Doutor Mário Soares, hoje no DN: "os portugueses que ainda vivem em Portugal, ou os milhares que saíram do país e gostariam de voltar, podem estar certos de que tudo vai mudar com a vitória de António Costa nas próximas eleições, no final de setembro. Não haverá necessidade de mais greves de comboios ou de quaisquer outros transportes, incluindo a TAP, que, com o Partido Socialista, não será privatizada."
Em tempo.
Em Portugal, nunca há inocentes: apenas quem não foi declarado culpado...
terça-feira, 21 de abril de 2015
Há coisas que nunca mudam...
Há muito tempo que eu sei, por experiência própria, que a estabilidade no sector privado não passa de estórias para serem contadas aos putos...
"No primeiro trimestre, voltou a aumentar o número de empresas que fecharam as portas."
Para quê preocupar-mo-nos com o futuro, quando tudo está tão bem no momento presente…
"No primeiro trimestre, voltou a aumentar o número de empresas que fecharam as portas."
Para quê preocupar-mo-nos com o futuro, quando tudo está tão bem no momento presente…
A importância das contas...
Depois de ler o pouco a que tenho conseguido ter acesso, sobre as contas de 2014 da autarquia figueirense, a constatação continua a ser simples e
óbvia.
Antes dos mandatos do presidente João Ataíde, a Figueira não estava na moda, estava na merda.
Antes dos mandatos do presidente João Ataíde, a Figueira não estava na moda, estava na merda.
Eu nasci em 1954, no tempo das
dificuldades provocadas pela escassez de recursos económicos.
Durante a minha vida, até porque
sempre vivi com parcos recursos, dei sempre valor à boa prestação
de contas.
O meu pai era pescador e morreu muito
cedo, apenas com 47 anos. A minha mãe ficou viúva e sem
recursos.
Foi, assim, à força, que desde novo tomei contacto com a existência do dinheiro: nunca tive mesada.
Os anos 60 e 70 do século passado foram a época da minha vida em que aprendi que o dinheiro era um bem escasso e raro, destinado mais à poupança que ao consumo.
Aprendi, por necessidade, a não gastar de mais. Desde cedo, por opção própria, interiorizei que a educação financeira passava pela poupança natural e pela moderação dos consumos: a chamada autossustentabilidade.
Depois de Abril de 74 as coisas melhoraram para a maioria dos portugueses.
Mas, as coisas retrocederam muito em Portugal nos últimos 6 anos. No contexto de mudança em que nos encontramos actualmente, ainda de contornos mal definidos, mas onde já é visível, tal como acontecia nos primeiro anos da minha vida, a fome e a desvalorização do factor trabalho, o que coloca, de novo, a questão do dinheiro como um bem escasso e raro para a maioria dos portugueses e a revalorização da poupança associada à necessidade de olhar cada vez com mais cuidado e atenção a autossustentabilidade.
Foi, assim, à força, que desde novo tomei contacto com a existência do dinheiro: nunca tive mesada.
Os anos 60 e 70 do século passado foram a época da minha vida em que aprendi que o dinheiro era um bem escasso e raro, destinado mais à poupança que ao consumo.
Aprendi, por necessidade, a não gastar de mais. Desde cedo, por opção própria, interiorizei que a educação financeira passava pela poupança natural e pela moderação dos consumos: a chamada autossustentabilidade.
Depois de Abril de 74 as coisas melhoraram para a maioria dos portugueses.
Mas, as coisas retrocederam muito em Portugal nos últimos 6 anos. No contexto de mudança em que nos encontramos actualmente, ainda de contornos mal definidos, mas onde já é visível, tal como acontecia nos primeiro anos da minha vida, a fome e a desvalorização do factor trabalho, o que coloca, de novo, a questão do dinheiro como um bem escasso e raro para a maioria dos portugueses e a revalorização da poupança associada à necessidade de olhar cada vez com mais cuidado e atenção a autossustentabilidade.
E o que vale para os cidadão, devia
valer para a gestão das autarquias locais e do governo
central.
Longe de mim, porém, ter o arrojo de pretender dar conselhos de poupança a alguém - sobretudo, aos políticos.
Longe de mim, porém, ter o arrojo de pretender dar conselhos de poupança a alguém - sobretudo, aos políticos.
Todavia, ouso sugerir um investimento
forte, duradouro e estruturado na educação para um consumo
criterioso e moderado, não só por imposição de critérios
políticos de austeridade macro, com profundas implicações micro,
mas, por imperativos de uma filosofia de vida em sociedade orientada
no combate ao desperdício e à plena utilização dos recursos
disponíveis.
Estão a ver porque é que que eu
sempre considerei que a passagem de Santana Lopes pela Figueira não
serviu para nos meter na moda mas na merda?..
Os seus admiradores proclamam que Santana
Lopes, como autarca figueirense, deixou obra feita no concelho. Os
mais entusiastas, consideram-no mesmo o melhor presidente de câmara
que passou pela Figueira.
Claro que seria estultícia negar que,
em 4 anos, nada foi feito!... Principalmente, foi gasto
muito dinheiro!..
Mas, daí a que tenha desenvolvido a Figueira para lá do inimaginável constitui, a meu ver, um completo e despropositado exagero, que até deve ser incómodo para o próprio Pedro Santana Lopes…
Mas, daí a que tenha desenvolvido a Figueira para lá do inimaginável constitui, a meu ver, um completo e despropositado exagero, que até deve ser incómodo para o próprio Pedro Santana Lopes…
O problema, ainda dos dias que passam
aqui pela Figueira, é que sobrou a dívida astronómica da
autarquia figueirense, para a qual Santana Lopes contribuiu de
forma bastante significativa, cuja factura terá de continuar a ser paga ao longo
de décadas.
Todos sabemos, porque todos os dias
disso somos lembrados, que o endividamento é um dos principais
problemas do País, em geral. E da Figueira, em particular. E, aqui
pela Figueira, Santana é um dos principais culpados.
O GDCG na SportTV
Jogam com um pé na praia, no único campo pelado da Divisão de Honra de Coimbra, não recebem qualquer ajuda de custo ou prémio de jogo e apresentam-se como os últimos resistentes das praias da Figueira da Foz. Depois do desaparecimento do futebol distrital na Leirosa, Costa de Lavos, Buarcos e Quiaios, o Grupo Desportivo Cova-Gala transformou-se na bandeira futebolística das comunidades piscatórias do concelho. “Índios, Leiretas e Buarqueiros” é uma história sobre a união, o bairrismo, o futebol de rua e o jogo salgado dos pescadores da Figueira da Foz.
Para ver o vídeo promocional basta carregar na imagem.
segunda-feira, 20 de abril de 2015
Marcelo, há só um...
... este, e mais nenhum!
"No monopólio da opinião não há lugar para mais nenhum. As pessoas gostam. E no Domingo há mais."
"No monopólio da opinião não há lugar para mais nenhum. As pessoas gostam. E no Domingo há mais."
Sobre o que eu penso da utilidade de ser propietário de um blogue e de uma bicicleta...
![]() |
| A da esquerda, foi a minha primeira bicicleta |
Escrever, ao contrário do que muita
gente pensa, é a coisa mais fácil deste mundo.
Para mim, é escrever e andar de bicicleta...
Um gajo como eu, apanha-se com um teclado à
frente e, depois, é só fazer combinações de letras e tentar que a coisa faça sentido para poder ser um livro. Como não conseguia isso, criei este blogue em 2006...
Tal desiderato permitiu-me, a partir daí, navegar por aqui, onde vou enganando meia Figueira (a outra metade não me lê, porque não são
figueirenses...) e finjo que sei escrever sobre muitas coisas e tenho
sempre assunto...
Os figueirenses já escreveram mais em
blogues, mas ainda há alguns a escrever com alguma regularidade.
Há alguns, até, que conseguem fazer mais de 6
posts por dia!..
Eu vejo-me grego para fazer um...
Claro que espero que não interpretem o
que acabei de escrever no sentido rigoroso... Se é verdade que, ao acordar, não me
sinto o Giourkas Seitaridis, é verdade que, normalmente, ando com
uma barba de 3 dias.
A minha esperança é que, um dia, alguém repare
nisso. É que um gajo, qualquer gajo, gosta
de dar nas vistas...
Nada, portanto, como ter um blogue.
Quando se sabe muita coisa, é muito mais fácil escrever coisas...
Uma tragédia que já dura demasiado...
A "EUROPA" E A MORTE.
Não são audíveis palavras de solidariedade - pelo menos não as oiço - nem gestos, formais ou informais, pois a nossa gente, a todos os níveis, anda muito mais preocupada com a sua vidinha.
"As tragédias consecutivas que têm lugar no Mediterrâneo, às portas da mirífica Europa, dizem muito sobre a impotência em que esta "União" caiu. No meio desta catástrofe - e a antecedê-la - está um pouco de tudo: negócios, medo, esperança, cobardia. O recalcado triunfa sobre a retórica judaico-cristã que, por exemplo, o Papa fez questão de "terrenizar" indo a Lampedusa. Também lá foi a burocracia europeia de Bruxelas, encabeçada ainda por Barroso, o cretino, para nada. A verdade é que a "Europa" não sabe o que fazer com estes milhares de pessoas que sonham com ela."
Não são audíveis palavras de solidariedade - pelo menos não as oiço - nem gestos, formais ou informais, pois a nossa gente, a todos os níveis, anda muito mais preocupada com a sua vidinha.
"As tragédias consecutivas que têm lugar no Mediterrâneo, às portas da mirífica Europa, dizem muito sobre a impotência em que esta "União" caiu. No meio desta catástrofe - e a antecedê-la - está um pouco de tudo: negócios, medo, esperança, cobardia. O recalcado triunfa sobre a retórica judaico-cristã que, por exemplo, o Papa fez questão de "terrenizar" indo a Lampedusa. Também lá foi a burocracia europeia de Bruxelas, encabeçada ainda por Barroso, o cretino, para nada. A verdade é que a "Europa" não sabe o que fazer com estes milhares de pessoas que sonham com ela."
Está encontrado o ícone da próxima campanha autárquica: A FIGUEIRA!..
Quem duvidava que na Figueira houvesse
oposição política pode desenganar-se.
Quem conhece um pouco da história da
nossa cidade, sabe que nunca, mesmo antes do 25 de Abril de 1974,
deixou de existir oposição política na Figueira.
Hoje, porém, dada a velocidade
surpreendente das flutuações da opinião pública figueirense,
estando na situação, ou estando na oposição, alguns políticos
podem ser obrigados a engolir o que pensam, mesmo não estando preparados
para o digerir.
Em cada partido, especialmente nos dois
que os figueirenses têm considerado os eleitos com vocação de
poder, geraram-se ao longo dos anos, interiormente, oposições às suas próprias
políticas.
O PS, na Figueira, já foi o partido
do punho, agora é o partido da rosa.
O PSD, já foi o PPD, agora é o
partido dos laranjinhas...
A inveja deve estar a crescer: isto, é que se chama tirar o estado do estado da economia!..
Lido no DN de hoje.
"O governo vai pagar, durante seis meses, até 80% do valor do estágio às pequenas e médias empresas que contratem desempregados com mais de 31 anos e que estejam inscritos nos centros de emprego há mais de um ano. As outras empresas poderão receber 65%. O programa Reativar arranca hoje, com um custo nas contas do ministro Pedro Mota Soares de 43 milhões de euros."
"O governo vai pagar, durante seis meses, até 80% do valor do estágio às pequenas e médias empresas que contratem desempregados com mais de 31 anos e que estejam inscritos nos centros de emprego há mais de um ano. As outras empresas poderão receber 65%. O programa Reativar arranca hoje, com um custo nas contas do ministro Pedro Mota Soares de 43 milhões de euros."
João Ataíde na China, País onde um “negócio da China”, não é só “um negócio”...
“Não vamos vender nada aos chineses,
porque todos sabemos que naquele país imenso tudo é feito, tudo é
inventado. Vamos mostrar que neste pedaço do mundo à beira mar
plantado existem todas as condições para que os investimentos
singrem”, pode ler-se na página do facebook de João Ataíde.
Embora desconhecendo como surgiu o
convite, que porém considera "extremamente honroso", João Ataíde
parte hoje para a China, sobretudo "para cativar investimento tecnológico", a convite da Asian-Pacific CEO Association
Worldwide, para participar na 3.ª Conferência Mundial de Indústrias
Emergentes, que decorre neste país asiático durante dois dias, para
apresentar as potencialidades do concelho aos 250 participantes e
para representar a Câmara Municipal na 3.ª cimeira mundial das
indústrias emergentes naquele País. No entanto, admite que ele
possa estar relacionado com o programa de diplomacia económica que o
município da Figueira da Foz iniciou há dois anos, com contactos
"permanentes" país a país, ao nível das embaixadas.
Promovida pela associação
Ásia-Pacífico, entidade presidida pelo antigo primeiro-ministro
francês Dominique de Villepin, a 3.ª cimeira mundial das indústrias
emergentes, consideradas "o novo poder do crescimento económico
mundial", irá reunir, de segunda a quarta-feira, na cidade de
Zhengzhou, província de Henan, cerca de 600 participantes, entre
governantes, autarcas e empresários líderes das maiores empresas
mundiais.
Há sempre uma primeira vez para tudo...
Até para a Figueira ter tido uma noite em que acordou...
"Aqui, na Figueira da Foz, ontem,
começou um despertar de consciências. Podemos falar. Devemos falar.
Ninguém é irrelevante. Nenhuma dor é solitária. Nenhuma
humilhação, nenhum abuso de poder, prepotência alguma deva ficar
impune. Foi para isto que "as portas que Abril abriu" se
abriram! Para que cada um de nós assuma, sem medo, as suas ideias,
as críticas, as reivindicações justas e partilhadas com outros
como nós. Ontem, eu senti que a Figueira começou a acordar. Que se
mantenha desperta. Porque gente para fazer futuro, isso tem, e muita."
- Andreia Gouveia
- Andreia Gouveia
Não tenho praticamente nada a
acrescentar a este belo naco de prosa, que é, ao mesmo tempo, uma injecção
de optimismo, para quem anda há décadas a tentar evitar
o desespero que, imagino, deve sentir uma árvore com comichão no
tronco.
Já agora, aproveito para felicitar e
dar um abraço ao Rogério Neves, velho companheiro destas lides.
domingo, 19 de abril de 2015
Bom observador
"É verdade que se a esquerda não tem patronato que ofereça 3 milhões a fundo perdido para um projecto que já os deve ter esbanjado, não é por isso que não temos, nem online, um jornal assumidamente das esquerdas, e que a direita se entretivesse a boicotar. Nós esbanjamos o bom senso, a capacidade de suprir divergências e de nos unirmos no essencial. E vamos pagar caro por isso, ai se vamos."
João José Cardoso
João José Cardoso
Maldito facebook...
Quando um gajo começa a receber
sugestões do facebook, dizendo que tem dezenas de amigos e amigas
comuns, e esses amigos e amigas comuns começam mesmo a sugerir que um
gajo faça amizades; quando um gajo, por intermédio desse tal de
facebook, recebe pedidos directos de amizade, um gajo sente que
está a subir na vida e na escala social e está à beira de ser uma pessoa
realmente importante e famosa e socialmente integrada...
Se um gajo não parar para pensar, um
gajo pode mesmo chegar a sentir que começa a ser alguém na vida ...
Para que não tirem conclusões
injustas ou precipitadas, deixo desde já clarinho que, felizmente,
ainda não é o meu caso, nem do meu blogue, mas, tanto eu como o
meu blogue, continuamos a manter aquilo que dizem que é ultima coisa
a morrer ....
O meu blogue, um palerma como eu, esse então, anda com a
mania de que milhares o andam a seguir
diariamente.
A noite passada, para se poupar a confusões,
atrapalhações e outras comichões, evitou (por opção própria, pois foi convidado) uma festa em que se iria
sentir tão deslocado como um hippie numa esteticista.
O meu blogue é praticamente como eu: não tem vida social, não faz amigas
novas há vários anos e, muito menos, alguma gaja lhe manda uma mensagem decente há
vários...
A mim, o que me tem valido é a sueca.
Ando com tanta imaginação, que me
sinto capaz de jogar à sueca sozinho, e, ao mesmo tempo, ir
descascando amendoins para acompanhar a mini.
Super Bock, evidentemente, senhor ministro...
Em tempo.
Para que que não tirem conclusões
injustas ou precipitadas, informo, desde já, duas coisas:
2. Depois da mini - e nem
precisa de ser numa roulote numa feira popular... - peço sempre uma
fartura. Segundo as finanças, parece que só há
vantagens em pedir farturas...
Como sou optimista, ainda não perdi a última coisa a morrer: que o próximo portal a lançar pelas finanças (depois do estrondoso êxito que constituiu o Portal dos Cofres Cheios...) seja o Portal da Fartura!..
Espero que seja breve, pois - e eu só falo por mim - estou como o PS...
Espero que seja breve, pois - e eu só falo por mim - estou como o PS...
sábado, 18 de abril de 2015
Domus: um mundo sem deuses, finalmente com homens e mulheres...
Notícia da última página do jornal AS BEIRAS de hoje.
"O nome do vereador António Tavares foi
aprovado, ontem, na reunião de câmara, para a presidência da
Figueira Domus, com os votos a favor do PS e a abstenção do PSD.
Foram ainda aprovados os vereadores Ana Carvalho e Carlos Monteiro
para a assembleia geral. Por sua vez, Hugo Rocha deixou de presidir
ao conselho de administração e passou para vogal, preenchendo a
vaga de Matos Rodrigues, que se demitiu..."
Tal como escrevi aqui um dia destes,
acredito que o senhor vereador ainda vai conseguir fazer o que é
preciso ser feito pela Domus e pela Figueira: se não para
diminuir o mal, pelo menos descobrindo a forma de o não aumentar.
Quando um gajo, mesmo pequeno, se chama António, mas é Tavares, safa-se de ser tó para toda a vida.
No início, ainda se geraram alguns equívocos...
No início, ainda se geraram alguns equívocos...
Autarquia apresenta contas de 2014...
Depois de ler o pouco a que consegui ter acesso, a constatação continua a ser simples e óbvia.
Antes dos mandatos do presidente João Ataíde, a Figueira não estava na moda, estava na merda.
Antes dos mandatos do presidente João Ataíde, a Figueira não estava na moda, estava na merda.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Passos Coelho é um gajo com tomates...
Acabei de ouvir, na SIC, José Gomes Ferreira, em directo, dizer que Passos Coelho avançou novamente com a TSU para os patrões sem passar cavaco a ninguém, nomeadamente à ministra das Finanças e, desconfia, também ao mota das vespas...
Se assim foi - e José Gomes Ferreira, pelo menos no que diz respeito à Maria Luís, garantiu que assim foi - Passos Coelho, sejamos justos, é um gajo com tomates.
Ter tomates, não é saltar para o
precipício sem estar a ver.
Isso é, apenas e só, uma completa
estupidez.
Ter tomates, é saltar para o precipício e estar a
ver...
Cenas de gajos que não querem que olhemos bem para o filme, o que não me custa nada, porque o que eu gosto mais nos filmes são cenas de decotes....
De harmonia com o que li, parece que
o CDS ficou incomodado ao ouvir Passos Coelho adiar a decisão
de concorrer às legislativas com Paulo Portas.
Já sabemos como mais este arrufo vai acabar: como nos últimos três anos e picos, sempre na mesma cama.
Não é por acaso a expressão
"contrair matrimónio"...
Como se sabe, é uma espécie de
doença que é preciso encarar com "sangue frio e muita
calma"!..
Nisto tudo, fico com uma duvida: o que poderá levar um gajo, a querer casar com outro gajo, que anda a comer há 3
anos e picos?..Em tempo.
É sabido que o adultério, apesar de pecado capital, está longe de ser um deslize raro.
Esta vida de candidato a candidato presidencial devia dar para pensar uma coisa simples: que é que eu ando aqui a fazer? A vida não pode ser apenas isto...
“Porque será que a imprensa portuguesa noticia todas as candidaturas possíveis e imaginárias à
Presidência da República e, salvo raras e honrosas excepções,
omite o meu projecto de candidatura, que foi, recorde-se o primeiro
ser apresentado (Julho de 2014)?
A resposta é simples: sou uma
voz incómoda para as sociedades secretas e grupos de pressão que
têm a pretensão de dominar este País e este Povo...
... O meu projecto de candidatura a Presidente da República está a ser levado muito a sério e quando os portugueses despertarem para a sua existência e concluírem que têm em mim um aliado então tudo poderá acontecer .
A condição de candidato marginalizado pela dita comunicação social até tem dado algum jeito, pois tem permitido que me apresente nessa qualidade aos eleitores com quem contacto directamente .”
... O meu projecto de candidatura a Presidente da República está a ser levado muito a sério e quando os portugueses despertarem para a sua existência e concluírem que têm em mim um aliado então tudo poderá acontecer .
A condição de candidato marginalizado pela dita comunicação social até tem dado algum jeito, pois tem permitido que me apresente nessa qualidade aos eleitores com quem contacto directamente .”
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Medida para resolver o problema da natalidade: música para constituir família...
Na vida como no sexo, a psicologia é
importante.
Os jovens do meu tempo perceberam que
a natalidade era mais do que um mito urbano.
Foram fantasias como esta, que tornaram muito mais
interessante a vida simples dos jovens do meu tempo, que o tempo que vivemos destroçou...
"Lá, onde estiveres Percy Sledge, sabe que foste um dos maiores impulsionadores do crescimento da natalidade.Lá, onde estiveres, fica sabendo que a minha geração não esquecerá que a ensinaste sobre o que era dançar um slow agarradinho."
Agora, “vamos todos trabalhar até aos 80, alguns de nós conhecerão o desemprego aos 70, mas não faz mal. O número de milionários também vai continuar a aumentar.”
Portanto, continuem a viver bem no "inferno".
"Não há-de ser nada..."
As etapas da “nossa” revolução estão a cumprir-se
“O deputado relator da comissão de inquérito à gestão do BES e do Grupo Espírito Santo (GES), Pedro Saraiva (PSD), afirmou esta quinta-feira que Ricardo Salgado sabia de fraude nas contas desde 2008, uma das conclusões do relatório preliminar sobre os trabalhos da comissão de inquérito ao caso BES/GES.”
As 3 etapas de uma verdadeira revolução, como foi o 25 de Abril de 1974, estão a cumprir-se.
As 3 etapas de uma verdadeira revolução, como foi o 25 de Abril de 1974, estão a cumprir-se.
Primeiro, tivemos a etapa dos
ingénuos, de que o expoente máximo foi o saudoso Capitão Salgueiro Maia.
Depois, e em segundo lugar, tivemos a
etapa dos oportunistas, de que o expoente máximo foi o PS do Doutor
Mário Soares.
Finalmente, e em terceiro, vieram os vigaristas - estes
todos que aproveitaram as portas abertas pelos oportunistas.
Não tenho nada a acrescentar a este filme...
A esperança da república
"Parece que há um candidato a Belém que é ex-taxista e ex-militante do CDS. Isto é jackpot!!
O partido do táxi arranjou motorista.
O cavácuo desprestigiou de tal forma o cargo da presidência da república que deu neste triste fado."
"Parece que há um candidato a Belém que é ex-taxista e ex-militante do CDS. Isto é jackpot!!
O partido do táxi arranjou motorista.
O cavácuo desprestigiou de tal forma o cargo da presidência da república que deu neste triste fado."
Cenas completamente inúteis...
João Ataíde, presidente da câmara da
Figueira da Foz há quase 6 anos, renovou, ontem, a vontade de
requalificar a Serra da Boa Viagem e as lagoas.
Para levar a cabo tal desiderato, o
presidente da Câmara da Figueira da Foz conta com a colaboração da
Soporcel, Celbi, Cimpor e Instituto da Conservação da Natureza e
das Florestas (ICNF).
Mas, sublinhe-se, o presidente da câmara da Figueira da Foz, segundo o que li
no jornal AS BEIRAS, antes que se entusiasmem demais, deixou o
realismo: por enquanto, “é uma mera ideia e,
depois, a parceria e a circunstância é que vão determinar” o que
vai ser feito.
Portanto, requalificar a serra, as
lagoas e a estrada panorâmica que liga o Cabo Mondego a Quiaios, não
passa de uma manifestação de vontade do dr. João Ataíde. Se
estivéssemos em campanha eleitoral diríamos que não passaria de
mais uma promessa.
Como - por exemplo - “a valorização turística da Morraceira, ou a Aldeia do Mar...”
Das primeiras eleições realizadas a
seguir ao 25 de Abril de 1974, cerca de 4 décadas atrás, finalmente
livres e democráticas, lembro-me da romaria que foi a ida dos
covagalenses a Lavos (nessas eleições não houve mesas de voto na
Cova e Gala), das longas filas de espera à porta escola primária
onde funcionaram as urnas, do ar feliz das pessoas, apesar da espera
para cumprir o acto cívico de votar a concretização de uma aspiração
há muito desejada.
A maioria nunca havia votado nos
simulacros eleitorais do antigo regime.
E, hoje, passados apenas cerca de 40
anos, temos um crescente abstencionismo, o desencanto e a descrença
nos políticos ("são todos iguais!").
Para isso, contribuiu, em muito, a falta
de credibilidade da classe política, sobretudo, pela desilusão com
as expectativas criadas por sucessivas promessas não cumpridas ...
Não é tarefa fácil voltar a ganhar
as pessoas para manifestarem, através do voto, em liberdade e
igualdade a sua vontade colectiva.
Todavia, votar é essencial. O vazio criado pela
omissão das escolhas, abre as portas aos messias e oportunistas de
todos os tempos.
Daí, a responsabilidades dos
políticos. Nomeadamente, dos políticos locais na gestão que fazem
das expectativas que criam aos eleitores...
A Figueira não pode ser gerida como se estivéssemos permanentemente em período pré eleitoral.
quarta-feira, 15 de abril de 2015
A propósito do navio cruzeiro que vai passar pela Figueira, cujos turistas vão visitar Coimbra!
Segundo o Campeão das Províncias, “no
próximo dia 07 de Maio, um navio de cruzeiro vai chegar à Figueira
da Foz com mais de 300 pessoas a bordo, das quais 200 são turistas e
as restantes a tripulação do barco.
Após a sua chegada à Praia da
Claridade, os turistas terão uma recepção local, que incluirá
folclore, entre outras surpresas.
Esta escala na Figueira da Foz terá
uma duração de 10 horas, aproximadamente, seguindo os turistas para
Coimbra, onde farão uma visita à Universidade, almoço e uma sessão
de fados de Coimbra.”
Isto só é surpresa para quem tenha andado
distraído nas últimas 4 décadas.
Desde o final dos 60 do século passado
que a Figueira anda a tentar resolver a “encruzilhada” turismo
ou industria.
Aquilo que os políticos nunca
conseguiram fazer, a realidade acabou por definir e decidir: turisticamente, a
Figueira, há muito que não é uma cidade atractiva e, muito menos, aliciante.
E, isso, explica-se facilmente: há
muito que perdeu a essência.
E, perdida a essência, o que é que os
turistas vêm cá ver?..
Mais do que lamentar, vou ter pena da Figueira no próximo dia 7 de maio se limitar a ver passar o navio.
Antes do mais, porque os estrangeiros ricos poluem menos, são pessoas mais civilizadas e gostam de preservar o seu espaço.
Mesmo o pouco lixo que, porventura, pudessem fazer, se fossem ao ex-libris balnear da Figueira, a Praia dos Tesos, teria outra classe: as garrafas de água seriam certamente do Luso e os frascos de perfume da Chanel...
Mais do que lamentar, vou ter pena da Figueira no próximo dia 7 de maio se limitar a ver passar o navio.
Antes do mais, porque os estrangeiros ricos poluem menos, são pessoas mais civilizadas e gostam de preservar o seu espaço.
Mesmo o pouco lixo que, porventura, pudessem fazer, se fossem ao ex-libris balnear da Figueira, a Praia dos Tesos, teria outra classe: as garrafas de água seriam certamente do Luso e os frascos de perfume da Chanel...
Esta tarde, na sede do BCE...
Uma activista contra a "ditadura dos homens no BCE" subiu à mesa da conferência quando Mario Draghi iniciava a leitura do documento de análise macroeconómica.
Sorte teve Constância que estava na primeira fila...
Sobre a saúde e a qualidade da democracia figueirense...
“Recentemente”, como refere a crónica de hoje do eng. Daniel Santos no jornal AS BEIRAS, “por iniciativa da câmara e da ACIFF discutiu-se o futuro da Figueira." Na opinião do cronista, “a probabilidade de se encontrarem soluções de futuro é maior se ocorrerem eventos desta natureza, onde possam discutir-se, de uma forma abrangente, as questões que tenham tradução na clarificação das metas e dos percursos para as atingir.”
Todavia, parece que nem todos desejam que seja assim, como regista a terminar a sua crónica o eng. Daniel Santos: “é óbvio que tais eventos devem ocorrer com a participação do maior número possível de cidadãos, o que não acontece quando, embora abertos ao público, tenham lugar a meio da manhã. Por isso, não posso opinar sobre o que lá se passou, tal como a generalidade dos cidadãos, muitos deles interessados no futuro da Figueira e que poderiam também dar o seu contributo. Ou será que tais eventos se destinam apenas a autarcas executivos, empresários e reformados?”
Presumo que o sublinhado pelo eng. Daniel Santos, não aconteceu por acaso. Entre os actuais responsáveis empresariais e políticos, há gente que, na prática, defende que não é possível, na Figueira, discutir seja o que for acerca do futuro - sobretudo, o futuro dos figueirenses - pois o tempo, no nosso tempo, corre a uma velocidade vertiginosa e os políticos eleitos, seguindo as regras da democracia representativa, vivem e governam para os ciclos eleitorais e a ditadura mediática, reduzindo a ética republicana a um minúsculo emblema que, no máximo, ostentam em lindos discursos de circunstância ou na lapela.
Temos o caso das reuniões camarárias realizadas à porta fechada e, depois, a acusação hipócrita das “elites” de que a maioria dos cidadãos não liga à política.
Neste momento na Figueira – espero que algum Movimento Cívico pegue na ideia – parece-me que o mais urgente e importante seria “convocar os figueirenses” para debater, enquanto é tempo, a saúde e a qualidade da democracia local.
Aquilo que o eng. Daniel Santos escreve no final da crónica que tenho vindo a referir é o cerne da questão para uma discussão profícua, consequente e séria do futuro da Figueira.
A saúde e a qualidade da democracia – isto é, a participação do maior número de pessoas na discussão dos problemas - deveria interessar aos poderes políticos e aos negócios. Mas, mais do que aos poderes políticos e aos negócios, interessa aos cidadãos e só o inconformismo que ouse colocar a democracia em debate pode salvar a própria democracia.
Todavia, penso que isso na Figueira será muito difícil de acontecer, pois pelo que conheço dos políticos locais, eles julgam que funcionam como um relógio suíço!
E quem é que ousa discutir com um relógio suíço que goza da fama de estar quase sempre certo?
Todavia, parece que nem todos desejam que seja assim, como regista a terminar a sua crónica o eng. Daniel Santos: “é óbvio que tais eventos devem ocorrer com a participação do maior número possível de cidadãos, o que não acontece quando, embora abertos ao público, tenham lugar a meio da manhã. Por isso, não posso opinar sobre o que lá se passou, tal como a generalidade dos cidadãos, muitos deles interessados no futuro da Figueira e que poderiam também dar o seu contributo. Ou será que tais eventos se destinam apenas a autarcas executivos, empresários e reformados?”
Presumo que o sublinhado pelo eng. Daniel Santos, não aconteceu por acaso. Entre os actuais responsáveis empresariais e políticos, há gente que, na prática, defende que não é possível, na Figueira, discutir seja o que for acerca do futuro - sobretudo, o futuro dos figueirenses - pois o tempo, no nosso tempo, corre a uma velocidade vertiginosa e os políticos eleitos, seguindo as regras da democracia representativa, vivem e governam para os ciclos eleitorais e a ditadura mediática, reduzindo a ética republicana a um minúsculo emblema que, no máximo, ostentam em lindos discursos de circunstância ou na lapela.
Temos o caso das reuniões camarárias realizadas à porta fechada e, depois, a acusação hipócrita das “elites” de que a maioria dos cidadãos não liga à política.
Neste momento na Figueira – espero que algum Movimento Cívico pegue na ideia – parece-me que o mais urgente e importante seria “convocar os figueirenses” para debater, enquanto é tempo, a saúde e a qualidade da democracia local.
Aquilo que o eng. Daniel Santos escreve no final da crónica que tenho vindo a referir é o cerne da questão para uma discussão profícua, consequente e séria do futuro da Figueira.
A saúde e a qualidade da democracia – isto é, a participação do maior número de pessoas na discussão dos problemas - deveria interessar aos poderes políticos e aos negócios. Mas, mais do que aos poderes políticos e aos negócios, interessa aos cidadãos e só o inconformismo que ouse colocar a democracia em debate pode salvar a própria democracia.
Todavia, penso que isso na Figueira será muito difícil de acontecer, pois pelo que conheço dos políticos locais, eles julgam que funcionam como um relógio suíço!
E quem é que ousa discutir com um relógio suíço que goza da fama de estar quase sempre certo?
Ao estado a que isto chegou: o pesadelo da saúde em Portugal
A reportagem da Ana Leal, segunda-feira passada pela TVI, que este vídeo reproduz na íntegra, é bom que seja vista com olhos de ver.
Como escreve João José Cardoso, no Aventar, há um detalhe em que os meninos deste governo deveriam ter pensado .
"São serviços de urgência. Ora não há privados que cubram as urgências de um país, pelo simples facto que este lado do negócio apenas dá lucro em Lisboa e Porto e mesmo assim não cobre todas as necessidades. E depois os serviços de emergência médica não vos vão diferenciar se vos estampardes numa estrada, se tiverdes um ticoteco na rua, uma emergência, portanto. Não estou a ver uma dessas equipas que vai às estradas, também eles trabalhando em péssimas condições, a pedir de imediato um helicóptero porque se trata do sr. ministro, ou a reconhecer no focinho coberto de sangue um secretário de estado. Vai daí, em caso de azar, e ninguém está livre dele, trigo limpo farinha amparo, ireis para estas urgências como os outros. E arriscais-vos mesmo a ficar numa maca entalada entre outras num corredor, a serdes assistidos por um enfermeiro para 30 doentes, a ter o único médico capaz de vos tratar ocupado com outros doentes. De nada valerá, depois, um secretário de estado gritar que os médicos e enfermeiros eram comunistas. Vale para vocês, e muito mais para a família. Resta-vos, depois da razia feita sobre o Serviço Nacional de Saúde, uma hipótese, é claro: não sair de casa. Mas é aborrecida".
terça-feira, 14 de abril de 2015
Estas divagações são só para encher...
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| foto sacada daqui |
«Não interessa saber se este regime é comunista ou é um neo-mandarinato burocrático. O que interessa é que esta enorme massa humana se libertou das experiências imperialistas europeias do século XIX, que foram um dos episódios mais lastimosos do Ocidente.»
A trajectória da China constitui "um êxito histórico" que "o mundo deve olhar com admiração", acrescentou Sérgio Sousa Pinto, deputado do PS, que está de visita à China, integrando a Comissão Parlamentar dos Negócios Estrangeiros e Comunidades Portugueses...
Domus: um mundo sem deuses, mas com homens e mulheres...
A crónica publicada hoje no jornal AS
BEIRAS pelo vereador António Tavares começa por observar o óbvio.
“A Figueira Domus tem tido alguns
azares. Não por culpa dos deuses, como é
óbvio, mas dos homens.”
E também das mulheres, já agora, se
não se importa senhor vereador...
O cronista – e ao mesmo tempo senhor
vereador executivo há cerca de 6 anos – esquece um pormenor: a sua
responsabilidade por via da sua participação, certamente importante
e decisiva, na escolha dos tais “homens e mulheres” que têm gerido a
casa nos últimos cerca de 6 anos. Até porque, como sabemos, “esses homens e essas mulheres”
não foram escolhidos propriamente por critérios de competência profissional, como gestores, mas
por outros, nomeadamente “as fidelidades” - partidárias e não
só...
Esses homens e essas mulheres não
foram escolhidos e escolhidas por um executivo de um Partido
imaginário e experimentalista: foram lá colocados por
um executivo que, tem como um dos rostos de marca precisamente o seu.
E, passados todos estes anos de oposição e de execução, não quero acreditar na ideia que pode ficar a pairar depois de ler, como o sempre o faço, a sua crónica de hoje: a de que a gestão da Figueira Domus ter sido putativamente escolhida por responsáveis camarários que conhecem pouco e mal a realidade da empresa municipal e ainda pior os mecanismos da administração.
Perante o mal, espero que o senhor vereador não se sinta um pouco como Santo Agostinho que, antes da sua conversão ao Cristianismo, dizia: “Procurava donde vinha o mal e não saía nunca dele”.
Acredito que o senhor vereador ainda vai conseguir fazer o que
é preciso ser feito pela Domus e pela Figueira: se não para diminuir o
mal, pelo menos descobrindo a forma de o não aumentar. E, passados todos estes anos de oposição e de execução, não quero acreditar na ideia que pode ficar a pairar depois de ler, como o sempre o faço, a sua crónica de hoje: a de que a gestão da Figueira Domus ter sido putativamente escolhida por responsáveis camarários que conhecem pouco e mal a realidade da empresa municipal e ainda pior os mecanismos da administração.
Perante o mal, espero que o senhor vereador não se sinta um pouco como Santo Agostinho que, antes da sua conversão ao Cristianismo, dizia: “Procurava donde vinha o mal e não saía nunca dele”.
Registo o parágrafo final da crónica do senhor vereador: “É bom que se alerte e se fale da sua contabilidade sempre que necessário, suscitando reparos, mas também não fica mal, até por respeito ao seu abnegado corpo de funcionários, que se relembre, em substância, o bom desempenho na missão social da empresa”, até porque em qualquer projecto – por mais ousado e empreendedor que se seja - nunca se conclui tudo o que se projecta realizar.
Isto, quando se projecta para, depois, realizar...
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