quarta-feira, 15 de abril de 2015
Esta tarde, na sede do BCE...
Uma activista contra a "ditadura dos homens no BCE" subiu à mesa da conferência quando Mario Draghi iniciava a leitura do documento de análise macroeconómica.
Sorte teve Constância que estava na primeira fila...
Sobre a saúde e a qualidade da democracia figueirense...
“Recentemente”, como refere a crónica de hoje do eng. Daniel Santos no jornal AS BEIRAS, “por iniciativa da câmara e da ACIFF discutiu-se o futuro da Figueira." Na opinião do cronista, “a probabilidade de se encontrarem soluções de futuro é maior se ocorrerem eventos desta natureza, onde possam discutir-se, de uma forma abrangente, as questões que tenham tradução na clarificação das metas e dos percursos para as atingir.”
Todavia, parece que nem todos desejam que seja assim, como regista a terminar a sua crónica o eng. Daniel Santos: “é óbvio que tais eventos devem ocorrer com a participação do maior número possível de cidadãos, o que não acontece quando, embora abertos ao público, tenham lugar a meio da manhã. Por isso, não posso opinar sobre o que lá se passou, tal como a generalidade dos cidadãos, muitos deles interessados no futuro da Figueira e que poderiam também dar o seu contributo. Ou será que tais eventos se destinam apenas a autarcas executivos, empresários e reformados?”
Presumo que o sublinhado pelo eng. Daniel Santos, não aconteceu por acaso. Entre os actuais responsáveis empresariais e políticos, há gente que, na prática, defende que não é possível, na Figueira, discutir seja o que for acerca do futuro - sobretudo, o futuro dos figueirenses - pois o tempo, no nosso tempo, corre a uma velocidade vertiginosa e os políticos eleitos, seguindo as regras da democracia representativa, vivem e governam para os ciclos eleitorais e a ditadura mediática, reduzindo a ética republicana a um minúsculo emblema que, no máximo, ostentam em lindos discursos de circunstância ou na lapela.
Temos o caso das reuniões camarárias realizadas à porta fechada e, depois, a acusação hipócrita das “elites” de que a maioria dos cidadãos não liga à política.
Neste momento na Figueira – espero que algum Movimento Cívico pegue na ideia – parece-me que o mais urgente e importante seria “convocar os figueirenses” para debater, enquanto é tempo, a saúde e a qualidade da democracia local.
Aquilo que o eng. Daniel Santos escreve no final da crónica que tenho vindo a referir é o cerne da questão para uma discussão profícua, consequente e séria do futuro da Figueira.
A saúde e a qualidade da democracia – isto é, a participação do maior número de pessoas na discussão dos problemas - deveria interessar aos poderes políticos e aos negócios. Mas, mais do que aos poderes políticos e aos negócios, interessa aos cidadãos e só o inconformismo que ouse colocar a democracia em debate pode salvar a própria democracia.
Todavia, penso que isso na Figueira será muito difícil de acontecer, pois pelo que conheço dos políticos locais, eles julgam que funcionam como um relógio suíço!
E quem é que ousa discutir com um relógio suíço que goza da fama de estar quase sempre certo?
Todavia, parece que nem todos desejam que seja assim, como regista a terminar a sua crónica o eng. Daniel Santos: “é óbvio que tais eventos devem ocorrer com a participação do maior número possível de cidadãos, o que não acontece quando, embora abertos ao público, tenham lugar a meio da manhã. Por isso, não posso opinar sobre o que lá se passou, tal como a generalidade dos cidadãos, muitos deles interessados no futuro da Figueira e que poderiam também dar o seu contributo. Ou será que tais eventos se destinam apenas a autarcas executivos, empresários e reformados?”
Presumo que o sublinhado pelo eng. Daniel Santos, não aconteceu por acaso. Entre os actuais responsáveis empresariais e políticos, há gente que, na prática, defende que não é possível, na Figueira, discutir seja o que for acerca do futuro - sobretudo, o futuro dos figueirenses - pois o tempo, no nosso tempo, corre a uma velocidade vertiginosa e os políticos eleitos, seguindo as regras da democracia representativa, vivem e governam para os ciclos eleitorais e a ditadura mediática, reduzindo a ética republicana a um minúsculo emblema que, no máximo, ostentam em lindos discursos de circunstância ou na lapela.
Temos o caso das reuniões camarárias realizadas à porta fechada e, depois, a acusação hipócrita das “elites” de que a maioria dos cidadãos não liga à política.
Neste momento na Figueira – espero que algum Movimento Cívico pegue na ideia – parece-me que o mais urgente e importante seria “convocar os figueirenses” para debater, enquanto é tempo, a saúde e a qualidade da democracia local.
Aquilo que o eng. Daniel Santos escreve no final da crónica que tenho vindo a referir é o cerne da questão para uma discussão profícua, consequente e séria do futuro da Figueira.
A saúde e a qualidade da democracia – isto é, a participação do maior número de pessoas na discussão dos problemas - deveria interessar aos poderes políticos e aos negócios. Mas, mais do que aos poderes políticos e aos negócios, interessa aos cidadãos e só o inconformismo que ouse colocar a democracia em debate pode salvar a própria democracia.
Todavia, penso que isso na Figueira será muito difícil de acontecer, pois pelo que conheço dos políticos locais, eles julgam que funcionam como um relógio suíço!
E quem é que ousa discutir com um relógio suíço que goza da fama de estar quase sempre certo?
Ao estado a que isto chegou: o pesadelo da saúde em Portugal
A reportagem da Ana Leal, segunda-feira passada pela TVI, que este vídeo reproduz na íntegra, é bom que seja vista com olhos de ver.
Como escreve João José Cardoso, no Aventar, há um detalhe em que os meninos deste governo deveriam ter pensado .
"São serviços de urgência. Ora não há privados que cubram as urgências de um país, pelo simples facto que este lado do negócio apenas dá lucro em Lisboa e Porto e mesmo assim não cobre todas as necessidades. E depois os serviços de emergência médica não vos vão diferenciar se vos estampardes numa estrada, se tiverdes um ticoteco na rua, uma emergência, portanto. Não estou a ver uma dessas equipas que vai às estradas, também eles trabalhando em péssimas condições, a pedir de imediato um helicóptero porque se trata do sr. ministro, ou a reconhecer no focinho coberto de sangue um secretário de estado. Vai daí, em caso de azar, e ninguém está livre dele, trigo limpo farinha amparo, ireis para estas urgências como os outros. E arriscais-vos mesmo a ficar numa maca entalada entre outras num corredor, a serdes assistidos por um enfermeiro para 30 doentes, a ter o único médico capaz de vos tratar ocupado com outros doentes. De nada valerá, depois, um secretário de estado gritar que os médicos e enfermeiros eram comunistas. Vale para vocês, e muito mais para a família. Resta-vos, depois da razia feita sobre o Serviço Nacional de Saúde, uma hipótese, é claro: não sair de casa. Mas é aborrecida".
terça-feira, 14 de abril de 2015
Estas divagações são só para encher...
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| foto sacada daqui |
«Não interessa saber se este regime é comunista ou é um neo-mandarinato burocrático. O que interessa é que esta enorme massa humana se libertou das experiências imperialistas europeias do século XIX, que foram um dos episódios mais lastimosos do Ocidente.»
A trajectória da China constitui "um êxito histórico" que "o mundo deve olhar com admiração", acrescentou Sérgio Sousa Pinto, deputado do PS, que está de visita à China, integrando a Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portugueses...
Domus: um mundo sem deuses, mas com homens e mulheres...
A crónica publicada hoje no jornal AS
BEIRAS pelo vereador António Tavares começa por observar o óbvio.
“A Figueira Domus tem tido alguns
azares. Não por culpa dos deuses, como é
óbvio, mas dos homens.”
E também das mulheres, já agora, se
não se importa senhor vereador...
O cronista – e ao mesmo tempo senhor
vereador executivo há cerca de 6 anos – esquece um pormenor: a sua
responsabilidade por via da sua participação, certamente importante
e decisiva, na escolha dos tais “homens e mulheres” que têm gerido a
casa nos últimos cerca de 6 anos. Até porque, como sabemos, “esses homens e essas mulheres”
não foram escolhidos propriamente por critérios de competência profissional, como gestores, mas
por outros, nomeadamente “as fidelidades” - partidárias e não
só...
Esses homens e essas mulheres não
foram escolhidos e escolhidas por um executivo de um Partido
imaginário e experimentalista: foram lá colocados por
um executivo que, tem como um dos rostos de marca precisamente o seu.
E, passados todos estes anos de oposição e de execução, não quero acreditar na ideia que pode ficar a pairar depois de ler, como o sempre o faço, a sua crónica de hoje: a de que a gestão da Figueira Domus ter sido putativamente escolhida por responsáveis camarários que conhecem pouco e mal a realidade da empresa municipal e ainda pior os mecanismos da administração.
Perante o mal, espero que o senhor vereador não se sinta um pouco como Santo Agostinho que, antes da sua conversão ao Cristianismo, dizia: “Procurava donde vinha o mal e não saía nunca dele”.
Acredito que o senhor vereador ainda vai conseguir fazer o que
é preciso ser feito pela Domus e pela Figueira: se não para diminuir o
mal, pelo menos descobrindo a forma de o não aumentar. E, passados todos estes anos de oposição e de execução, não quero acreditar na ideia que pode ficar a pairar depois de ler, como o sempre o faço, a sua crónica de hoje: a de que a gestão da Figueira Domus ter sido putativamente escolhida por responsáveis camarários que conhecem pouco e mal a realidade da empresa municipal e ainda pior os mecanismos da administração.
Perante o mal, espero que o senhor vereador não se sinta um pouco como Santo Agostinho que, antes da sua conversão ao Cristianismo, dizia: “Procurava donde vinha o mal e não saía nunca dele”.
Registo o parágrafo final da crónica do senhor vereador: “É bom que se alerte e se fale da sua contabilidade sempre que necessário, suscitando reparos, mas também não fica mal, até por respeito ao seu abnegado corpo de funcionários, que se relembre, em substância, o bom desempenho na missão social da empresa”, até porque em qualquer projecto – por mais ousado e empreendedor que se seja - nunca se conclui tudo o que se projecta realizar.
Isto, quando se projecta para, depois, realizar...
O problema não é falta de talento, é a falta de descaramento...
A TSU, novamente. "O Governo vai repor em 2015 o que o povo derrotou em 2012"...
"Esta é mais uma opção ideológica que pretende servir para a reposição de uma proposta que o povo derrotou em 2012. Ao ser faseadamente, o Executivo tenta duas coisas: deixar a sua marca de destruição e trazer consequências gravosas ao nível da sustentabilidade da Segurança Social e redução dos direitos dos trabalhadores" - Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP.
"Custa-me a crer que mexam nestas coisas tão sérias. Em quatro anos não mudaram nada. [O Governo] tentou apenas por duas ou três vezes com medidas totalmente avulsas, que foram depois travadas pelo Tribunal Constitucional (TC)" - Catarina Albergaria, responsável da área de Segurança Social da União Geral de Trabalhadores (UGT).
"Esta é mais uma opção ideológica que pretende servir para a reposição de uma proposta que o povo derrotou em 2012. Ao ser faseadamente, o Executivo tenta duas coisas: deixar a sua marca de destruição e trazer consequências gravosas ao nível da sustentabilidade da Segurança Social e redução dos direitos dos trabalhadores" - Arménio Carlos, secretário-geral da CGTP.
"Custa-me a crer que mexam nestas coisas tão sérias. Em quatro anos não mudaram nada. [O Governo] tentou apenas por duas ou três vezes com medidas totalmente avulsas, que foram depois travadas pelo Tribunal Constitucional (TC)" - Catarina Albergaria, responsável da área de Segurança Social da União Geral de Trabalhadores (UGT).
segunda-feira, 13 de abril de 2015
Parecendo que não, isto anda tudo relacionado...

Segundo o Correio da Manhã, os "Chineses vão «safar» Aprígio Santos"!..
Portanto, "o «nosso» Aprígio vai conseguir vender património que não lhe foi confiscado como devia, a dívida que lhe corresponde fomos todos nós que a pagámos, e os chineses que lho comprarem ganham o direito a um visto douradíssimo como prémio por terem investido na liberdade de vender deste nosso proeminente empreendedor.
Casa arrombada, caso arrumado, investidores à porta. Um dia destes acordamos todos ricos."
Ora cá está um filme que, tudo assim o indica, vai ter um fim como deve ser.
Todos tivemos oportunidades, mas só alguns tiveram unhas para as agarrar.
Se pudéssemos voltar atrás e compor algumas coisas, como teria sido?
Ninguém sabe.
Entretanto, pelas pequenas deixas que vão sendo largadas, tudo se vai compondo...
Não digam que não foram avisados...
"Por quem se governa e para quem se governa"...
A seis meses das eleições, os partidos da coligação começam a revelar as suas prioridades.
Passos concentra-se nas empresas, Portas nas famílias.
A seis meses das eleições, os partidos da coligação começam a revelar as suas prioridades.
Passos concentra-se nas empresas, Portas nas famílias.
Um pergunta simples e concreta: Marca Figueira: o que é?..
Se, por um lado e por exemplo, quando falamos da Mealhada, sabemos que tem uma grande marca chamada leitão, por outro lado, por exemplo, quando falamos de droga, sabemos que a melhor marca é sempre branca...
Contudo, quando falamos da Figueira, falamos concretamente de quê em termos de marca?
Depois de ler, hoje, no jornal AS BEIRAS, a crónica onde Miguel Almeida, volta a referir-se à conferência o "Futuro da Figueira da Foz - os negócios e o território", sem nunca clarificar o essencial - o que é, na realidade, essa coisa chamada Marca Figueira -, o autor termina assim a crónica: “Destas reflexões há uma que considero central: quanto vale a marca Figueira? Será que sabemos? Será que a temos valorizado e potenciado? Há um caminho muito longo a percorrer, sem amadorismos, se não quisermos perder definitivamente o comboio do desenvolvimento.”
Eu, que limitado me confesso, por isso sublinho: depois de ler com toda a atenção de que fui capaz, a crónica de hoje do vereador Somos Figueira, Miguel Almeida, continuo com a dúvida: Marca Figueira, o que é?..
A limitação, admito, pode ser minha. Eu sou povo. E o povo é povo porque não percebe uma série de coisas. E quem lê este espaço, na sua esmagadora maioria, também é o povo. E o povo que me lê sabe que eu estou a falar do real e de concreto: marketing político é outra coisa, como muito bem sabe Miguel Almeida.
Em épocas de fervor revolucionário, como foi na Figueira a passagem de Santana Lopes, o tempo tem sempre uma dimensão proporcionalmente inversa ao empolgamento dos protagonistas. Quanto mais fervor revolucionário mais o tempo parece escasso. Todos os sonhos parecem realizáveis e as vozes conciliadoras, ou que se atrevam a apelar ao realismo, são silenciadas ou desprezadas. Foi o que aconteceu a partir de 1997 na nossa cidade, até termos chegado à realidade chamada "o colossal buraco das contas da autarquia figueirense".
Esse tempo, porém, passou.
Todos sabemos que o Algarve, em termos de turismo balnear, é a região no nosso País na qual o turismo tem uma indesmentível importância, com impacto económico-social regional e nacional.
O desenvolvimento da actividade turística no Algarve é um fenómeno relativamente recente: remonta aos anos sessenta do século passado.
Anda por aí, também, o começo do declínio da Figueira como estância balnear e turística. Toda a gente, na Figueira, sabe que o Algarve é o mais importante destino turístico português e uma marca enraizada num conjunto de mercados emissores de turistas.
A marca do Algarve é isto, não é só uma lamentável ideia saloia.
Espero, portanto, que me expliquem, concretamente, como se eu tivesse 5 ou 6 anos, o que é a Marca Figueira...
Contudo, quando falamos da Figueira, falamos concretamente de quê em termos de marca?
Depois de ler, hoje, no jornal AS BEIRAS, a crónica onde Miguel Almeida, volta a referir-se à conferência o "Futuro da Figueira da Foz - os negócios e o território", sem nunca clarificar o essencial - o que é, na realidade, essa coisa chamada Marca Figueira -, o autor termina assim a crónica: “Destas reflexões há uma que considero central: quanto vale a marca Figueira? Será que sabemos? Será que a temos valorizado e potenciado? Há um caminho muito longo a percorrer, sem amadorismos, se não quisermos perder definitivamente o comboio do desenvolvimento.”
Eu, que limitado me confesso, por isso sublinho: depois de ler com toda a atenção de que fui capaz, a crónica de hoje do vereador Somos Figueira, Miguel Almeida, continuo com a dúvida: Marca Figueira, o que é?..
A limitação, admito, pode ser minha. Eu sou povo. E o povo é povo porque não percebe uma série de coisas. E quem lê este espaço, na sua esmagadora maioria, também é o povo. E o povo que me lê sabe que eu estou a falar do real e de concreto: marketing político é outra coisa, como muito bem sabe Miguel Almeida.
Em épocas de fervor revolucionário, como foi na Figueira a passagem de Santana Lopes, o tempo tem sempre uma dimensão proporcionalmente inversa ao empolgamento dos protagonistas. Quanto mais fervor revolucionário mais o tempo parece escasso. Todos os sonhos parecem realizáveis e as vozes conciliadoras, ou que se atrevam a apelar ao realismo, são silenciadas ou desprezadas. Foi o que aconteceu a partir de 1997 na nossa cidade, até termos chegado à realidade chamada "o colossal buraco das contas da autarquia figueirense".
Esse tempo, porém, passou.
Todos sabemos que o Algarve, em termos de turismo balnear, é a região no nosso País na qual o turismo tem uma indesmentível importância, com impacto económico-social regional e nacional.
O desenvolvimento da actividade turística no Algarve é um fenómeno relativamente recente: remonta aos anos sessenta do século passado.
Anda por aí, também, o começo do declínio da Figueira como estância balnear e turística. Toda a gente, na Figueira, sabe que o Algarve é o mais importante destino turístico português e uma marca enraizada num conjunto de mercados emissores de turistas.
A marca do Algarve é isto, não é só uma lamentável ideia saloia.
Espero, portanto, que me expliquem, concretamente, como se eu tivesse 5 ou 6 anos, o que é a Marca Figueira...
Coisa antiga
As notícias da política nacional são
listas! Listas de candidatos a candidatos a
todos os lugares possíveis...
domingo, 12 de abril de 2015
sábado, 11 de abril de 2015
Será que o Paulo Morais também come bolo de boca aberta?..
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| foto sacada daqui |
Figueira Domus: vejam bem quão complicada é a vida dela...
Este texto do Jot´Alves, publicado hoje no jornal AS BEIRAS, é muito bom e foi escrito com alguma subtileza e deve ser lido com argúcia e alguma dose de cartomancia. O mais natural, porém, é que alguns não o entendam. Mas o jornalista não tem culpa que nem todos tenham cérebros grandes e brilhantes.
Repito: este texto é muito bom. Porém, apenas para quem o entenda...
Eu, com o meu cérebro de amendoim, consegui entender o óbvio: tanto a Figueira, como a DOMUS, são casas desarrumadas!
Mas, hoje, como é sábado, dia dedicado a outros afazeres, é mais difícil conseguir juntar tudo e fazer com que isto pareça que tem sentido e que tem alguma ligação.
E, agora, vou cortar as unhas dos pés, pois o sábado é o único dia em que tenho disposição para tal e já ando a calçar 44!
Repito: este texto é muito bom. Porém, apenas para quem o entenda...
Eu, com o meu cérebro de amendoim, consegui entender o óbvio: tanto a Figueira, como a DOMUS, são casas desarrumadas!
Mas, hoje, como é sábado, dia dedicado a outros afazeres, é mais difícil conseguir juntar tudo e fazer com que isto pareça que tem sentido e que tem alguma ligação.
E, agora, vou cortar as unhas dos pés, pois o sábado é o único dia em que tenho disposição para tal e já ando a calçar 44!
sexta-feira, 10 de abril de 2015
Já me diverti mais em funerais...
"Eu revolto-me, logo existo", escreveu um dia Albert Camus.
Folgo em saber que existem alguns que
têm estômago para aguentar a falta de civismo, a
ignorância, a arrogância, a pobreza de espírito e a futilidade de
quem os governa. Seja em Bruxelas, seja em Lisboa, seja
na Figueira, seja na Aldeia.
Ainda bem, que não sentem o incómodo
de ver, ouvir e ignorar.
Já eu, para meu azar, nasci e cresci
sem a bênção da resignação, capacidade que evitaria a náusea que
sinto, o asco que me assola, quando olho para essa gente que em
Bruxelas, em Lisboa, na Figueira e na Aldeia gere o destino de todos
nós.
Para meu azar, sou incapaz de
considerar normal que os melhores jovens deste país tenham de sair
dele para poderem ter um futuro. Para meu azar, sou completamente
inapto para ser cretino ao ponto de aceitar a ditadura da maioria que
ouve e defende os fulanos que em Bruxelas, em Lisboa, na Figueira e
na Aldeia não sentem o incómodo de ver, ouvir e ignorar.
Continuem, porém, tranquilos, impávidos e
serenos. Dispenso solidariedade, pois também eu, como
escreveu o Poeta, "não sei por onde vou, só sei que não vou por
aí".
A casta, o mérito e o mérito da casta
"O mérito, essa coisa que a casta faz circular de boca em boca na vez da palavra panelinha. Ana Pinho foi escolhida para vogal de uma entidade que gere fundos comunitários apesar da comissão que o Governo criou alegadamente para moralizar as nomeações de dirigentes da Administração Pública ter considerado que lhe faltava experiência. O ministério de Poiares Maduro, que tutela o organismo, argumenta que não foi posta em causa a “idoneidade e a competência da candidata”. Também podiam dizer que não foi posto em causa que a Ana cheira mal dos pés. Ou que mastiga de boca aberta e faz imenso barulho a comer. Há imensas coisas que a CRESAP não disse nem tinha nada que dizer. Mas disse que não tem experiência, nem mesmo como comissária política de nomeação pelo cartão partidário, que a CRESAP não deveria mas contabiliza como “experiência”. É o que a CRESAP disse que conta, não o que não disse. A CRESAP chumbou-a, a seguir o Governo chumbou a CRESAP e a seguir ninguém da CRESAP se demitiu. Eles também estão ali a ganhar experiência para um dia, quem sabe, o mérito da obediência lhes ser reconhecido para fazer chegar a sua vez de serem lançados em voos um pouco mais altos. Com salário a condizer. A "experiência" da casta tem o mérito de saber remunerar-se de acordo com as especificidades próprias blablabla de cada situação."
Via O país do Burro
Via O país do Burro
A falsa modéstia do mentiroso Passos Coelho...
Passos Coelho considerou, ontem, que "que o custo do trabalho para as empresas ainda é muito elevado".
E sublinhou: "Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar neste domínio fiscal durante estes quatro anos. Mas será um objectivo seguramente importante para cumprir nos próximos anos".
Em tempo.
Passos Coelho em 22.03.2013.
"O Governo não tem um modelo de salários baixos e de desemprego para o país".
E sublinhou: "Essa foi talvez a única importante reforma que não conseguimos completar neste domínio fiscal durante estes quatro anos. Mas será um objectivo seguramente importante para cumprir nos próximos anos".
Em tempo.
Passos Coelho em 22.03.2013.
"O Governo não tem um modelo de salários baixos e de desemprego para o país".
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Tiro pela culatra...
Não sei se Sampaio da Nóvoa vai ser
candidato presidencial, ou não, nem isso, por enquanto, me preocupa,
mas aquilo que este texto, deste assessor ou ex-assessor de Cavaco e
filho do socialista Jaime Gama, é, fica definido numa palavra: pulhice.
Não encontro palavra melhor para
descrever um texto em que o autor é capaz de trazer para a arena do
combate político a memória de alguém por quem afirma ter sentido
admiração recorrendo a mentiras.
De registar,
ainda, que se esqueceu que “Marcelo também chumbou Saldanha Sanches no júri presidido por Nóvoa”...
E Diogo Leite Campos, um dos ideólogos de Passos Coelho, idem...Taborda da Gama, o tal filho de Jaime Gama, não foi sério. Aponto 3 razões:
1. Nóvoa não votou (nem podia votar).
2. Votou sim Marcelo Rebelo de Sousa: e pelo chumbo.
3. Taborda da Gama, usou o nome de Saldanha Sanches para sujar o de Nóvoa, quando na verdade só mancha o de Marcelo e dos outros 5 - Diogo Leite de Campos, Jorge Braga de Macedo, Menezes Cordeiro, Fausto de Quadros e Paz Ferreira - que com ele chumbaram Saldanha Sanches.
Ai Costa, Costa...
Ai Gama, Gama...
Ai, PS, PS...
Ai, Costa, Costa... (III)
Ai, Costa, Costa... (II)
"Quer-me parecer que neste momento o problema do Partido Socialista não é contribuir para a eleição de um Presidente da República, neste momento o problema do Partido Socialista parece ser o de encontrar um candidato que satisfaça todas as quintas e quintais, capelas e capelinhas que existem dentro do partido, é a Presidência da República, não como um órgão de soberania fundamental para a coesão da Nação e para o regular funcionamento das instituições, mas como o camarada amigo sentado no cadeirão."
A brincar com coisas sérias.
A brincar com coisas sérias.
Ai, Costa, Costa...
No PS, nada de novo...
Sou daqueles que acredita que todas as
pessoas são boas em alguma coisa.
Eu, considero-me bom a prestar atenção
aos pormenores.
Sofro disto desde que me lembro...
Não tenho culpa: no meu tempo, não havia medicamentos
nem diagnósticos para estas coisas.
É por isso que quase toda a minha escola não foi esquecida...
Negócio em risco na Figueira...
No fim do mês passado, no decorrer da
conferência “O futuro da Figueira da Foz – os negócios e o território”, o vereador António Tavares revelou que o concelho
deverá perder 14 por cento da sua população até ao ano de 2030.
Em termos práticos, são 8.529
habitantes a menos do que actualmente tem o concelho figueirense.
Pelos vistos, o número de nascimentos, a
diminuir, e o de óbitos, a aumentar, preocupa seriamente os
responsáveis autárquicos figueirenses.
Eu, se fosse presidente ou
vereador numa cidade que tivesse o melhor negócio do mundo a ser explorado pela própria câmara – o
estacionamento pago na baixa e no parque do hospital – também me
preocupava...
Qualquer dia já se consegue facilmente
estacionar na baixa, sem se recorrer aos locais pagos, e o parque de
estacionamento que serve a praia do hospital vai dar, mesmo no verão,
para todos...
Rimando
Para o "velho" presidente, está tudo bem.
Para o "primeiro" mentiroso, também.
O "queixinhas", da cerveja, também
assim clama.
A “limpinha”, da agrícola, gosta de
fama.
O Crato, da "rebaldaria", não passa de um perigoso palerma.
A Maria “Patinhas” está cheia de
carcanhol.
O Portas, da "demagogia", anda a mijar fora do urinol.
Entretanto, o prof. Martelo e o "baixinho" vão comentando...
E, assim, nos vão lixando!
E, assim, nos vão lixando!
Temos o que merecemos.
Há muito que sabemos,
que com CDS, PS e PSD
Quem se "fode"
é, precisamente, você...
E, isso, em nada já me comove...
A banalização da palavra
"Os acordos em homens de palavra são para se cumprir." - disse Pires de Lima
Em causa está o acordo assinado entre os sindicatos que aceitaram desconvocar a greve em dezembro, onde se inclui o SPAC, o Governo e a administração da TAP. O entendimento alcançado na altura tinha levado à desconvocação de uma greve para o período do Natal.
Em comunicado divulgado, ontem,
quarta-feira de tarde, a direcção da SPAC afirmou que o processo
negocial chegou a um "impasse insanável" e anunciou a
convocação de duas assembleias gerais para os próximos dias 15 e
16, para que os pilotos deliberem sobre "todas as medidas
necessárias e suficientes", no sentido de sensibilizar a TAP, a
Portugália e o Governo para a "adopção de um
comportamento responsável e para a imperatividade do integral
cumprimento dos acordos e compromissos em causa".
Em tempo.
Depois de ouvir Pires de Lima, ministro do governo de Passos Coelho e Paulo Portas, falar em "homens de palavra", só há lugar para o vazio e para o oblívio.
Em tempo.
Depois de ouvir Pires de Lima, ministro do governo de Passos Coelho e Paulo Portas, falar em "homens de palavra", só há lugar para o vazio e para o oblívio.
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Sem medo e “num colchão de sumaúma, você (mesmo aos 61) dá duas que parecem uma”...
Ontem à noite, na televisão, um conhecido advogado falou do medo...
Hoje à tarde, na televisão, um conhecido apresentador falou do medo...
Durante a vida muitos quiseram meter-me medo...
Neste momento, em Portugal, o medo está a tornar-se em mais do que uma obsessão: reina.
Neste momento, em Portugal, o medo está a tornar-se em mais do que uma obsessão: reina.
Alexandre O'Neill, o Poeta, ensina
melhor o que é o medo do que os psicólogos (Poemas com endereço,
1962).
Entre a rotina do dia-a-dia e o medo de viver a Liberdade, na minha vida tem havido a poesia de Alexandre O’Neill.
Perfilados de medo , agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
e a vida sem viver é mais segura.
É isto mesmo que o controlo provocado pelo medo nos oferece: uma vida sem viver.
Entre a rotina do dia-a-dia e o medo de viver a Liberdade, na minha vida tem havido a poesia de Alexandre O’Neill.
Perfilados de medo , agradecemos
o medo que nos salva da loucura.
Decisão e coragem valem menos
e a vida sem viver é mais segura.
É isto mesmo que o controlo provocado pelo medo nos oferece: uma vida sem viver.
É essa vida que eu tenho recusado
durante a vida toda. Que já vai longa.
Há muito que aprendi uma coisa: quem
vive com medo, no final, até a segurança não passa
apenas de um verniz fino...
Da série, as palavras que hei-de recordar um dia....
Em França, o número de prémios
literários é, digamos assim, no mínimo, abundante.
Temos o Goncourt, o Renaudot, o Femina,
o Médicis, o do Le Monde, o Fnac, o Chateaubriand, o da Academia, o
Nadar, o Jean Giono, o François Mauriac, o Lecteurs, o Choix des
Libraires, o da Crítica, o Paul Verlaine, o da Francofonia, etc.
Ah, e os franceses também têm o
festival internacional de literatura, o "Festival du Premier Roman", em Chambéry, França, de que este ano se realiza a 28ª.
Edição, o que não é, de todo, despiciendo, pois, graças ao conhecido "peão de brega" do vereador Tavares, o solícito e benevolente Rui Beja, permite manter em alta o
meu – e, presumo, que o de resmas de figueirenses - reiterado entusiasmo pela obra literária do escritor António Tavares!..
Em Portugal, a lista de prémios literários e de festivais de literatura não é assim tão generosa, embora todos saibamos que existem portugueses com obras literárias de
génio.
E também há livros escritos pelo (Eu)génio...
Em tempo.
Qual a diferença entre o Super-Homem e
o vereador Tavares?
Só um passou pelo pedantismo de conseguir o ridículo de ficar
ridículo de chapéu.
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