segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Assim não vamos lá...


Via Limonete, fiquei a saber que "João Ataíde foi atacado no diário As Beiras pelo líder do PS figueirense".
Sobre a qualidade e a gravidade do ataque feito ao actual executivo camarário pelo líder concelhio do PS figueirense, nem sequer me vou pronunciar, pois considero a matéria do foro íntimo do PS local.
A minha preocupação é outra.
Diz o Povo, "que zangam-se as comadres e descobrem-se as verdades", o que, neste caso, penso que não irá acontecer, pois o que está à vista nesta guerra de alecrim e manjerona, é a bandalheira a que o nosso concelho chegou.
O que está realmente em causa para esta gente, é a gestão das suas carreiras políticas e os interesses pessoais dos boys, comedores ou aspirantes à gamela.
Uma coisa eu sei, por estar mais que provada: assim, o nosso concelho não vai descolar desta pobreza franciscana, deste ciclo fatídico que se colou à pele dos figueirenses, da responsabilidade de quem esteve no poder nos últimos anos.
Nem é preciso grande memória, pois a história recente, prova-o.
Assim, não vamos lá...

4 comentários:

alex campos disse...

Eu disse, durante a campanha eleitoral,que se os figueirenses quisessem mais do mesmo bastava só não votarem na CDU.
Os resultados eleitorais são bastante elucidativos acerca da escolha dos figueirenses, que foi óbvia, não percebo tanta admiração.
Se o país está como está governado sempre pelos mesmos como é que a Figueira deveria estar melhor?

dilita disse...

Caro Agostinho.Como isto não vai ser publicado,posso dizer-lhe agora que compreendo o vosso "drama"politico de muito pregarem no deserto e pouco escutados no Pais.Ninguem acredita nos vossos discursos,porque lhes falta a expontaniedade que fazem a diferença na verdadeira solidariedade.São todos uns grandes democrátas,mas á boa maneira Salazarista e Cubana.Não pense que estou desapontado,porque sei que as ditaduras não dão espaço aos outros,vivem na sua ilusão de fraternidade mas já não enganam ninguem.Agora que o conheço na sua "cegueira"onde não existe o homem novo,feito na aceitação do outro,creia que a minha estima continua inalterável,mas a cada um o seu caminho no respeito mutuo

António Agostinho disse...

Aqui, neste Outra Margem, ao contrário do que afirma, não sei com que fundamento, são publicados todos os comentários, quando assinados.
Quanto ao resto, é a sua opinião, confesso que não sei fundamentada em quê, pelo que não me merece qualquer comentário.

Olímpio disse...

As minhas desculpas,tendo em conta que os dois primeiros comentários não chegaram ao seu destino,acreditando de boa fé no que me imformou.Sempre leal e é pela frente que devemos questionar as situações .Boa sorte para o dia 1.