Rádio, na passada semana ouviu Lurdes Fonseca, a Presidente, e a Vice Manuela Ramos.Tó Zé Carraco, António Agostinho e Olimpio Fernandes, produziram e apresentaram esta emissão, que foi o ar na passada quinta-feira, pelas 22 horas, na antena do 99.1.
Para quem não teve oportunidade de escutar fica o vídeo.
No próximo dia 9 de Abril a Colectividade vai comemorar 79 anos de vida associativa, recreativa e cultural.
Entre os Ventos e as Marés, um programa da Foz do Mondego Rádio, na passada semana ouviu Lurdes Fonseca, a Presidente, e a Vice Manuela Ramos.Tó Zé Carraco, António Agostinho e Olimpio Fernandes, produziram e apresentaram esta emissão, que foi o ar na passada quinta-feira, pelas 22 horas, na antena do 99.1.
Para quem não teve oportunidade de escutar fica o vídeo.
Estamos em Março!
A monotonia da vida tem que ser quebrada aqui e acolá, faz-nos bem espevitarmo-nos, mostrarmos que estamos vivos!..
«O amor é como o mar, que visto superficialmente ou à pressa pode ser acusado de monotonia pelos espíritos vulgares, ao passo que certos seres privilegiados podem passar toda a vida a admirá-lo, encontrando-lhe sempre uma diversidade que os encanta.» (Honoré de Balzac)
«O amor é como o mar, que visto superficialmente ou à pressa pode ser acusado de monotonia pelos espíritos vulgares, ao passo que certos seres privilegiados podem passar toda a vida a admirá-lo, encontrando-lhe sempre uma diversidade que os encanta.» (Honoré de Balzac)
"O rio Tejo está para a Celtejo como o Oceano Atlântico está para as celuloses da Figueira"....
"Poluição, papel e celuloses", é uma crónica de João Vaz, publicada ontem no jornal AS BEIRAS.
A meu ver, deveria ser lida por todos.
Passo a citar.
" Precisamos da indústria do papel e da pasta. Por várias razões, desde a necessidade de substituir as embalagens de plástico por papel, até à vontade de ter livros em papel. O papel facilmente regressa ao ciclo natural, ao contrário do plástico que persiste na natureza.
A indústria do papel e da celulose na Figueira usa um emissário submarino para despejar o grosso dos poluentes líquidos gerados. O mar serve de esgoto, recipiente das substâncias químicas que a indústria não consegue economicamente “reciclar”. É um sistema arcaico.
O rio Tejo está para a Celtejo como o Oceano Atlântico está para as celuloses da Figueira. No caso do rio, o maior de Portugal, a seca e os transvases conduziram a que a poluição se tornasse muito visível e tivesse tempo de antena. Na Figueira a poluição não tem a mesma visibilidade, mas está lá, diluída no Oceano, a causar mutações.
A indústria tem pouco interesse em revelar as suas próprias análises à poluição lançada no Oceano. E sem pressão da opinião pública, e das autoridades, não há debate sobre a poluição. Os relatórios das empresas não têm uma linha sobre os efeitos da poluição no peixe e nas algas.
Não há informação objetiva acessível sobre o impacto das centenas de toneladas de “Compostos Organoclorados Adsorvíveis” (poluição) lançadas no mar. O mundo académico não se debruça sobre este problema. A sociedade é manietada, não discutimos o que interessa, o mundo que estamos a deixar aos nossos filhos e netos. Até quando?"
Para completar esta excelente crónica do João Vaz, que foca a necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, deixo um tema também interessante para pensar: não nos podemoss esquecer do quanto é importante deixarmos filhos melhores para o nosso tão maltratado planeta!
A meu ver, deveria ser lida por todos.
Passo a citar.
" Precisamos da indústria do papel e da pasta. Por várias razões, desde a necessidade de substituir as embalagens de plástico por papel, até à vontade de ter livros em papel. O papel facilmente regressa ao ciclo natural, ao contrário do plástico que persiste na natureza.
A indústria do papel e da celulose na Figueira usa um emissário submarino para despejar o grosso dos poluentes líquidos gerados. O mar serve de esgoto, recipiente das substâncias químicas que a indústria não consegue economicamente “reciclar”. É um sistema arcaico.
O rio Tejo está para a Celtejo como o Oceano Atlântico está para as celuloses da Figueira. No caso do rio, o maior de Portugal, a seca e os transvases conduziram a que a poluição se tornasse muito visível e tivesse tempo de antena. Na Figueira a poluição não tem a mesma visibilidade, mas está lá, diluída no Oceano, a causar mutações.
A indústria tem pouco interesse em revelar as suas próprias análises à poluição lançada no Oceano. E sem pressão da opinião pública, e das autoridades, não há debate sobre a poluição. Os relatórios das empresas não têm uma linha sobre os efeitos da poluição no peixe e nas algas.
Não há informação objetiva acessível sobre o impacto das centenas de toneladas de “Compostos Organoclorados Adsorvíveis” (poluição) lançadas no mar. O mundo académico não se debruça sobre este problema. A sociedade é manietada, não discutimos o que interessa, o mundo que estamos a deixar aos nossos filhos e netos. Até quando?"
Para completar esta excelente crónica do João Vaz, que foca a necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, deixo um tema também interessante para pensar: não nos podemoss esquecer do quanto é importante deixarmos filhos melhores para o nosso tão maltratado planeta!
sábado, 3 de março de 2018
Erosão a sul do quinto molhe: é possível saber os resultados da monitorização feita pela equipa de técnicos da APA que esteve no local a acompanhar a situação recentemente? E onde estão as quantidades suficientes de pedra e areia para travar a invasão da duna pelo mar?..
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| imagem sacada daqui. Para ver melhor clicar na imagem. |
"Perante o avanço do mar sobre a duna, em direcção à localidade da Cova, na freguesia de S. Pedro, e depois de tentativas da autarquia para minimizar a erosão desta linha de costa terem sido penalizadas pelas autoridades com a tutela daquela parcela de domínio marítimo, o presidente da Câmara quis reforçar, junto do Governo, a defesa dos interesses do Município e da população", lê-se em nota de imprensa enviada à agência Lusa (Via DN).
A informação acrescenta que o presidente da Câmara, "João Ataíde, deu a conhecer" ao ministro do Ambiente, Matos Fernandes, "in loco, a situação de perigo iminente, numa visita [que se realizou hoje de manhã] que resultou na decisão do governante em colocar uma equipa de técnicos da APA no local a acompanhar a situação durante os próximos dias".
"O agravamento das condições climatéricas e a agitação marítima levaram o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, João Ataíde, a solicitar a atenção do ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes, com caráter de urgência, na noite desta quinta-feira, dia04 de janeiro de 2018. Pelas 08:00 desta sexta-feira, os dois governantes visitaram, acompanhados pelo presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro, António Salgueiro, e ainda de técnicos da Associação Portuguesa do Ambiente (APA) e do Comandante do Serviço Municipal da Proteção Civil, a zona do 5.º molhe, que concentra as maiores preocupações", refere a informação.
Matos Fernandes solicitou relatórios diários e deu ainda instruções para serem realizadas todas as diligências necessárias para estarem a postos, em caso de agravamento da situação, as quantidades suficientes de pedra e areia para travar a invasão da duna pelo mar.
"Paralelamente, o ministro decidiu instruir o Sistema Nacional de Informação de Recursos Hídricos (SNIRH) para desencadear o processo para uma intervenção mais ampla, planeada e participada, com vista a uma solução do problema do quinto molhe".
Deste processo, diz a Câmara, "farão parte a Autarquia da Figueira da Foz, o Porto da Figueira da Foz e a APA, sendo intenção do ministro que se encontre, para assumir a liderança, 'um especialista com provas dadas em situações semelhantes'".
"O presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz saudou a imediata resposta do ministro do Ambiente à solicitação da sua presença e a disponibilidade para encontrar soluções de curto e de longo prazo para um problema que há muito o preocupa".
Fica uma pergunta: de concreto o que foi feito do dia 5 de janeiro de 2015 até ao dia 3 de Março de 2018?
Três meses depois, a duna está destruída...
Erosão costeira a sul da barra da Figueira da Foz: tudo já está dito...
Nós, aqui no Outra Margem, continuaremos a fazer aquilo que é possível: contribuir para sensibilizar a opinião pública da nossa freguesia, do nosso concelho, do nosso País e dos inúmeros covagalenses espalhados pela diáspora, para um problema gravíssimo que, em última análise, pode colocar em causa a sobrevivência dos covagalenses e dos seus bens.
Tudo foi dito, tudo se cumpriu: depois da construção do acrescento dos malfadados 400 metros do molhe norte, a erosão costeira a sul da foz do mondego tem avançado, a barra da Figueira, por causa do assoreamento e da mudança do trajecto para os barcos nas entradas e saídas, tornou-se na mais perigosa do nosso País para os pescadores, a Praia da Claridade transformou-se na Praia da Calamidade, a Figueira, mais rapidamente do que esperava, perdeu.
Como previmos, por isso o escrevemos para alertar quem de direito, já em 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão costeira da orla costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, era já então uma prioridade.
Continua a ser...
Infelizmente, cada vez mais.
Ficam as fotos desta tarde. O filme pode ser visto clicando aqui.
Tudo foi dito, tudo se cumpriu: depois da construção do acrescento dos malfadados 400 metros do molhe norte, a erosão costeira a sul da foz do mondego tem avançado, a barra da Figueira, por causa do assoreamento e da mudança do trajecto para os barcos nas entradas e saídas, tornou-se na mais perigosa do nosso País para os pescadores, a Praia da Claridade transformou-se na Praia da Calamidade, a Figueira, mais rapidamente do que esperava, perdeu.
A pesca está a definhar, o turismo já faliu - tudo nos está a ser levado...
Resta-nos a promessa dos paquetes de passageiros e os números das toneladas dos cargueiros...
Espero que, ao menos, perante a realidade possam compreender o porquê das coisas...
O que nos vale é que temos uma política bem definida para a orla costeira...Como previmos, por isso o escrevemos para alertar quem de direito, já em 11 de dezembro de 2006, o processo de erosão costeira da orla costeira da nossa freguesia, a sul do quinto molhe, era já então uma prioridade.
Continua a ser...
Infelizmente, cada vez mais.
Ficam as fotos desta tarde. O filme pode ser visto clicando aqui.
"PSD exige pedido de desculpa"!.. Tanto?
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| José Duarte, presidente da AM. Foto Beiras |
“Foram os deputados eleitos pelo PSD ofendidos por acusações públicas, as quais consideramos muito graves, gratuitas e injustas”, sublinha a nota.
E mais adinate pode ler-se: “Uma vez que a idade e os cargos devem ser garante de bom-senso, educação e espírito cívico e democrático, e não desculpa para prepotência ou má-educação, exigimos que, nas próximas horas, o presidente da AM peça desculpa, publicamente, pela forma como se pronunciou sobre os deputados deste grupo municipal”.
Contactado pelo jornal AS BEIRAS, José Duarte declarou: “Não tenho nada a dizer”.
Ai que saudades, ai, ai: sou do tempo em que havia tempo na Assembleia Municipal.
Ele continua em forma...
Santana Lopes, o ex-provedor da Santa Casa e candidato derrotado à liderança do PSD, já conhece o futuro: vai presidir à Fundação Ricardo Espírito Santo Silva, que, além de um museu de artes decorativas, possui oficinas dedicadas a preservar e ensinar práticas artesanais, como o restauro ou a marcenaria.
Fundada com a colecção do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva, a instituição atravessou um momento difícil quando perdeu o apoio do BES.
Actualmente é gerida pela Santa Casa.
Fundada com a colecção do banqueiro Ricardo Espírito Santo Silva, a instituição atravessou um momento difícil quando perdeu o apoio do BES.
Actualmente é gerida pela Santa Casa.
João Ferreira, euro deputado, vai estar segunda-feira na Figueira
João Ferreira, vai estar no concelho da Figueira da Foz, na próxima segunda-feira.
Da agenda fazem parte reuniões com a administração do porto, SOS Cabedelo, Briosa e Cliper.
Pelas 21H30, no café Nau, participa na palestra “A intervenção do PCP no Parlamento Europeu e a luta pela alternativa patriótica e de esquerda”.
Da agenda fazem parte reuniões com a administração do porto, SOS Cabedelo, Briosa e Cliper.
Pelas 21H30, no café Nau, participa na palestra “A intervenção do PCP no Parlamento Europeu e a luta pela alternativa patriótica e de esquerda”.
Pedro, o puto reguila que eu já tive dentro de mim...
"Quando comecei a escrever, ainda miúdo, diziam-me que escrever não era vida para ninguém, ser artista é muito difícil. Quando comecei a partilhar diziam-me para guardar as palavras nas gavetas, não devemos partilhar o que sentimos. Quando comecei a ter alguns seguidores havia quem me dissesse para estar quieto por não ter jeito nenhum para escrever. Agora que estou onde estou, a fazer o que faço, dizem-me que nunca chegarei onde quero chegar. E enquanto o caminho se perpetuar, durante o curto momento que é a minha vida, continuarei a ser demovido de avançar, a ser tentado a cair na inércia: por ser difícil, por não ser suficientemente bom, por dever seguir as direcções que todos os outros apontam.É verdade: não é fácil. Viver, escrever, amar, crescer, navegar, construir. Tudo o que nos constrói requer esforço. Porque o mundo, como existe, é uma máquina de destruir. Daí ser tão fácil nos destruirmos uns aos outros, nos desacreditarmos uns aos outros, mas tão difícil construir. O mar bate constantemente na pedra, mudando-lhe a forma, o vento arredonda-lhe as esquinas, ambos a vão transformando em areia, ao longo do tempo. Mas por mais que o tempo passe, o mar, o vento não transformarão a areia novamente em pedra. Acho que somos todos um pouco como aquela pedra, exposta aos elementos. Sabemos que no fim seremos areia, porque a realidade é perita em destruir-nos, mas, enquanto vivermos, vamos resistindo, fiéis à nossa génese, e ao nosso propósito mundano.
Uma última imagem:
onda,
pedra,
espuma,
cidade,
azul,
verde,
casa,
horizonte"
Ser conterrâneo de Pedro Rodrigues, escritor, é um privilégio.
sexta-feira, 2 de março de 2018
Enquanto não se tomam medidas de fundo, resta ir avivando a memória sobre o tema mais estrturante do concelho da Figueira da Foz, a nível da gestão territorial: a erosão costeira...
Aquilo que há muito temo está a confirmar-se: a situação, preocupante e perigosa, da orla costeira a sul do quinto molhe, na orla costeira da freguesia de S. Pedro continua a ser branqueada e mal avaliada pelos órgãos de informação e por quem de direito – poder local e central.
A situação continua a degradar-se. Já tudo foi dito. Falta a solução.
O Pedro, hoje, no seu mural do facebook deuxou mais este alerta.
A situação continua a degradar-se. Já tudo foi dito. Falta a solução.
O Pedro, hoje, no seu mural do facebook deuxou mais este alerta.
Posto Médico de Maiorca: onde está a verdade? (II)
Na passada quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018, há dois dias, portanto, este blogue tornou pública, em primeira mão, a resposta do Ministro da Saúde à pergunta colocada pelo Grupo Parlamentar do PSD em 24 de Janeiro de 2018.
O teor da resposta, conforme se pode ler clicando aqui, é claro.
O gabinete do ministro da Saúde na resposta que deu aos deputados do PSD eleitos por Coimbra sobre a reorganização das unidades de cuidados primários de saúde do concelho da Figueira da Foz, explícita "que foi decidido instalar nas Alhadas a sede da Unidade de Saúde Familiar e extensões em Santana e Bom Sucesso, no norte do concelho." Mais adiante, o gabinete do titular da pasta da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, acrescenta que “as propostas organizacionais em apreço foram objeto de análise e acordo prévio com o presidente da Junta de Maiorca, em consistência com a prática colaborativa e inclusiva da Administração Regional de Saúde do Centro, no âmbito da tomada de decisão respeitante à rede de serviços de saúde na região”.
Hoje, o asssunto é abordado nos jornais Diário de Coimbra e Beiras.
Face à resposta dada pelo Ministro da Saúde alguém continua a mentir aos fregueses de Maiorca.
Este blogue preza a verdade e não tem feitio para estar ao serviço dos que só sabem lidar com quem se comporta como criado gratuito.
Embora possam dizer que não cohecem essa prática na Figueira, ela existe, pois esse é um problema de funcionamento da natureza da classe política, que sempre existiu e que sempre foi assim.
É por isso que existe este blogue, que é feito por alguém que sempre considerou o jornalismo como serviço público.
O teor da resposta, conforme se pode ler clicando aqui, é claro.
O gabinete do ministro da Saúde na resposta que deu aos deputados do PSD eleitos por Coimbra sobre a reorganização das unidades de cuidados primários de saúde do concelho da Figueira da Foz, explícita "que foi decidido instalar nas Alhadas a sede da Unidade de Saúde Familiar e extensões em Santana e Bom Sucesso, no norte do concelho." Mais adiante, o gabinete do titular da pasta da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, acrescenta que “as propostas organizacionais em apreço foram objeto de análise e acordo prévio com o presidente da Junta de Maiorca, em consistência com a prática colaborativa e inclusiva da Administração Regional de Saúde do Centro, no âmbito da tomada de decisão respeitante à rede de serviços de saúde na região”.
Hoje, o asssunto é abordado nos jornais Diário de Coimbra e Beiras.
Face à resposta dada pelo Ministro da Saúde alguém continua a mentir aos fregueses de Maiorca.
Este blogue preza a verdade e não tem feitio para estar ao serviço dos que só sabem lidar com quem se comporta como criado gratuito.
Embora possam dizer que não cohecem essa prática na Figueira, ela existe, pois esse é um problema de funcionamento da natureza da classe política, que sempre existiu e que sempre foi assim.
É por isso que existe este blogue, que é feito por alguém que sempre considerou o jornalismo como serviço público.
Que mais faltará acontecer?..
"BE pediu a audição de Bruto da Costa, no âmbito dos trabalhos da comissão de acompanhamento que definirá a estratégia para o Portugal 2030. Só que o sociólogo morreu em 2016"!..
Frases da semana
A propósito da entrevista, dada pela vereadora Ana Carvalho, que pode ser vista clicando aqui, cito Manuel Rascão Marques, deputado municipal PSD:
quinta-feira, 1 de março de 2018
Sou do tempo em que havia tempo na Assembleia Municipal
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| José Duarte, presidente da AM. Foto Beiras |
Na sessão da passada terça-feira, o deputado Teotónio Cavaco, líder do PSD naquele órgão autárquico, foi interrompido pelo presidente da mesa, o socialista José Duarte, quando contabilizava dois minutos e 16 segundos de intervenção, depois do presidente da câmara, João Ataíde, ter falado durante 50 minutos, para responder a 13 questões.
O autarca da oposição reclamou, afirmando que João Ataíde falara durante mais tempo do que os deputados. O presidente da AM, o socialista José Duarte, lembrou-lhe que já havia esgotado o seu tempo antes de João Ataíde iniciar a sua sessão de respostas.
João Ataíde disse ao DIÁRIO AS BEIRAS que o tempo das suas intervenções na AM está “intimamente ligado” às questões que lhe são colocadas e ao “necessário esclarecimento” que lhe compete fazer à assembleia.
No final da sessão, Manuel Rascão Marques e José Duarte protagonizaram momentos de alteração verbal, quando o primeiro fez reparos à forma como o segundo conduzira os trabalhos.
“O presidente da AM faz uma gestão do tempo muito limitativa para os partidos e muito generosa para o presidente da câmara”, atirou o autarca da oposição, falando ao DIÁRIO AS BEIRAS.
“Houve má-fé, porque Teotónio Cavaco, Rascão Marques e Manuel Domingues [do PSD] voltaram a inscrever-se para prejudicarem o andamento da assembleia”, ripostou, por sua vez, o presidente da assembleia.
Com aquele e outros episódios que se produziram naquela sessão da assembleia, a alteração ao regimento ganhou relevância. Aliás, a Comissão Permanente da assembleia deverá reunir-se para apresentar propostas.
A maioria socialista, através de João Portugal, líder do PS na AM, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS que está disponível para debater o assunto com a oposição."
Em tempo.
Pelo que li e pelo que tenho constatado ao vivo, a oposição na AM luta com falta de tempo!
É um bem escassíssimo, para a oposição, o sacana do tempo!
A "oposição quer que o presidente da Câmara da Figueira da Foz fale durante menos tempo na Assembleia Municipal".
Sejamos optimistas, pois isso não vai ser difícil: basta ao Senhor Presidente da Câmara ser um pouco mais pragmático.
Isto é: pede-se ao Senhor João Ataíde que seja mais prático e objectivo.
Surfar à noite no Cabedelo? Disseram que ia ser possível...
Para quando o dia do orgasmo para os surfistas do Cabedelo?..
O projecto para a iluminação que tornaria possível a prática do surf nocturno no Cabedelo, foi entregue à Câmara em 2011, pelo arquitecto Miguel Figueira, na sequência do desafio lançado em 2010.
Até hoje, nada de concreto aconteceu.
Como escreveu Carlos Tenreiro: PROMESSAS...
"Diz-se que todos os políticos por altura das eleições caiem na tentação de anunciar promessas atrás de promessas para conquistarem o poder. Admitindo-o, convirá, contudo, relembrar que na Figueira da Foz apregoou-se a diferença, que tinha chegado uma nova forma de fazer politica, feita por alguém independente e distante dos partidos, imbuído em conceitos de rectidão e de compostura, um juiz… dizia-se…"
No passado dia 27, o assunto foi ventilado na Assembleia Municipal por iniciativa de Paulo Pinto, membro da bancada do PSD. Passo a citar.
Declarações do Presidente de Câmara na imprensa local: Baseando-me em noticias na imprensa local acerca de um ano relativas ao projeto da iluminação noturna na praia do cabedelo a concurso no anterior Orçamento participativo:
“A iluminação do mar, na praia do cabedelo da margem sul do concelho da Figueira da Foz, é uma aspiração antiga do movimento cívico SOS Cabedelo, que apresentou uma candidatura nesse sentido ao Orçamento Participativo (OP) de 2017. O projeto acabou por não conseguir os votos suficientes para ser contemplado com uma fatia do OP, apesar de ter recebido o apoio incondicional da comunidade de surfistas do concelho, mas mereceu o reconhecimento do executivo municipal, que decidiu incluí-lo na empreitada mais alargada de requalificação do Cabedelo.
Exlmº presidente: já que mereceu o reconhecimento do executivo municipal conforme suas declarações onde está a inclusão da mesma na ARU do cabedelo?
Continuando a citar (a mesma noticia) as suas declarações na imprensa local:
“Por solicitação do SOS Cabedelo serão enquadrados neste projeto os equipamentos de iluminação necessários à prática do surf nocturno”. “Para o grupo de cidadãos e praticantes que abraçou esta ideia, foi uma enorme alegria e motivo de orgulho saber do compromisso da autarquia em avançar com a iluminação do Cabedelo para a prática do surf durante o período nocturno”, reconheceu o escritor surfista e seu mandatário de candidatura Gonçalo Cadilhe.
Veja bem, “compromisso” sr presidente... compromisso em a Autarquia avançar com o projeto de iluminação do Cabedelo para a pratica de Surf durante o período noturno.
Perante toda esta informação apenas posso constatar que o sr presidente estará à espera de ver se em Troia existirá iluminação noturna para só depois a figueira marcar pontos a nível de notoriedade com esta decisão."
"Venha de lá a prometida iluminação do surf no Cabedelo, antes que alguém capitalize a ideia..."
O projecto para a iluminação que tornaria possível a prática do surf nocturno no Cabedelo, foi entregue à Câmara em 2011, pelo arquitecto Miguel Figueira, na sequência do desafio lançado em 2010.
Até hoje, nada de concreto aconteceu.
Como escreveu Carlos Tenreiro: PROMESSAS...
"Diz-se que todos os políticos por altura das eleições caiem na tentação de anunciar promessas atrás de promessas para conquistarem o poder. Admitindo-o, convirá, contudo, relembrar que na Figueira da Foz apregoou-se a diferença, que tinha chegado uma nova forma de fazer politica, feita por alguém independente e distante dos partidos, imbuído em conceitos de rectidão e de compostura, um juiz… dizia-se…"
No passado dia 27, o assunto foi ventilado na Assembleia Municipal por iniciativa de Paulo Pinto, membro da bancada do PSD. Passo a citar.
Declarações do Presidente de Câmara na imprensa local: Baseando-me em noticias na imprensa local acerca de um ano relativas ao projeto da iluminação noturna na praia do cabedelo a concurso no anterior Orçamento participativo:
“A iluminação do mar, na praia do cabedelo da margem sul do concelho da Figueira da Foz, é uma aspiração antiga do movimento cívico SOS Cabedelo, que apresentou uma candidatura nesse sentido ao Orçamento Participativo (OP) de 2017. O projeto acabou por não conseguir os votos suficientes para ser contemplado com uma fatia do OP, apesar de ter recebido o apoio incondicional da comunidade de surfistas do concelho, mas mereceu o reconhecimento do executivo municipal, que decidiu incluí-lo na empreitada mais alargada de requalificação do Cabedelo.
Exlmº presidente: já que mereceu o reconhecimento do executivo municipal conforme suas declarações onde está a inclusão da mesma na ARU do cabedelo?
Continuando a citar (a mesma noticia) as suas declarações na imprensa local:
“Por solicitação do SOS Cabedelo serão enquadrados neste projeto os equipamentos de iluminação necessários à prática do surf nocturno”. “Para o grupo de cidadãos e praticantes que abraçou esta ideia, foi uma enorme alegria e motivo de orgulho saber do compromisso da autarquia em avançar com a iluminação do Cabedelo para a prática do surf durante o período nocturno”, reconheceu o escritor surfista e seu mandatário de candidatura Gonçalo Cadilhe.
Veja bem, “compromisso” sr presidente... compromisso em a Autarquia avançar com o projeto de iluminação do Cabedelo para a pratica de Surf durante o período noturno.
Perante toda esta informação apenas posso constatar que o sr presidente estará à espera de ver se em Troia existirá iluminação noturna para só depois a figueira marcar pontos a nível de notoriedade com esta decisão."
Na AM realizada no passado dia 27 foi aprovado um voto de pesar por João Paulo Tomé
Por proposta de Cristopher Oliveira, a Assembleia Municipal da Figueira da Foz cumpriu um minuto de silêncio e aprovou um voto de pesar pela morte de João Paulo Tomé, que faleceu no dia 23 de dezembro último.
O PS e o PSD juntaram-se à iniciativa do deputado municipal e líder da Concelhia do BE.
João Paulo Águas Tomé Ferreira dos Santos, natural de Moçambique, faleceu com a idade de 72 anos.
Era aposentado, ex-médico naturopata.
Na sequência da independência de Moçambique, integrou a equipa governamental liderada por Samora Machel.
Em 2003, juntamente com Rui Lemos e Rui Curado Silva foi membro fundador do Bloco de Esquerda da Figueira da Foz.
Foi eleito para a Assembleia Municipal da Figueira da Foz em 2009 e reeleito em 2013.
O PS e o PSD juntaram-se à iniciativa do deputado municipal e líder da Concelhia do BE.
João Paulo Águas Tomé Ferreira dos Santos, natural de Moçambique, faleceu com a idade de 72 anos.
Era aposentado, ex-médico naturopata.
Na sequência da independência de Moçambique, integrou a equipa governamental liderada por Samora Machel.
Em 2003, juntamente com Rui Lemos e Rui Curado Silva foi membro fundador do Bloco de Esquerda da Figueira da Foz.
Foi eleito para a Assembleia Municipal da Figueira da Foz em 2009 e reeleito em 2013.
E que tal um arrozinho de lampreia em Montemor?..
O Festival do Arroz e da Lampreia de Montemor-o-Velho abre amanhã as portas a mais uma viagem pela cultura, pela tradição, pela gastronomia e doçaria do Baixo Mondego.
No Largo da Feira, com o castelo em fundo, a tenda - que é a maior de todas as edições - já está montada e tudo se prepara para um evento que pretende valorizar os produtos endógenos, atraindo visitantes, potenciando a dinâmica económica local, divulgando o património e dando palco aos diversos grupos etnográficos, associações culturais e musicais.
Começando pelo que lhe dá o nome, a lampreia, por si só, é capaz de atrair fiéis apreciadores. Em Montemor, realça-se o facto do ciclóstomo ser pescado nas cristalinas águas do rio Mondego e do seu sabor intenso combinar bem com o arroz carolino do Baixo Mondego, produto com Identificação Geográfica Protegida.
Para além do arroz de lampreia, o menu do festival «é pleno de pratos típicos da região, numa homenagem à memória e identidade das gentes da região».
No Largo da Feira, com o castelo em fundo, a tenda - que é a maior de todas as edições - já está montada e tudo se prepara para um evento que pretende valorizar os produtos endógenos, atraindo visitantes, potenciando a dinâmica económica local, divulgando o património e dando palco aos diversos grupos etnográficos, associações culturais e musicais.
Começando pelo que lhe dá o nome, a lampreia, por si só, é capaz de atrair fiéis apreciadores. Em Montemor, realça-se o facto do ciclóstomo ser pescado nas cristalinas águas do rio Mondego e do seu sabor intenso combinar bem com o arroz carolino do Baixo Mondego, produto com Identificação Geográfica Protegida.
Para além do arroz de lampreia, o menu do festival «é pleno de pratos típicos da região, numa homenagem à memória e identidade das gentes da região».
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Posto Médico de Maiorca: onde está a verdade?
Há pouco mais de um mês, a 24 de janeiro de 2018, colocámos a seguinte questão: Maiorca, a experiência piloto para "o encerramento de todos os Postos médicos a sul e norte, para os incorporar nos Centros de Saúde de Alhadas e de Lavos"?...
Recordo que a deputada na Assembleia da República do PSD, Ana Oliveira, anda há muito preocupada com o futuro das extensões de saúde do concelho da Figueira da Foz.
Na edição do jornal AS BEIRAS de 24 do corrente mês vem a notícia abaixo.
- em Maiorca a correlação de forças saída das eleições de outubro do ano passado foi a seguinte: 4 eleitos PS, 4 eleitos PSD e 1 eleito CDU.
Ao contrário do que aconteceu em Quiaios a CDU em Maiorca não faz do executivo. Todavia, o seu voto foi decisivo para que o actual executvio da Junta, totalmente composto por elementos do PS tomasse posse. O seu voto é o fiel da balança.
Fica o meu agradecimento ao meu Amigo Fernando Campos, cujo alerta me permitiu fazer a rectificação que não altera os factos relatados acima.
Alguém andou a enganar a população de Maiorca.
Recordo que a deputada na Assembleia da República do PSD, Ana Oliveira, anda há muito preocupada com o futuro das extensões de saúde do concelho da Figueira da Foz.
Na edição do jornal AS BEIRAS de 24 do corrente mês vem a notícia abaixo.
Hoje, tivemos conhecimento da resposta do Ministro da Saúde à pergunta colocada pelo Grupo Parlamentar do PSD em 24 de Janeiro de 2018.
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| Para ler melhor clicar na imagem |
Face à resposta dada pelo Ministro da Saúde alguém anda a mentir aos fregueses de Maiorca.
Tem a palavra o Senhor Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, o Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Maiorca e o Partido Comunista da Figueira da Foz, que tem um eleito seu na lista CDU no executivo da Junta de Freguesia de Maiorca.
Nota de rodapé.
Quem anda a enganar quem? E quem está a ser enganado? Reparem bem no teor da local publicada pelo Diário de Coimbra de 24 de Janeiro de 2018. Nada disto é verdade face à resposta do Ministro da Saúde que publicamos acima. Vamos ser sérios, pois o que está em causa é algo de fundamental para quem vive no concelho da Figueira da Foz: o direito à saúde, está consagrado na Constituição da República Portuguesa.
Rectificação (1 de março, pelas 12 horas e 23 minutos): Nota de rodapé.
Quem anda a enganar quem? E quem está a ser enganado? Reparem bem no teor da local publicada pelo Diário de Coimbra de 24 de Janeiro de 2018. Nada disto é verdade face à resposta do Ministro da Saúde que publicamos acima. Vamos ser sérios, pois o que está em causa é algo de fundamental para quem vive no concelho da Figueira da Foz: o direito à saúde, está consagrado na Constituição da República Portuguesa.
- em Maiorca a correlação de forças saída das eleições de outubro do ano passado foi a seguinte: 4 eleitos PS, 4 eleitos PSD e 1 eleito CDU.
Ao contrário do que aconteceu em Quiaios a CDU em Maiorca não faz do executivo. Todavia, o seu voto foi decisivo para que o actual executvio da Junta, totalmente composto por elementos do PS tomasse posse. O seu voto é o fiel da balança.
Fica o meu agradecimento ao meu Amigo Fernando Campos, cujo alerta me permitiu fazer a rectificação que não altera os factos relatados acima.
Alguém andou a enganar a população de Maiorca.
À atenção dos senhores políticos da nossa praça: a protecção da Orla Costeira a sul do estuário do Mondego é uma necessidade de primeira ordem...
Ontem, na Assembleia Municipal, o sistema mecânico de transposição de areias (bypass) da zona do areal urbano da Figueira da Foz para as praias do sul do concelho foi debatido por iniciativa do deputado do PSD Manuel Rascão Marques.
Já hoje, aqui e aqui, este blogue, a exemplo do que anda afazer há mais de uma dezena de anos, apelou "À atenção dos políticos da nossa praça..."
Todos sabemos que o prolongamento (mais 400 metros) do molhe norte do porto da Figueira da Foz, aliado à dragagem do canal de navegação, agravou os impactes a sul da embocadura do estuário do Mondego.
Esta "obra aberrante", que custou 13,4 milhões de euros, como todos sabiam, conduziu ao crescimento da praia da Figueira da Foz, ao mesmo tempo que acelerou a erosão a sul.
A barra da Figueira está assim por vontade dos homens.
O assunto, ontem, foi debatido na Assembleia Municipal. Que pena a maioria dos políticos figueirenses mostrarem tanta insensibilidade para um problema crucial do nosso concelho!
Porventura, a culpa não será toda deles.
A nossa relação com o mar vem-nos da infância. Ou aprendemos como ele é importante para nós, ou permaneceremos amputados dessa sensibilidade.
Fui ensinado a gostar do mar, a brincar com ele, a ver como pode ser um verdadeiro amigo.
Daí, todo o esforço que ando por aqui a fazer há mais de dez anos.
Senhores políticos da nossa praça: existem prioridades. Ou, antes, deveriam existir!...
A protecção da Orla Costeira a sul do estuário do Mondego é uma necessidade de primeira ordem...
O processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes.
Atente-se, no estado em que se encontra a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...
Fiquem com as repercussões que a abordagem do problema na Assembleia Municipal, tem hoje nos jornais Diário AS Beiras e Diário de Coimbra.
Já hoje, aqui e aqui, este blogue, a exemplo do que anda afazer há mais de uma dezena de anos, apelou "À atenção dos políticos da nossa praça..."
Todos sabemos que o prolongamento (mais 400 metros) do molhe norte do porto da Figueira da Foz, aliado à dragagem do canal de navegação, agravou os impactes a sul da embocadura do estuário do Mondego.
Esta "obra aberrante", que custou 13,4 milhões de euros, como todos sabiam, conduziu ao crescimento da praia da Figueira da Foz, ao mesmo tempo que acelerou a erosão a sul.
A barra da Figueira está assim por vontade dos homens.
O assunto, ontem, foi debatido na Assembleia Municipal. Que pena a maioria dos políticos figueirenses mostrarem tanta insensibilidade para um problema crucial do nosso concelho!
Porventura, a culpa não será toda deles.
A nossa relação com o mar vem-nos da infância. Ou aprendemos como ele é importante para nós, ou permaneceremos amputados dessa sensibilidade.
Fui ensinado a gostar do mar, a brincar com ele, a ver como pode ser um verdadeiro amigo.
Daí, todo o esforço que ando por aqui a fazer há mais de dez anos.
Senhores políticos da nossa praça: existem prioridades. Ou, antes, deveriam existir!...
A protecção da Orla Costeira a sul do estuário do Mondego é uma necessidade de primeira ordem...
O processo de erosão costeira assume aspectos preocupantes.
Atente-se, no estado em que se encontra a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova.
Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...
Fiquem com as repercussões que a abordagem do problema na Assembleia Municipal, tem hoje nos jornais Diário AS Beiras e Diário de Coimbra.
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| Para ver melhor as imagens, clicar em cima |
Os led, na 109 no Ervedal, estão ligados 24 horas?!..
Faça sol, faça chuva, a tecnologia led está sempre ligada...
Ao final do mês a EDP agradece, pois recebe aquela conta!..
À atenção dos políticos da nossa praça... (II)
Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é
semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra
aquela casa: ela porém não caiu porque estava edificada sobre a rocha.
Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é
semelhante a um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra
aquela casa: ela caiu e grande foi a sua ruina.
Evangelho segundo S. Mateus 7: 24, 25, 26 27
semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha.
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra
aquela casa: ela porém não caiu porque estava edificada sobre a rocha.
Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é
semelhante a um homem insensato que construiu a sua casa sobre a areia
Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra
aquela casa: ela caiu e grande foi a sua ruina.
Evangelho segundo S. Mateus 7: 24, 25, 26 27
Um documento de leitura obrigatória para quem faz parte de um executivo de uma autarquia local, cujo espaço territorial está a diminuir devido à erosão costeira.
Para ler, clicar aqui.
À atenção dos políticos da nossa praça...
Via Jornal Notícias, 6 de Agosto de 2010:"No final de Maio passado, num debate sobre o ordenamento da orla costeira na região, o especialista em dinâmica costeira da Universidade do Porto Veloso Gomes voltou a afirmar o que tem dito há uma década, quando os estudos foram apresentados: o prolongamento (mais 400 metros) do molhe norte do porto da Figueira da Foz, aliado à dragagem do canal de navegação, vai agravar os impactes já existentes a sul da embocadura há cerca de quatro décadas.A obra, que está concluída e custou 13,4 milhões de euros, irá conduzir ao crescimento da praia da Figueira da Foz, mas vai acelerar da erosão a sul."
Nota: Veloso Gomes, é considerado um dos maiores especialistas nacionais.
Os resultados estão à vista no que à erosão costeira diz respeito a sul do estuário do Mondego...
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| FOTO PEDRO CRUZ |
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Piçarra, twelve points?
"Não é de agora que levar o Diogo Piçarra à Eurovisão é uma aposta de alto risco. Aquela coisa do #salvadorable funcionava bem. Já #piçadorable não sei, digam vocês."
Rui Rocha, via Delito de Opinião
Rui Rocha, via Delito de Opinião
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