Esta floreira, tem um ano e a tinta já era!..
Pelos vistos, o previsto (a tinta) ficou no contrato (de empreitada de obra pública), eleita e escolhida pela capacidade técnica!
Se tivesse sido aplicado o previsto, o que estava no contrato, esta tinta estaria a descascar-se longe do mar salgado, longe das finas e douradas areias, junto das poças altivas, emergentes da destratada e mal-amada calçada à Portuguesa?..
Desavergonhada senhora, esta Senhora Tinta!
As ruas e aveniads da cidade são um manancial de surpresas. Cada olhar pode-nos revelar uma nova realidade, que permite um registo fotográfico, como neste caso, não atraente, mas interessante e sugestivo...
Só que é preciso olhar e reparar! E, na Figueira, se assim fosse feito, teríamos todo um mundo marginal, desconhecido e variado a desfilar diante dos nossos olhos.
Confesso que, por vezes, tenho um certo pudor em fotografar!..
Senhores "quens" de direito desculpem lá qualquer coisinha.
Prefiro, de vez em quando, beber o meu copinho e dizer umas merdas, do que andar encharcado em merdas, para conseguir engolir em seco e não dizer nada...
terça-feira, 6 de junho de 2017
segunda-feira, 5 de junho de 2017
Com o altíssimo patrocínio da Nossa Senhora das Eleições Autárquicas/2017... (V)
"A Câmara Municipal recebeu hoje o seu novo autocarro de 55 lugares que estará disponível para transporte de jovens, seniores e perfeitamente adaptado para dar resposta aos munícipes com mobilidade reduzida.
Num investimento de 320.000 euros, o município continua a renovar a sua frota automóvel adquirindo novos veículos mais amigos do ambiente."
Acontece, porém, segundo o apurado pela ANC-Caralhete News, que o autocarro já anda ao serviço da câmara municipal há, pelo menos, 2 meses!..
Na semana passada andou nos cozinhados...
Esta semana mostra serviço...
Uns dias ao serviço dos figueirenses....
Outros, na CIM onde o Senhor da foto gosta mais!..
Num investimento de 320.000 euros, o município continua a renovar a sua frota automóvel adquirindo novos veículos mais amigos do ambiente."
Acontece, porém, segundo o apurado pela ANC-Caralhete News, que o autocarro já anda ao serviço da câmara municipal há, pelo menos, 2 meses!..
Na semana passada andou nos cozinhados...
Esta semana mostra serviço...
Uns dias ao serviço dos figueirenses....
Outros, na CIM onde o Senhor da foto gosta mais!..
É mermão, então é assim: deita-se dinheiro borda fora?
Recordam-se?
A Câmara da Figueira da Foz lançou uma campanha publicitária a nível nacional, num investimento de 90 mil euros, para mostrar a diversidade da oferta turística do concelho e combater a sazonalidade.
A campanha "A Figueira que já não é só da Foz" pretende, por um lado, "mostrar as oportunidades turísticas que a cidade oferece" e, por outro, combater a sazonalidade que continua a marcar o fluxo turístico do concelho, disse à agência Lusa o chefe de gabinete da presidência da Câmara Municipal, Tiago Castelo Branco.
Segundo este responsável, a campanha será lançada no final do mês a nível nacional, "na televisão, rádio, campanhas de 'outdoor', 'mupis' (mobiliário urbano para informação) e autocarros", assim como nas redes sociais, e vai durar até agosto.
Haverá ainda publicidade nas autoestradas número 1 (A1) e 8 (A8) e no Metro de Lisboa, acrescentou.
Entretanto, temos um pequeno intervalo para publicitar o S. João...
A publicidade para mostrar a diversidade da oferta turística do concelho e combater a sazonalidade seguirá dentro de momentos!
O que está a dar, é consumir rápido e depressa, deitar borda fora e publicitar novo...
Esta é uma concepção que pagaremos muito cara...
A Câmara da Figueira da Foz lançou uma campanha publicitária a nível nacional, num investimento de 90 mil euros, para mostrar a diversidade da oferta turística do concelho e combater a sazonalidade.
A campanha "A Figueira que já não é só da Foz" pretende, por um lado, "mostrar as oportunidades turísticas que a cidade oferece" e, por outro, combater a sazonalidade que continua a marcar o fluxo turístico do concelho, disse à agência Lusa o chefe de gabinete da presidência da Câmara Municipal, Tiago Castelo Branco.
Segundo este responsável, a campanha será lançada no final do mês a nível nacional, "na televisão, rádio, campanhas de 'outdoor', 'mupis' (mobiliário urbano para informação) e autocarros", assim como nas redes sociais, e vai durar até agosto.
Haverá ainda publicidade nas autoestradas número 1 (A1) e 8 (A8) e no Metro de Lisboa, acrescentou.
Entretanto, temos um pequeno intervalo para publicitar o S. João...
A publicidade para mostrar a diversidade da oferta turística do concelho e combater a sazonalidade seguirá dentro de momentos!
O que está a dar, é consumir rápido e depressa, deitar borda fora e publicitar novo...
Esta é uma concepção que pagaremos muito cara...
Com o altíssimo patrocínio da Nossa Senhora das Eleições Autárquicas/2017... (IV)
Depois da famosa dentadinha no Horto, escolheram o Parque Campismo para lançar o livro!..
Tão afinadinhos que eles estão!..
Estes anjinhos dinossauros tinham penas a puxar para a cor laranja, ou por aí perto...
Isaltino Morais, Valentim Loureiro, Avelino Ferreira Torres vão ser candidatos em outubro!..
Isaltino Morais, Valentim Loureiro, Avelino Ferreira Torres vão ser candidatos em outubro!..
Dificuldades? Sempre as tivemos e teremos!...
![]() |
| Foto Isabel Maria Coimbra |
Ao longo dos anos, os seus dirigentes têm feito cidadania, intervindo quer através da proposta de reflexão sobre assuntos e dossiês mais ou menos estruturantes, quer pela intervenção pública, em ações ora de rua ora junto das mais variadas instâncias de poder.
Na 4.ª feira, propuseram que se discutisse, da série “Figueira em Debate”, o tema “Pensar na Cidade: o presente e o futuro da Figueira da Foz”, do qual retirei duas principais notas:
1. ausência do Presidente da Câmara, de qualquer dos Vereadores ou Presidentes de Junta e da grande maioria dos deputados Municipais (honrosa exceção do Presidente da AM e de 4 deputados), ausência de representantes do poder económico, cultural ou religioso – todos estes acham que não vale a pena? É que nem era dia do Benfica jogar…;
2. quase unanimidade na constatação de que à Figueira falta um desígnio, e portanto uma estratégia, e um poder político capaz de congregar e motivar as forças necessárias ao cumprimento daquele. Isabel Cardoso e Matos Rodrigues desafiaram, e Miguel Figueira, a propósito do by pass, arrebatou: “Se for preciso mudar o Mundo para ganhar a Cidade, «bora lá!»."
Nota de rodapé.
Esta crónica, "Figueira… Viva!", de Teotónio Cavaco, publicada no jornal AS BEIRAS, fez-me lembrar tempos em que era tudo menos convencional e mais rebelde.
O tempo em que, gajos como eu, pensavam que podiam mudar a sua vida, a sua rua, a sua Aldeia, o seu concelho, o seu País e, até, o mundo...
Entretanto, o tempo passou e não mudei nada: nem a mim!..
E sabem uma coisa?
Continuo convencido que, nesse tempo, em que acreditava, tinha razão!
Hoje, penso que a minha geração podia (e devia...) ter mudado tudo, até o mundo, mas desistimos cedo demais.
Agora, resta dar conta do nosso fracasso aos nossos filhos.
Se pudermos, dar-lhes a força para fazerem o que era nosso dever termos feito...
Essa, é uma das razões de andar por aqui...
Enquanto há força...
Dificuldades?
Sempre existiram...
Mas, isso, não é o mais importante.
O importante é a atitude e a revolta.
É por aí que passa a nossa capacidade de resistir e ganhar forças para inverter o rumo do que nos querem impor!
É a consciência da injustiça que pode mudar a minha rua, a minha Aldeia, o meu concelho, o meu País e, até, o mundo...
E, essa consciência, só colectivamente pode obter resultados.
Continua, pois, a minha esperança.
A única certeza que tenho é que, eu, não vou conseguir mudar-me a mim próprio.
A verdadeira "Festa da Sardinha"...
É o mais antigo evento gastronómico do país.
Vêm aí mais festa, apesar de ainda estarmos em tempo de sardinhas magras!..
A direcção da Associação Recreativa Malta do Viso, decidiu este ano subir a fasquia, apostar na divulgação e atingir «5 mil pessoas», contra as 4.200 do ano passado, na “Festa da Sardinha” que vai decorrer de 8 a 10 de Junho, no pavilhão multiusos, no Parque da Av. de Espanha e vai contar com cerca de 100 pessoas (voluntárias), a trabalhar.
Na apresentação do certame, o presidente da associação explicou que continuam a organizar o evento «para dar continuidade a uma tradição com 31 anos», 15 dos quais com a Malta do Viso (em parceria com o Coliseu Figueirense) e desde o ano passado, sozinhos e que «foi um sucesso». Mas também «pelo apego à Figueira, pelo nosso saudável bairrismo, pelo pedido de centenas de pessoas para que não deixemos cair o evento e também pelo interesse do município em inseri-lo nas Festas da Cidade”».
Via Diário de Coimbra
Vêm aí mais festa, apesar de ainda estarmos em tempo de sardinhas magras!..
A direcção da Associação Recreativa Malta do Viso, decidiu este ano subir a fasquia, apostar na divulgação e atingir «5 mil pessoas», contra as 4.200 do ano passado, na “Festa da Sardinha” que vai decorrer de 8 a 10 de Junho, no pavilhão multiusos, no Parque da Av. de Espanha e vai contar com cerca de 100 pessoas (voluntárias), a trabalhar.
Na apresentação do certame, o presidente da associação explicou que continuam a organizar o evento «para dar continuidade a uma tradição com 31 anos», 15 dos quais com a Malta do Viso (em parceria com o Coliseu Figueirense) e desde o ano passado, sozinhos e que «foi um sucesso». Mas também «pelo apego à Figueira, pelo nosso saudável bairrismo, pelo pedido de centenas de pessoas para que não deixemos cair o evento e também pelo interesse do município em inseri-lo nas Festas da Cidade”».
Via Diário de Coimbra
domingo, 4 de junho de 2017
Alguém quer chatices? Deixem-se de inventar merdas para o Cabedelo...
O Cabedelo, hoje, como sempre, está azul.
Não o queiram transformar em cidade.
Assim, está perfeito.
Deixem-no sossegado.
Não o queiram transformar...
Deixem-no permanecer assim, parecido com a dureza de um rosto numa terra cheia de pó.
Assim mesmo, como está: difícil de percorrer, frente ao mar, com um sorriso.
Deixem-no assim: com bom ar e chão forrado de terra e pó, palavras e poesia.
Deixem-nos assim, pois se não o deixarem assim, desse chão brotará a revolta, nascida de um amor com memória do tamanho do mar em frente, protagonizada por homens e mulheres sem história.
Não o queiram transformar em cidade.
Assim, está perfeito.
Deixem-no sossegado.
Não o queiram transformar...
Deixem-no permanecer assim, parecido com a dureza de um rosto numa terra cheia de pó.
Assim mesmo, como está: difícil de percorrer, frente ao mar, com um sorriso.
Deixem-no assim: com bom ar e chão forrado de terra e pó, palavras e poesia.
Deixem-nos assim, pois se não o deixarem assim, desse chão brotará a revolta, nascida de um amor com memória do tamanho do mar em frente, protagonizada por homens e mulheres sem história.
Com o altíssimo patrocínio da Nossa Senhora das Eleições Autárquicas/2017... (IV)
Será que as tradicionais Festas em honra do Padroeiro da Cova e Gala, S. Pedro, vão ajudar o presidente João Ataíde a apresentar, finalmente, a Aldeia do Mar?..
sábado, 3 de junho de 2017
Este postal é sobre um desses fenómenos inexplicáveis. Rui Moreira.
"O gosto das maiorias sempre foi para mim um mistério. As razões da preferência de um grande número de pessoas por um determinado coiso ou coisa são para mim fontes inesgotáveis da mais espampanante perplexidade. A popularidade é um fenómeno que não entendo. Não entendo fenómenos de massas. Ao contrário da maioria, sou de opinião de que gostos é que se discutem. Sobretudo se inexplicáveis. Não há nada mais discutível do que o inexplicável. Como o temor de Deus, o amor à pátria ou o gosto popular, por exemplo."
Que acrecentar sobre algo com que me deparo todos os dias e que não me chama, de todo, a atenção...
Mas, esta posta, brilhante como sempre, do meu Amigo Fernando Campos, por uma vez, fez-me olhar, como que a tentar prescrutar algo que, confesso, não tinha visto!
Daí o súbito e quase inexplicável interese.
Leiam, pois, que bem merece ser lida, esta posta...
Que acrecentar sobre algo com que me deparo todos os dias e que não me chama, de todo, a atenção...
Mas, esta posta, brilhante como sempre, do meu Amigo Fernando Campos, por uma vez, fez-me olhar, como que a tentar prescrutar algo que, confesso, não tinha visto!
Daí o súbito e quase inexplicável interese.
Leiam, pois, que bem merece ser lida, esta posta...
Com o altíssimo patrocínio da Nossa Senhora das Eleições Autárquicas/2017... (II)
O ministro Pedro Marques, titular da pasta do Planeamento e das Infraestruturas, visitou a Figueira e Montemor.
No concelho da Figueira da Foz, passou pelas obras da nova Unidade de Saúde das Alhadas e pela fábrica United Resins.
Já no concelho vizinho de Montemor-o-Velho, Pedro Marques visitou as obras de requalificação da igreja de Santo António, junto ao castelo, e ficou a saber que a autarquia liderada por Emílio Torrão tem obras para lançar no valor de milhões de euros. A requalificação da envolvente sul do castelo e a reabilitação urbana da zona histórica da vila, onde vão ser instalados um espaço para artistas e um edifício multiusos, bem como instalações para trabalho colaborativo e a recuperação da frente ribeirinha, fazem parte do plano de investimentos da autarquia montemorense. As obras, cofinanciadas por Bruxelas, têm por finalidade combater a desertificação do casco antigo. O autarca montemorense não se ficou por fazer uma visita guiada ao ministro. Emílio Torrão lembrou a Pedro Marques que a edilidade quer ver construídas a variante sul e as passagens pedonais sobre a Linha do Norte, em Formoselha e Santo Varão, obras que estão a ser tratadas com a empresa pública Infraestruturas de Portugal.
João Ataíde também não perdeu a oportunidade para sensibilizar o ministro para a urgência das obras de beneficiação da EN109, empreitada que tem vindo a ser adiada há vários governos e mandatos autárquicos. A última calendarização apontava o início das obras para 2017, mas, mais uma vez, não avançaram. Pedro Marques, contudo, adiantou ao jornal As Beiras que o concurso público para a primeira fase será lançado em julho próximo. A requalificação daquela estrada nacional, entre a Marinha das Ondas, na Figueira da Foz, e Mira, inclui a transformação de seis das nove interceções (cruzamentos e entroncamentos) em rotundas – as restantes serão melhoradas. A empreitada vai custar 3,5 milhões de euros. Para a segunda fase, cujo concurso será aberto em 2018 (ainda sem data), está prevista a substituição do pavimento, ao longo de 44 quilómetros, por 11 milhões de euros.
No concelho da Figueira da Foz, passou pelas obras da nova Unidade de Saúde das Alhadas e pela fábrica United Resins.
Já no concelho vizinho de Montemor-o-Velho, Pedro Marques visitou as obras de requalificação da igreja de Santo António, junto ao castelo, e ficou a saber que a autarquia liderada por Emílio Torrão tem obras para lançar no valor de milhões de euros. A requalificação da envolvente sul do castelo e a reabilitação urbana da zona histórica da vila, onde vão ser instalados um espaço para artistas e um edifício multiusos, bem como instalações para trabalho colaborativo e a recuperação da frente ribeirinha, fazem parte do plano de investimentos da autarquia montemorense. As obras, cofinanciadas por Bruxelas, têm por finalidade combater a desertificação do casco antigo. O autarca montemorense não se ficou por fazer uma visita guiada ao ministro. Emílio Torrão lembrou a Pedro Marques que a edilidade quer ver construídas a variante sul e as passagens pedonais sobre a Linha do Norte, em Formoselha e Santo Varão, obras que estão a ser tratadas com a empresa pública Infraestruturas de Portugal.
João Ataíde também não perdeu a oportunidade para sensibilizar o ministro para a urgência das obras de beneficiação da EN109, empreitada que tem vindo a ser adiada há vários governos e mandatos autárquicos. A última calendarização apontava o início das obras para 2017, mas, mais uma vez, não avançaram. Pedro Marques, contudo, adiantou ao jornal As Beiras que o concurso público para a primeira fase será lançado em julho próximo. A requalificação daquela estrada nacional, entre a Marinha das Ondas, na Figueira da Foz, e Mira, inclui a transformação de seis das nove interceções (cruzamentos e entroncamentos) em rotundas – as restantes serão melhoradas. A empreitada vai custar 3,5 milhões de euros. Para a segunda fase, cujo concurso será aberto em 2018 (ainda sem data), está prevista a substituição do pavimento, ao longo de 44 quilómetros, por 11 milhões de euros.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Hé sempre alguém que não tem medo de tentar algo novo...
![]() |
| Imagem via AS BEIRAS |
Um pequeno pormenor, ou uma pequena diferença de perspectiva, pode transformar o olhar monótono de todos os dias, numa novidade agradável.
Horto - A verdade da mentira...
Leiam a parte da acta nº 7 de 2017, datada 06-04-2017 e, depois, o comunicado do Secretariado do Partido Socialista, datado de 25 de maio de 2017..
Pela leitura da acta, verifica-se que a vereadora Ana Carvalho e o presidente João Ataíde, estão em sintonia.
Depois, nós, é que somos mentirosos...
INTERVENÇÃO DOS VEREADORES
INTERVENÇÃO DO VEREADOR MIGUEL DE ALMEIDA
O Vereador Miguel de Almeida questionou sobre uma notícia que leu no jornal acerca do interesse do Centro Comercial Foz Plaza na aquisição do Horto Municipal e na qual se referia que a Vereadora Ana Carvalho Oliveira não previa que o Município lhes vendesse o mesmo, diretamente. ----------------------------- O Presidente esclareceu que o Horto Municipal, no atual PU – Plano de Urbanização tem capacidade de construção e que o objetivo do Município é valorizar aquele espaço, por hasta pública, conforme os procedimentos e as regras estabelecidas na lei, e com o dinheiro que obter vai retirar o Horto e o Canil para a zona da Várzea, com uma dimensão adequada e com a possibilidade de lhe acrescentar hortas pedagógicas. ------------------------------O Vereador Miguel de Almeida perguntou se o Horto Municipal era para ser alienado. --------------------
O Presidente respondeu que o terreno tem potencial para ser alienado. -----------
O Vereador Miguel de Almeida salientou que há muita agitação nas redes sociais sobre esta matéria, principalmente porque coincide com a atual revisão ao PDM e questiona se altera a capacidade de construção do Horto Municipal. ---
A Vereadora Ana Carvalho Oliveira respondeu que, no anterior PU, uma parte do Horto Municipal era para equipamento, e outra parte era urbanizável, mas neste momento, todo o terreno tem capacidade de construção. Acabaram-se os índices e o atual PDM é uma das opções políticas para evitar alguma especulação.-------
Salientou que poderiam vendê-lo diretamente, mas a opção é de o valorizar, para que a Câmara Municipal possa canalizar o valor para outras situações que têm de ser melhoradas pois, em relação ao Canil, há uma série de ações que tem de ser desenvolvidas, tais como a esterilização e não recorrer à eutanásia, e por isso, terão de ser criadas condições que ali não têm, até porque é contraproducente que um Canil esteja junto a um Parque de Campismo Municipal, pelo incómodo e barulho.
-------------Salientou que o Centro Comercial Foz Plaza demonstrou interesse em se expandir, e não fazia sentido que o fizesse para o Parque de Campismo Municipal, e ampliando-se poderá trazer algumas lojas âncora tão desejadas para esta cidade.
- O Vereador Miguel de Almeida salientou que o PDM é de 1994 e ficou com a ideia de alguma agitação numa determinada altura, quando o Município quis colocar aquele terreno para construção, e na altura houve um recuo. ---------------------
A Vereadora Ana Carvalho Oliveira referiu que, presentemente, a Câmara Municipal não tem motivo para não o permitir. ---------------------------------------------
O Vereador António Tavares esclareceu que, quando o Centro Comercial foi construído, houve uma área de terreno que foi retirada ao Parque de Campismo Municipal e, nessa altura, houve alguma contestação pública, mas julga que, no Executivo do Dr. Pedro Santana Lopes houve uma promessa de que parte idêntica seria reposta através da incorporação de um terreno a Norte onde está o depósito das águas, e que é da Câmara Municipal. No Executivo do Eng.º Duarte Silva esse terreno foi várias vezes levado a hasta pública, mas em determinada reunião a Câmara Municipal deliberou incorporar o terreno no Parque de Campismo Municipal, por alternativa a uma eventual incorporação do Horto Municipal, com uma eventual servidão sobre o depósito das águas. Contudo, torna-se necessário perceber que não está em causa o Horto Municipal, mas sim o terreno do Horto, do Serviço de Higiene. Quanto à questão do Canil, torna-se manifestamente exígua para as necessidades plasmadas na legislação atual. -------------------------------------
O Presidente salientou que o que se pretende, essencialmente, é valorizar o terreno e permitir a instalação de um Horto, Canil e Hortas Pedagógicas para a zona da Várzea, que implicará uma intervenção mais profunda e talvez com a necessidade de se expropriar alguns terrenos. -----------------------------------
O Vereador Miguel de Almeida questionou, se tudo correr conforme o pretendido, quando entrará em vigor o atual PDM. -------------------------------------------
A Vereadora Ana Carvalho Oliveira respondeu que a discussão pública termina, oficialmente, em 22 de maio de 2017, e deverá ser aprovado na sessão da Assembleia Municipal de junho. O Vereador Miguel de Almeida acrescentou que não lhe parece que vá ser uma venda pacífica e questionou se esta vai ser concluída no decorrer do presente mandato. ------------------------------------------------
O Presidente concordou que está condicionado aos prazos previstos na lei e que, seguramente, não será neste mandato. -------------------------------------------- Sugeriu que se apreciasse o plano de valorização que está a ser feito para o Parque de Campismo Municipal da Figueira da Foz, que proporcionou que o transformasse num novo Parque da Cidade. ---------------------------------------- O Vereador João Armando sugeriu que este terreno do Horto Municipal poderia ser um complemento ao Parque de Campismo Municipal. ---------------------------------
O Presidente esclareceu que o Parque de Campismo Municipal possui muito espaço disponível e iria ficar extremamente caro à autarquia, e o dinheiro conseguido permitirá investir na zona da Várzea, que também está a precisar.
Pela leitura da acta, verifica-se que a vereadora Ana Carvalho e o presidente João Ataíde, estão em sintonia.
Depois, nós, é que somos mentirosos...
INTERVENÇÃO DOS VEREADORES
INTERVENÇÃO DO VEREADOR MIGUEL DE ALMEIDA
O Vereador Miguel de Almeida questionou sobre uma notícia que leu no jornal acerca do interesse do Centro Comercial Foz Plaza na aquisição do Horto Municipal e na qual se referia que a Vereadora Ana Carvalho Oliveira não previa que o Município lhes vendesse o mesmo, diretamente. ----------------------------- O Presidente esclareceu que o Horto Municipal, no atual PU – Plano de Urbanização tem capacidade de construção e que o objetivo do Município é valorizar aquele espaço, por hasta pública, conforme os procedimentos e as regras estabelecidas na lei, e com o dinheiro que obter vai retirar o Horto e o Canil para a zona da Várzea, com uma dimensão adequada e com a possibilidade de lhe acrescentar hortas pedagógicas. ------------------------------O Vereador Miguel de Almeida perguntou se o Horto Municipal era para ser alienado. --------------------
O Presidente respondeu que o terreno tem potencial para ser alienado. -----------
O Vereador Miguel de Almeida salientou que há muita agitação nas redes sociais sobre esta matéria, principalmente porque coincide com a atual revisão ao PDM e questiona se altera a capacidade de construção do Horto Municipal. ---
A Vereadora Ana Carvalho Oliveira respondeu que, no anterior PU, uma parte do Horto Municipal era para equipamento, e outra parte era urbanizável, mas neste momento, todo o terreno tem capacidade de construção. Acabaram-se os índices e o atual PDM é uma das opções políticas para evitar alguma especulação.-------
Salientou que poderiam vendê-lo diretamente, mas a opção é de o valorizar, para que a Câmara Municipal possa canalizar o valor para outras situações que têm de ser melhoradas pois, em relação ao Canil, há uma série de ações que tem de ser desenvolvidas, tais como a esterilização e não recorrer à eutanásia, e por isso, terão de ser criadas condições que ali não têm, até porque é contraproducente que um Canil esteja junto a um Parque de Campismo Municipal, pelo incómodo e barulho.
-------------Salientou que o Centro Comercial Foz Plaza demonstrou interesse em se expandir, e não fazia sentido que o fizesse para o Parque de Campismo Municipal, e ampliando-se poderá trazer algumas lojas âncora tão desejadas para esta cidade.
- O Vereador Miguel de Almeida salientou que o PDM é de 1994 e ficou com a ideia de alguma agitação numa determinada altura, quando o Município quis colocar aquele terreno para construção, e na altura houve um recuo. ---------------------
A Vereadora Ana Carvalho Oliveira referiu que, presentemente, a Câmara Municipal não tem motivo para não o permitir. ---------------------------------------------
O Vereador António Tavares esclareceu que, quando o Centro Comercial foi construído, houve uma área de terreno que foi retirada ao Parque de Campismo Municipal e, nessa altura, houve alguma contestação pública, mas julga que, no Executivo do Dr. Pedro Santana Lopes houve uma promessa de que parte idêntica seria reposta através da incorporação de um terreno a Norte onde está o depósito das águas, e que é da Câmara Municipal. No Executivo do Eng.º Duarte Silva esse terreno foi várias vezes levado a hasta pública, mas em determinada reunião a Câmara Municipal deliberou incorporar o terreno no Parque de Campismo Municipal, por alternativa a uma eventual incorporação do Horto Municipal, com uma eventual servidão sobre o depósito das águas. Contudo, torna-se necessário perceber que não está em causa o Horto Municipal, mas sim o terreno do Horto, do Serviço de Higiene. Quanto à questão do Canil, torna-se manifestamente exígua para as necessidades plasmadas na legislação atual. -------------------------------------
O Presidente salientou que o que se pretende, essencialmente, é valorizar o terreno e permitir a instalação de um Horto, Canil e Hortas Pedagógicas para a zona da Várzea, que implicará uma intervenção mais profunda e talvez com a necessidade de se expropriar alguns terrenos. -----------------------------------
O Vereador Miguel de Almeida questionou, se tudo correr conforme o pretendido, quando entrará em vigor o atual PDM. -------------------------------------------
A Vereadora Ana Carvalho Oliveira respondeu que a discussão pública termina, oficialmente, em 22 de maio de 2017, e deverá ser aprovado na sessão da Assembleia Municipal de junho. O Vereador Miguel de Almeida acrescentou que não lhe parece que vá ser uma venda pacífica e questionou se esta vai ser concluída no decorrer do presente mandato. ------------------------------------------------
O Presidente concordou que está condicionado aos prazos previstos na lei e que, seguramente, não será neste mandato. -------------------------------------------- Sugeriu que se apreciasse o plano de valorização que está a ser feito para o Parque de Campismo Municipal da Figueira da Foz, que proporcionou que o transformasse num novo Parque da Cidade. ---------------------------------------- O Vereador João Armando sugeriu que este terreno do Horto Municipal poderia ser um complemento ao Parque de Campismo Municipal. ---------------------------------
O Presidente esclareceu que o Parque de Campismo Municipal possui muito espaço disponível e iria ficar extremamente caro à autarquia, e o dinheiro conseguido permitirá investir na zona da Várzea, que também está a precisar.
quinta-feira, 1 de junho de 2017
O senhor vereador Tavares estará a perder qualidades?..
O senhor vereador da cultura da câmara municipal da Figueira da Foz, de todo, não é um homem sem qualidades.
Pelo contrário.
Um delas, pensava eu, era que é um homem de ideias claras e fixas.
Em finais de maio de 2016, António Tavares disse ao jornal AS BEIRAS que iria abandonar a vida autárquica no final do mandato. A saída do vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz estava, então, agendada para o final do ano de 2017.
Motivos - e passo a citar António Tavares, via o jornal AS BEIRAS: «já dei aquilo que é exigido a um cidadão médio». Que acrescentou: «trata-se da retirada de um cidadão que está na casa dos 60 e que o que quer é paz e descanso e fazer outras coisas». Mais: «já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona».
António Tavares apela aos que gostam dos jogos de poder que o esqueçam. «Deixem-me em paz. Não quero saber de nada». Aliás, a desilusão é de tal monta, que nem garante se vai continuar como militante...
A ANC-Caralhete News, porém, está em condições, neste momento, de garantir que Tavares vai continuar a partir de outubro, se nada entretanto for alterado, na vida política figueirense.
Isto, claro, se o PS vencer as eleições.
Mais ainda: isto faz parte de um projecto mais abrangente, que inclui o presidente Ataíde e as suas ambições políticas pessoais.
Trocando por miúdos...
Os figueirenses podem ser vítimas, nas próximas eleições autárquicas, de uma fraude eleitoral: pouco depois de terem escolhido um presidente de câmara, para os quatro anos a seguir a 2017, podem ter a surpresa de virem a ter como presidente de câmara, uma personagem que não foi a votos nessa condição...
Pelo contrário.
Um delas, pensava eu, era que é um homem de ideias claras e fixas.
Em finais de maio de 2016, António Tavares disse ao jornal AS BEIRAS que iria abandonar a vida autárquica no final do mandato. A saída do vice-presidente da Câmara da Figueira da Foz estava, então, agendada para o final do ano de 2017.
Motivos - e passo a citar António Tavares, via o jornal AS BEIRAS: «já dei aquilo que é exigido a um cidadão médio». Que acrescentou: «trata-se da retirada de um cidadão que está na casa dos 60 e que o que quer é paz e descanso e fazer outras coisas». Mais: «já não tenho pachorra para jogos de poder e guerras de alecrim e manjerona».
António Tavares apela aos que gostam dos jogos de poder que o esqueçam. «Deixem-me em paz. Não quero saber de nada». Aliás, a desilusão é de tal monta, que nem garante se vai continuar como militante...
A ANC-Caralhete News, porém, está em condições, neste momento, de garantir que Tavares vai continuar a partir de outubro, se nada entretanto for alterado, na vida política figueirense.
Isto, claro, se o PS vencer as eleições.
Mais ainda: isto faz parte de um projecto mais abrangente, que inclui o presidente Ataíde e as suas ambições políticas pessoais.
Trocando por miúdos...
Os figueirenses podem ser vítimas, nas próximas eleições autárquicas, de uma fraude eleitoral: pouco depois de terem escolhido um presidente de câmara, para os quatro anos a seguir a 2017, podem ter a surpresa de virem a ter como presidente de câmara, uma personagem que não foi a votos nessa condição...
De Aguiar de Carvalho a João Ataíde, a volta que "o centro de gravidade" da Figueira levou!.. Para pior, claro...
"Durante os mandatos
de Aguiar de
Carvalho, foram
projectadas novas avenidas
que desviariam o trânsito
exterior dirigido às
praias e o fariam fluir sem
perturbar o quotidiano dos
figueirenses e do comércio
do centro da cidade.
A solução era óbvia e resultou facilmente.
No entanto, na altura ninguém imaginou que um dia estas avenidas também serviriam de acesso a grandes superfícies comerciais.
A ajudar o planeamento que estava para vir, ocorreram oportunos incêndios em terrenos do sopé da Serra, que mais tarde ou mais cedo viriam a servir de base para instalação das novas grandes superfícies.
Hoje, as avenidas que originalmente serviam para desviar o trânsito exterior do centro da Figueira passaram a atrair os próprios Figueirenses, que efectuam ali as suas compras, vão ao cinema, vão comer, etc.
Avenidas pensadas para um rápido fluir do trânsito passaram a ser equipadas de semáforos, de passadeiras e de variados obstáculos urbanos para a reduzir a velocidade, aproximando a velocidade média de circulação nestas artérias à velocidade de circulação na zona antiga da cidade.
Nos dias que correm, a deslocação do centro de gravidade da cidade está consumada. Esqueçam o rio ou a praia, a Figueira deslocou-se para uma das suas periferias, atropelando corredores verdes, cursos água e zonas de cheia junto à serra.
Isto é outra cidade meus caros, e não é bonita."
Novo centro de gravidade, uma crónica de Rui Curado da Silva, publicada no jornal AS BEIRAS.
A solução era óbvia e resultou facilmente.
No entanto, na altura ninguém imaginou que um dia estas avenidas também serviriam de acesso a grandes superfícies comerciais.
A ajudar o planeamento que estava para vir, ocorreram oportunos incêndios em terrenos do sopé da Serra, que mais tarde ou mais cedo viriam a servir de base para instalação das novas grandes superfícies.
Hoje, as avenidas que originalmente serviam para desviar o trânsito exterior do centro da Figueira passaram a atrair os próprios Figueirenses, que efectuam ali as suas compras, vão ao cinema, vão comer, etc.
Avenidas pensadas para um rápido fluir do trânsito passaram a ser equipadas de semáforos, de passadeiras e de variados obstáculos urbanos para a reduzir a velocidade, aproximando a velocidade média de circulação nestas artérias à velocidade de circulação na zona antiga da cidade.
Nos dias que correm, a deslocação do centro de gravidade da cidade está consumada. Esqueçam o rio ou a praia, a Figueira deslocou-se para uma das suas periferias, atropelando corredores verdes, cursos água e zonas de cheia junto à serra.
Isto é outra cidade meus caros, e não é bonita."
Novo centro de gravidade, uma crónica de Rui Curado da Silva, publicada no jornal AS BEIRAS.
Porque hoje é o Dia da Criança
Todos os impérios caem e os poderes de hoje, amanhã, também não serão mais poderes.
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
E se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.
Luís de Camões e José Mário Branco
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.
E se tudo o mundo é composto de mudança,
Troquemo-lhes as voltas que ainda o dia é uma criança.
Luís de Camões e José Mário Branco
O tempo ácido da frustração...
- Falhámos a vida, menino!
- Creio que sim... Mas todo o mundo mais ou menos a falha. Isto é, falha-se sempre na realidade aquela vida que se planeou com a imaginação. Diz-se: “vou ser assim, porque a beleza está em ser assim”. E nunca se é assim, é-se invariavelmente assado, como dizia o pobre marquês. Às vezes melhor, mas sempre diferente.
Nota de rodapé.
Falhar a vida, talvez seja tão bom quanto acertá-la.
Não poderei verificá-lo jamais porque só a falhei, mas, e este despojamento que advém de a ter falhado, de a ter falhado a sério, não àquela décalage entre a ideia de vida na juventude e a na maturidade, não: tudo muito bem falhado, à grande e à francesa e no grande como no pequeno, no amor e na profissão, no ser como no ter.
Que alívio.
Pronto, falhei, está falhado.
É tão bom o despojamento de sonhos, de objectivos, de planos.
A vida continua...
Agora que penso nisso, finalmente, vejo.
A culpa é toda minha.
Tenho uma sentimentalidade de sopeira.
E que quero eu dizer com isso?
Quero dizer que sou um parvo...
quarta-feira, 31 de maio de 2017
Vala de Buarcos
Desde segunda-feira que anda uma empresa a limpar a vala de Buarcos....
Esta obra, registe-se, a obra da engenharia camarária do séc XXI, até ao momento, obriga a manutenção permanente!..
PS.
Descobrimos (leia-se a ANC - Agência Caralhete News) a finalidade do passeio em betão..
É para permitir o acesso ao camião para limpeza da vala...
Esta obra, registe-se, a obra da engenharia camarária do séc XXI, até ao momento, obriga a manutenção permanente!..
PS.
Descobrimos (leia-se a ANC - Agência Caralhete News) a finalidade do passeio em betão..
É para permitir o acesso ao camião para limpeza da vala...
SETE ANOS DEPOIS A LIMPEZA DO AREAL!..
Desde há 7 anos, que o extenso areal, junto à torre do relógio não era alvo de uma operação de limpeza.
O que terá levado as mentes brilhantes da arquitetura municipal da era João Ataíde a arrepiar caminho?..
A forte contestação popular?..
Ou o facto de estarmos em 2017, ano de eleições autárquicas?
Fica registada a coerência desta gestão municipal.
Como diria Woody Allen, "coerência é o fantasma das mentes pequenas".
A política na Figueira, neste momento, é um jogo complexo que testa os limites da estratégia, a habilidade de cada um e a articulação do conjunto... (II)
Se há coisa que sempre gostei de fazer na vida, é passear pela praia fora de época.
Ao longo dos anos, tive vários momentos surpreendentes, semelhantes a este que a foto documenta!
Perguntar-me-ão: mas, isso tem algum préstimo?..
No mínimo, captou a atenção do fotógrafo...
Lembrei-me disto a propósito deste comunicado do MPT FIGUEIRA DA FOZ, que, ao que me contaram, tanta polémica levantou nas redes sociais!..
Ontem, o Carlos Romeira deve ter ganho o dia...
Ao longo dos anos, tive vários momentos surpreendentes, semelhantes a este que a foto documenta!
Perguntar-me-ão: mas, isso tem algum préstimo?..
No mínimo, captou a atenção do fotógrafo...
Lembrei-me disto a propósito deste comunicado do MPT FIGUEIRA DA FOZ, que, ao que me contaram, tanta polémica levantou nas redes sociais!..
Ontem, o Carlos Romeira deve ter ganho o dia...
terça-feira, 30 de maio de 2017
A política na Figueira, neste momento, é um jogo complexo que testa os limites da estratégia, a habilidade de cada um e a articulação do conjunto...
MPT JÁ ESCOLHEU O SEU CANDIDATO PARA S. JULIÃO E BUARCOS
Nota.
Por razões que só o Carlos Romeira saberá, entretanto, o título do comunicado passou a ter a seguinte redacção: MPT JÁ ESCOLHEU O CANDIDATO QUE APOIA PARA BUARCOS E S. JULIÃO.
Nota.
Por razões que só o Carlos Romeira saberá, entretanto, o título do comunicado passou a ter a seguinte redacção: MPT JÁ ESCOLHEU O CANDIDATO QUE APOIA PARA BUARCOS E S. JULIÃO.
Sempre me repugnou a sobranceria, o elitismo e a presunção oficial, da mesma forma que detesto o primarismo e a boçalidade. A Figueira é para ser pensada, sonhada e promovida, senhores "quens" de direito...
![]() |
| Isabel João Brites |
Por vezes estas coisas acontecem.
De harmonia com o que li na edição de hoje do jornal AS BEIRAS, a terceira Feira de Sabores Terra e Mar “ficou aquém” dos números alcançados na edição do ano passado, reconheceu a presidente da Associação Figueira com Sabor a Mar, Isabel João Brites.
“Houve pouca gente, para aquilo que se esperava”, admitiu a dirigente. O certame de 2016, de acordo com aquela responsável, foi frequentado por duas mil pessoas.
A mudança de local, do pavilhão do Parque das Gaivotas para a o complexo da piscina-mar, conjeturou a dirigente, “também poderá ter influenciado os resultados”. Por outro lado, a meteorologia não convidava a sair de casa.
A presidente da Figueira com Sabor a Mar, porém, aponta mais um motivo.
“O presidente da Câmara da Figueira da Foz, nas suas deslocações, sendo também presidente da Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, devia promover os eventos que se realizam na cidade. Ou então que nos disponibilize os contactos, para sermos nós a fazer a promoção, apesar de não termos a mesma infl uência que ele tem”, sustentou Isabel João Brites.
“Compete à câmara colaborar e proporcionar condições para que os privados possam realizar iniciativas. Foi o que aconteceu neste caso. Uma vez mais, tudo foi feito para que o evento pudesse ter condições para se realizar”, reagiu o gabinete da presidência da câmara!..
Autárquicas 2017 na Figueira....
Até ao momento, os candidatos têm-se limitado a dar alguns (poucos) sinais de vida, em partidos que parecem mortos!
(Pela amostra que já é possível ter das campanhas que já arrancaram, em 2017, na nossa cidade, dá para ver que é mais do mesmo: zero em originalidade, zero em conteúdo, zero em ideias.
Usam as mesmas palavras e os mesmos slogans.
Até ao momento, tem sido um vazio impressionante.)
Nota de rodapé.
«As eleições autárquicas são um momento fundamental da nossa democracia. Num certo sentido são as mais democráticas das eleições: milhares de portugueses nelas participam, a abertura a listas independentes contrasta com as limitações nas eleições legislativas, e percorrem toda a cadeia hierárquica da administração local, da freguesia ao município. São também a eleição com maior proximidade entre eleitos e eleitores, a elas concorrendo pessoas que são localmente conhecidas e reconhecidas (ou não), com forte personalização. Embora a partidarização seja muito forte, como em toda a vida pública portuguesa, a presença dos partidos é menor e muitas vezes diferente, visto que alguns autarcas têm muito mais independência das direcções partidárias do que os deputados, e não se coíbem de exprimir opiniões críticas, principalmente quando tem legitimidade eleitoral própria. (…)
Claro que nem tudo está bem nas eleições autárquicas, porque normalmente as belas tem sempre senãos. Existem fenómenos de caciquismo, e uma tendência para a promessa eleitoral insensata, que não dura mais do que o tempo da campanha. Infelizmente a tradição em candidaturas de vários partidos, com relevo para o PSD, CDS e PS, é o modelo das “vinte estações de metro” que o CDS quer fazer em Lisboa. Já nas candidaturas deste ano vi as mais fabulosas das promessas, incluindo um “precisamos de uma rotunda neste espaço”. No entanto, começa a haver uma crescente utilização nas campanhas eleitorais de listagens das promessas feitas na campanha anterior e do seu não cumprimento. É igualmente um passo em frente no escrutínio dos mandatos que talvez possa colocar alguma moderação. (…)
Mas o problema com as campanhas autárquicas, no exacto mimetismo com as nacionais nos dias de hoje, não é tanto o ridículo que muitas vezes era mais original do que o gozo que se lhe fazia, mas a insuportável cinzentismo dos dias de hoje. Ora esse cinzentismo é revelador, por um lado, da apropriação da política por agências de publicidade, marketing e comunicação, que pululam à volta dos partidos e que gostam imenso de campanhas eleitorais onde ganham bom dinheiro. Essas campanhas profissionalizadas caracterizam-se por incorporar a cultura do “não te mexas”, de falta de risco, de querer falar sempre de dentro de um enorme vazio. E essa é em grande parte a política dos partidos de governação, que como não tem nada a dizer refugiam-se nos estereótipos que são o molde da vida política dos dias de hoje. Não há nada para dizer, porque o que há para dizer não se pode dizer.
A amostra que já é possível ter das campanhas que já arrancaram em 2017, é disso um exemplo, sem originalidade, sem conteúdo, usando as mesmas palavras, os mesmos slogans, dum vazio impressionante. Os exemplos que refiro a seguir são todos de 2017, na sua maioria do PSD, CDS e PS, algumas do BE. O PCP tem mantido alguma prudência com um slogan único até agora: “trabalho, honestidade e competência”. (…) Temos as campanhas do “mais” e do “melhor” (…), depois há as campanhas da “mudança” (…), há as declarações de amor às terras. (…)
E isto é só o princípio, uma amostra de cerca de setenta campanhas concelhias já na rua. Duvido que para a frente vá ser muito melhor. O problema já não é das eleições autárquicas, é da esterilidade crescente da vida política nacional.»
"Eleições que estão vivas em partidos que estão mortos."
- José Pacheco Pereira, ontem no jornal Público.
(Pela amostra que já é possível ter das campanhas que já arrancaram, em 2017, na nossa cidade, dá para ver que é mais do mesmo: zero em originalidade, zero em conteúdo, zero em ideias.
Usam as mesmas palavras e os mesmos slogans.
Até ao momento, tem sido um vazio impressionante.)
Nota de rodapé.
«As eleições autárquicas são um momento fundamental da nossa democracia. Num certo sentido são as mais democráticas das eleições: milhares de portugueses nelas participam, a abertura a listas independentes contrasta com as limitações nas eleições legislativas, e percorrem toda a cadeia hierárquica da administração local, da freguesia ao município. São também a eleição com maior proximidade entre eleitos e eleitores, a elas concorrendo pessoas que são localmente conhecidas e reconhecidas (ou não), com forte personalização. Embora a partidarização seja muito forte, como em toda a vida pública portuguesa, a presença dos partidos é menor e muitas vezes diferente, visto que alguns autarcas têm muito mais independência das direcções partidárias do que os deputados, e não se coíbem de exprimir opiniões críticas, principalmente quando tem legitimidade eleitoral própria. (…)
Claro que nem tudo está bem nas eleições autárquicas, porque normalmente as belas tem sempre senãos. Existem fenómenos de caciquismo, e uma tendência para a promessa eleitoral insensata, que não dura mais do que o tempo da campanha. Infelizmente a tradição em candidaturas de vários partidos, com relevo para o PSD, CDS e PS, é o modelo das “vinte estações de metro” que o CDS quer fazer em Lisboa. Já nas candidaturas deste ano vi as mais fabulosas das promessas, incluindo um “precisamos de uma rotunda neste espaço”. No entanto, começa a haver uma crescente utilização nas campanhas eleitorais de listagens das promessas feitas na campanha anterior e do seu não cumprimento. É igualmente um passo em frente no escrutínio dos mandatos que talvez possa colocar alguma moderação. (…)
Mas o problema com as campanhas autárquicas, no exacto mimetismo com as nacionais nos dias de hoje, não é tanto o ridículo que muitas vezes era mais original do que o gozo que se lhe fazia, mas a insuportável cinzentismo dos dias de hoje. Ora esse cinzentismo é revelador, por um lado, da apropriação da política por agências de publicidade, marketing e comunicação, que pululam à volta dos partidos e que gostam imenso de campanhas eleitorais onde ganham bom dinheiro. Essas campanhas profissionalizadas caracterizam-se por incorporar a cultura do “não te mexas”, de falta de risco, de querer falar sempre de dentro de um enorme vazio. E essa é em grande parte a política dos partidos de governação, que como não tem nada a dizer refugiam-se nos estereótipos que são o molde da vida política dos dias de hoje. Não há nada para dizer, porque o que há para dizer não se pode dizer.
A amostra que já é possível ter das campanhas que já arrancaram em 2017, é disso um exemplo, sem originalidade, sem conteúdo, usando as mesmas palavras, os mesmos slogans, dum vazio impressionante. Os exemplos que refiro a seguir são todos de 2017, na sua maioria do PSD, CDS e PS, algumas do BE. O PCP tem mantido alguma prudência com um slogan único até agora: “trabalho, honestidade e competência”. (…) Temos as campanhas do “mais” e do “melhor” (…), depois há as campanhas da “mudança” (…), há as declarações de amor às terras. (…)
E isto é só o princípio, uma amostra de cerca de setenta campanhas concelhias já na rua. Duvido que para a frente vá ser muito melhor. O problema já não é das eleições autárquicas, é da esterilidade crescente da vida política nacional.»
"Eleições que estão vivas em partidos que estão mortos."
- José Pacheco Pereira, ontem no jornal Público.
Para que Joaquim Namorado venha, em breve, a ter o seu nome na toponímia figueirense...
Exmº. Senhor Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz
os peticionários abaixo identificados e assinados, pela presente, ousam solicitar a Sua melhor compreensão e atenção para o que passam a expor e solicitar:
1. Em 1983 Joaquim Namorado foi homenageado na Figueira, por iniciativa do jornal Barca Nova. 2 . Entre as diversas iniciativas, duas das quais promovidas pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e aprovadas por unanimidade:
- a criação do Prémio Literário Joaquim Namorado e
- a integração na toponímia figueirense do nome do Poeta , tendo entãol sido aprovada a atribuição do seu nome a uma praceta que hoje tem o nome de Madalena Perdigão.
3. Muitos anos depois, no passado dia 30 de junho de 2014, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, na inauguração de uma mostra bibliográfica comemorativa do centenário de nascimento de poeta, escritor e professor Joaquim Namorado, o vereador da Cultura, dr. António Tavares, verificando a injustiça que estava a ser cometida, prometeu vir a dar finalmente o nome de Joaquim Namorado à toponímia figueirense ;
4. o que até hoje não se concretizou!
5. A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, acabou por perder o espólio de Joaquim Namorado .
6. A cultura na Figueira merecia mais !
7. Perderam-se oportunidades em junho de 2014.
Nesta perspectiva os peticionários solicitam os bons ofícios de V. Exª. para que Joaquim Namorado, venha, em breve, a ter os seu nome na toponímia figueirense, uma cidade que ele escolheu para viver e morrer e a quem deu tudo.
Nota.
Para assinar esta petição, clicar aqui.
os peticionários abaixo identificados e assinados, pela presente, ousam solicitar a Sua melhor compreensão e atenção para o que passam a expor e solicitar:
1. Em 1983 Joaquim Namorado foi homenageado na Figueira, por iniciativa do jornal Barca Nova. 2 . Entre as diversas iniciativas, duas das quais promovidas pela Câmara Municipal da Figueira da Foz e aprovadas por unanimidade:
- a criação do Prémio Literário Joaquim Namorado e
- a integração na toponímia figueirense do nome do Poeta , tendo entãol sido aprovada a atribuição do seu nome a uma praceta que hoje tem o nome de Madalena Perdigão.
3. Muitos anos depois, no passado dia 30 de junho de 2014, na Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, na inauguração de uma mostra bibliográfica comemorativa do centenário de nascimento de poeta, escritor e professor Joaquim Namorado, o vereador da Cultura, dr. António Tavares, verificando a injustiça que estava a ser cometida, prometeu vir a dar finalmente o nome de Joaquim Namorado à toponímia figueirense ;
4. o que até hoje não se concretizou!
5. A Biblioteca Municipal da Figueira da Foz, acabou por perder o espólio de Joaquim Namorado .
6. A cultura na Figueira merecia mais !
7. Perderam-se oportunidades em junho de 2014.
Nesta perspectiva os peticionários solicitam os bons ofícios de V. Exª. para que Joaquim Namorado, venha, em breve, a ter os seu nome na toponímia figueirense, uma cidade que ele escolheu para viver e morrer e a quem deu tudo.
Nota.
Para assinar esta petição, clicar aqui.
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Cidadania é isto. Eles estão lá, porque os elegemos...
No passado sábado, a empresária e pioneira do Bodyboard Rita Rocha publicou no seu perfil de Facebook uma carta aberta dirigida ao Presidente da Câmara Municipal de Mafra.
O texto, que consiste numa reflexão crítica sobre o rumo desta vila (nomeadamente em questões fulcrais como a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento económico), já mereceu centenas de gostos e partilhas. E, entre as dezenas de comentários, recebeu resposta de quem de direito. Hélder Sousa Silva (responsável máximo do executivo municipal) deu feedback ao apelo.
Leiam, clicando aqui, o texto integral da carta aberta escrita por Rita Rocha e a resposta do Presidente da Câmara Municipal de Mafra.
O texto, que consiste numa reflexão crítica sobre o rumo desta vila (nomeadamente em questões fulcrais como a sustentabilidade ambiental e o desenvolvimento económico), já mereceu centenas de gostos e partilhas. E, entre as dezenas de comentários, recebeu resposta de quem de direito. Hélder Sousa Silva (responsável máximo do executivo municipal) deu feedback ao apelo.
Leiam, clicando aqui, o texto integral da carta aberta escrita por Rita Rocha e a resposta do Presidente da Câmara Municipal de Mafra.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



























