domingo, 8 de outubro de 2017
sábado, 7 de outubro de 2017
O blogue do solitário, frustado e triste António
O António era um senhor.
Bom trabalhador, bom chefe de família, bom pai, bom vizinho e bom aldeão.
Escrevia nos jornais e falava na rádio.
Era uma voz livre e um corpo elegante, sem a barriguita proeminente e uma barba que vinha de outros tempos.
Um dia, já lá vão quase doze anos, ao senhor António, deu-lhe a mania dos blogues e foi-se a eles.
Criou um, hoje na Figueira nome escolástico, pesado e grave.
O blogue, com o tempo e como o tempo, crescia, crescia, crescia e cresceu.
Na Figueira, mais do que qualquer um dos outros.
Tornou-se o mais falado, o mais lido, o mais famoso, o mais odiado e o maior.
O António não gostou, principalmente que andem para aí a dizer que é um solitário e que só tem amigos, porque têm medo dele.
O António espera que o blogue que havia crescido mais do que ele, volte ao normal.
O António, qual marginal, voltaria a ficar contente.
Já estou a ver o António, a coçar o umbigo, e a murmurar para si: “marginal, mas não bruto”, no tom em que o outro canta “romântico, mas não trôpego”.
O António, no fundo é um danado.
Triste, é ser dos bons.
Nota de rodapé.
Qualquer semelhança entre o parodiado e a realidade é, claro está, mera ficção, não coincidência.
Bom trabalhador, bom chefe de família, bom pai, bom vizinho e bom aldeão.
Escrevia nos jornais e falava na rádio.
Era uma voz livre e um corpo elegante, sem a barriguita proeminente e uma barba que vinha de outros tempos.
Um dia, já lá vão quase doze anos, ao senhor António, deu-lhe a mania dos blogues e foi-se a eles.
Criou um, hoje na Figueira nome escolástico, pesado e grave.
O blogue, com o tempo e como o tempo, crescia, crescia, crescia e cresceu.
Na Figueira, mais do que qualquer um dos outros.
Tornou-se o mais falado, o mais lido, o mais famoso, o mais odiado e o maior.
O António não gostou, principalmente que andem para aí a dizer que é um solitário e que só tem amigos, porque têm medo dele.
O António espera que o blogue que havia crescido mais do que ele, volte ao normal.
O António, qual marginal, voltaria a ficar contente.
Já estou a ver o António, a coçar o umbigo, e a murmurar para si: “marginal, mas não bruto”, no tom em que o outro canta “romântico, mas não trôpego”.
O António, no fundo é um danado.
Triste, é ser dos bons.
Nota de rodapé.
Qualquer semelhança entre o parodiado e a realidade é, claro está, mera ficção, não coincidência.
Santana Lopes, provedor da Santa Casa
"Santana Lopes não tem a coragem necessária para se declarar candidato à liderança do PSD e, consequentemente, abandonar o conforto da Santa Casa. Sem sondagens mais próximas das próximas eleições legislativas e sem ter o partido na mão, Santana Lopes precisa de entreter o país durante o máximo tempo possível, para que corra menos riscos na hora de se decidir. Assim, vai mantendo o PSD debaixo de olho, enquanto aguarda a garantia de que o seu mandato à frente da Santa Casa será renovado, mata dois coelhos com a mesma cajadada.
A melhor forma de entreter o PSD durante mais uns meses é adiar o mais possível a questão da liderança, propondo que em vez de se escolher um líder de debata o programa. Enfim, há formas muito estranhas e originais de cobardia política.
Se Santana Lopes fosse um político corajoso faria pelo seu partido e pelo país o que em tempos fez pelo SCP: decidiu disputar a sua liderança, sem truques e adiamentos. Santana concorreria à liderança do PSD e incluiria como proposta uma revisão do programa do partido, que ele próprio conduziria. Mas Santana Lopes opta por um truque para se certificar de que não fica a perder. Adopta o velho princípio oportunista e cobarde de que é melhor um pássaro na mão do que dois a voar."
Quanto a Rui Rio já se sabia do que a casa gasta.
"Foi preciso Montenegro e Rangel desistirem e Santana dizer que ia brincar aos programas para que Rui Rio tivesse coragem de mandar anunciar a sua candidatura à liderança do PSD." (Via Jumento)
«Pedro Santana Lopes admite que está a “cuidar” do programa para o Partido Social Democrata (PSD), escreveu na sua crónica semanal no Correio da Manhã publicada hoje. Sob o argumento de que “o PPD/PSD não nasceu para ser segundo de ninguém” e de que o país precisa de crescer e melhorar, o social democrata assume que “nesta fase, os programas são muito importantes” – “é disso que estou a cuidar estes dias“, escreve.
O atual provedor da Santa Casa e ex-autarca justifica esse envolvimento com o novo programa por receber muitos apelos para o seu regresso e por se considerar um homem de ação. “Sou mais de ação, sou mais de agir e, desculpem a presunção, mas nas três casas que dirigi com algum tempo até hoje, têm querido que eu regresse ou que eu continue: falo da Figueira, de Lisboa e da Santa Casa.” E reforça: “têm valor os que acrescentam valor… Juventude, trabalhadores, empresários, autarcas, investigadores, os que vão por projetos. Eu também sou assim.”
Sobre Pedro Passos Coelho, Santana refere que o PSD “viu sair o seu líder que fez um trabalho digno de muito reconhecimento”. O grande desafio, acrescenta, "é escolher a solução capaz de enfrentar um adversário muito poderoso de quem neste momento se diz com condições de conseguir uma maioria absoluta nas próximas eleições legislativas.” Para isso, defende a recuperação de “muitos que estão fora da vida política ativa, nomeadamente fora de Portugal”, mas que “são grandes quadros e que têm ser aproveitados”.» [Observador]
A melhor forma de entreter o PSD durante mais uns meses é adiar o mais possível a questão da liderança, propondo que em vez de se escolher um líder de debata o programa. Enfim, há formas muito estranhas e originais de cobardia política.
Se Santana Lopes fosse um político corajoso faria pelo seu partido e pelo país o que em tempos fez pelo SCP: decidiu disputar a sua liderança, sem truques e adiamentos. Santana concorreria à liderança do PSD e incluiria como proposta uma revisão do programa do partido, que ele próprio conduziria. Mas Santana Lopes opta por um truque para se certificar de que não fica a perder. Adopta o velho princípio oportunista e cobarde de que é melhor um pássaro na mão do que dois a voar."
Quanto a Rui Rio já se sabia do que a casa gasta.
"Foi preciso Montenegro e Rangel desistirem e Santana dizer que ia brincar aos programas para que Rui Rio tivesse coragem de mandar anunciar a sua candidatura à liderança do PSD." (Via Jumento)
«Pedro Santana Lopes admite que está a “cuidar” do programa para o Partido Social Democrata (PSD), escreveu na sua crónica semanal no Correio da Manhã publicada hoje. Sob o argumento de que “o PPD/PSD não nasceu para ser segundo de ninguém” e de que o país precisa de crescer e melhorar, o social democrata assume que “nesta fase, os programas são muito importantes” – “é disso que estou a cuidar estes dias“, escreve.
O atual provedor da Santa Casa e ex-autarca justifica esse envolvimento com o novo programa por receber muitos apelos para o seu regresso e por se considerar um homem de ação. “Sou mais de ação, sou mais de agir e, desculpem a presunção, mas nas três casas que dirigi com algum tempo até hoje, têm querido que eu regresse ou que eu continue: falo da Figueira, de Lisboa e da Santa Casa.” E reforça: “têm valor os que acrescentam valor… Juventude, trabalhadores, empresários, autarcas, investigadores, os que vão por projetos. Eu também sou assim.”
Sobre Pedro Passos Coelho, Santana refere que o PSD “viu sair o seu líder que fez um trabalho digno de muito reconhecimento”. O grande desafio, acrescenta, "é escolher a solução capaz de enfrentar um adversário muito poderoso de quem neste momento se diz com condições de conseguir uma maioria absoluta nas próximas eleições legislativas.” Para isso, defende a recuperação de “muitos que estão fora da vida política ativa, nomeadamente fora de Portugal”, mas que “são grandes quadros e que têm ser aproveitados”.» [Observador]
Depois de tudo o que hoje se passou. Depois de tudo o que se disse. Depois de tudo, só nos podemos sentir muito bem! Domingo passado, foi um dia magnífico...
João Vaz, consultor de ambiente, no jornal As Beiras.
Nota de rodapé.
Decorridos 6 dias, tenho a dizer que, antes das eleições e depois, li, vi e ouvi várias coisas de que não gostei.
Nomeadamente, não consigo entender como é que tanta gente nem se digna a ir à urna!..
Reforcei a minha atitude de não estar interessado em ser candidato a nada mais vezes.
Parabéns aos eleitos.
Votos de bom trabalho para os que vão gerir e para os que vão ser oposição nesta bela e tão mal tratada cidade da Figueira da Foz.
Decorridos 6 dias, tenho a dizer que, antes das eleições e depois, li, vi e ouvi várias coisas de que não gostei.
Nomeadamente, não consigo entender como é que tanta gente nem se digna a ir à urna!..
Reforcei a minha atitude de não estar interessado em ser candidato a nada mais vezes.
Parabéns aos eleitos.
Votos de bom trabalho para os que vão gerir e para os que vão ser oposição nesta bela e tão mal tratada cidade da Figueira da Foz.
Então foi assim:
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| Fernando Campos |
No passado dia 19 de Setembro procedeu-se à eleição do Conselho de Supervisão.
Conseguintemente, os representantes do Governo no órgão decidiram eleger como presidente o único representante da lista derrotada, apoiada pela UGT – o ex-líder João Proença.
Digam lá que não foi lindo. O triunfo do sucialismo demucrático. Vamos a votos e depois ganha quem perde.
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Porque gosto de brincar com a miséria a que chegámos...
Próximo de nós, alguém triste, é triste por dois motivos: porque está triste e porque entristece...
O que é válido a propósito da tristeza é igualmente válido a propósito da miséria...
Entretanto, sorria...
A liberdade não é uma protecção em relação à estupidez, própria ou alheia.
A liberdade é, apenas, uma potencial protecção em relação às consequências da estupidez, porque a expõe de modo franco...
O que é válido a propósito da tristeza é igualmente válido a propósito da miséria...
Entretanto, sorria...
A liberdade não é uma protecção em relação à estupidez, própria ou alheia.
A liberdade é, apenas, uma potencial protecção em relação às consequências da estupidez, porque a expõe de modo franco...
António de Macedo (1931-2017): morreu ontem o realizador que em 1973 esteve a filmar na Cova e Gala algumas cenas do filme A Promessa
Morreu ontem o realizador António de Macedo, revelado nos tempos do Cinema Novo com a sua adaptação de Domingo à Tarde de Fernando Namora mas que se tornou no correr dos anos no único cineasta português a trabalhar regularmente na área do cinema de género.
"É muito provável que o cinema português não o saiba, já que o votou ao esquecimento prematuro, mas com a morte de António de Macedo perdeu um dos seus mais talentosos, mais ousados, e mais originais cineastas."
Se o seu nome era hoje recordado maioritariamente pelos estudiosos e investigadores do cinema português, nem sempre foi assim. Fez parte da geração fundadora do Cinema Novo no início da década de 1960: a sua primeira longa, Domingo à Tarde (1965), produzida por António da Cunha Telles, foi um dos filmes-bandeira do movimento.
A Promessa, filmado em 1973, a que assisti à filmagem de agumas cenas, pois os exteriores foram em Palheiros da Tocha, Tocha, Figueira da Foz, Buarcos, Gala, Cova, baseado na peça homónima de Bernardo Santareno, esteve na competição principal de Cannes.
Mas, Macedo nunca foi um cineasta “consensual” nem unânime. Nojo aos Cães, rodado em 1970 com o Grupo Cénico da Faculdade de Direito, foi interditado de exibição comercial pelo regime, e mesmo depois do 25 de Abril os seus filmes ficarão eternamente ligados a polémicas mediáticas. O Princípio da Sabedoria (1975) nunca teve estreia comercial; As Horas de Maria (1979) teve a sua estreia condenada pela Igreja Católica e por segmentos mais conservadores que achavam o filme blasfemo – com direito até a violência à porta do cinema Nimas. E, em 1984, Os Abismos da Meia-Noite, a sua primeira longa abertamente fantástica, gerou sururu por Helena Isabel e Rui Mendes surgirem nus por breves instantes.
Além de cineasta, António de Macedo foi também escritor, tendo publicado recentemente "Lovesenda".
Um livro com contos seus, "O Terceiro Chega em Maio", será publicado ainda este ano pela editora Divergência.
"É muito provável que o cinema português não o saiba, já que o votou ao esquecimento prematuro, mas com a morte de António de Macedo perdeu um dos seus mais talentosos, mais ousados, e mais originais cineastas."
Se o seu nome era hoje recordado maioritariamente pelos estudiosos e investigadores do cinema português, nem sempre foi assim. Fez parte da geração fundadora do Cinema Novo no início da década de 1960: a sua primeira longa, Domingo à Tarde (1965), produzida por António da Cunha Telles, foi um dos filmes-bandeira do movimento.
A Promessa, filmado em 1973, a que assisti à filmagem de agumas cenas, pois os exteriores foram em Palheiros da Tocha, Tocha, Figueira da Foz, Buarcos, Gala, Cova, baseado na peça homónima de Bernardo Santareno, esteve na competição principal de Cannes.
Mas, Macedo nunca foi um cineasta “consensual” nem unânime. Nojo aos Cães, rodado em 1970 com o Grupo Cénico da Faculdade de Direito, foi interditado de exibição comercial pelo regime, e mesmo depois do 25 de Abril os seus filmes ficarão eternamente ligados a polémicas mediáticas. O Princípio da Sabedoria (1975) nunca teve estreia comercial; As Horas de Maria (1979) teve a sua estreia condenada pela Igreja Católica e por segmentos mais conservadores que achavam o filme blasfemo – com direito até a violência à porta do cinema Nimas. E, em 1984, Os Abismos da Meia-Noite, a sua primeira longa abertamente fantástica, gerou sururu por Helena Isabel e Rui Mendes surgirem nus por breves instantes.
Além de cineasta, António de Macedo foi também escritor, tendo publicado recentemente "Lovesenda".
Um livro com contos seus, "O Terceiro Chega em Maio", será publicado ainda este ano pela editora Divergência.
A Asembleia Municipal a que temos direito...
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| Via AS BEIRAS |
O PSD tem nove lugares reservados, menos um do que há quatro anos (na altura, concorreu integrando a coligação Somos Figueira (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT).
A CDU também perdeu um eleito para os socialistas, reduzindo para dois o número de deputados municipais.
Para o BE, nada mudou, ou seja, manteve um eleito.
Àqueles resultados, há que acrescentar cadeiras na sala para os 12 presidentes de junta (assumem o cargo por inerência) do PS, um do PSD e outro independente.
O PSD, que sofreu uma derrota histórica para a câmara, obteve 28,54 por cento dos votos, contra os 47,20 do PS. No entanto, a lista liderada por Maria Fontoura conquistou mais eleitores do que a de Carlos Tenreiro (candidato à câmara do mesmo partido), que não foi além dos 28,47.
quinta-feira, 5 de outubro de 2017
Balanço eleitoral no concelho da Figueira...


Em 2013, a coligação Somos Figueira (PPD/PSD.CDS-PP.PPM.MPT), liderada por Miguel Almeida, perdeu 6 Freguesias. Em 2017, o PSD de Carlos Tenreiro, a concorrer sem os parceiros da coligação de 2013, apesar de ter recuperado ligeiramente na votação (de 8.344 votos obtidos com os parceiros da colgação de 2013, passou para 8.344 votos, sozinho), perdeu mais uma e mais uma mandato nas freguesias: de 45 passou para 44.
Onde as coisas pioraram, foi na votação para para a Câmara: o PSD, desta vez sozinho, passou de 4 para 3 mandatos. Os votos dos outros parceiros da coligação de 203, 1204, foram desperdiçados pois não serviram para eleger ninguém. O mesmo aconteceu com os votos do BE e CDU, que juntos somaram 3 076 votos.
O PS, na câmara, viu alargada a sua maioria, que já era absoluta, ao passar de 5 para 6 eleitos na sua lista.
Já nas freguesais o PS perdeu um mandato: de 68, em 2013, passou para 67 em 2017.
Na Assembleia Municipal, o PS recuperoiu dois mandatos: de 13 passou para 15, tendo "comido" à esquerda e à direita, pois foi burscar 1 ao PSD (a coligação Somos Figueira, em 2013 obteve 10 deputados municipais e agora o PSD, a concorrer sozinho, obteve 9) e outro à CDU.
Para a história do GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA, que hoje completa 40 anos de existência
Fundado a 5 de Outubro de 1977, foi legalizado em 19 de Maio de 1978, tendo sido gerido por uma Comissão Directiva até 9 de Junho desse mesmo ano.
Nessa noite, em casa emprestada, na sede do Centro Social da Cova e Gala, realizou a sua primeira Assembleia Geral , com a seguinte ordem de trabalhos :
1º - Apresentação de contas ; 2º - Informações ; 3º - Apresentação e aprovação dos Estatutos ; 4º- Eleição dos corpos gerentes .
A única lista apersentada a sufrágio, foi eleita por maioria.
Assembleia Geral:
Presidente, Carlos Alberto Jesus Lima ; 1º Secretário, António Catulo ; 2º Secretário, Carlos Mano .
Direcção:
Presidente , José Assunção Afonso Lima ; Vice-Presidente, António Lebre; Secretários , Domingos Casqueira e António Samuel Samuel ; Vogais Alexandre, João Cura e Gafanhão, Suplentes Armando, José Luís Ramos e José Xico.
Conselho Fiscal:
Presidente, Nelson ; Secretário, Domingos Roda ; Relator, Luís Pereira Mano.
Na foto, de frente, está José Assunção Afonso Lima, 40 anos depois.
Parabéns a todos os que contribuiram, ao longo dos tempos, para a realidade que o GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA é hoje.
Nessa noite, em casa emprestada, na sede do Centro Social da Cova e Gala, realizou a sua primeira Assembleia Geral , com a seguinte ordem de trabalhos :
1º - Apresentação de contas ; 2º - Informações ; 3º - Apresentação e aprovação dos Estatutos ; 4º- Eleição dos corpos gerentes .A única lista apersentada a sufrágio, foi eleita por maioria.
Assembleia Geral:
Presidente, Carlos Alberto Jesus Lima ; 1º Secretário, António Catulo ; 2º Secretário, Carlos Mano .
Direcção:
Presidente , José Assunção Afonso Lima ; Vice-Presidente, António Lebre; Secretários , Domingos Casqueira e António Samuel Samuel ; Vogais Alexandre, João Cura e Gafanhão, Suplentes Armando, José Luís Ramos e José Xico.
Conselho Fiscal:
Presidente, Nelson ; Secretário, Domingos Roda ; Relator, Luís Pereira Mano.
Na foto, de frente, está José Assunção Afonso Lima, 40 anos depois.
Parabéns a todos os que contribuiram, ao longo dos tempos, para a realidade que o GRUPO DESPORTIVO COVA-GALA é hoje.
Sorria, pois está onde sempre quis estar: na Figueira do Caralhete!..
A Liberdade não é uma protecção em relação à estupidez - própria, ou alheia.
A Liberdade é, apenas, uma potencial protecção em relação às consequências da estupidez...
Própia, ou alheia.
A Liberdade é, apenas, uma potencial protecção em relação às consequências da estupidez...
Própia, ou alheia.
Felizmente, que existem comentadores destes para me proporcionarem ilações, conselhos e pevisões a longo prazo sobre a política figueirinhas...
Nota de rodapé.
Todos gostamos de ler uma prosa que respira felicidade.
Causa empatia e dá gosto ler alguém com uma atitude positiva, alegre e feliz.
Procuramos essas leituras instintivamente.
A vida é, por vezes, tão pesada, que uma lufada de ar fesco transmitida por uma prosa que transmite um pouco de optimismo cai, como diz o povo, "que nem ginjas", que o mesmo é dizer, "como ouro sobre azul"!..
Por isso, realço este naco da crónica hoje publicada no jornal AS BEIRAS, pelo colunista José Fernando Correia: "ao PS da Figueira da Foz foi conferido agora, pelo eleitorado, o conforto suficiente para preparar um candidato ganhador para as autárquicas de 2021. É bem evidente que essas eleições serão algo mais difíceis, mas também é verdade que o ganhador desse ano garantirá, julgo eu, as reeleições que possa e queira."
Todos gostamos de ler uma prosa que respira felicidade.
Causa empatia e dá gosto ler alguém com uma atitude positiva, alegre e feliz.
Procuramos essas leituras instintivamente.
A vida é, por vezes, tão pesada, que uma lufada de ar fesco transmitida por uma prosa que transmite um pouco de optimismo cai, como diz o povo, "que nem ginjas", que o mesmo é dizer, "como ouro sobre azul"!..
Por isso, realço este naco da crónica hoje publicada no jornal AS BEIRAS, pelo colunista José Fernando Correia: "ao PS da Figueira da Foz foi conferido agora, pelo eleitorado, o conforto suficiente para preparar um candidato ganhador para as autárquicas de 2021. É bem evidente que essas eleições serão algo mais difíceis, mas também é verdade que o ganhador desse ano garantirá, julgo eu, as reeleições que possa e queira."
quarta-feira, 4 de outubro de 2017
Hoje não dá para ter saudades do outono...
Dorati da Conceição, uma vida de “trabalhos” que valeu a pena (4 de Agosto de 1928/14 de Julho de 2015)
Saudade.
Mais do que a ausência é a vontade da presença.
Hoje, a minha Mãe teria 89 anos.
Bom, bom, seria tê-la connosco.
Foram 86, quase, quase 87 anos - uma vida.
Em tempos difíceis, como estes que atravessamos, a sua presença e o seu exemplo – de trabalho, de seriedade, de dignidade, a sua preocupação em cuidar da família - faz ainda mais falta.
A família sempre foi o reduto inexpugnável da nossa esperança.
E vai continuar a ser.
Como escreveu Jorge Luís Borges, "hoje não me alegram as amendoeiras do horto.
Me lembro de ti."
Saudade.
Mais do que a ausência é a vontade da presença.
Hoje, a minha Mãe teria 89 anos.
Bom, bom, seria tê-la connosco.
Foram 86, quase, quase 87 anos - uma vida.
Em tempos difíceis, como estes que atravessamos, a sua presença e o seu exemplo – de trabalho, de seriedade, de dignidade, a sua preocupação em cuidar da família - faz ainda mais falta.
A família sempre foi o reduto inexpugnável da nossa esperança.
E vai continuar a ser.
Como escreveu Jorge Luís Borges, "hoje não me alegram as amendoeiras do horto.
Me lembro de ti."
A vida é assim...
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| Via AS BEIRAS |
À boleia dos bons resultados da governação, o partido socialista inundou o país de norte a sul, em territórios historicamente dirigidos por outros, conquistados à esquerda e à direita. O concelho esquece promessas incumpridas e, com a indiferença de cerca de metade da população, reforça a governança local. É assim que a Figueira quer e, se é assim, está bem, sim senhor, nada a dizer. Uma maioria reforçada, sem oposição, é uma boa ocasião para, sem grande ruido de fundo, sentir a vontade dos fi gueirenses, adivinhar o futuro, abrir as portas à opinião, respeitar compromissos ainda não cumpridos e, já agora, escancarar as reuniões de Câmara onde não pode haver nada a esconder.
Afinal, apesar de tudo, «o mundo pula e avança!».
Ou não?"
Nota de rodapé.
40 anos de Grupo Desportivo Cova-Gala
Os sonhos e os rostos são outros, mas representam o mesmo.
As vitórias, as promessas e as dificuldades teimam em permanecer.
O campo é o mesmo - lamentável!
Amanhã, 5 de Outubro de 2017, o Grupo Desportivo Cova-Gala celebra 40 anos de existência.
Naquele pedaço de saibro, já passaram, entre miúdos graúdos, largas centenas, senão mesmo milhares de atletas a praticar no clube que, por opção, escolheram, a modalidade que gostam – futebol.
O Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala dificilmente formará "craques".
No entanto, uma coisa é certa, o Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala continua diariamente a formar Homens!..
Parabéns Grupo Desportivo Cova-Gala!..
As vitórias, as promessas e as dificuldades teimam em permanecer.
O campo é o mesmo - lamentável!
Amanhã, 5 de Outubro de 2017, o Grupo Desportivo Cova-Gala celebra 40 anos de existência.
Naquele pedaço de saibro, já passaram, entre miúdos graúdos, largas centenas, senão mesmo milhares de atletas a praticar no clube que, por opção, escolheram, a modalidade que gostam – futebol.
O Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala dificilmente formará "craques".
No entanto, uma coisa é certa, o Grupo Grupo Desportivo Cova-Gala continua diariamente a formar Homens!..
Parabéns Grupo Desportivo Cova-Gala!..
Rebeldia é isto mesmo: depois de estar sózinho Passos, lá conseguiu fugir de casa!
Via Jumento
"O primeiro a dar à sola, a tempo de tratar de um bom tacho, foi Vítor Gaspar.
O segundo foi Miguel Relvas, que se despediu sugerindo que Passos era uma criação sua.
Sem ninguém dar por ele, Paulo Portas deu à sola e até se esqueceu do programa da TVI, onde o estúdio até já estava pronto para inaugurar com pompa e circunstância.
Foi a vez de Passos perceber que estava só e o melhor a fazer era dar também à sola."
Será para acabar com a «bagunça»?..
Santana Lopes confirmou, de viva voz, ontem à noite na SIC-Notícias, estar a ponderar candidatar-se à liderança do PSD...
terça-feira, 3 de outubro de 2017
Passos Coelho não se recandidata à liderança
A decisão foi comunicada pelo próprio na reunião da comissão política na sede do partido em Lisboa, confirmou o PÚBLICO.
Cada vez dou mais importância aos pequenos gestos...
Luís Carlos: os sonhos são isso mesmo...
Apenas sonhos!
A meu ver os sonhos aprofundam a desilusão.
Por isso mesmo, chamo-lhe apenas sonhos!
Há dias assim...
Há dias assim, em que temos que agradecer.
Há dias em que temos que reconhecer que tivemos sorte.
Há dias em que acordamos bem dispostos e em que, apesar de se estar em pleno Outono, a vida nos sorri com cara de Verão.
"Precisamos, em conjunto, de lutar para incentivar a participação daqueles que andam afastados da participação activa."
- João Ataíde, presidente da câmara da Figueira da Foz, com mandato amplamente reforçado para os próximos 4 anos.
Há dias em que temos que reconhecer que tivemos sorte.
Há dias em que acordamos bem dispostos e em que, apesar de se estar em pleno Outono, a vida nos sorri com cara de Verão.
"Precisamos, em conjunto, de lutar para incentivar a participação daqueles que andam afastados da participação activa."
- João Ataíde, presidente da câmara da Figueira da Foz, com mandato amplamente reforçado para os próximos 4 anos.
PSD/Figueira: depois da derrota eleitoral que fez recuar o partido a 1982, "Carlos Tenreiro não descarta candidatar-se à concelhia"...
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| para ler melhor clicar na imagem |
De harmonia com o que pode ser lido na entrevista hoje publicada no jornal AS BEIRAS, Carlos Tenreiro, mesmo depois da pesada derrota de domingo passado, "vai assumir o mandato (na oposição)".
Segundo ele, e eu vou acreditar que assim vai acontecer, "vai fazer o seu melhor na defesa dos interesses do nosso concelho".
Sendo assim, era bom que continuasse a defender as bandeiras com que se apresentou ao eleitorado.
Era bom que começasse a fazer oposição esclarecendo como e onde se pode alterar o PDM. Era bom que começasse fazer oposição para clarificar a implicação financeira da redução IMI. Era bom, que fizesse oposição para ficarmos a saber os custos para abrir os postos de saúde de proximidade. Era bom que explicasse ao presidente Ataíde como se pode reduzir o preço da água.
Isto, para não perder tempo, logo na primeira reunião da Câmara Municipal.
Se Carlos Tenreiro começar por aqui, vou começar acreditar que “a política não é a condução dos assuntos públicos para o proveito dos particulares.”
Vamos a isso Doutor?
Citando Pacheco Pereira, "o PSD está numa crise profunda, que não é conjuntural"...
Três programas com Alfredo Pinheiro Marques na RTP-Antena 2
O historiador Alfredo Pinheiro Marques (CEMAR), em diálogo com o jornalista João Almeida (RTP-Antena 2), sobre a figura histórica do Infante Dom Pedro (1392-1449), Duque de Coimbra, viajante das "Sete Partidas do Mundo" (1425-1428), autor do "Livro da Virtuosa Benfeitoria" (c.1431), Regente da Coroa de Portugal (1439-1448), assassinado pelos seus provincianos compatriotas portugueses em 1449 em Alfarrobeira, e cuja "Maldição da Memória" foi sempre orquestrada, a partir daí, pelos medíocres Poderes dominantes em Portugal (assim se falsificando, censurando, e silenciando, para sempre, a verdadeira História Portuguesa).
Todos os programas destas entrevistas semanais, ao longo deste mês e do próximo, estão disponíveis na página do programa "Quinta Essência" da Antena 2, para aí poderem ser ouvidos e descarregados.
A primeira foi para ar em 16.09.2017 e pode ser ouvida clicando aqui. A segunda foi emitada a 23.09.2017 e pode ser ouvida clicando aqui. A terceira das entrevistas passou na Antena 2 no passado dia 30.09.2017 e pode ser ouvida clicando aqui.
Todos os programas destas entrevistas semanais, ao longo deste mês e do próximo, estão disponíveis na página do programa "Quinta Essência" da Antena 2, para aí poderem ser ouvidos e descarregados.
A primeira foi para ar em 16.09.2017 e pode ser ouvida clicando aqui. A segunda foi emitada a 23.09.2017 e pode ser ouvida clicando aqui. A terceira das entrevistas passou na Antena 2 no passado dia 30.09.2017 e pode ser ouvida clicando aqui.
De 1982 a 2017, uma interessante viagem no tempo eleitoral autárquico figueirense...
A viagem pode levar-nos ao encontro de surpresas.
Olhem para os gráficos publicados acima e fiquem a conhecer as mudanças que a Figueira política viveu de 1982 a 2017...
Mas, tirem vocês mesmo as devidas ilações.
Se quiserem ver melhor, cliquem nas imagens.
Tudo...
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| Imagem sacada daqui |
Disfarçar, por vezes, evita trabalho...
Já pensaram, quando vamos na rua e passamos por alguém que nos pergunta se está tudo bem, na resposta que costumamos dar?
Para mim é muito mais fácil e cómodo dizer que sim, do que estar a explicar e a remexer naquilo que me dói.
E lá sai o habitual tudo...
E, com o habitual tudo, fica resolvido o problema...
Tá tudo bem, obrigado!, foi a resposta dos figueirenses no passado domingo: despacharam o assunto sem se incomadarem...
Até daqui a 4 anos!..
segunda-feira, 2 de outubro de 2017
Mudar Já.... mais rápido não poderia ser!
O ANC-Caralhete News apurou o seguinte:
João Saltão, vai renunciar ao mandato para a Assembleia de Freguesia de Buarcos e São Julião!..
Entretanto, sabemos de fonte fidedigna que o Tenrinho está em lume brando.
João Saltão, vai renunciar ao mandato para a Assembleia de Freguesia de Buarcos e São Julião!..
Entretanto, sabemos de fonte fidedigna que o Tenrinho está em lume brando.
Agora que estão reunidas todas as condições, Senhor Presidente todas as reuniões à porta fechada. Já!
Citando AS Beiras de hoje.
"O juiz desembargador, que em 2009 deixou a magistratura para se aventurar na vida autárquica, infligiu a segunda derrota pesada ao principal partido da oposição – o PSD. Nestas eleições, sentenciou-lhe um expressivo 6-3, reforçando o seu executivo com mais um vereador.
Por outro lado, o PS deixou a CDU, que apresentou a autarca veterana Silvina Queiroz, longe do sonho de voltar a sentar-se na mesa das reuniões de câmara - em 2013, a coligação liderada pelo PCP esteve a um punhado de votos de conseguir o desiderato, tendo António Baião como cabeça de lista.
Carlos Tenreiro, candidato do PSD, deverá ter passado a noite com insónias, pois viu o seu partido perder um vereador e ficar sem uma das duas freguesias que ostentavam a cor laranja – perdeu Maiorca e conservou Moinhos da Gândara. Se Tenreiro ficou com insónias, Manuel Domingues, líder da Concelhia do PSD, deve ter tido pesadelos, ouvindo vozes a sugerirem-lhe que retire ilações políticas dos resultados e que se retire da presidência. Adivinham-se, portanto, que os próximos dias serão amargos para a laranja que já foi mecânica. Quanto aos restantes candidatos à Câmara da Figueira da Foz, eles obtiveram resultados residuais".
Portanto, Senhor Presidente todas as reuniões à porta fechada. Já!
É, apenas, mais uma porta fechada.
Simplesmente isso? Ou mais mais do que isso?
A primeira ideia que me invade é a de poder absoluto...
De seguida, surge-me uma outra - que é a de proibição.
Com alguma bondade vislumbro a ideia de segurança, mas não me consigo libertar das duas primeiras...
Depois, o Presidente fala, mas não diz nada.
Presidente, o Senhor é que tem razão: na Figueira o povo é sereno.
No pasa nada...
"O juiz desembargador, que em 2009 deixou a magistratura para se aventurar na vida autárquica, infligiu a segunda derrota pesada ao principal partido da oposição – o PSD. Nestas eleições, sentenciou-lhe um expressivo 6-3, reforçando o seu executivo com mais um vereador.
Por outro lado, o PS deixou a CDU, que apresentou a autarca veterana Silvina Queiroz, longe do sonho de voltar a sentar-se na mesa das reuniões de câmara - em 2013, a coligação liderada pelo PCP esteve a um punhado de votos de conseguir o desiderato, tendo António Baião como cabeça de lista.
Carlos Tenreiro, candidato do PSD, deverá ter passado a noite com insónias, pois viu o seu partido perder um vereador e ficar sem uma das duas freguesias que ostentavam a cor laranja – perdeu Maiorca e conservou Moinhos da Gândara. Se Tenreiro ficou com insónias, Manuel Domingues, líder da Concelhia do PSD, deve ter tido pesadelos, ouvindo vozes a sugerirem-lhe que retire ilações políticas dos resultados e que se retire da presidência. Adivinham-se, portanto, que os próximos dias serão amargos para a laranja que já foi mecânica. Quanto aos restantes candidatos à Câmara da Figueira da Foz, eles obtiveram resultados residuais".
Portanto, Senhor Presidente todas as reuniões à porta fechada. Já!
É, apenas, mais uma porta fechada.
Simplesmente isso? Ou mais mais do que isso?
A primeira ideia que me invade é a de poder absoluto...
De seguida, surge-me uma outra - que é a de proibição.
Com alguma bondade vislumbro a ideia de segurança, mas não me consigo libertar das duas primeiras...
Depois, o Presidente fala, mas não diz nada.
Presidente, o Senhor é que tem razão: na Figueira o povo é sereno.
No pasa nada...
Figueira, Figueira da Foz, das finas areias...
A Figueira da Foz é cidade desde 20 de setembro de 1882 e tem, actualmente, cerca de vinte e oito mil habitantes no interior do seu perímetro urbano.
É também a sede de um município fundado no ano de 1771.
É composto por catorze freguesias.
A área total é de 379,05 quilómetros quadrados, onde residem em permanência (recenseamento de 2011) 62.125 habitantes.
Tem uma densidade populacional de quase 164 (163,9) habitantes/quilómetro quadrado.
Ainda há quem a considere a rainha das praias portuguesas.
Ainda tem o seu casino (ex-Casino Peninsular da Figueira da Foz), que foi inaugurado no ano de 1884, e é o mais antigo de toda a Península Ibérica.
Portanto, sempre que houver notícias, vou-as dando.
A BORDO NINGUÉM SE TEME,
NINGUÉM AQUI SE RECEIA
QUE O HOMEM QUE VAE AO LÊME
OUÇ’Ó CANTO DA SEREIA.
.
SEREIAS DA MARINHAGEM
EMMUDECERAM AQUELLA
SOLTANDO Á BRANDA ARAGEM
A SUA CANÇÃO MAIS BELLA.
.
SE NOS ACHARMOS EM GUERRA
A NOSSA INFANTARIA
ATIRA BEIJOS P’RA TERRA
– UM PRIMOR DE PONTARIA!
.
LINDOS OLHOS DO MEU PAR
VÃO FAZER UM SERVIÇÃO,
RUTILANDO SOBRE O MAR
EM TEMPO DE CERRAÇÃO.
.
REFRÃO
OH! NOITES D’AMOR
QUE AS ALMAS SEDUZ
ENVOLVE O “VAPOR”
EM ONDAS DE LUZ.
É CANTAR SEM MEDO
Ó MINHA BELDADE,
O MAR É DE ROSAS,
VIV’Á MOCIDADE.
O povo no seu melhor! (II)
![]() |
| Imagem sacada do jornal AS BEIRAS |
E honra aos vencidos!
Hoje finalmente percebi a política figueirinhas.
Sempre me fez confusão que um executivo camarário, pretensamente de esquerda, pudesse governar 8 anos à direita, defraudando os seus eleitores, tendo como punição um voto massivo na boa direita que eles tão bem representam!
Supunha eu, que se deveria votar à direita, mas estava enganado.
Um povo esclarecido como o figueirense veio abrir-me os olhos.
O "socialista" Ataíde fez tábua raza do que apregoou em campanhas anteriores e, durante 8 anos, mandou às malvas tudo o que foi prometendo, fazendo a sua, a política de direita.
Pensava eu, burro como sou, que o eleitorado de esquerda, desapontado com esta traição, castigava-o dando a vitória, ontem, à oposição, colocando-o em maioria relativa!
Só um povo esclarecido me convenceria que afinal os figueirenses já estavam certos, anteriormente.
Ontem, fizeram questão de reforçar a lição vinda do passado!
Os resultados eleitorais, nas autárquicas 2017, na Figueira, conduziram a uma solução de governo em que a maioria absoluta, isto é, o poder de tudo decidir, foi concentrado num partido que representa pouco mais de 20 por cento dos eleitores inscritos!
Bem hajam, figueirenses.
Basta de realidade. Venham mais sonhos!..
Obrigadinho figueirenses esclarecidos.
Cuidado senhores do arco da governação na Figueira: se tudo correr bem, a União Nacional ainda terá futuro por aqui, substituindo-vos, porque bem mais eficaz!
domingo, 1 de outubro de 2017
O povo no seu melhor...
António Salgueiro, actual presidente da Junta de Freguesia de São Pedro, e candidato independente apoiado pelo Partido Socialista, foi reeleito presidente da freguesia com maioria absoluta.
O Partido Socialista vai ter 7 vogais na Assembleia de freguesia local, enquanto que o PSD encabeçado por João Bertier irá contar com 2 .
O Partido Socialista vai ter 7 vogais na Assembleia de freguesia local, enquanto que o PSD encabeçado por João Bertier irá contar com 2 .
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