quarta-feira, 18 de julho de 2018
terça-feira, 17 de julho de 2018
Morreu João Semedo
Dele, dizem que era "inteligente, generoso, casmurro, impaciente.
Antes do 25 de Abril tomou partido pelo que sempre foi a luta da sua vida: a democracia."
Durante décadas, mostrou que é possível os seus ideais de forma aberta e construtiva.
O maior combate da sua vida, com toda a esquerda, foi construir e defender um Serviço Nacional de Saúde público e universal.
Antes do 25 de Abril tomou partido pelo que sempre foi a luta da sua vida: a democracia."
Durante décadas, mostrou que é possível os seus ideais de forma aberta e construtiva.
O maior combate da sua vida, com toda a esquerda, foi construir e defender um Serviço Nacional de Saúde público e universal.
Bomba atómica (uma invenção para acabar com as invenções) vai rebentar-nos em cima? ..
"RIDÍCULO dos RIDÍCULOS
Mas possível na Figueira da Foz.....
SOPORCEL e CELBI pedem para ligar os seus efluentes industriais a ETAR de S. PEDRO.
Contactado o responsável da ÁGUAS da FIGUEIRA este pôs a hipótese de se fazer um by- pass!
A Câmara concorda."
Via Casimiro Terêncio
Mas possível na Figueira da Foz.....
SOPORCEL e CELBI pedem para ligar os seus efluentes industriais a ETAR de S. PEDRO.
Contactado o responsável da ÁGUAS da FIGUEIRA este pôs a hipótese de se fazer um by- pass!
A Câmara concorda."
Via Casimiro Terêncio
Confesso que, embora com uma candura desarmante, olhei para isto incrédulo!...
"O Partido Comunista Português (PCP) classifica como “exemplar” a transição em curso no poder no MPLA, em Angola, com João Lourenço a preparar-se para suceder a José Eduardo dos Santos na presidência do partido que lidera o país desde 1975.
A posição foi expressa esta segunda-feira, na sede nacional do MPLA, em Luanda, por José Capucho, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central, que lidera a delegação do PCP que está em Angola para reuniões de trabalho, a convite do partido angolano. “É uma transição normal, sob a direcção do MPLA, e que é por vontade [do próprio partido]. Portanto, as coisas estão a ser conduzidas da forma mais natural”, enfatizou o dirigente comunista, em declarações aos jornalistas à saída de uma audiência com Paulo Kassoma, secretário-geral do partido."
daqui
Nota de rodapé.
Vou mas é começar a escrever sobre a meteorologia...
A posição foi expressa esta segunda-feira, na sede nacional do MPLA, em Luanda, por José Capucho, membro do Secretariado e da Comissão Política do Comité Central, que lidera a delegação do PCP que está em Angola para reuniões de trabalho, a convite do partido angolano. “É uma transição normal, sob a direcção do MPLA, e que é por vontade [do próprio partido]. Portanto, as coisas estão a ser conduzidas da forma mais natural”, enfatizou o dirigente comunista, em declarações aos jornalistas à saída de uma audiência com Paulo Kassoma, secretário-geral do partido."
daqui
Nota de rodapé.
Vou mas é começar a escrever sobre a meteorologia...
Pornoriquismo
"Há um novo estilo emergente de reportagens dedicadas ao pornoriquismo dos novos donos estrangeiros, ou como se o fossem, disto tudo. O pornoriquismo é a nova fase do consumo conspícuo num tempo de capitalismo com desigualdades pornográficas.
Atente-se na capa da última revista do Expresso: “Jantares de 550 euros por pessoa, relógios que custam mais de 20 mil euros, casas alugadas por 1750 euros ao dia. Este é o mapa de um país que está a aprender com os estrangeiros a amar o luxo”.
Um país, realmente. E não se esqueçam de repetir com o Primeiro-Ministro: não há dinheiro.
E pelo meio temos pérolas de classe como esta:
“Esta cidade da vida de muitos estrangeiros, fervilha alheia à gentrificação, ao desalojamento dos lisboetas e aos preços exorbitantes do imobiliário. Miguel Guedes de Sousa concorda que a capital não pode perder a vivência genuína que cativa os estrangeiros, mas ‘não podemos ter pessoas de classe média ou média baixa a morar em prédios classificados’. A Solução para o CEO da Amorim Luxury passa por a Câmara Municipal de Lisboa arranjar alternativas.”
Nesta altura, lembrei-me de Warren Buffet – “a luta de classes existe e a minha classe está a ganhá-la”.
Guedes de Sousa, como nos informa a reportagem, é casado com Paula Amorim. E daí a Amorim Luxury. Paula Amorim é uma das herdeiras da maior fortuna nacional. Como todas as grandes fortunas, esta foi construída com recursos a expedientes duvidosos. Não é só a fase de acumulação original que os tem. Duvidoso é também, como indica o insuspeito Thomas Piketty, este capitalismo cada vez mais de herdeiros. Guedes de Sousa tem o mérito de resumir numa frase, para a questão da habitação, a que condensa todas as contradições de classe, a arrogância do dinheiro quando está concentrado em poucas mãos, quando não tem qualquer medo, nem freios e contrapesos políticos à altura.
Eu bem sei que é fácil uma pessoa deixar-se dominar pelo desespero perante este império do capital. Mas é preciso nunca perder a esperança. As coisas já foram diferentes e podem voltar a sê-lo. Não estamos condenados ao pornoriquismo e ao capitalismo que lhe subjaz. Não podemos estar."
daqui
Atente-se na capa da última revista do Expresso: “Jantares de 550 euros por pessoa, relógios que custam mais de 20 mil euros, casas alugadas por 1750 euros ao dia. Este é o mapa de um país que está a aprender com os estrangeiros a amar o luxo”.
Um país, realmente. E não se esqueçam de repetir com o Primeiro-Ministro: não há dinheiro.
E pelo meio temos pérolas de classe como esta:
“Esta cidade da vida de muitos estrangeiros, fervilha alheia à gentrificação, ao desalojamento dos lisboetas e aos preços exorbitantes do imobiliário. Miguel Guedes de Sousa concorda que a capital não pode perder a vivência genuína que cativa os estrangeiros, mas ‘não podemos ter pessoas de classe média ou média baixa a morar em prédios classificados’. A Solução para o CEO da Amorim Luxury passa por a Câmara Municipal de Lisboa arranjar alternativas.”
Nesta altura, lembrei-me de Warren Buffet – “a luta de classes existe e a minha classe está a ganhá-la”.
Guedes de Sousa, como nos informa a reportagem, é casado com Paula Amorim. E daí a Amorim Luxury. Paula Amorim é uma das herdeiras da maior fortuna nacional. Como todas as grandes fortunas, esta foi construída com recursos a expedientes duvidosos. Não é só a fase de acumulação original que os tem. Duvidoso é também, como indica o insuspeito Thomas Piketty, este capitalismo cada vez mais de herdeiros. Guedes de Sousa tem o mérito de resumir numa frase, para a questão da habitação, a que condensa todas as contradições de classe, a arrogância do dinheiro quando está concentrado em poucas mãos, quando não tem qualquer medo, nem freios e contrapesos políticos à altura.
Eu bem sei que é fácil uma pessoa deixar-se dominar pelo desespero perante este império do capital. Mas é preciso nunca perder a esperança. As coisas já foram diferentes e podem voltar a sê-lo. Não estamos condenados ao pornoriquismo e ao capitalismo que lhe subjaz. Não podemos estar."
daqui
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Lagoas, uma dádiva da natureza, que apenas precisava de ter sido cuidada ao longo dos anos continua a definhar...
Gostava que as entidades que tutelam a lagoa olhassem para aquele bocado de ambiente natural. A junta é muito pequena para avançar com a recuperação e a Câmara da Figueira da Foz está a envolver-se ao máximo que pode. Mas ainda está tudo em banho-Maria”.
Carlos Batata, presidente da freguesia do Bom Sucesso, que ontem celebrou 33 anos, em declarações ao jornal AS BEIRAS, edição de hoje.
Nota de rodapé.
A propaganda da câmara.
"Situadas um pouco a norte da Figueira da Foz, nas Matas Nacionais, as lagoas de Quiaios são três lagoas endorreicas, todas elas facilmente acessíveis. Rodeadas por abundante vegetação emergente, albergam geralmente um bom número de aves aquáticas, fáceis de observar.
Destaca-se em particular a presença regular de diversas espécies de patos invernantes.
A Lagoa das Braças (também conhecida por Lagoa das Três Braças) é a que se situa mais a sul, encontrando-se envolvida por vegetação densa. O melhor local de observação situa-se do lado ocidental, onde existe um abrigo que permite ver a lagoa. O nível de água na lagoa e muito variável, podendo chegar a secar completamente quando a precipitação escasseia. Havendo água, observa-se o maçarico-bique-bique. Durante o inverno, este é um local de ocorrência regular da garça-branca-grande. A vegetação que envolve a lagoa é geralmente frequentada por toutinegras-de-barrete-preto e pequenos bandos de chapins-rabilongos. Nos pinhais circundantes aparecem o pica-pau-malhado-grande, o chapim-azul e o chapim-real.
A lagoa da Vela é a maior e a mais interessante das três lagoas. Um dos melhores pontos de observação situa-se na extremidade sul, onde é possível observar as aves aquáticas, mantendo o sol pela retaguarda.
O galeirão e o pato-coelheiro, são comuns durante o inverno. Já no outono chega o maçarico-das-rochas, a Chilreta Sterna, entre outros.
No período estival pode ser observada a garça-vermelha e a garça-real."
A realidade.
Lembram-se, para não ir mais longe, do ano passado, quando a Câmara da Figueira da Foz tinha em curso um conjunto de diligências destinadas a promover a reabilitação da Lagoa da Vela?..
domingo, 15 de julho de 2018
Cidade manipulada...
A manipulação dos media é a parte mais visível.
Por mim, cá pela Aldeia, tenho feito o que posso: utilizando este extraordinário instrumento, que é a internet, tenho conseguido ter voz onde antes só havia solilóquio.
"Noam Chomsky é um dos intelectuais mais respeitados do mundo. Este pensador americano foi considerado o mais importante da era contemporânea pelo The New York Times. Uma de suas principais contribuições é ter proposto e analisado as estratégias de manipulação de massa que existem no mundo hoje."
As redes sociais e os blogues, para os detentores do poder na Figueira, são perigosos, pois podem ridicularizar a campanha e encenação montada e em exibição permanente.
Se os figueirenses actuassem conjuntamente, fixando os objectivos correctamente, se soubéssemos esquecer e desprezar o acessório e atacar o essencial, poderíamos vencê-los!
Claro que estou a falar da mudança de gestão autárquica.
Na Figueira, sabemos como a cidade está e sabemos também de quem é a culpa.
Ao longo dos anos o PS e o PSD concorreram entre entre si no campeonato do “quem faz pior pela Figueira”.
Sempre que os grandes interesses falaram, a Figueira calou-se - e continua a calar-se, principalmente se quem lá está é da mesma cor de quem governa.
A gestão da Câmara, ao longo dos anos, tem infelizmente servido para muita coisa que nada tem a ver com a gestão do município. Santana Lopes é o exemplo mais visível, mas não foi o único.
E, a culpa disto tem sido dos figueirenses: se, um dia, acreditarmos e lutarmos, venceremos!
Momento de nostalgia, para recordar um divertimento de infância que ficou gravado na memória da minha geração
«Retiraram o baloiço da escola. Estava a precisar de reparação. Mas, em vez de reparar optaram pela solução mais fácil, eliminar o melhor divertimento das crianças. O baloiço era uma fonte de exercício físico, uma oportunidade das crianças aprenderem a controlar os movimentos e a impulsionarem-se. O baloiço da escola competia com os videojogos e a televisão. Andar de baloiço é uma actividade fantástica, a sensação de movimento, o chegar mais alto e mais além até ao limite das leis da física. Nas escolas, em geral, diz-se que o dinheiro é escasso. Neste caso não chega para reparar o baloiço mas é suficiente para um mega televisor novo. Hipnotizar as crianças e “empanturrálas” com longas horas de televisão é muito mais importante que “o baloiçar ao ar livre”. As crianças fazem filas para o baloiço, “chateiam” enquanto esperam pela sua vez e assim obrigam a compromissos e diálogo. É muito simples tê-los sentados a ver televisão. Não diálogo, apenas monólogos. As árvores na escola também vão desaparecendo porque são perigosas. Trepar é arriscado, a fruta que cai no chão é “coisa suja e perigosa” e as folhas têm que ser limpas. É deprimente pensar que os adultos tomam as piores decisões possíveis “em nome da segurança das crianças”. Aliás, faltam baloiços em muitos parques. As crianças e os adultos precisam de mais “baloiços e árvores” em espaços públicos. Necessitamos de mais “comunidade” e menos comodismo. Talvez fosse tempo de parar e “ouvir as crianças que gostam de baloiçar”.»
Baloiços, uma crónica de João Vaz. Via jornal AS BEIRAS.
Baloiços, uma crónica de João Vaz. Via jornal AS BEIRAS.
Liberdade, liberdade, irreverência, subserviência ...
Considero-me um homem livre.
Contudo, em verdade, não sei se a Liberdade existe!..
A minha vida tem sido feita, sobretudo, com determinismo (todo o acontecimento é regido pela determinação).
Mas, se a Liberdade existir mesmo a irreverência será, de certeza, um dos seus elementos constituintes.
De certeza, porém, que a subserviência nunca.
Falar sobre a verdade é difícil e pode ser perigoso...
"Anexo pág. 37 do Relatório da Águas da Figueira 2016.
Na penúltima linha é visível: Resultado antes de impostos 2.988.344 €
valor superior ao ano de 2015.
Para que conste!"
Via Casimiro Terêncio
Na penúltima linha é visível: Resultado antes de impostos 2.988.344 €
valor superior ao ano de 2015.
Para que conste!"
Via Casimiro Terêncio
sábado, 14 de julho de 2018
O valor do silêncio em certos dias...
Há dias em que o silêncio é o que apetece.
Buda declarou: «Quando não tiveres nada importante para dizer, guarda um nobre silêncio».
As palavras não são as coisas nem os factos.
Muito menos as experiências.
A palavra é um artifício que muitas vezes engana, limita e falsifica.
Tem dias em que o silêncio é mais revelador do que todas as palavras do mundo.
Tem dias em que uma das maneiras mais fecundas de meditação é a do silêncio.
Por outras palavras: há dias em que só apetece a meditação de esvaziamento...
Até amanhã...
Buda declarou: «Quando não tiveres nada importante para dizer, guarda um nobre silêncio».
As palavras não são as coisas nem os factos.
Muito menos as experiências.
A palavra é um artifício que muitas vezes engana, limita e falsifica.
Tem dias em que o silêncio é mais revelador do que todas as palavras do mundo.
Tem dias em que uma das maneiras mais fecundas de meditação é a do silêncio.
Por outras palavras: há dias em que só apetece a meditação de esvaziamento...
Até amanhã...
Saudade... Que raio de saudade...
Faz hoje 3 anos que fiquei definitivamente pobre.
Perdi a minha Mãe – que, durante mais de 41 anos, foi, também, o pai que me restava. Lembro-me de tudo. De como ela era bonita. E bem disposta e divertida, como esta foto de 2012 mostra.
É assim que a continuo a recordar. Sinto a sua partida e o que teve de sofrer nos últimos meses de vida, como uma profunda injustiça. Como a pior traição que se faz a um filho.
“Consola-me” um pouco, porém, saber que, faz hoje 3 anos, a morte foi a primeira noite sossegada que teve nos últimos meses de vida…
Há pessoas de quem temos mesmo saudade...
Até um dia Mãe.
Um beijo.
Perdi a minha Mãe – que, durante mais de 41 anos, foi, também, o pai que me restava. Lembro-me de tudo. De como ela era bonita. E bem disposta e divertida, como esta foto de 2012 mostra.
É assim que a continuo a recordar. Sinto a sua partida e o que teve de sofrer nos últimos meses de vida, como uma profunda injustiça. Como a pior traição que se faz a um filho.
“Consola-me” um pouco, porém, saber que, faz hoje 3 anos, a morte foi a primeira noite sossegada que teve nos últimos meses de vida…
Há pessoas de quem temos mesmo saudade...
Até um dia Mãe.
Um beijo.
Resta saber se avança mesmo...
"Há 4,8% de eleitores disponíveis para votar no novo partido de Santana Lopes"...
Porque espera doutor?
O PS agradece...
Porque espera doutor?
O PS agradece...
Nobidades do láre... (14)
Via Casimiro Terêncio
Em tempo.
RECTIFICAÇÃO.
Quando referi “quase 3000 € queria dizer quase 3.000.000€“.
Casimiro Terêncio
sexta-feira, 13 de julho de 2018
E o pirata sou eu?..
"A duas semanas de mais um festival pirata , é isto que temos no Largo Maria Jarra . É um atentado aos moradores, lojistas e a quem nos visita nesta vila de Buarcos .
Tudo a troco de negociatas de algibeira , já é tempo de acabar com isto , no forte de santa Catarina não incomodam ninguém, só as gaivotas .
Aqui já chega de invasões , à esquerda temos as obras a recriar as invasões francesas e agora temos os corsários da junta da sua salvação .
Município da Figueira da Foz , acordem já chega , querem acabar com o resto."
Via Marco Figueiredo
Nota de rodapé.
Esta postagem cópia não é pirata. Copiei do original!..
Tudo a troco de negociatas de algibeira , já é tempo de acabar com isto , no forte de santa Catarina não incomodam ninguém, só as gaivotas .
Aqui já chega de invasões , à esquerda temos as obras a recriar as invasões francesas e agora temos os corsários da junta da sua salvação .
Município da Figueira da Foz , acordem já chega , querem acabar com o resto."
Via Marco Figueiredo
Nota de rodapé.
Esta postagem cópia não é pirata. Copiei do original!..
Os 100 mil deste ano no sunset...
Temos necessidade de medir...
Medimos tudo.
É-nos necessária a noção de dimensão, de proporção...
Tudo isso nos é dado pela medida!
Medir é ter a possibilidade de comparar, é aquela aferição que nos dá a justeza da coisa e reparem que o fazem em permanência.
Por exemplo, ao sabermos dos 100 mil do sunset deste ano na praia da Figueira e ao olhar para esta foto de uma praia da China será que temos a dimensão ou, sequer, a noção, da medida?
Medimos tudo.
É-nos necessária a noção de dimensão, de proporção...
Tudo isso nos é dado pela medida!
Medir é ter a possibilidade de comparar, é aquela aferição que nos dá a justeza da coisa e reparem que o fazem em permanência.
Por exemplo, ao sabermos dos 100 mil do sunset deste ano na praia da Figueira e ao olhar para esta foto de uma praia da China será que temos a dimensão ou, sequer, a noção, da medida?
Nobidades deste e de outros láres!..
Autarquias que viraram “Comissões de Festas”
"A criação do Poder Local teve como objectivo garantir uma maior eficácia na resolução dos problemas das populações porém, nos últimos anos, muitas autarquias tornaram-se “Comissões de Festas”. Uma parte significativa do seu orçamento vai para a organização de festanças, festas e festinhas avulsas sem objectivos estratégicos para o desenvolvimento integrado e sustentado dos municípios.
Hoje, lamento dizê-lo, mas os cidadãos tornaram-se muito pouco exigentes com os seus autarcas satisfazendo-se com pouco mais que “pão e circo”. As pessoas necessitam de se divertirem – completamente de acordo – mas precisam sobretudo que as autarquias resolvam os seus principais problemas.
Nas últimas horas li nas redes sociais elogios ao primeiro dia das Festas do Concelho. Agora pergunto quanto vão custar estes cinco dias de festança? Não sei mas estou convicto que ajudariam na resolução de alguns problemas que afectam o quotidiano das pessoas.
A função de uma autarquia é muito mais que organização de eventos. Nunca percebia porque Manuel Moreira gastava tanto dinheiro em festas e festinhas, tal como não entendo porque este novo executivo socialista vai no mesmo caminho. Moreira subia para o palco para discursar nestes momentos para sua promoção pessoal política. Não concordava. Parece que a nova autarca está a cometer a tentação de lhe seguir as pisadas. Parece que a diferença reside no facto dos discursos agora serem mais curtos.
Infelizmente este não é apenas um problema do Marco de Canaveses."
Claro que não Paulo Vieira da Silva: NA FIGUEIRA DA FOZ, É CARNAVAL TODOS OS DIAS: A "PROGRAMAÇÃO É TÃO EXTENSA QUE NÃO DÁ PARA ACREDITAR"!..
POR CÁ, A PROPAGANDA É O ALIMENTO DO ESTADO A QUE ISTO CHEGOU...
"A criação do Poder Local teve como objectivo garantir uma maior eficácia na resolução dos problemas das populações porém, nos últimos anos, muitas autarquias tornaram-se “Comissões de Festas”. Uma parte significativa do seu orçamento vai para a organização de festanças, festas e festinhas avulsas sem objectivos estratégicos para o desenvolvimento integrado e sustentado dos municípios.
Hoje, lamento dizê-lo, mas os cidadãos tornaram-se muito pouco exigentes com os seus autarcas satisfazendo-se com pouco mais que “pão e circo”. As pessoas necessitam de se divertirem – completamente de acordo – mas precisam sobretudo que as autarquias resolvam os seus principais problemas.
Nas últimas horas li nas redes sociais elogios ao primeiro dia das Festas do Concelho. Agora pergunto quanto vão custar estes cinco dias de festança? Não sei mas estou convicto que ajudariam na resolução de alguns problemas que afectam o quotidiano das pessoas.
A função de uma autarquia é muito mais que organização de eventos. Nunca percebia porque Manuel Moreira gastava tanto dinheiro em festas e festinhas, tal como não entendo porque este novo executivo socialista vai no mesmo caminho. Moreira subia para o palco para discursar nestes momentos para sua promoção pessoal política. Não concordava. Parece que a nova autarca está a cometer a tentação de lhe seguir as pisadas. Parece que a diferença reside no facto dos discursos agora serem mais curtos.
Infelizmente este não é apenas um problema do Marco de Canaveses."
Claro que não Paulo Vieira da Silva: NA FIGUEIRA DA FOZ, É CARNAVAL TODOS OS DIAS: A "PROGRAMAÇÃO É TÃO EXTENSA QUE NÃO DÁ PARA ACREDITAR"!..
POR CÁ, A PROPAGANDA É O ALIMENTO DO ESTADO A QUE ISTO CHEGOU...
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| Via AS BEIRAS |
João Paredes vogal no Conselho de Admnistração do Rovisco Pais
O Governo nomeou ontem Margarida Sizenando Cunha para presidir ao Centro de Medicina e de Reabilitação da Região Centro (Rovisco Pais), o que constitui um regresso da médica fisiatra à instituição onde foi directora de serviço.
Margarida Sizenando Cunha possui mais de 20 anos de experiência em gestão da saúde, em instituições públicas e privadas, tendo sido directora de serviço no Rovisco Pais, aquando da instalação e abertura do Centro de Medicina e de Reabilitação da Região Centro, localizado na povoação da Tocha, município de Cantanhede.
Em comunicado do Conselho de Ministros divulgado ontem, o Governo nomeia ainda para o conselho de administração do Rovisco Pais os vogais executivos Luís Filipe Picoa Pratas e António João Teixeira Paredes, quadro do SEF e ex-presidente do PS/Figueira da Foz.
António João Paredes foi também director regional do IPJ e, em 2009, adjunto do secretário de Estado da Saúde. Em 2010 foi nomeado vogal executivo do conselho de administração do hospital de Ovar. Em 2013, assumiu funções como chefe de gabinete do presidente da câmara de Vila Nova de Poiares.
Margarida Sizenando Cunha possui mais de 20 anos de experiência em gestão da saúde, em instituições públicas e privadas, tendo sido directora de serviço no Rovisco Pais, aquando da instalação e abertura do Centro de Medicina e de Reabilitação da Região Centro, localizado na povoação da Tocha, município de Cantanhede.
Em comunicado do Conselho de Ministros divulgado ontem, o Governo nomeia ainda para o conselho de administração do Rovisco Pais os vogais executivos Luís Filipe Picoa Pratas e António João Teixeira Paredes, quadro do SEF e ex-presidente do PS/Figueira da Foz.
António João Paredes foi também director regional do IPJ e, em 2009, adjunto do secretário de Estado da Saúde. Em 2010 foi nomeado vogal executivo do conselho de administração do hospital de Ovar. Em 2013, assumiu funções como chefe de gabinete do presidente da câmara de Vila Nova de Poiares.
Somos um Estado moderno. E também somos um Estado bem orçamentado...
Recordemos:
"Parlamento não vai fiscalizar veracidade da morada aos deputados.
Nota de rodapé.
pássaros
passarinhos
passarões
todos deputados
galifões
numa
assembleia da república
com certeza
votam o aumento
dos próprios
ordenados
ou não fossem eles
deputados
Mário-Henrique Leiria, Lisboa ao voo do pássaro
"Parlamento não vai fiscalizar veracidade da morada aos deputados.
Nota de rodapé.
pássaros
passarinhos
passarões
todos deputados
galifões
numa
assembleia da república
com certeza
votam o aumento
dos próprios
ordenados
ou não fossem eles
deputados
Mário-Henrique Leiria, Lisboa ao voo do pássaro
quinta-feira, 12 de julho de 2018
As obras nas praças já começaram?
"As obras nas Praças da Figueira parecem ter já começado....
Será que é assim tão difícil colocar 2 painéis de Informação, um em cada praça, com a indicação das principais obras que vão ser feitas e não são do conhecimento geral da população e fundamentalmente dos residentes!
Será que é por falta de pessoal ?
Ou antes será, que os Srs. preferem a ignorância dos munícipes, que pagam o IMI entre outros, para vosso gozo?"
Casimiro Terêncio
Será que é assim tão difícil colocar 2 painéis de Informação, um em cada praça, com a indicação das principais obras que vão ser feitas e não são do conhecimento geral da população e fundamentalmente dos residentes!
Será que é por falta de pessoal ?
Ou antes será, que os Srs. preferem a ignorância dos munícipes, que pagam o IMI entre outros, para vosso gozo?"
Casimiro Terêncio
Um contributo para o desenvolvimento do Materialismo Dialético
Nota de rodapé.
"Em Itália diz-se que, na loja da Juventus, vende-se uma camisola de Ronaldo a cada minuto. Os adeptos da Juve não querem perder a oportunidade de agarrar uma camisola do seu clube com o nome do português e há quem seja capaz de loucuras bem grandes para conseguir um item personalizado."
Para tentar compreender o mundo em que vivemos, a meu ver, temos três classes de pessoas.
1 - aquelas que ainda pensam - uma minoria.
2 - aquelas que não pensam - a esmagadora maioria.
3 - aquelas que fariam melhor se não pensassem - uma minoria ainda mais minoritária.
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Para quem não perceba a importância das colectividades aqui está um exemplo que ajuda a entender...
Colectividades de Quiaios deixam rivalidade de lado
"Quiaios acaba de dar um sinal de como as antigas rivalidades entre coletividades pertencem ao passado. O Quiaios Clube e o Grupo Instrução e Recreio Quiaense organizaram, recentemente, o “passeio cicloturístico da amizade”.
O evento contou com uma centena de participantes das duas associações, e o almoço que se seguiu, no parque de merendas da Praia de Quiaios, juntou cerca de 200 pessoas, partilhando a mesma mesa.
“Antes de sermos associados de qualquer colectividade, somos conterrâneos, somos todos de Quiaios”, defendeu, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, a presidente do Quiaios Clube, Isabel Cardoso.
“Vivemos na mesma terra e temos de nos dar bem”, advogou, por seu lado, o presidente do Grupo Instrução e Recreio Quiaense , José Domingos."
"Quiaios acaba de dar um sinal de como as antigas rivalidades entre coletividades pertencem ao passado. O Quiaios Clube e o Grupo Instrução e Recreio Quiaense organizaram, recentemente, o “passeio cicloturístico da amizade”.
O evento contou com uma centena de participantes das duas associações, e o almoço que se seguiu, no parque de merendas da Praia de Quiaios, juntou cerca de 200 pessoas, partilhando a mesma mesa.
“Antes de sermos associados de qualquer colectividade, somos conterrâneos, somos todos de Quiaios”, defendeu, em declarações ao DIÁRIO AS BEIRAS, a presidente do Quiaios Clube, Isabel Cardoso.
“Vivemos na mesma terra e temos de nos dar bem”, advogou, por seu lado, o presidente do Grupo Instrução e Recreio Quiaense , José Domingos."
"O festival do álcool"...
"Há supermercados da cidade que reforçam as prateleiras e o stock de bebidas alcoólicas durante o “Sunset”.
“Chamo-lhe o festival do álcool. Quando vão para o festival, de certeza que já nem conseguem ouvir a música…”, atirou uma empregada de um supermercado muito frequentado por jovens, que se dirigem como uma seta direccionada à secção das bebidas alcoólicas. E afiançou que pede identificação a todos, mas “os menores pedem a um amigo, ou até a um desconhecido, que lhes vá comprar as bebidas”.
Num dos maiores supermercados da Figueira da Foz foi criada uma secção para os festivaleiros, com alimentos embalados e pré-cozinhados, conservas e bebidas, onde o vodka (uma das bebidas preferidas dos jovens) se destaca em prateleiras contíguas. O stock é reposto, uma e outra vez. Um funcionário afiançou que o aumento da venda de bebidas alcoólicas durante os três dias do festival supera “muitas, mas muitas vezes” a média registada durante o resto do verão."
Via AS BEIRAS
“Chamo-lhe o festival do álcool. Quando vão para o festival, de certeza que já nem conseguem ouvir a música…”, atirou uma empregada de um supermercado muito frequentado por jovens, que se dirigem como uma seta direccionada à secção das bebidas alcoólicas. E afiançou que pede identificação a todos, mas “os menores pedem a um amigo, ou até a um desconhecido, que lhes vá comprar as bebidas”.
Num dos maiores supermercados da Figueira da Foz foi criada uma secção para os festivaleiros, com alimentos embalados e pré-cozinhados, conservas e bebidas, onde o vodka (uma das bebidas preferidas dos jovens) se destaca em prateleiras contíguas. O stock é reposto, uma e outra vez. Um funcionário afiançou que o aumento da venda de bebidas alcoólicas durante os três dias do festival supera “muitas, mas muitas vezes” a média registada durante o resto do verão."
Via AS BEIRAS
Figueira...
A Figueira há muito que perdeu o encanto que este vídeo mostra...
E, eu, acrescento: qualidade de vida.
A Figueira, em 2018, é uma construção que se tornou numa catástrofe onde a impiedade, a assimetria e a desconformidade estão a ser levadas ao limite.
A Figueira tornou-se numa cidade impessoal e fria!
É uma construção humana, que foi concretizada a pensar nos números (o maior carnaval, a maior festa da sardinha, o maior sunset, a maior passagem de ano, o maior S. João, os recordes do porto comercial...) e não nas nossas necessidades, as pessoas que a habitam.
Para aqueles que me acusam de ser um "optimista incorrigível", informo que dá muito trabalho andar fora da "linha" numa Cidade como a Figueira da Foz. Adiante...
Porém, o que realmente importa, para eles, é que os políticos se continuem a dar bem com a "maminha"...
terça-feira, 10 de julho de 2018
Nobidades do láre... (12)
"Avaliar impõe-se", uma crónica de Isabel Maranha Cardoso.
"Tenho alguma dificuldade em admitir que eventos da moda, como é o caso do Sunset, sejam muito relevantes para a cidade enquanto potencial de atração de gentes e visitantes, e, tenho também dificuldade em admitir que os mesmos devam ser realizados a expensas públicas. Quer pelo público-alvo que alcança, quer pelos custos que traz à cidade a sua realização (manutenção de infraestruturas, salubridade e limpeza urbana, vandalização de espaços público, etc), instala-se-me a dúvida a cada edição! As empresas organizadoras “vendem” o evento a troco da promoção local aos Municípios. Exigem porém contrapartidas de organização, de logística, de disponibilização de meios que são verdadeiros cadernos de encargos, que obrigam a uma afectação de recursos municipais elevados e sobre os quais me assalta a dúvida se os impostos dos munícipes se devem aplicar a este propósito. Tenho dúvidas no que perceciono, mas julgo que o “produto sunset” como se diz “em bom marketing territorial” está consolidado, permitindo fazer uma avaliação séria do seu impacto para a cidade. Ao fim de 7anos (se não me engano!), qual o retorno do evento? O que deu, e dá à cidade face ao investimento público local? Qual o incremento na economia privada? Qual o nível de alavancagem do comércio em geral, do alojamento e da alimentação em especial? Enfim avaliar impõe-se, para calar as vozes desalinhadas que, tal como eu, dali não veem a relevância justificativa."
Via jornal AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Na Figueira, a crise continua a revelar-se das mais diversas formas e maneiras.
Isto a propósito do comportamento político dos nossos autarcas.
Continuam ufanos e contentes a apostarem em mulas erradas...
É sempre carnaval... Ninguém leva a mal...
"Tenho alguma dificuldade em admitir que eventos da moda, como é o caso do Sunset, sejam muito relevantes para a cidade enquanto potencial de atração de gentes e visitantes, e, tenho também dificuldade em admitir que os mesmos devam ser realizados a expensas públicas. Quer pelo público-alvo que alcança, quer pelos custos que traz à cidade a sua realização (manutenção de infraestruturas, salubridade e limpeza urbana, vandalização de espaços público, etc), instala-se-me a dúvida a cada edição! As empresas organizadoras “vendem” o evento a troco da promoção local aos Municípios. Exigem porém contrapartidas de organização, de logística, de disponibilização de meios que são verdadeiros cadernos de encargos, que obrigam a uma afectação de recursos municipais elevados e sobre os quais me assalta a dúvida se os impostos dos munícipes se devem aplicar a este propósito. Tenho dúvidas no que perceciono, mas julgo que o “produto sunset” como se diz “em bom marketing territorial” está consolidado, permitindo fazer uma avaliação séria do seu impacto para a cidade. Ao fim de 7anos (se não me engano!), qual o retorno do evento? O que deu, e dá à cidade face ao investimento público local? Qual o incremento na economia privada? Qual o nível de alavancagem do comércio em geral, do alojamento e da alimentação em especial? Enfim avaliar impõe-se, para calar as vozes desalinhadas que, tal como eu, dali não veem a relevância justificativa."
Via jornal AS BEIRAS
Nota de rodapé.
Na Figueira, a crise continua a revelar-se das mais diversas formas e maneiras.
Isto a propósito do comportamento político dos nossos autarcas.
Continuam ufanos e contentes a apostarem em mulas erradas...
É sempre carnaval... Ninguém leva a mal...
Nobidades do láre... (11)
Via Município da Figueira da Foz
"A Autarquia voltou a apoiar o evento que, nas palavras do presidente da Câmara Municipal, João Ataíde, «tem sido um crescente palco de projeção nacional e internacional da Figueira da Foz, contribuindo para a dinamização da economia, nomeadamente nos setores da hotelaria e restauração, e para o reforço da marca Figueira da Foz». Em 2018 o apoio da autarquia foi de 35.000€, acrescido do indispensável apoio logístico.
Este ano, os visitantes encontraram diversas obras em curso na cidade, mas não houve notícia de incidentes, rodoviários ou outros, dignos de registo. «O plano de segurança funcionou, mais uma vez, e todas as entidades parceiras estão de parabéns pelo excelente trabalho. Em 2019, quando regressarem, estes visitantes já vão encontrar uma Figueira da Foz ainda mais bonita, mais atrativa e mais confortável tanto para quem aqui vive como para quem a visita», garante o autarca."
Nota de rodapé.
Já tenho idade para perceber que é impossível que algo, de significativo, mude no comportamento dos figueirenses.
Sei que nada se vai alterar. Contudo, não desisto...
É o que resta, em mim, do adolescente que ainda quer acreditar no impossível.
"A Autarquia voltou a apoiar o evento que, nas palavras do presidente da Câmara Municipal, João Ataíde, «tem sido um crescente palco de projeção nacional e internacional da Figueira da Foz, contribuindo para a dinamização da economia, nomeadamente nos setores da hotelaria e restauração, e para o reforço da marca Figueira da Foz». Em 2018 o apoio da autarquia foi de 35.000€, acrescido do indispensável apoio logístico.
Este ano, os visitantes encontraram diversas obras em curso na cidade, mas não houve notícia de incidentes, rodoviários ou outros, dignos de registo. «O plano de segurança funcionou, mais uma vez, e todas as entidades parceiras estão de parabéns pelo excelente trabalho. Em 2019, quando regressarem, estes visitantes já vão encontrar uma Figueira da Foz ainda mais bonita, mais atrativa e mais confortável tanto para quem aqui vive como para quem a visita», garante o autarca."
Nota de rodapé.
Já tenho idade para perceber que é impossível que algo, de significativo, mude no comportamento dos figueirenses.
Sei que nada se vai alterar. Contudo, não desisto...
É o que resta, em mim, do adolescente que ainda quer acreditar no impossível.
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