Via Diário as Beiras
"Do Lado de Cá, projeto promovido pela junta de freguesia, entre outras atividades, inclui teatro e gastronomia."
Para ler melhor clicar na imagem.
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O Partido Social Democrata (PPD/PSD) é um partido político português. Foi fundado em 6 de maio de 1974 por Francisco Sá Carneiro, Francisco Pinto Balsemão e Joaquim Magalhães Mota sob o nome Partido Popular Democrático (PPD).
Ontem, morreu o último dos seus fundadores.
Francisco Pinto Balsemão, juntamente com Magalhães Mota e Francisco Sá Carneiro, "patrocinaram e fomentaram o acto de constituição do PPD, na altura, hoje PSD, estruturando a sua matriz ideológica e afirmando os seus princípios programáticos e os seus valores.
Francisco Pinto Balsemão fundou o PPD, mas queria que se tivesse logo chamado PSD.
Chefiou dois governos depois da morte de Sá Carneiro, mas recusou transformar-se num político profissional.
Tornou-se uma personalidade incontornável da história dos média em Portugal, um jornalista que nunca deixou de ser político, tendo como "fio condutor" a luta pela liberdade de expressão e o direito a informar.
Mas a grande notícia, aguardada há meses, vai acontecer hoje: 𝗔 𝗣𝗢𝗡𝗧𝗘 𝗘𝗗𝗚𝗔𝗥 𝗖𝗔𝗥𝗗𝗢𝗦𝗢 𝗔𝗕𝗥𝗘 𝗣𝗟𝗘𝗡𝗔𝗠𝗘𝗡𝗧𝗘 𝗡𝗔 𝗠𝗔𝗗𝗥𝗨𝗚𝗔𝗗𝗔 𝗗𝗘 𝗤𝗨𝗔𝗥𝗧𝗔 𝗣𝗔𝗥𝗔 𝗤𝗨𝗜𝗡𝗧𝗔-𝗙𝗘𝗜𝗥𝗔.
A partir da madrugada desta quarta-feira para quinta-feira, deixará de haver trânsito condicionado na Ponte Edgar Cardoso devido às obras, informou ontem o Município da Figueira da Foz nas suas redes sociais. Deste modo, será retomada a circulação nas quatro faixas de rodagem. Entretanto, continuam as obras, que deverão terminar na última semana deste mês ou na primeira de novembro.
Agora, sim, venham os foguetes!
O Diário da República publicou ontem os concursos públicos para a construção de unidades de saúde em Tavarede, Bom Sucesso e Paião.
A unidade de saúde de Tavarede tem um orçamento base de 2,4 milhões de euros e um prazo de execução de 10 meses. Por sua vez, o concurso para a nova unidade de saúde do Bom Sucesso é lançado por 1,2 milhões de euros, tendo um prazo de execução de 10 meses. O concurso público para a nova unidade de saúde do Paião, por seu lado, tem um oçamento inicial de 1,5 milhões de euros e 10 meses para a conclusão das obras.
Já em obra, encontra-se a unidade de saúde São Pedro.
Santana Lopes continua a seguir o guião por si próprio anunciado no acto da tomada de posse do primeiro mandato. A “resposta social, com os centros de saúde e o sistema de transporte das pessoas que vivem mais longe do centro do concelho”, são áreas em que o autarca prometeu no dia da tomada de posse “trabalhar mais depressa”.
Nesse já longínquo dia 17 de Outubro de 2021, Pedro Santana Lopes assumiu como prioridades o ensino superior, o mar, a erosão costeira e as respostas sociais.
E, até ao momento, está a cumprir.
Os dois principais partidos timorenses pediram ao Ministério Público e à Comissão Anticorrupção (CAC) que conclusa a auditoria à construção do navio Haksolok, que está a ser construído em Portugal desde 2014.
"O CNRT pede, e manifesta publicamente, ao Ministério Público e à CAC que concluam rapidamente este processo para que possa ser remetido ao tribunal e se obtenha um resultado que diga claramente se houve ou não irregularidades", afirmou o deputado Natalino dos Santos, do Congresso Nacional de Reconstrução Timorense, partido no poder.
A CAC enviou no final de 2023 o processo para apreciação do Ministério Público.
O deputado da bancada do Governo afirmou que, caso contrário, o assunto do Haksolok continuará a ser apenas um tema político, debatido em público e a causar confusão na população.
Natalino dos Santos sublinhou que o CNRT quer que o processo seja rapidamente levado a tribunal, para se saber quem tem ou não razão.
O deputado lamentou ainda que, passados 10 anos, o navio nunca tenha chegado a Timor-Leste, apesar de o país ter investido somas avultadas. Timor-Leste investiu 12 milhões de euros na aquisição de 95% dos estaleiros da Figueira da Foz, infraestrutura que entrou em insolvência e que tinha praticamente como único cliente a construção do `ferry` Haksolok, que devia ligar a capital timorense, a ilha de Ataúro e o enclave de Oecusse, no oeste do país, na altura gerido por Mari Alkatiri.
O orçamento inicial da embarcação, em 2014, era de 13,3 milhões de euros, tendo sido depois assinadas três adendas contratuais adicionais num montante total de 12 milhões de euros. A operação de compra do Haksolok é uma das mais polémicas dos últimos anos em Timor-Leste, causando intensos debates entre sucessivos governos e partidos políticos e, ainda agora gera fortes críticas a Mari Alkatiri e à Região Administrativa Especial de Oecusse-Ambeno (RAEOA).
O contrato para a construção do Haksolok foi assinado com a Atlanticeagle Shipbuilding em setembro de 2014 e os trabalhos arrancaram em 2015, mas estão parados há vários anos. Depois de um pedido de insolvência, a AtlanticEagle Shipbuilding viu aprovado em 96% um Plano Especial de Recuperação, com os votos favoráveis da Autoridade Tributária, Segurança Social e do maior credor, precisamente a RAEOA.
O presidente da bancada da Fretilin (Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente), Aniceto Guterres, recordou que o seu partido já pediu há muito tempo ao Governo e aos deputados da bancada governamental para ser realizada a auditoria e, caso existissem indícios de crime, que se procedesse a uma investigação.
"Temos ouvido recentemente que a auditoria e a investigação estão em curso, mas nunca se apresentou qualquer resultado, e ninguém se pronuncia sobre o assunto", lamentou. O deputado da Fretilin sublinhou que, se houver de facto crime, o processo deve seguir o seu curso normal e ser encaminhado ao Ministério Público ou à CAC, para que se faça justiça. Aniceto Guterres afirmou que atualmente a Fretilin não está no Governo, pelo que a questão do Haksolok, que ainda não foi resolvida, é da responsabilidade do atual executivo.
Em julho, a Comissão C -- Finanças Públicas do Parlamento Nacional de Timor-Leste visitou o estaleiro na Figueira da Foz e esteve reunida com os responsáveis locais. No final da vista, Bruno Costa, sócio minoritário da empresa, explicou que o Estado timorense já transferiu para a AtlanticEagle Shipbuilding cerca de 12 milhões de euros, faltando ainda receber oito milhões de euros, o que tem atrasado o processo de construção do "Haksolok" e afetado o normal funcionamento da empresa da Figueira da Foz.
Com capacidade para transportar 377 passageiros, 26 veículos ligeiros e até 5.500 quilos de carga, o "Haksolok" foi encomendado para fazer a ligação marítima entre o enclave timorenses de Oecusse, no oeste do país, a ilha de Ataúro e a capital de Timor-Leste, Díli."
Via Município da Figueira da Foz
"Observa-se hoje um dia de Luto Municipal, decretado pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, pela morte do fotógrafo Jorge Manuel Martins Dias.
Jorge Dias, além de fotógrafo, era um Cidadão que devia ser lembrado como um Homem livre que contribuiu activamente para a implatanção do regime democrático, contribuindo activamente no derrube da ditadura.
Foi membro constituinte do Núcleo da URAP na Figueira da Foz e militar de Abril. Em Abril de 1974 Jorge Dias era militar no RAP 3, na Figueira da Foz Cito o que disse no dia 24 de Abril de 2023 (no "velho" Café Nau, sala emblemática dos chamados "Cafés Tertúlia ou Café Cultural" na Figueira, que tantas recordações traz aos ainda resistententes velhos democratas figueirenses) no convívio entre cultores da Liberdade e do 25 de Abril. "registei o que me incumbiram, ou seja, tudo o que fosse motivo de registo fotográfico. Mas houve outras nuances, como a detenção do comandante da unidade, Sílvio Aires de Figueiredo, levada a efeito por mim e pelo capitão Dinis de Almeida, que lhe deu voz de prisão. O comandante não aderiu ao golpe, era uma força de bloqueio, como outras que existiam no RAP 3."