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sexta-feira, 31 de julho de 2015
Destruídos 210 mil empregos em 4 anos de legislatura
Foram destruídos 210,4 mil empregos em precisamente quatro anos de legislatura PSD-CDS, indicam as séries longas do Instituto Nacional de Estatística divulgadas esta quinta-feira.
Esta quinta-feira, o porta-voz do PSD, Marco António Costa, quase pintou um quadro idílico ao tentar fazer um diagnóstico de fim de legislatura em relação ao mercado de trabalho em Portugal.
Citado pela Lusa, o ex-governante, entretanto remodelado por Passos Coelho, acenou que "a verdade dos factos comprova que, face a junho de 2011, primeiro mês de governação do actual Governo da maioria", houve "uma redução efectiva do número absoluto de desempregados em Portugal". E relevou que "face aos 661 mil existentes em junho de 2011, temos hoje em junho de 2015 636 mil. Isto é, temos uma redução superior a 20 mil desempregados".
Esta quinta-feira, o porta-voz do PSD, Marco António Costa, quase pintou um quadro idílico ao tentar fazer um diagnóstico de fim de legislatura em relação ao mercado de trabalho em Portugal.
Citado pela Lusa, o ex-governante, entretanto remodelado por Passos Coelho, acenou que "a verdade dos factos comprova que, face a junho de 2011, primeiro mês de governação do actual Governo da maioria", houve "uma redução efectiva do número absoluto de desempregados em Portugal". E relevou que "face aos 661 mil existentes em junho de 2011, temos hoje em junho de 2015 636 mil. Isto é, temos uma redução superior a 20 mil desempregados".
Via Jornal de Notícias
Em tempo.
A fronteira esbatida entre desemprego e precariedade serve
apenas para lançar um manto de nevoeiro sobre a verdadeira dimensão da
realidade laboral no nosso País.
Passos Coelho, Marco António Costa, Mota Soares, Paulo Portas, etc., fazem, há muito, da
demagogia e da mentira a sua acção quase
exclusiva no dia a dia.
Pode-se descer sempre um pouco mais baixo, mas o processo
nunca consegue chegar para defender o indefensável.
Entretanto, a
realidade cifra-se em milhões de vidas num limbo entre o desemprego de longa
duração e os contratos precários mal pagos e de curto prazo.
Como interpretá-lo varia muito: podemos contabilizar, além
dos desempregados “oficiais”, os inactivos desencorajados e os activos
migrantes, introduzindo, a dimensão de uma emigração histórica, resultado das
políticas catastróficas do Governo, e chegamos a uma taxa de cerca de 25% de desemprego real.
Aquilo que nós sabemos é que a realidade duplica os números
oficiais do desemprego em Portugal.
A confusão lançada na
discussão sobre quais os números reais do desemprego não consegue esconder a realidade por mais demagogia e
mentira que se atirem aos olhos dos portugueses: quem é precário, só tem
desemprego pela frente; e quem está desempregado pode esperar, no máximo, uma
das múltiplas formas de precariedade.
A realidade fala por si: mais de 2 milhões e meio de pessoas
são precárias ou desempregadas, metade da população activa.
Quem leu o Capital de Karl Marx sabe o que isto quer dizer: para a sobrevivência do capitalismo é necessário um enorme exército de desempregados para baixar o preço de custo do trabalho.
Quem leu o Capital de Karl Marx sabe o que isto quer dizer: para a sobrevivência do capitalismo é necessário um enorme exército de desempregados para baixar o preço de custo do trabalho.
Futebol distrital
Para ficar a saber o calendário do futebol sénior do GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA para 2015/2016 basta clicar aqui.
quinta-feira, 30 de julho de 2015
"25 de Abril, sempre, fascismo nunca mais!.."
Passos reivindica herança de Abril no programa da coligação para o Estado Social.
Pisca o olho à maioria absoluta e puxa pelo discurso do medo:
“As empresas de rating estão à espera do resultado das eleições”.
Em tempo.
De pé, ó vitimas da fome!...
O PSD também é dos pobres!..
Daqueles que gostam de ficar cada vez mais pobres...
O voto em Liberdade e Democracia
Portugal, final de julho de 2015: em 4 de Outubro próximo os portugueses vão travar mais um combate político em democracia.
A campanha eleitoral em curso vai ser suja e descarada.
Quando o que precisamos é de confrontar ideias - dispensamos a demagogia e a propaganda - reparem no cartaz. Não passa de um truque retórico fácil de desmontar: um avô, a quem cortaram na pensão; os netos, a quem comprometeram o futuro. Todos com caras de felicidade!
Isto vai aquecer. E a ventoinha vai continuar a trabalhar…Quando o que precisamos é de confrontar ideias - dispensamos a demagogia e a propaganda - reparem no cartaz. Não passa de um truque retórico fácil de desmontar: um avô, a quem cortaram na pensão; os netos, a quem comprometeram o futuro. Todos com caras de felicidade!
Fica, desde já, este alerta para se abrigarem: na página 35 do programa da coligação PSD-CDS consta a proposta de privatização da Segurança Social.
Em
Portugal, durante 48 anos, vigorou uma ditadura.
Sejamos claros e concisos. Em 24 de Abril de 1974, o governo de Marcelo Caetano não autorizava a existência de partidos políticos, muito menos opiniões discordantes da ditadura em que Portugal vivia e que Salazar baptizou de Estado Novo.
Havia censura: os jornais, os livros, o cinema e o teatro eram visados por censores que proibiam as palavras que não agradavam ao regime. Muitos escritores, jornalistas, cantores e músicos eram proibidos de divulgar as suas obras.
Havia PIDE, a Polícia Internacional de Defesa do Estado: existia para perseguir, vigiar, prender e torturar todas as pessoas que tinham opiniões diferentes das do governo. Muitos antifascistas foram assassinados pela PIDE. Havia censura: os jornais, os livros, o cinema e o teatro eram visados por censores que proibiam as palavras que não agradavam ao regime. Muitos escritores, jornalistas, cantores e músicos eram proibidos de divulgar as suas obras.
Havia as prisões da ditadura: os opositores ao Estado Novo eram presos em prisões como as de Peniche e Caxias, onde permaneciam em péssimas condições e eram torturados, só pelo facto de não concordarem com o regime.
Havia o exílio: muitos portugueses foram obrigados a emigrar para não serem presos ou por recusarem ir combater na injusta guerra colonial. Nos países de exílio, continuaram a sua luta contra a ditadura.
Havia a Mocidade Portuguesa: os jovens, a partir dos sete anos, eram obrigados a pertencer a esta organização militarista de juventude, que exigia que andassem fardados, marchassem como soldados e fizessem uma saudação muito parecida com a nazi.
Havia a guerra colonial: os territórios de Angola, Guiné e Moçambique, para alcançarem a sua liberdade, foram obrigados a fazer guerra a Portugal. Em consequência, morreram milhares de africanos e portugueses em África.
Havia o poder autoritário: quem nomeava os presidentes das Câmaras Municipais e das Juntas de Freguesia eram os governantes, que não ouviam a opinião das populações nem tinham que cumprir um programa de acção.
Durante 48 anos, algumas gerações de portugueses foram enganados por simulacros de eleições.
Contudo, sempre houve Resistência: como estavam proibidos os partidos políticos, lutava-se na clandestinidade pela liberdade.
A Oposição Democrática participou em eleições, mas os resultados foram falseados e os candidatos presos.
Apenas a seguir ao 25 de Abril de 1974 se realizaram eleições livres e democráticas. Registe-se, que mesmo na primeira República o sufrágio universal em pleno havia sido limitado - por exemplo, no acesso ao voto pelas mulheres.
Apenas a seguir ao 25 de Abril de 1974 se realizaram eleições livres e democráticas. Registe-se, que mesmo na primeira República o sufrágio universal em pleno havia sido limitado - por exemplo, no acesso ao voto pelas mulheres.
O voto, em Liberdade e Democracia, só tem sentido no
respeito sagrado pelo sentido do voto de todos e de cada um.
Votar é, antes do mais, uma enorme responsabilidade de cada
um de nós.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
PAC . Ponto de Acesso à Cultura - TERTÚLIA COM PEDRO AGOSTINHO CRUZ
Quinta Feira, 30 de julho, o fotógrafo Pedro Agostinho Cruz vai estar no Hotel Wellington, às 21.30 numa conversa informal que o festival artístico, PAC - Ponto de Acesso à Cultura, chama de Tertúlia.
Vai falar um bocadinho do seu trabalho, motivações, projectos, entre outras coisas (que até podem ser novidades).
A tertúlia será aquilo que vocês quiserem!.. O artista conta com a vossa presença. E promete responder a perguntas difíceis!..
Sintam-se convidados.
Vai falar um bocadinho do seu trabalho, motivações, projectos, entre outras coisas (que até podem ser novidades).
A tertúlia será aquilo que vocês quiserem!.. O artista conta com a vossa presença. E promete responder a perguntas difíceis!..
Sintam-se convidados.
Para formar opinião é preciso informação…
E que desde 2001/02, enquanto o número médio de filhos por mulher em idade fértil subiu quase 10% na UE, em Portugal caiu mais de 10%?
E ainda que a crise económica e financeira inverteu a tendência de Portugal na aproximação ao mais reduzido horário de trabalho europeu?
Se em 2009 os trabalhadores portugueses trabalhavam em média mais uma hora que os seus congéneres europeus, em 2013 essa diferença já era superior a duas horas.
Estas e outras revelações encontram-se trabalhadas
e publicadas no livro coordenado por Augusto Mateus “Três décadas de Portugal europeu – balanços e perspectivas” publicado este mês pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, disponível gratuitamente na internet.
Em tempo.
Via eng. Daniel Santos, na crónica Curiosidades, hoje publicada no jornal AS BEIRAS.
Ricos e pobres...
Um cidadão vulgar, na situação de Ricardo Salgado estaria em
prisão domiciliária.
Para o Conselho Superior da Magistratura Ricardo Salgado não está em prisão
domiciliária, está “confinado à sua residência e respectivos logradouros”.
O azar dos gregos, foi terem Tsipras como primeiro-ministro e este não pertencer à"raça de homens que paga o que deve", como, por exemplo, o "nosso" primeiro. Evidentemente, salvo um ou outro “lapso”...
Os ricos sabem que podem comprar quase tudo com dinheiro. Os
pobres pensam que dinheiro compra tudo. E, assim, o dinheiro vai mandando…
A única coisa que os pobres continuam a ter em Portugal, é a razão: "é cada vez maior o fosso entre os mais ricos e os mais pobres em Portugal. Há cinco anos que não pára de aumentar a desigualdade na distribuição dos rendimentos."terça-feira, 28 de julho de 2015
O Povo Culto
![]() |
| Agostinho da Silva |
Os povos serão cultos na medida em que entre eles crescer o
número dos que se negam a aceitar qualquer benefício dos que podem; dos que se
mantêm sempre vigilantes em defesa dos oprimidos não porque tenham este ou
aquele credo político, mas por isso mesmo, porque são oprimidos e neles se
quebram as leis da Humanidade e da razão; dos que se levantam, sinceros e
corajosos, ante as ordens injustas, não também porque saem de um dos campos em
luta, mas por serem injustas; dos que acima de tudo defendem o direito de
pensar e de ser digno.
Apesar de tudo, ser da elite cultural figueirense não é a mesma coisa que ser da elite cultural lisboeta...
"Se mesmo em Lisboa e no
Porto é difícil fazer com que a
comunicação social divulgue
o que se faz na área da cultura, imagine-se nas restantes
cidades do país. Por isso,
compreenda-se o nosso desalento ao percebermos que
produzimos eventos dignos
de relevo, mas que não passam as fronteiras do “nosso
quintal”. Foi o que se passou
com a vinda de Fernando
Arrabal à Figueira ou com a
exposição das esculturas de
Laranjeira Santos, só para dar
dois exemplos.
A macrocefalia de Lisboa continua a afogar o país e a tentar fazer crer que o resto são umas pracetas onde se levam os cantores pimba para fazer programas de entretenimento de gosto e interesse duvidoso; e onde acontecem, de vez em quando, algumas desgraças."
A macrocefalia de Lisboa continua a afogar o país e a tentar fazer crer que o resto são umas pracetas onde se levam os cantores pimba para fazer programas de entretenimento de gosto e interesse duvidoso; e onde acontecem, de vez em quando, algumas desgraças."
Areia para os olhos...
"Não vou fazer nenhuma reacção porque a questão que tem
que ver com o chamado enriquecimento ilícito não resultou de uma iniciativa do
Governo, resultou de uma iniciativa dos deputados da maioria no parlamento e
tenho a certeza que os partidos através dos grupos parlamentares não deixarão
de fazer uma reacção a essa decisão" – disse Passos Coelho nos Açores.
E andámos nós – aquela minoria, muito minoritária, que acompanha minimamente as sessões do Parlamento – a levar com Luís Montenegro e Nuno Magalhães durante
4 anos, auxiliados por Telmo Correia, nos debates parlamentares a “mandar”
deixas para o Governo maquilhadas de interpelações e depois os grupos
parlamentares têm vida própria e autónoma e até produzem projectos de lei, invariavelmente
inconstitucionais!..
E, assim, a maioria PSD/CDS chegou ao fim da legislatura sem
que o enriquecimento injustificado tenha sido criminalizado.
Essa é que é essa, como diria o Eça…
Em tempo.
"Portugal é o paraíso dos corruptos".
"Um estudo da OCDE diz que se Portugal não tivesse corrupção teria um nível de desenvolvimento semelhante à Dinamarca".
"Um estudo da OCDE diz que se Portugal não tivesse corrupção teria um nível de desenvolvimento semelhante à Dinamarca".
Despesas com o sorteio atingiram 6,8 milhões de euros em 2014…
“Factura da Sorte. Governo desviou dinheiro do IVA para pagar os Audi", diz o Tribunal de Contas…
Uma classe média que precisa de apoio do estado, já não é classe média.
Hoje, depois de quase 4 anos do senhor Coelho no poder, passou a ser uma ficção a caminho de engrossar as listas de pobres.
O senhor não tem culpa.
Culpa tem de quem o elegeu com maioria e não exigiu a sua imediata demissão quando começou a quebrar os compromissos eleitorais.
Uma classe média que precisa de apoio do estado, já não é classe média.
Hoje, depois de quase 4 anos do senhor Coelho no poder, passou a ser uma ficção a caminho de engrossar as listas de pobres.
O senhor não tem culpa.
Culpa tem de quem o elegeu com maioria e não exigiu a sua imediata demissão quando começou a quebrar os compromissos eleitorais.
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Um desafio ao respeito que temos por nós próprios, com resultados a conhecer lá para 4 de Outubro!..
Em tempo.
Se clicar aqui, esta ferramenta gera parágrafos potencialmente úteis para relatórios, teses, templates, bem como discursos que não servem outro propósito que não o de encher chouriços.
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