domingo, 19 de julho de 2020
sábado, 18 de julho de 2020
A faixa litoral a sul do Mondego, entre o rio e campo de futebol...
Em toda a costa figueirense, apenas uma pequena parte se mantinha razoavelmente incólume à pressão e especulação urbanísticas induzidas pelo turismo.
Refiro-me, à faixa litoral a sul do Mondego, entre o Cabedelo e o Campo de futebol.
É ainda possível por aí fazer férias em comunhão com a Natureza e frequentar boas praias, sem os inconvenientes das urbanizações selvagens.
Por conhecermos o triste destino da restante costa figueirense, devemos manter-nos atentos e vigilantes.
Recordo que o Cabedelo nunca teve Bandeira Azul. E bem. É o único pedaço de Paraíso imaculado da costa figueirense que ainda nos resta.
1. Alguém sabe, se a câmara muncipal da Figueira da Foz tomar posse administrativa do Parque de Campismo Foz do Mondego, o que vai acontecer aos trabalhadores que prestam serviço na estrutura, alguns há dezenas de anos?
2. Sabem porque se instalou o Parque de Campismo no Cabedelo há 32 anos?
3. Sabem o impacto que ao longo desses 32 anos os campistas tiveram no pequeno comércio da Cova e Gala?
Nota: (eu sei por conhecimento próprio ao longo de 10 anos. Entre 1994 e 2003).
4. Sabem o que seria o Cabedelo no inverno sem a presença dos campistas?
5. Sabem que antes do campismo ordenado, já havia campismo selvagem no Cabedelo?
6. Sabem que entre a comunidade campista e os surfistas sempre houve uma camaradagem sã e um convívio fraterno?
7. Sabem que há determinadas partes do território concelhio, onde não existem só as casas de férias, os futuros hotéis ou hostéis, os futuros campos de golfe, os bronzes das gajas boas, mas a essência, que não é o visível, mas o essencial?
8. Em Dezembro de 2017, no decorrer de uma Assembleia Municipal, Cristopher Oliveira, do BE, disse que o assunto ainda não foi debatido no partido.
Alguém sabe se o BE já debateu a problemática do Cabedelo?
9. Na edição de hoje do jornal AS Beiras, de 7 de Dezembro de 2017, pode ler-se que a "Junta de São Pedro recebeu várias manifestações de interesse para a instalação de um hostel e bangalôs no espaço do campismo... " Para quem afirma que o Cabedelo vai ser devolvido à Cova e Gala, para começo de conversa, não está nada mal.
Alguém sabe quem é que, em nome da Cova e Gala, vai receber o Cabedelo devolvido?
Refiro-me, à faixa litoral a sul do Mondego, entre o Cabedelo e o Campo de futebol.
É ainda possível por aí fazer férias em comunhão com a Natureza e frequentar boas praias, sem os inconvenientes das urbanizações selvagens.
Por conhecermos o triste destino da restante costa figueirense, devemos manter-nos atentos e vigilantes.
Recordo que o Cabedelo nunca teve Bandeira Azul. E bem. É o único pedaço de Paraíso imaculado da costa figueirense que ainda nos resta.
1. Alguém sabe, se a câmara muncipal da Figueira da Foz tomar posse administrativa do Parque de Campismo Foz do Mondego, o que vai acontecer aos trabalhadores que prestam serviço na estrutura, alguns há dezenas de anos?
2. Sabem porque se instalou o Parque de Campismo no Cabedelo há 32 anos?
3. Sabem o impacto que ao longo desses 32 anos os campistas tiveram no pequeno comércio da Cova e Gala?
Nota: (eu sei por conhecimento próprio ao longo de 10 anos. Entre 1994 e 2003).
4. Sabem o que seria o Cabedelo no inverno sem a presença dos campistas?
5. Sabem que antes do campismo ordenado, já havia campismo selvagem no Cabedelo?
6. Sabem que entre a comunidade campista e os surfistas sempre houve uma camaradagem sã e um convívio fraterno?
7. Sabem que há determinadas partes do território concelhio, onde não existem só as casas de férias, os futuros hotéis ou hostéis, os futuros campos de golfe, os bronzes das gajas boas, mas a essência, que não é o visível, mas o essencial?
8. Em Dezembro de 2017, no decorrer de uma Assembleia Municipal, Cristopher Oliveira, do BE, disse que o assunto ainda não foi debatido no partido.
Alguém sabe se o BE já debateu a problemática do Cabedelo?
9. Na edição de hoje do jornal AS Beiras, de 7 de Dezembro de 2017, pode ler-se que a "Junta de São Pedro recebeu várias manifestações de interesse para a instalação de um hostel e bangalôs no espaço do campismo... " Para quem afirma que o Cabedelo vai ser devolvido à Cova e Gala, para começo de conversa, não está nada mal.
Alguém sabe quem é que, em nome da Cova e Gala, vai receber o Cabedelo devolvido?
"Este Parque de Campismo, Foz do Mondego, nasceu há 32 anos". Tal ficou a dever-se "por efeitos de um pedido da Câmara Municipal da Figueira da Foz à Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo (assim designada na altura) hoje, Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal , com o intuito de acabar com o campismo clandestino que proliferava na altura, na praia do Cabedelo". (7)
"Poderia começar por falar do
projeto de requalificação do Cabedelo
que deu origem à atribuição de fundos
europeus, mas as alterações aos planos
de intervenção já foram tantas que não
faz sentido falar do início de tudo. E aqui
questiono: com o desvirtuar do projeto
inicial, será que o dinheiro que está para
vir da europa pode ser utilizado para
esta nova realidade?
Poderia falar da primeira ou da segunda fase da obra em curso, mas para
isso teria que falar no muro de betão e
das indeminizações atribuídas a vários
proprietários de negócios existentes no
cabedelo para abrir caminho e “despachar” a obra.
Poderia também falar no “sonho” que
era tornar aquela praia do lado sul do
concelho numa “Tróia”, mas para esse
efeito teria que opinar sobre grandes
hotéis e campos de golfe.
Poderia falar da falta de acessos à
praia, dos passadiços destruídos, da falta de limpeza do areal e da inexistência
de uns balneários, mas estes pormenores não contam para quem está no topo
do edifício dos paços do concelho.
Mas o que hoje interessa é a tomada
de posse administrativa do Parque de
Campismo. O que interessa é acabar
com o campismo. Recorde-se, porém:
os seus proprietários vieram há 32 anos
ordenar o que estava desordenado.
Apesar de precisar de uma nova imagem (nunca ninguém disse o contrário)
neste momento ainda é a zona do Cabedelo mais organizada. Basta, no local,
olhar em redor.
Ao dia de hoje faltam precisamente
15 dias para o executivo da Câmara
Municipal tomar o parque de campismo
como seu e pergunto: o que vão dizer ao
Raúl, à Albertina, à Sónia, ao Robalo, ao
Carlos, à Graça, à Celestina, ao Fabrício,
ao Gonçalo, à Denise, à Telma, à Nelia,
à Lena, ao José e ao Paulino? São estas
as pessoas que vão perder o emprego.
Não têm nada para lhes dizer?
Além de quererem avançar no auge
da época balnear. Depois de dois anos
de verdadeiros “atropelos” na obra de
requalifi cação e parafraseando António
José seguro “qual é a pressa?” ou então
tal como Jorge Coelho referiu, “quem se
mete com o PS leva”?
Se concordo? Com toda a indignação
digo que não. Só consigo dizer, mais
do que um espaço, estamos a falar de
pessoas. As que lá trabalham só querem
uma coisa. Deixem-nas trabalhar!"
Via Diário as Beiras
Via Diário as Beiras
"Este Parque de Campismo, Foz do Mondego, nasceu há 32 anos". Tal ficou a dever-se "por efeitos de um pedido da Câmara Municipal da Figueira da Foz à Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo (assim designada na altura) hoje, Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal , com o intuito de acabar com o campismo clandestino que proliferava na altura, na praia do Cabedelo". (6)
"Agosto de 1808, desembarcam no Cabedelo as tropas do General Wellesley, que nos veio ajudar
a expulsar os invasores franceses.
Em 1919, é lançado à água o famoso
navio “Cabo da Roca” construído nos
estaleiros do Cabedelo. Já na década
de 90, é também no Cabedelo onde
se realiza pela primeira vez em Portugal uma etapa do Circuito Mundial
de Surf.
Todos estes motivos históricos para
além do facto desta praia ser o tal
diamante em bruto com um imenso
potencial quer turístico quer desportivo ainda por explorar, apesar de já ser
uma das preferidas dos figueirenses,
turistas e surfistas, levaram a que o
município a olhasse de maneira especial, definindo uma Área de Reabilitação Urbana (ARU) aprovada em 2015.
Na análise prévia à delimitação foi
levado em conta: o estado de degradação e abandono dos estaleiros
navais que, como todos nos lembramos, tinham um impacto negativo na
imagem da própria cidade da Figueira;
um parque de campismo “residencial”
pouco qualificado e localizado em
área muito sensível; estacionamento
caótico e na frente marítima; destruição progressiva do cordão dunar.
Definiram-se como princípios base
para projetos de valorização do Cabedelo: libertar a zona mais sensível entre os 2 molhes da ocupação privada
e degradada do parque de campismo
qualificando-a; reforçar o cordão dunar afastando a presença automóvel
da zona mais frágil; promover o surf;
integrar e qualifi car os edifícios existentes; qualifi car as acessibilidades
rodoviárias e por modos suaves.
Os projetos foram aprovados, as
obras iniciadas, alguns edifícios
degradados demolidos, faltando
apenas terminar a zona do parque
de campismo. Já se notam melhorias
significativas!
Tirando algum interesse meramente
pessoal, tenho muitas dúvidas que
algum figueirense queira genuinamente manter o parque de campismo
naquele local do domínio público
marítimo. Por outro lado, desde 2015
que a Federação de Campismo sabe
da intensão do município de intervencionar o espaço após o limite da sua
concessão que terminou já em abril
de 2018 e sabe que tem de o libertar.
Portanto, face ao tempo decorrido,
não obstante de todas as tentativas
vãs para chegar a acordo, o município
exercerá o seu direito e dever de continuar a obra agora suspensa."
Via Diário as Beiras
Via Diário as Beiras
Cada cidadão vale um voto
Um concelho, mesmo mal governado, incapaz de assegurar aquilo que poderíamos designar por serviços autárquicos mínimos, pode, ainda assim, contribuir para dar de comer a muita gente.
Há muitos licenciamentos por fazer. Zonas ambientais que necessitam ser protegidas do despertar da ganância de empreendedores menos escrupulosos. Ainda há dunas suficientes para lá serem plantados bares e restaurantes como se fossem cogumelos. Há equipamentos que podem ser “nacionalizados” para serem entregues a empresários. Há, ainda, licenças por atribuir de obras questionáveis. Há muito amiguismo por recompensar...
Daqui por ano, teremos eleições autárquicas. Em democracia, cada cidadão vale um voto. Seria fundamental que esse princípio fosse respeitado pelos candidatos. Por exemplo, que em vez de se apresentarem rodeados de empresários ou doutores ilustres, apresentassem ideias.
Mas, o que vai acontecer, é mais do mesmo: as candidaturas do arco do poder, em vez de ideias, vão apresentar campanhas obscenas, que custam rios de dinheiro para não se discutir nada.
E, o povo, mais uma vez, vai embarcar.
Há muitos licenciamentos por fazer. Zonas ambientais que necessitam ser protegidas do despertar da ganância de empreendedores menos escrupulosos. Ainda há dunas suficientes para lá serem plantados bares e restaurantes como se fossem cogumelos. Há equipamentos que podem ser “nacionalizados” para serem entregues a empresários. Há, ainda, licenças por atribuir de obras questionáveis. Há muito amiguismo por recompensar...
Daqui por ano, teremos eleições autárquicas. Em democracia, cada cidadão vale um voto. Seria fundamental que esse princípio fosse respeitado pelos candidatos. Por exemplo, que em vez de se apresentarem rodeados de empresários ou doutores ilustres, apresentassem ideias.
Mas, o que vai acontecer, é mais do mesmo: as candidaturas do arco do poder, em vez de ideias, vão apresentar campanhas obscenas, que custam rios de dinheiro para não se discutir nada.
E, o povo, mais uma vez, vai embarcar.
sexta-feira, 17 de julho de 2020
Coisas do arco da velha (3)
No passado dia 10 do corrente, conforme a imagem demonstra, deixámos o alerta: "esta árvore com dezenas de anos, repentinamente, parece ter secado..."
Na próxima reunião da CMFF a relizar na próxima segunda-feira, dia 20, o assunto vai fazer parte da ordem dos trabalhos.
“1.1.3 - PROPOSTA DOS VEREADORES DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA, CARLOS TENREIRO E MIGUEL BABO – MAUS TRATOS INFLIGIDOS NUMA ÁRVORE LOCALIZADA NA RUA 5 DE OUTUBRO, FIGUEIRA DA FOZ, QUE LEVOU À SUA MORTE – APROVAR EM MINUTA.”
Carlos Tenreiro, na sua página na internet, considera "inadmissível a forma como as árvores continuam a ser (mal) tratadas, seja no decurso de obras publicas ou particulares que se realizam no concelho."
E acrescenta: "o caso em apreço, contudo, reveste contornos mais graves, pois não se trata dum “mero” abate, mas antes dum envenenamento (informação dos serviços da CMFF que se deslocaram ao local) duma árvore com décadas de existência, saudável e de porte significativo que secou num curto período de tempo(as fotos em anexo falam por si)."
Vamos ver se o "caso em apreço" tem desenvolvimentos....
Na próxima reunião da CMFF a relizar na próxima segunda-feira, dia 20, o assunto vai fazer parte da ordem dos trabalhos.
“1.1.3 - PROPOSTA DOS VEREADORES DO PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA, CARLOS TENREIRO E MIGUEL BABO – MAUS TRATOS INFLIGIDOS NUMA ÁRVORE LOCALIZADA NA RUA 5 DE OUTUBRO, FIGUEIRA DA FOZ, QUE LEVOU À SUA MORTE – APROVAR EM MINUTA.”
Carlos Tenreiro, na sua página na internet, considera "inadmissível a forma como as árvores continuam a ser (mal) tratadas, seja no decurso de obras publicas ou particulares que se realizam no concelho."
E acrescenta: "o caso em apreço, contudo, reveste contornos mais graves, pois não se trata dum “mero” abate, mas antes dum envenenamento (informação dos serviços da CMFF que se deslocaram ao local) duma árvore com décadas de existência, saudável e de porte significativo que secou num curto período de tempo(as fotos em anexo falam por si)."
Vamos ver se o "caso em apreço" tem desenvolvimentos....
IGREJA DE SANTO ANTÓNIO E IGREJA DE SÃO FRANCISCO – VISITAS GUIADAS
Visitas apenas por marcação prévia, através dos contactos.
Em parceria com a Misericórdia – Obra da Figueira e da OFS Figueira da Foz, a Pó de Saber dinamizará, a partir de 1 de agosto, duas visitas guiadas semanais às Igrejas do Convento de Santo
António e de São Francisco (sábado, 10H00; domingo, 15H00).
Estes templos “irmãos” são testemunho de fé materializado em preciosas obras de arte votiva, mas igualmente da crescente importância estratégica da Figueira e das pessoas que fizeram da sua missão (à semelhança de São Francisco e de Santo António) o serviço à comunidade.
O programa carece de reserva prévia de 48 horas.
Por motivos de segurança, esta visita é limitada a 6 pessoas.
Oferta de máscara descartável, de uso obrigatório durante a visita.
António e de São Francisco (sábado, 10H00; domingo, 15H00).
Estes templos “irmãos” são testemunho de fé materializado em preciosas obras de arte votiva, mas igualmente da crescente importância estratégica da Figueira e das pessoas que fizeram da sua missão (à semelhança de São Francisco e de Santo António) o serviço à comunidade.
O programa carece de reserva prévia de 48 horas.
Por motivos de segurança, esta visita é limitada a 6 pessoas.
Oferta de máscara descartável, de uso obrigatório durante a visita.
"Este Parque de Campismo, Foz do Mondego, nasceu há 32 anos". Tal ficou a dever-se "por efeitos de um pedido da Câmara Municipal da Figueira da Foz à Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo (assim designada na altura) hoje, Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal , com o intuito de acabar com o campismo clandestino que proliferava na altura, na praia do Cabedelo". (5)
"A praia do
Cabedelo é por estes
dias uma das praias
mais procuradas da
região centro. É notável, que nos últimos
20 anos, o Cabedelo
tornou-se a praia de
eleição de muitos habitantes da cidade da Figueira da Foz.
Apesar da distância, o Cabedelo tem
como chamariz as águas calmas e um
areal mais reduzido. Contudo, apesar
de um grande aumento na procura
daquele espaço, as infraestrutura
pouco mudaram nestes 20 anos.
O Cabedelo é hoje uma peça importante no turismo do nosso concelho,
porém, o espaço que recebe os nossos turistas é tudo menos apelativo.
A visão que Câmara tem para aquele
espaço é na minha ótica a que melhor
se enquadra num Cabedelo de futuro,
que procura continuar a atrair turistas.
Na minha opinião, o Parque de Campismo não reúne as condições necessárias de segurança para uma instalação fixa de caravanas e roulottes. A
tempestade Leslie é exemplificativa
disso mesmo. Aquele foi exatamente
o local onde a tempestade causou
maior destruição. Considero que Parque de Campismo é o maior desafio
que encontramos no Cabedelo, é uma
situação complexa e que deve ser
acautelada devidamente.
Aquele espaço ganhou nas últimos décadas características muito semelhantes aos trailer Parks
americanos. Por isso, é para mim
fundamental ter as soluções prontas
para os problemas que podem surgir,
principalmente para as pessoas que
utilizem aquele espaço como primeira
habitação. A posse administrativa foi
a última solução que a Câmara encontrou, perante um concessionário que
não concordava com requalificação.
Se gostava que houvesse um
acordo? Gostava. Mas passados
2 anos de negociações e estando
tudo na mesma, não posso aceitar
que uma federação ponha em causa decisões tomadas democraticamente e reforçadas em eleições,
passado pouco tempo da apresentação do projeto. Contudo, apesar
de considerar que não faça sentido a
existência de um parque de campismo , defendo que deva ser criada
uma infraestruturas para caravanas
semelhante àquela que encontramos
na Costa de Lavos."
Via Diário as Beiras
Via Diário as Beiras
happy endings...
![]() |
| imagem via Diário de Coimbra |
Senhor presidente, já que está quase com a tesoura na mão, pode muito bem aproveitar para mais algumas inaugurações. Pode começar, pela Rua dos Combatentes e acabar no Cabedelo, passando pela baixa, pela rotunda onde está a estátua do pescador, em Buarcos e pelo estádio Bento Pessoa. Pode inaugurar os quiosques (não dei conta que tivessem sido inaugurados...) e a ciclovia até Vila Verde. Para dar bom aproveitamento à tesoura há que inaugurar tudo o que está por inaugurar, nomeadamnte o projecto para o Jardim Municipal.
2021 está à porta. Os figueirenses vão compensá-lo, inaurando-lhe um novo mandato autárquico. Não há nada como happy endings...
CABEDELO...
CABEDELO, tão velhinho, que foi escolhido para assistir, no dia 1 de Agosto do ano 1808, ao início do desembarque das tropas inglesas, sob o comando do Tenente General Arthur Wellesley, com o intuito de expulsarem do País o exército Francês invasor, não vai resistir à invasão dos bárbaros?
Poder absoluto numa Figueira, concelho pobre e de pobres
"Ora aqui está um cartão de visita, que faz parte da rota turística, da nossa Figueira, que é a Capela de S. António. Alguns turistas não muitos, infelizmente, deslocam-se para ali tirar fotos. Este, é o aspecto de um dos acessos..."
Acabei de citar Mário Oliveira. Aproveito para roubar a foto que publico abaixo.
Ao fim de anos de poder absoluto, este torna-se relaxado, abusivo, oportunista e incompetente.
Todos sabemos aonde conduz a situação. À ruína dos valores éticos e morais. À captura de opositores a troco de favores. À perseguição, à tentatativa de desmoralização e à calúnia a quem ousa criticá-los. E à promoção da lisonja e da cobardia de muita gente, até dos partidos da oposição.
Neste quadro, em 2021, é obrigação ética da oposição ganhar. De preferência nas urnas. Derrotá-los onde pensam que são imbatíveis, por julgarem que todos os cidadãos são um rebanho manso de oprotunistas.
Mas, para ganhar é obrigação da oposição escolher os melhores e romper com o modo de fazer política na Figueira.
Ganhar, para a Figueira, não é tirar força a um partido, para reforçar a força do outro partido do arco do poder.
Ganhar, para a Figueira, é conseguir eleger políticos que coloquem o bem público acima da vontade dos que se vão aproximar da manjedoura.
Isso, passa pelo povo e pela sua capacidade de escolher os mais honestos e mais capazes.
Acabei de citar Mário Oliveira. Aproveito para roubar a foto que publico abaixo.
Ao fim de anos de poder absoluto, este torna-se relaxado, abusivo, oportunista e incompetente.
Todos sabemos aonde conduz a situação. À ruína dos valores éticos e morais. À captura de opositores a troco de favores. À perseguição, à tentatativa de desmoralização e à calúnia a quem ousa criticá-los. E à promoção da lisonja e da cobardia de muita gente, até dos partidos da oposição.
Neste quadro, em 2021, é obrigação ética da oposição ganhar. De preferência nas urnas. Derrotá-los onde pensam que são imbatíveis, por julgarem que todos os cidadãos são um rebanho manso de oprotunistas.
Mas, para ganhar é obrigação da oposição escolher os melhores e romper com o modo de fazer política na Figueira.
Ganhar, para a Figueira, não é tirar força a um partido, para reforçar a força do outro partido do arco do poder.
Ganhar, para a Figueira, é conseguir eleger políticos que coloquem o bem público acima da vontade dos que se vão aproximar da manjedoura.
Isso, passa pelo povo e pela sua capacidade de escolher os mais honestos e mais capazes.
quinta-feira, 16 de julho de 2020
Faleceu João Paulo Amaral Gouveia
Via Diário as Beiras
As cerimónias fúnebres têm lugar hoje, com missa às 14H00 no Centro Funerário Oliveira e cremação, às 17H00, no cemitério oriental.
OUTRA MARGEM, (cujo mentor foi colega de trabalho na década de 80 na EDP) endereça a toda a família sentidas condolências.
As cerimónias fúnebres têm lugar hoje, com missa às 14H00 no Centro Funerário Oliveira e cremação, às 17H00, no cemitério oriental.
OUTRA MARGEM, (cujo mentor foi colega de trabalho na década de 80 na EDP) endereça a toda a família sentidas condolências.
"Este Parque de Campismo, Foz do Mondego, nasceu há 32 anos". Tal ficou a dever-se "por efeitos de um pedido da Câmara Municipal da Figueira da Foz à Federação Portuguesa de Campismo e Caravanismo (assim designada na altura) hoje, Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal , com o intuito de acabar com o campismo clandestino que proliferava na altura, na praia do Cabedelo". (4)
"O maior drama que se viveu no
concelho da Figueira
durante passagem
do furacão Leslie
ocorreu no parque
de campismo do
Cabedelo. Houve
rulotes levantadas e
arrastadas pelo vento
como se fossem caixas de fósforos.
Alguns dos ocupantes das rulotes
escaparam in extremis à fúria dos
ventos. Nesse dia não faltou muito
para ter morrido gente ali naquele
local. Não podemos voltar a correr
os mesmos riscos.
Não é preciso ter um curso de
ordenamento do território para
percebermos que aquele espaço
não pode continuar como está e, ao
que tudo indica, a servir de habitação a famílias com difi culdades
económicas e sociais. Será que há
medo de debater o assunto? Moram
ou não famílias no atual parque de
campismo? Existem crianças a viver
no parque? É que se existem, esta
não é a resposta que um estado
direito deverá oferecer a pessoas
sem habitação. E esse é o problema
número um que deve ser resolvido
antes de encerrar o campismo. É
preciso juntamente com a segurança social dar resposta a hipotéticos
casos de risco de carência habitacional associados ao encerramento do
campismo.
Depois há outro problema que
estranhamente é evitado. Existe
ou não existe confl ito de interesses
entre eleitos da oposição de direita
e a decisão de encerramento do
parque de campismo? É que se
existe, temos de o saber com muita
clareza, para que a discussão seja
realmente franca e não andemos
com rodriguinhos, emissários e
mensagens encriptadas por interpostas pessoas.
Relativamente à questão colocada, apoio a posse administrativa do
parque de campismo desde que se
encontre uma solução que impeça
o agravamento de eventuais casos
de precariedade social decorrentes do encerramento do parque e
desde que a solução a implementar
não volte a colocar pessoas em situação de alto risco em caso de futuras tempestades. Por outro lado,
quem defende que está tudo bem
e deve fi car tudo exatamente como
está deverá assumir por completo
a responsabilidade de eventuais
dramas que se possam produzir no
caso de uma nova tempestade."
Via Diário as Beiras
Via Diário as Beiras
Chapéus há muitos...
Um dia destes, o Diário as Beiras titulava assim uma notícia:
Banhistas danificam geocilindros em praia interditada na Cova...
No corpo da notícia, lê-se a determinado momento: "apesar de a praia estar interditada, desde o início da semana passada, os banhistas continuam a utilizá-la e a perfurar as dunas artificiais com chapéus de sol."
Chapéus há muito: olhem para este, via Helena Cordeiro Gil...
Banhistas danificam geocilindros em praia interditada na Cova...
No corpo da notícia, lê-se a determinado momento: "apesar de a praia estar interditada, desde o início da semana passada, os banhistas continuam a utilizá-la e a perfurar as dunas artificiais com chapéus de sol."
Chapéus há muito: olhem para este, via Helena Cordeiro Gil...
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