Ernest Hemingway: «Um homem pode ser destruído mas não vencido.»

sexta-feira, 20 de julho de 2007

X&Q101

5 comentários:

Anónimo disse...

Desde que acabou a temporada de Futebol este blog.. anda um desastre.. nao existem noticias interessantes!

Anónimo disse...

Sem querer contestar a crítica implícita no cartoon (sempre criativo), pergunto se, por exemplo, nas Câmaras CDU não existe o mesmo tipo de clientelismo? Claro que há! Ou seja, essa prática é errada, mas não é exclusiva de apenas dos dois partidos centrais. Não há virgens políticas, pelo que o combate é transversal contra o oportunismo, o amiguismo e a promoção da mediocridade tão presente na sociedade portuguesa!

António Agostinho disse...

Leio este comentário do Castelo de Areia e...
Até porque, segundo julgo, o meu amigo estará solidário com este Governo “nos bons e nos maus momentos"...
Só que, a meu ver , não existe nenhum Governo que mereça indulgência quando é incompetente.
Com os amigos é que estamos “nos bons e nos maus momentos”. Com os governos estamos apenas nos bons.
Amigo: é bem verdade que “não há virgens políticas, pelo que o combate é transversal contra o oportunismo, o amiguismo e a promoção da mediocridade tão presente na sociedade portuguesa!”
A gestão da coisa pública, nunca deve ser para promover o amiguismo, o clientelismo, o compadrio, o favorecimento. Deve ser para resolver os problemas reais das pessoas concretas.
Foi nessa TRINCHEIRA que nos conhecemos. Eu cá continuo...
Grande abraço Amigo... Com os Amigos é que devemos estar sempre nos bons e nos maus momentos.
Com o Poder, NÃO.
Podes dizer que ainda acredito nos amanhãs que cantam que eu não me importo...
Cantar é coisa que não sei... e mamar também não.

Anónimo disse...

Anónimo 20 Julho, 2007 15:34

Cá pra mim não estás a dizer a verdade.... tu não queres mais FUTEBOL...
Tu querias era mais SEXO!... Gajas boas...
Vieste ao engano.

Anónimo disse...

Claro que a amizade desinteressada é o lastro que, com gosto, levamos nesta viagem. É por ela, fundada na verdade e franqueza, que me exponho aqui, sem pretensões de convencer seja quem for, muito menos quem eu sei que se rege por convicções límpidas. Também eu do Poder pouco ou nada sei porque ando, por opção, longe dele. Só que entre a utopia mobilizadora e o pragmatismo insípido, há um equilíbrio de geometria variável que me rege os passos. Ou ao menos tento!