A ligeireza com que certos ex-comunistas de meia-tigela determina, se calhar sem disso ter a mínima consciência, que "ser liberal e socialista é totalmente incompatível", deixa à vista os limites (ou a falta deles) do revisionismo ideológico em curso em partidos e listas independentes do poder.
Os bons hábitos nunca se perdem, sobretudo aqueles que, juntamente com o ressentimento, estruturam a "mentalidade de escravo" de que fala Nietzsche.
Nem sempre a "modernização doutrinária e política", que tem levado alguns intelectuais e, outros nem por isso, a saltar do PCP para os partidos e listas independentes do poder, significa mudança.
Escravo uma vez, escravo para sempre.
Formados na fidelidade acrítica e no "centralismo democrático", a maior parte deles (salvo as honrosas excepções que escolheram a via mais difícil (a da solidão), não se libertou!.
Apenas mudou de amo.
Os bons hábitos nunca se perdem, sobretudo aqueles que, juntamente com o ressentimento, estruturam a "mentalidade de escravo" de que fala Nietzsche.
Nem sempre a "modernização doutrinária e política", que tem levado alguns intelectuais e, outros nem por isso, a saltar do PCP para os partidos e listas independentes do poder, significa mudança.
Escravo uma vez, escravo para sempre.
Formados na fidelidade acrítica e no "centralismo democrático", a maior parte deles (salvo as honrosas excepções que escolheram a via mais difícil (a da solidão), não se libertou!.
Apenas mudou de amo.





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