“Antes espanhol com assistência médica do que português ao deus dará.”
“Antes de poupar no Serviço Nacional de Saúde há muitos outros sítios onde poupar.”
Porquê?.. Fiquem sabendo, de uma vez por todas, seus invejosos, que isto é a normalidade ...
Esta, é a meta fundamental de qualquer "raposa política".
É por estas e por outras do mesmo teor, que Portugal continua o rabejador da Europa.
Os pessimistas dirão: temos o último lugar garantido. Os optimistas, porém, hão-de notar que, ao menos, é um lugar. E que está garantido.

"O Mercado Engenheiro Silva da Figueira da Foz começa a respirar os "ares de verão"...
Durante a semana começaram a aparecer os espanhóis, os franceses, os nórdicos...que "encantados" repetem voltas ao mercado...
Para quem ali trabalha não é estranho nem nunca foi...esta "maré" que começa a encher agora...e só vai esvaziar para fins de Setembro..."
Ler o resto aqui.
É evidente, que se tal fosse possível, preferíamos escolher, como notícia do dia das mentiras, esta, que vinha na primeira do jornal Público de ontem, pois, com notícias destas, infelizmente verdadeiras, algo se vai afundando em Portugal!... E não é pouco...
Enfim, esperemos que tenham gostado da nossa verdadeira mentira, pois festejar as datas também faz parte da vida.


A vida passa depressa, mas penso que ainda não foi há muito tempo, que a ajudei a ultrapassar um obstáculo, na Avenida 12 de Julho, mesmo junto à casa do meu Tio Adelino, pois, com a sua cadeira de rodas, continuava a percorrer os caminhos da aldeia...
A “Coxinha”, como ternamente a conhecíamos, não mais me vai perguntar: “então menino, como está a tua mãe.”
"Há um sentimento de vazio nas ruas da minha terra.” Até um dia destes...


No passado dia 9 de Fevereiro, tínhamos deixado patente neste post o nosso espanto com o que se perspectivava: “5 euros, cinco, para visitar, no futuro, o Museu Municipal da Figueira da Foz!..”
Felizmente, predominou o “bom senso”. “Para a entrada no Museu Municipal a proposta baixou de 5 para 2 euros por pessoa, grátis para crianças até aos 12 anos e um euro para pessoas com mais de 65 anos. No Núcleo Museológico do Mar a entrada passa a ser gratuita e no do Sal baixou de 2, 5 euros para um e grátis para crianças e pessoas com mais de 65 anos.”
Concordamos com vereadora Isabel Cardoso: “são valores razoáveis”.
“O Nelson Fernandes não foi colega de liceu, de basquete, adversário nas listas para a associação de estudantes e pelo vistos também não joga à lerpa com o Rui Curado da Silva. ”
Já agora, alguém consegue explicar porque aconteceu o mesmo ao CDS, "uma força que, goste-se ou não se goste, já esteve representada na vereação."
Outro dia, um Congresso partidário, atento às questões políticas, mas anestesiado para os aspectos estatutários internos, aprovou a chamada "Lei da Rolha".
Muita gente, à posteriori, se admirou com a ocorrência. Não sei porquê, pois os congressistas eram do partido e tudo devem ao partido. Sobretudo, obediência, muita e cega obediência. Porque é o partido, ou quem nele manda, que os escolhe, que os propõe, que os elege com os votos do “povo” que, provavelmente, também pertencerá ao partido.
Os congressistas, como se viu, estão no Congresso, para “dar a bênção” a toda e qualquer ideia, por mais louca, ou despropositada que seja, que passe pela cabecinha de quem manda, nem que seja conjunturalmente, no partido.
Não o fazerem é colaborar objectivamente com a oposição, seja nas grandes como nas pequenas questões.Tudo pelo partido, nada contra o partido.
É assim que as coisas funcionam. Nos partidos.
Ando cá com uma vontade de iniciar uma dieta. Preciso de perder, pelo menos, para aí uns 20 quilos!... Ou mais...
Se calhar, agora é que vai ser, pois vou ter a vida facilitada. Ultimamente, só tenho ouvido políticos – dos tais que contribuíram para a engorda do monstro - a dizer que o Estado tem de emagrecer, passar a preocupar-se com quem efectivamente precisa dele. Será que esses mesmos políticos - dos tais que contribuíram para a engorda do monstro - a partir de agora, vão mudar tanto as suas práticas, deixando, por exemplo, de arranjar mais qualquer tacho para os familiares e amigos, que o animal vai, finalmente, emagrecer.
Assim, teríamos assunto. E, quem sabe, se eu, por contágio, não iria também perder peso, como tanto preciso...

“Temos a obrigação de inventar outro mundo porque sabemos que outro mundo é possível. Mas cabe a nós construi-lo com nossas mãos entrando em cena, no palco e na vida. Actores somos todos nós, e cidadão não é aquele que vive em sociedade: é aquele que a transforma!”
Mensagem do ano passado (2009) escrita por Augusto Boal