Fotos: António Agostinho, em 30 de Novembro de 2020.
segunda-feira, 30 de novembro de 2020
Atente-se, no estado em que se encontra a duna logo a seguir ao chamado “Quinto Molhe”, a sul da Praia da Cova. Por vezes, ao centrar-se a atenção sobre o acessório, perde-se a oportunidade de resolver o essencial...
Fotos: António Agostinho, em 30 de Novembro de 2020.
Requalificação do areal urbano...
Querem saber porque é que a minha expectativa é de tal maneira exuberante, viçosa, viigorosa, deslumbrante e avantajada sobre a reparação dos equipamentos que já estão degradados no areal urbano?
Porque tenho memória. É para isso que serve, no essencial, OUTRA MARGEM. Sei que isso incomoda quem pretende branquear o passado, mas esse problema não é do autor deste blogue. O autor deste espaço só tem um compromisso: com a verdade.
Recuemos, então a 6 de Janeiro de 2020.
"Na Obra de Requalificação do Areal/Valorização de Frente Mar e Praia - Figueira/Buarcos foram gastos 2 milhões de Euros na empreitada, com a obrigação do empreiteiro fazer a manutenção durante 5 anos.
Passaram quase 3 anos após a conclusão dos trabalhos.
Isto não vai acabar tudo bem...
"A selva laboral dos nossos dias" não é nada que não saibamos.
Vivemos tempos muito difíceis. «A violência de classe de que está impregnada a "ciência" neoliberal e os argumentos "técnicos" esgrimidos em concertação social, que colocam displicentemente o mundo do trabalho como "variável de ajustamento" do que correr mal - ou não - nas empresas. O problema é que nesse "outro lado" estamos quase todos nós. E estaremos por muito tempo, porque este "mundo cão" acaba por engendrar e reforçar um certo modelo de subdesenvolvimento.
domingo, 29 de novembro de 2020
Para que serve a utopia...
“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”
Isto é Portugal, isto é Lisboa...
Web Summit. Estado não usou a pandemia para negociar custos (e podia)...
O Estado português não invocou as alíneas do contrato assinado em 2018 com a Connected Intelligence Limited (CIL) para reduzir os custos da realização da Web Summit de 2020, que vai decorrer em formato digital entre 2 e 4 de dezembro, devido aos confinamentos e limitações de viagens provocados pela pandemia.
Paddy Cosgrave, fundador da Web Summit e líder da CIL, confirmou que o pagamento foi feito sem descontos, ainda antes de Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, assumir que o município tinha pago a totalidade do valor. Na reunião da Câmara Municipal de quarta-feira, Medina justificou essa decisão com a importância estratégica do evento."
Sem surpresas, Jerónimo de Sousa foi reeleito, mas com um voto contra (o que não existiu nas anteriores quatro eleições). João Ferreira entra na Comissão Política do Comité Central do PCP.
Nos 91 anos de Mário Silva
Via QUIM MADEIRA
A "última subida" de Vítor Oliveira
Um pensamento tão actual...
Só há uma solução: mudar de vida
Premiar a partidarite, o seguidismo, o chico-espertismo, o desenrascanço, o lambe-botismo, o arranjinho, o "grupinho", é mais do mesmo.
Aliás, tudo coisas bem enraízadas também cá na aldeia e que temos de banir o mais rapidamente possível.
Se não se mudar de vida, continuaremos como até aqui: a marcar passo.
sábado, 28 de novembro de 2020
E se as nomeações não fossem por fidelidade partidária, mas por critérios de competência?..
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
Na abertura do XXI congresso do PCP: (as minhas) dúvidas e inquietações
1. Ao assistir à abertura do XXI Congresso, confirmo o que pensava: o PCP tem capacidade organizativa que lhe permite garantir o cumprimento das regras de segurança em tempo de pandemia.
2. O mesmo não se pode dizer do Chega que fez o seu Congresso no final do passado mês de Setembro, nas condições que tivemos oportunidade de ver.
3. Acerca da legalidade dos dois congressos não paira réstea de dúvida.
4. Mas, no caso do Congresso que se está a iniciar hoje, há um problema, que, penso, merecia ter sido avaliado: o esclarecimento da opinião pública e dos votantes da CDU, que permita receber, avaliar e aceitar o Congresso do PCP, que poderá (ou não) ter reflexos eleitorais.
5. A perceção pública, faz parte da vida política que não pode ser menosprezada numa democracia, onde o que decide é o voto do Povo.
6. Neste momento, se em Portugal, na Europa e no Mundo, a maior ameaça vem da extrema-direita (sob as suas mais elaboradas formas), não se pode ignorar que existe o mito da chamada ameaça «vermelha».
7. Concordo que o PCP não pode ficar preso à imagem que dele passam os seus inimigos, nem a factores eleitorais, mas também tem de perceber e aceitar, que em 2020 em Portugal, na política a ideia de que o povo é que quem mais ordena se traduz na necessidade de legitimação pública. O PCP, como partido fundamental no Portugal saído do 25 de Abril de 1974, tem de ser mais que os seus militantes e a CGTP.
8. Não sou militante de nenhum partido, porém, a política há 50 anos que não me passa ao lado. Estou a ouvir em directo Jerónimo de Sousa, que a dado momento do seu discurso disse: «O PCP "não se dá ao privilégio e ao egoísmo de se resguardar".»
9. Diria mais: em 100 de existência, o PCP "nunca se deu ao privilégio e ao egoísmo de se resguardar".
10. Perante isto, quem sou eu para opinar?
11. O que ficou escrito acima, foi só uma conversa reflexiva que tive comigo própria esta manhã, enquanto assistia em directo ao discurso de Jerónimo de Sousa na abertura do XXI congresso.
12. Rui Rio, acabei de confirmar em directo na televisão, neste processo, está ao seu nível: miserável.












