segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O essencial

foto: Pedro Cruz

Na Figueira, neste momento, a exemplo do que acontece a nível nacional, vivem-se tempos difíceis para o debate político.

Num momento em que, o fundamental, era centrar as atenções e o debate político sobre a eficácia das escolhas autárquicas de Outubro passado, tendo em vista o futuro do nosso concelho, temos vindo a assistir, nos últimos dias, a uma tentativa deliberada de tentar desviar a atenção mediática para o acessório. Infelizmente, querem-nos fazer acreditar, que a pornografia é mais apelativa do que o debate, sério e aprofundado, sobre a realidade política do nosso concelho e do nosso País.

Neste momento, o importante, diria mesmo o fundamental, para quem gosta da Figueira e do seu concelho, é centrar o debate político nas ideias e não permitir a manobra de diversão de tentar transformar o palco político concelhio numa guerra entre assassinos de personalidade. Essa, no actual e decisivo momento que o País e o nosso concelho atravessam, é uma questão decisiva, não só para a democracia, mas também para a mudança e para o desenvolvimento, que se deseja sustentado, de Portugal e do concelho da Figueira das Foz.

Esta nossa postura de sempre, mantém-nos ausentes das tricas e manobras de diversão da actualidade de curtíssimo prazo. Acreditem: não é defeito, é mesmo feitio.

X&Q835

Barulho e silêncios


Fernando Nobre acusa Alegre de «barulho».

Silêncios, registem-se os do ps de sócrates e do be de louçã sobre a candidatura de nobre.

Azar!..

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Balanço dos primeiros 100 dias do novo executivo da Câmara Municipal da Figueira da Foz

DEVE .................................................................................................................HAVER








aF107

Sócrates falou ao país



Não vi em directo, mas vim aqui, para ver e ouvir atentamente.

Muito obrigado senhor engenheiro.

Na mouche...


No passado dia 1, neste post, previ o que era previsível: Pronto, estão justificados os 150 mil euros, que é o que está orçamentado para o evento: a Figueira, vai ocupar quatro horas de tempo de antena na televisão paga por todos nós, a RTP1, num daqueles inenarráveis programas de entretenimento!..
Serão, certamente, mais quatro horas de televisão gastas como normalmente: com o habitual vazio que caracteriza o país.

Ontem, dia 18, não foi eu que escrevi isto:

O Carnaval da Figueira mereceu desta vez a atenção da RTP1, através do seu programa “Portugal no Coração”. E, infelizmente, além do incontrolável mau tempo, também o que foi mostrado e dito da Figueira foi de baixo nível. O corso carnavalesco muito fraquinho, embora tivesse exigido muito sacrifício aos participantes por causa da incomodativa chuva e do frio. E as entrevistas feitas no estúdio de Lisboa foram muito pouco significativas, não sendo de molde a evidenciar devidamente os atractivos da nossa terra. Boa nota o espaço dedicado à gastronomia e também para os Reis, Rosa Amélia e João Baião, que tiveram uma actuação constante e apelativa animação que lhes exigiu, decerto, grande esforço físico."

"Mais vale pouco… que nada?!.." E pela bagatela de 150 mil euros, o que é que se podia exigir mais?..

Coisas realmente importantes

"Liberdade de expressão na imprensa regional existe?", pergunta o Rogério Neves no seu blogue Marcha do Vapor.