Via Ladrões de Bicicletas
"Como Vicente Ferreira não se tem cansado de assinalar, a investigação do próprio Banco Central Europeu (BCE) tem assinalado como os lucros estão a aumentar muito mais fortemente do que os salários.
Via Ladrões de Bicicletas
Esta é a notícia: "Bombeiros da Figueira da Foz em guerra com Santana Lopes: câmara deixou de pagar horas extra (e os bombeiros vão responder com greve)".
Em comunicado, Anabela Tabaçó, vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, manifesta "desagrado pela forma como foi transmitida a notícia relativa ao Plenário dos Bombeiros Sapadores, realizado no passado dia 19 do corrente, apresentada dia 20 de abril, no TVI Jornal, pelas 13", e queixa-se à ERC – Entidade Reguladora para a Comunicação Social, solicitando "que actue junto da comunicação social, no sentido de os alertar para a forma justa, isenta e imparcial de informar, permitindo assim o devido contraditório.
Foi solicitada uma entrevista por parte de um jornalista da TVI para saber qual a posição do Município sobre este assunto. Essa entrevista decorreu hoje de manhã dando prontamente resposta ao solicitado pelo mesmo. Considero grave e grosseiro que na peça jornalística não haja qualquer referência às declarações por mim prestadas.
Sendo esta uma situação que é transversal aos 25 Municípios que detêm Bombeiros Sapadores, alguns deles em situação de greve há quase 6 meses, questiono o porquê de a Figueira da Foz ser o alvo, numa notícia que considero como um ataque pessoal e manipulada."
É uma história mais do que extraordinária, incrível mesmo, que vale a pena ler, especialmente pelas gerações mais jovens. Para eles, o que ficou para sempre escrito por Manuel Luís Pata, deve parecer ficção. Infelizmente não, era a realidade de uma Terra de pescadores há cem anos.
É fácil: basta clicar aqui.
Fica uma foto de Pedro Agostinho Cruz do Senhor Manuel Luís Pata, de finais de outubro de 2013, no decorrer de um agradável café, acompanhado, como era habitual quando nos encontrávamos, de uma empolgante conversa sobre o porto e a barra da Figueira, à mesa do Bar Borda do Rio, na Gala.
A partir da hora 2 e minuto 12.
O que nós precisamos em tudo, Gala Figueira tv, é que a Gala corresponda à realidade, à essência das coisas, espero que a Figueira esteja à altura desta Gala, que está muito bem organizada".
"A vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz acusou os vereadores do Partido Socialista de levantarem constantemente dúvidas sobre o contrato promessa de compra e venda do Cabo Mondego, que ainda não foi objecto de votação.
Anabela Tabaçó considerou que numa reunião realizada na terça-feira com os eleitos do PS para discutir a questão da compra do Cabo Mondego “não pareceu existir um clima de consenso para uma questão daquela natureza”.
Na resposta, os autarcas socialistas argumentam que foram colocadas questões técnicas “porque existem dúvidas”.
“É melhor esclarecer as dúvidas e depois avançar para a compra”, defendeu o eleito do PS Daniel Azenha.
A vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz, que falava no período antes da ordem do dia da sessão de hoje à tarde (21), entende que “foram levantadas questões que não são razoáveis”.
“Não considero razoável o que se passou naquela reunião”, disse a autarca, referindo que foram colocados temas “que só os coloca quem nunca fez contratos”.
Para Anabela Tabaçó, o PS anda a protelar a decisão e que quem representa o PS actual “não tem qualquer interesse no imóvel”.
A autarca recordou que o vereador socialista Carlos Monteiro, derrotado nas últimas eleições autárquicas, e que, entretanto, renunciou ao mandato, afirmou em sessão de Câmara que a aquisição do Cabo Mondego e o seu financiamento “estava assegurado pelo PS”.
“Não é isso que parece pela demora em reunir e pelo levantamento de reservas sobre o contrato”, sublinhou.
Salientando que os eleitos têm o direito de colocar questões e reservas, a socialista Diana Rodrigues insiste no esclarecimento de algumas questões, tendo entregado um documento com seis perguntas ao presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes.
“Depois de esclarecidos, estaremos em condições de votar” a aquisição, argumentou a vereadora do PS, que pretende ser esclarecida, entre outras coisas, das garantias que a promitente vendedora dá à autarquia de que vai comprar o imóvel e terrenos do cabo Mondego à actual proprietária.
Os vereadores socialistas pretendem ver também esclarecido quais “as áreas que efetivamente vão ser transacionadas no âmbito do presente contrato” e, se em caso de incumprimento definitivo do contrato “imputável ao município, pode este ser obrigado a ressarcir a promitente vendedora do valor total despendido para a compra dos prédios à actual proprietária”.
O município da Figueira da Foz tem desde o ano passado um acordo para a aquisição de 76 hectares no Cabo Mondego, por 2,1 milhões de euros, que inclui antigas instalações fabris, uma pedreira e terrenos.
No entanto, a aquisição nunca chegou a ser votada pelo executivo, apesar de já ter estado agendada duas vezes, devido a dúvidas colocadas pelo PS."
«A Câmara da Figueira da Foz contabilizou em 2022 um saldo positivo de 774.716 euros, de acordo com os documentos de prestação de contas ontem aprovados.
Segundo a vice-presidente do executivo camarário da Figueira da Foz, Anabela Tabaçó, para o saldo positivo contribuiu o aumento da cobrança de impostos correntes, com destaque para o Imposto sobre Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT), que aumentou mais de 1,46 milhão de euros e rendeu, no total, mais de seis milhões de euros.
A autarca, que integra o executivo liderado pelo movimento Figueira A Primeira (FAP), em funções desde outubro de 2021, salientou que o resultado de 2022 contrasta com os saldos negativos dos exercícios de 2020 e 2021, de 4,1 milhões de euros e 735 mil euros, respetivamente.
“Os indicadores vertidos nos documentos de prestação de contas demonstram um exercício económico pautado pelo rigor e pela contenção orçamental do lado da despesa e uma orçamentação muito próxima da sua execução pelo lado da receita”, sustentou. Responsável pelo pelouro das finanças municipais, Anabela Tabaçó destacou a taxa de execução da receita líquida de 89,78%, cujo indicador “mostra proximidade entre a receita orçamentada e a receita liquidada ao longo do exercício”.
A vice-presidente da autarquia figueirense realçou o aumento da receita correspondente à comparticipação de fundos comunitários, que totalizaram 6,6 milhões de euros em 2022, mais 4,1 milhões de euros relativamente a 2021. A autarca frisou também que o prazo médio de pagamentos da Câmara estava em 16 dias no final de 2022, o que se traduz numa diminuição de 24 dias face a 2021. Relativamente aos limites de endividamento, salientou que a margem se manteve nos cerca de 6,6 milhões de euros no final de 2022 e o endividamento bancário nos 22,5 milhões de euros.
As contas foram aprovadas com a abstenção do PS e do PSD e os votos a favor do movimento Figueira a Primeira. A vereadora socialista Diana Rodrigues justificou a abstenção com o facto de o executivo liderado por Pedro Santana Lopes gastar mais em despesa corrente (57%) do que em investimento e com uma execução do plano plurianual de investimentos que considerou baixa. “Este saldo resultou de um aumento de receita muito significativo, do aumento de transferências da administração central e da incorporação do saldo de gerência de 2021”, constatou a autarca do PS, que denunciou um desvio de mais de dois milhões de euros na aquisição de bens e serviços.
O único vereador do PSD, Ricardo Silva, reconheceu que entre 2011 e 2019 houve uma trajetória de “abaixamento da dívida”, que começou a aumentar novamente a partir desse ano. Para o autarca social-democrata, 2023 será “o ano zero” para atual executivo presidido por Santana Lopes."»
Via Diário as Beiras
"A votação da alienação do Paço de Maiorca foi adiada para o próximo dia 25. A decisão foi anunciada, esta tarde, pelo presidente da Câmara da Figueira da Foz, Santana Lopes.
O assunto fazia parte da agenda da reunião de câmara, realizada hoje, mas foi adiado para uma sessão extraordinária, no dia 25 de abril. A proposta de venda do imóvel histórico municipal, da iniciativa do executivo camarário da FAP, de maioria relativa, não é consensual entre a oposição (ver edição impressa de hoje).
Foram ainda adiados para a sessão extraordinária o lançamento do concurso público para a construção da futura ponte sobre o Rio Mondego, entre Alqueidão e Vila Verde, e a minuta de protocolo entre o Município da Figueira da Foz e a promotora MOT, relativo à edição deste ano dos festivais RFM Somnii – O Maior Sunset de Sempre! – Cidade Festival e BR Fest."
"Paço de Maiorca era conveniente. O que mudou?"
Esta pergunta foi colocada pelo antigo vereador Miguel Pereira, num artigo de opinião com o título "Os passos do sonho do Paço…", publicado no site Figueira na Hora, que pode ser lido na íntegra, clicando aqui.
No artigo, depois de fazer "um pouco de história", para "procurar acima de tudo, clarificar a visão tradicional das “atitudes” no que diz respeito às concepções políticas do actual “governo” da Câmara Municipal da Figueira da Foz", Miguel Pereira termina escrevendo o seguinte.Via Diário as Beiras
Com o "PS a duas vozes"...
Nota de rodapé.Via Município da Figueira da Foz
𝗖𝗼𝗺𝘂𝗻𝗶𝗰𝗮𝗱𝗼 𝗱𝗮𝘀 𝗜𝗻𝗳𝗿𝗮𝗲𝘀𝘁𝗿𝘂𝘁𝘂𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝗮𝗹 𝘀𝗼𝗯𝗿𝗲 𝗮𝘀 𝗼𝗯𝗿𝗮𝘀 𝗱𝗮 𝗣𝗼𝗻𝘁𝗲 𝗘𝗱𝗴𝗮𝗿 𝗖𝗮𝗿𝗱𝗼𝘀𝗼
| 𝗰𝗼𝗿𝘁𝗲𝘀 𝗱𝗲 𝘁𝗿𝗮̂𝗻𝘀𝗶𝘁𝗼
"Lula deu uma no cravo e deu outra na ferradura, ou seja, Lula não foi putinista, mas também não foi atlantista, e isso só é crime para fanáticos. O que Lula defende é, simplesmente, lúcido: ele quer procurar um grupo de países insuspeitos de serem aliados de qualquer uma das partes para abrir um diálogo que possa conduzir a Rússia e a Ucrânia até à paz (...) A escandaleira que eles, com a complacência e algum apoio do PSD, tentam provocar com a vinda de Lula nada tem a ver com a Ucrânia ou com a corrupção. É mesmo com o 25 de Abril, que lhes pesa na consciência política, e com o facto de Lula ser um político de esquerda vencedor, o que os enerva."