segunda-feira, 30 de novembro de 2020
domingo, 29 de novembro de 2020
Para que serve a utopia...
“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”
Isto é Portugal, isto é Lisboa...
Web Summit. Estado não usou a pandemia para negociar custos (e podia)...
"Contrato permite dispensa de pagamentos e indemnizações, mas Câmara de Lisboa e Governo não invocaram pandemia.
O Estado português não invocou as alíneas do contrato assinado em 2018 com a Connected Intelligence Limited (CIL) para reduzir os custos da realização da Web Summit de 2020, que vai decorrer em formato digital entre 2 e 4 de dezembro, devido aos confinamentos e limitações de viagens provocados pela pandemia.
Paddy Cosgrave, fundador da Web Summit e líder da CIL, confirmou que o pagamento foi feito sem descontos, ainda antes de Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, assumir que o município tinha pago a totalidade do valor. Na reunião da Câmara Municipal de quarta-feira, Medina justificou essa decisão com a importância estratégica do evento."
O Estado português não invocou as alíneas do contrato assinado em 2018 com a Connected Intelligence Limited (CIL) para reduzir os custos da realização da Web Summit de 2020, que vai decorrer em formato digital entre 2 e 4 de dezembro, devido aos confinamentos e limitações de viagens provocados pela pandemia.
Paddy Cosgrave, fundador da Web Summit e líder da CIL, confirmou que o pagamento foi feito sem descontos, ainda antes de Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, assumir que o município tinha pago a totalidade do valor. Na reunião da Câmara Municipal de quarta-feira, Medina justificou essa decisão com a importância estratégica do evento."
Sem surpresas, Jerónimo de Sousa foi reeleito, mas com um voto contra (o que não existiu nas anteriores quatro eleições). João Ferreira entra na Comissão Política do Comité Central do PCP.
«A última parte do discurso do secretário-geral comunista foi dedicada às batalhas eleitorais do próximo ano, ficado nas eleições presidenciais: “Não nos estamos a preparar para o combate, estamos já a travá-lo”.
A realização do Congresso, superando todas as críticas e vozes contra, foi um sinal para dentro: “o que estamos aqui a fazer e a afirmar é que as gerações de comunistas que nos antecederam têm nesta geração atual a determinação, garantia e afirmação que tudo faremos para continuarmos a ser um partido comunista que honra um partido comunista digno desse nome”.»
Nos 91 anos de Mário Silva
" - BOM DIA DE LIBERDADE, HUMANISMO, HONESTIDADE, ARTE, MEMÓRIA, SOLIDARIEDADE E HOMENAGEM A TODOS AQUELES QUE SÃO PESSOAS DE BEM!
-
CELEBRO HOJE, MAIS UM ANIVERSÁRIO DO HOMEM, ARTISTA, MESTRE DE SEU NOME MÁRIO SILVA - GRÃO MÁRIO. QUE SE NÃO TIVESSE PARTIDO HÁ QUATRO ANOS FARIA 91 PRIMAVERAS, COM UM JANTAR ENTRE AMIGOS.
- AMANHÃ, SERÁ O DIA DE FESTEJARMOS A MAIORIDADE DO MONUMENTO EM SUA HOMENAGEM, DE MINHA AUTORIA ENCABEÇADO PELO BUSTO DE MESTRE AGUSTIN CASILLAS.
- CHAMO A ATENÇÃO PARA AS IMAGENS PUBLICADAS, PORQUE TODAS AS OBRAS-DE-AUTOR SÃO DE RESPONSABILIDADE DO PRÓPRIO, RESERVANDO-SE AO SEU DIREITO DE AUTOR TODAS AS ALTERAÇÕES QUE O PRÓPRIO EFECTUE.
- ASSIM SENDO - SABENDO E CONHECENDO A VONTADE DE MESTRE MARIO SILVA - ALERTO QUE ESTA SINGELA HOMENAGEM É DE MINHA AUTORIA ARTÍSTICA, COMO TAL PEÇO HUMILDEMENTE A SOLIDARIEDADE PARA COM TODOS OS ARTISTAS, NESTE MOMENTO DE PANDEMIA.
- PARA QUE A CULTURA NÃO MORRA - QUIMADEIRA(ARTISTA PLÁSTICO).
- COM OS MAIS RESPEITOSOS AGRADECIMENTOS, 29.NOVEMBRO.2020.
Via QUIM MADEIRA
A "última subida" de Vítor Oliveira
"Há irmãos que somos nós próprios que os escolhemos. O Vítor era um irmão que escolhi, um dos poucos que escolhi. Perdeu-se um extraordinário treinador, um homem muito inteligente, muito amigo, um coração de ouro que hoje o atraiçoou." - Manuel Cajuda
Um pensamento tão actual...
«O homem saiu da caverna, mas esta, verdadeiramente, nunca saiu do homem. Daí alguns dos maiores crimes contra a Humanidade terem sido cometidos pelas nações supostamente mais civilizadas: raspa-se um pouco desse verniz civilizacional e logo surge o grunho rupestre.»
Lido aqui.
Só há uma solução: mudar de vida
O Porto Comercial da Figueira da Foz e as nomeações políticas...
Li, na edição de ontem do Diário as Beiras, uma crónica de Ana Oliveira, que toca em algo que explica muito da estagnação que se vive na Figueira e no País. Passo a citar.
"Nas atuais chefias, não existe nenhum elemento figueirense ou com ligações à Figueira, o que não nos favorece, é um facto! Mas não nos podemos esquecer que, o nosso Presidente da Câmara é detentor do cargo de presidente da assembleia geral da Administração Portuária da Figueira da Foz. E também não podemos ignorar a circunstância de todos estes cargos serem de nomeação política e o partido que lidera o país é o mesmo que comanda o concelho. Por isso é tão responsável pelo desinvestimento, a atual administração, como é o governo de António Costa e o executivo socialista camarário.
Ao analisar bem a questão, está tudo errado! Se acho, por um lado, que mais do que uma representatividade figueirense, beneficiávamos muito mais com a autonomia da administração do porto comercial da Figueira da Foz em relação a Aveiro. Por outro lado, discordo com os critérios de nomeação de natureza política. No meu ponto de vista, os regras base de seleção dos elementos da administração deveriam ser a formação e aptidões especificas nas áreas ligadas ao mar, pescas e portos. O que torna a questão da representatividade irrelevante. Competência gera desenvolvimento, ou estarei errada?"
Há gente estudiosa, trabalhadora e competente, fora dos partidos políticos.
Contudo, continuar a não premiar a competência e o estudo, na vida real, é dar sinais errados ao Povo e à sociedade em geral.
Premiar a partidarite, o seguidismo, o chico-espertismo, o desenrascanço, o lambe-botismo, o arranjinho, o "grupinho", é mais do mesmo.
Aliás, tudo coisas bem enraízadas também cá na aldeia e que temos de banir o mais rapidamente possível.
Se não se mudar de vida, continuaremos como até aqui: a marcar passo.
Premiar a partidarite, o seguidismo, o chico-espertismo, o desenrascanço, o lambe-botismo, o arranjinho, o "grupinho", é mais do mesmo.
Aliás, tudo coisas bem enraízadas também cá na aldeia e que temos de banir o mais rapidamente possível.
Se não se mudar de vida, continuaremos como até aqui: a marcar passo.
Não podemos continuar assim: quando muda o Governo, mudam os dirigentes na administração do Estado.
Quando alterna um partido, os da situação antiga são substituídos pelos da nova. No ciclo seguinte acontecia o mesmo, e assim sucessivamente.
Esta é a imagem de Portugal desde os anos 80. Mas é também o velho retrato do país do século XIX, durante a monarquia liberal: bastava uma mudança de partido no Terreiro do Paço e alterava-se o perfil da administração e do funcionalismo de cima até abaixo: até carteiros e professores eram substituídos.
Na Figueira, basta atentar no número de funcionários camarários. A maior parte deles por fidelidades partidárias.
sábado, 28 de novembro de 2020
E se as nomeações não fossem por fidelidade partidária, mas por critérios de competência?..
«Há que perceber que a barra e o
estuário do Mondego, cuja manutenção e gestão é da responsabilidade da administração portuária,
também serve o porto de pesca
e a marina de recreio e que o
conforto e segurança da navegação destas embarcações deverão
estar sempre garantidos.
Há que perceber que os molhes
de proteção da barra, já prolongados várias vezes, têm retido as
areias, fazendo com que a praia
da Figueira cresça todos os anos e
que as praias a sul dos molhes decresçam todos os anos. Devendo
as areias dragadas nas manutenções do porto ser sempre transferidas para as praias a sul. Logo, a
administração portuária deverá ter
um fi gueirense de razão e coração!»
Ana Carvalho
«Ao analisar bem a questão,
está tudo errado! Se acho, por
um lado, que mais do que uma
representatividade figueirense,
beneficiávamos muito mais com
a autonomia da administração
do porto comercial da Figueira da
Foz em relação a Aveiro. Por outro
lado, discordo com os critérios de
nomeação de natureza política.
No meu ponto de vista, os regras
base de seleção dos elementos
da administração deveriam ser a
formação e aptidões especificas
nas áreas ligadas ao mar, pescas
e portos. O que torna a questão
da representatividade irrelevante.
Competência gera desenvolvimento, ou estarei errada?»
Ana Oliveira
Via Diário as Beiras
sexta-feira, 27 de novembro de 2020
Na abertura do XXI congresso do PCP: (as minhas) dúvidas e inquietações
1. Ao assistir à abertura do XXI Congresso, confirmo o que pensava: o PCP tem capacidade organizativa que lhe permite garantir o cumprimento das regras de segurança em tempo de pandemia.
2. O mesmo não se pode dizer do Chega que fez o seu Congresso no final do passado mês de Setembro, nas condições que tivemos oportunidade de ver.
3. Acerca da legalidade dos dois congressos não paira réstea de dúvida.
4. Mas, no caso do Congresso que se está a iniciar hoje, há um problema, que, penso, merecia ter sido avaliado: o esclarecimento da opinião pública e dos votantes da CDU, que permita receber, avaliar e aceitar o Congresso do PCP, que poderá (ou não) ter reflexos eleitorais.
5. A perceção pública, faz parte da vida política que não pode ser menosprezada numa democracia, onde o que decide é o voto do Povo.
6. Neste momento, se em Portugal, na Europa e no Mundo, a maior ameaça vem da extrema-direita (sob as suas mais elaboradas formas), não se pode ignorar que existe o mito da chamada ameaça «vermelha».
7. Concordo que o PCP não pode ficar preso à imagem que dele passam os seus inimigos, nem a factores eleitorais, mas também tem de perceber e aceitar, que em 2020 em Portugal, na política a ideia de que o povo é que quem mais ordena se traduz na necessidade de legitimação pública. O PCP, como partido fundamental no Portugal saído do 25 de Abril de 1974, tem de ser mais que os seus militantes e a CGTP.
8. Não sou militante de nenhum partido, porém, a política há 50 anos que não me passa ao lado. Estou a ouvir em directo Jerónimo de Sousa, que a dado momento do seu discurso disse: «O PCP "não se dá ao privilégio e ao egoísmo de se resguardar".»
9. Diria mais: em 100 de existência, o PCP "nunca se deu ao privilégio e ao egoísmo de se resguardar".
10. Perante isto, quem sou eu para opinar?
11. O que ficou escrito acima, foi só uma conversa reflexiva que tive comigo própria esta manhã, enquanto assistia em directo ao discurso de Jerónimo de Sousa na abertura do XXI congresso.
12. Rui Rio, acabei de confirmar em directo na televisão, neste processo, está ao seu nível: miserável.
Medidas propostas para o Orçamento camário de 20121 pela "oposição positiva"...
O teleférico a ligar as duas margens do estuário do Mondego, no que depender dos vereadores Miguel e Babo e Carlos Tenreiro, não vai ficar fora do próximo orçamento camarário.
O sonho comanda a vida.
Eu também ainda não desisti: vou continuar os estudos que me hão-de levar ao doutoramento no curso que ando a tirar há dezenas de anos: sonhador especializado.
O único muro intransponível é o que construímos em redor de nós próprios.Lido na edição de hoje do Diário as Beiras.
«Os vereadores Carlos Tenreiro e Miguel Babo, eleitos pelo PSD (o partido retirou-lhes a confiança política), apresentaram nove propostas para o Orçamento Municipal (OM) de 2021. O documento será votado na reunião de câmara de 2 de DEZEMBRO, antes de ser submetido a votos na Assembleia Municipal.
«Os vereadores Carlos Tenreiro e Miguel Babo, eleitos pelo PSD (o partido retirou-lhes a confiança política), apresentaram nove propostas para o Orçamento Municipal (OM) de 2021. O documento será votado na reunião de câmara de 2 de DEZEMBRO, antes de ser submetido a votos na Assembleia Municipal.
As propostas vão desde o reforço das medidas de apoio à
mitigação dos efeitos da pandemia, que incluem a reabertura dos postos médicos de Ferreira-a-Nova, Brenha e Borda
do Campo, e apoio fianceiro à
hotelaria, restauração e similares, até a acções de proteção do
ambiente.
Incluem, ainda, uma sala
municipal de espetáculos no
Bairro Novo, uma companhia
profissional de bailado contemporâneo e gabinetes de
estudo para a remodelação do
Bairro Padre Américo, a constituição de um corpo de polícia
municipal, a instalação de um
teleférico entre as duas margens da foz e a cobertura do
Coliseu Figueirense. Abordam,
também, um serviço municipalizado de transportes.»
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