quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
A reportagem da SIC sobre o BPN
O caso do BPN é a todos os títulos paradigmático: Oliveira e Costa, o banqueiro, já tinha pertencido à supervisão do Banco de Portugal e Constâncio, o regulador, era e é um homem desde sempre ligado ao capital financeiro...
No caso BPN - e isso não deveria dar lugar a dúvidas - não há maus e bons. São todos iguais: os que o geriram, os que o fiscalizaram, os que o nacionalizaram e os que o venderam.
O grande erro foi ter-se começado a dizer que o BPN era um “caso de polícia”. Não é isso o que o distingue. O que o distingue é a incompetência dos seus gestores, que não souberam apresentar como um “negócio financeiro normal” a actividade do banco e a voracidade de um conjunto de ladrões recém-saídos da pobreza ou de uma situação remediada que quiseram em muito pouco tempo acumular grandes fortunas pessoais, coisa que nos bancos com tradição tem outro ritmo e outro tempo de concretização. Essa a especificidade do BPN.
Via Politeia
No caso BPN - e isso não deveria dar lugar a dúvidas - não há maus e bons. São todos iguais: os que o geriram, os que o fiscalizaram, os que o nacionalizaram e os que o venderam.
O grande erro foi ter-se começado a dizer que o BPN era um “caso de polícia”. Não é isso o que o distingue. O que o distingue é a incompetência dos seus gestores, que não souberam apresentar como um “negócio financeiro normal” a actividade do banco e a voracidade de um conjunto de ladrões recém-saídos da pobreza ou de uma situação remediada que quiseram em muito pouco tempo acumular grandes fortunas pessoais, coisa que nos bancos com tradição tem outro ritmo e outro tempo de concretização. Essa a especificidade do BPN.
Via Politeia
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Um verdadeiro candidato a ir para o céu...
Ulrich recusa pedir desculpas sobre sem-abrigo:
“Não recebo lições de sensibilidade social dos outros. Essas lições tive-as em casa, na escola e na religião católica”.
“Não recebo lições de sensibilidade social dos outros. Essas lições tive-as em casa, na escola e na religião católica”.
A sesta do barbeiro da Aldeia
Este Olímpio não perdoa. Sempre que pode dorme a sesta, por
muito curta que seja.
Possivelmente, para
quase todos nós, o momento a seguir ao almoço,
é quando o sono aperta mais, excluindo a noite, como é
óbvio.
Há quem defenda que uma pequena sesta durante o dia seria benéfica
para a produtividade.
Como o Olímpio não é empregado, na sua qualidade de patrão,
para ultrapassar a “moleza”, em vez de após
o almoço caminhar um pouco, de maneira a afastar a sonolência, senta-se
na cadeira e pimba: ferra o galho.
Passados uns minutos,
já com o corpo recomposto, as energias voltam.
Entretanto, como o cérebro e o corpo já descansaram um
pouco, fica novamente apto a dar o seu melhor.
Só que hoje teve azar: o Pedro foi acordá-lo.
A situação financeira da câmara municipal da Figueira da Foz...
O Município da Figueira da Foz, à semelhança de muitos
outros por este país, está sufocado financeiramente.
Em 2011, contraiu junto da banca, um empréstimo de 31
milhões de Euros para pagamento de dívidas a fornecedores, numa operação
designada como “saneamento financeiro”.
No final de 2011, a sua dívida total (sem
considerar as dívidas das empresas municipais) atingia um valor de 60
milhões de Euros. Contando com as empresas municipais, esse valor deveria rondar os 90 milhões de euros.
Em 2012, contraiu um novo empréstimo de mais um milhão de Euros.
Em 2012, contraiu um novo empréstimo de mais um milhão de Euros.
Não é preciso ser muito perspicaz, para saber que isso compromete o nosso futuro.
A despesa do serviço da dívida, em 2012, atingia um valor à
roda de 7, 5 Milhões de Euros. A partir de 2014, o serviço da dívida
deverá chegar a um valor superior a 9,0 milhões de Euros por ano, quando tiver que começar a amortizar o atrás mencionado empréstimo de 31 milhões.
Para se ter uma ideia de quanto isto pesa e
pesará no Orçamento municipal, refira-se que, sem contar com eventuais
fundos comunitários disponíveis, o Município da Figueira tem (e deverá ter no futuro),
capacidade para arrecadar uma receita anual total à volta de 32 a 33 milhões de
Euros.
Como todos sabemos, a responsabilidade da governação do município, entre 1996 e
2009, pertenceu ao PSD/PPD.
Primeiro com Santana Lopes (um mandato) e depois com o eng. Duarte Silva (dois mandatos).
Antes e depois, nestes 39 anos de regime democrático, a gestão pertenceu ao PS...
Primeiro com Santana Lopes (um mandato) e depois com o eng. Duarte Silva (dois mandatos).
Antes e depois, nestes 39 anos de regime democrático, a gestão pertenceu ao PS...
Em tempo.
Toda a gente sabe que um colectivo é um grupo de pessoas que
pensam pela sua própria cabeça.
Um colectivo é expressão
de cidadania, de exigência, de participação.
Toda a gente sabe que um rebanho é um bando que segue o
primeiro - não forçosamente um líder não uma ideia, apenas o primeiro que lhe
calhou em sorte. Em rebanho não se
pensa, não se decide, não se exige, não se questiona - segue-se ao sabor do
acaso, ou então da vontade daquele que vai à frente.
Os colectivos defendem-se, porque sabem que sua força reside
no número e sabem também que se algum cair, outro ocupará o seu lugar, os
colectivos existem porque a união dá força às ideias e as ideias com força, dão
razão de ser aos actos que fazem da vida a verdadeira luta.
Os rebanhos têm pastores que os guiam. Outros que os
guardem. Num rebanho
se algum cai os outros fogem e abandonam-no à sua sorte.
Um colectivo alimenta a sua própria vida, um rebanho apenas
alimenta a vida dos seus predadores.
Um rebanho é a preguiçosa estupidez que se desloca sem nexo,
ao sabor das circunstâncias.
A sua pequenez é insuportável, o seu alheamento imperdoável,
os seus malefícios irrecuperáveis.
Espero que a Figueira deixe de ser um rebanho e se aproxime mais de ser um colectivo...
Mais uma banalidade

Sempre tive, alguma dificuldade em distinguir deslize
de erro, até que, hoje, li isto no jornal i..
Franquelim Alves, afirma que trabalhar na SLN “foi o grande erro da sua vida” profissional.
Compreendo agora, finalmente, o deslize de Franquelim Alves, que ao que
consta tem um passado profissional de se lhe tirar o chapéu, quando omitiu a
sua passagem pelo grupo SLN/BPN e as imparidades no Banco Insular - no currículo
oficial divulgado pelo Governo…
Tudo isto, pelos vistos, nos dias que correm, é banal.…
Portanto, nem sequer há com que fazer um relatório.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Que esteve a fazer 12 anos no poder o PSD na Figueira da Foz?..
Vi hoje confirmado aquilo de que suspeitava há anos.
Os reais efeitos da crise em lume brando que vivemos de há uns anos a esta
parte na Figueira da Foz, designadamente ao nível “do estrangulamento provocado pelo Plano Director”, são muito piores do que tinha imaginado!..
O seguro morreu de velho...
![]() |
Costa, o seguro deles... |
Na reunião, os homens fortes da Finança terão mostrado preocupação com o actual rumo da oposição e, sabendo que o Governo pode estar por um fio, num cenário de crise política, temem a falta de "alternativa credível", por, alegadamente, "faltar experiência" à actual liderança do PS.
Franquelim...
Jerónimo considera a sua nomeação «um escândalo»...
Manuel Alegre, «uma vergonha»...
O BE está «escandalizado»...
Seguro acha que «está a tardar declaração de Passos sobre Franquelim».
Marcelo Rebelo de Sousa quer que ele «explique todas as dúvidas»...
O CDS está «incrédulo»...
Álvaro Pereira tem «total confiança»...
Franquelim está «perfeitamente tranquilo»...
Vendo bem, vendo bem, o homem até fez umas coisas jeitosas...
Se vier a confirmar-se o que é noticiado, neste momento, é a decisão acertada…
Durante o dia de ontem, foi alcançado um princípio de acordo
entre os órgãos sociais do Sporting (Conselho Diretivo, presidido por Godinho
Lopes, Conselho Fiscal e Mesa da Assembleia Geral) para eleições gerais no
clube. O cenário de renúncia do Conselho Diretivo (CD) foi ontem profundamente
equacionado e acabou por se chegar a um consenso, que evitará a realização da
assembleia geral (AG) de sábado, em que seria votada a destituição do Conselho
Diretivo, apurou o CM. As demissões serão apresentadas esta semana. Hoje há
plenário dos órgãos sociais, onde será selado o acordo estabelecido ontem.
Via Correio da Manhã
Ponto de ordem
Duas perguntas
A economia já está a crescer?
O desemprego já está a diminuir?
Penso que todos sabemos que não…
Então calminha, que o caminho ainda vai ser muito longo e muito penoso...
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Ele há dias assim…
![]() |
| foto Jorge Lemos |
Só um instante breve, para vos dar conta de mais um número da grande
produção em cartaz Carnaval Figueira 2013, da nossa brincalhona autarquia, através desse gigante da organização de eventos em final de
carreira, que sustentámos ao longo dos anos, que se designa por Figueira Grande Turismo.
Lembremo-nos sempre de que o povo é quem mais
ordena, e a maioria “corre” para lá
sempre que há Carnaval.
O mesmo povo que vai a correr aos Carnavais, para
o mês que aí vem, Março, primeiro, vai abrir a boca, tal o espanto, e a seguir, lamentar-se, pela conta do IMI que lhe vai aparecer na caixa do correio…
Mas não vai fazer mais que isso...
Lá mais para o fim do ano, vai votar nos mesmos do costume.
Por estes lados, vota-se por fé, pura, autêntica, mais divina do que
aquela que leva os crentes à igreja. Personalidades ou projectos, são irrelevantes,
se não mesmo um problema, porque dão que pensar, e isto de pensar, já se sabe,
pode provocar dores de cabeça ou, coisa pior, em cabeças que cultivam a
felicidade que provém da ignorância e do comodismo.
Em tempo.
Há poucas coisas em que sou realmente bom. Uma delas, ao que dizem, é a dizer mal de quase tudo e mais alguma
coisa...
Sou incapaz de me calar. Não tenho noção de timing, etiqueta,
conveniência que me sustenha…
Acho que está mal: não gosto - é na hora, logo, sem paninhos
quentes, pimba.
Esta minha – digamos assim -, para alguns, “anomalia comportamental”, a que eu prefiro
chamar frontalidade e coerência, já me “lixou”
a carreira várias vezes.
Na opinião de alguns, não sou realista, não sou razoável, espero o impossível...
No entanto, apesar de todo este radicalismo fundamentalista
- sim, também há muita boa gente que me acha um fundamentalista - há uma coisa de que
eu me recuso a dizer mal como um todo: da Figueira.
Para quem conhece a Figueira há muito, é líquido que nos últimos anos a degradação da
classe política, a mediocratização das elites influentes e o progressivo abandalhamento
dos diversos poderes, são factos indesmentíveis.
Do meu ponto de vista, constitui um erro de análise julgar o todo por aquilo que
se vê.
Aquilo que se vê - que não é a realidade - é o que a comunicação
social publica.
Aquilo que a Figueira tem realmente de importante, não é o
passado, não é o presente - é o futuro.
E, essa, é uma luta que tem de ser travada.
Há lutas e causas que eu não sei, sinceramente, se podem ser ganhas, mas também há lutas e
causas que não podem deixar de ser lutadas…
Eu, o tal que alguns dizem, dizer mal de tudo e mais alguma coisa, acredito
que a Figueira ainda tem ponta por onde se lhe pegue!..
Os anos estão a passar. Já tenho alguns cabelos brancos…
Se calhar, continuo o mesmo ingénuo e lírico de sempre...
Se calhar, continuo o mesmo ingénuo e lírico de sempre...
Voto da semana
Que no programa TV Rural - que a maioria aprovou sexta-feira na AR- ensinem a capar coelhos, a cortar relva, a podar pereiras e a fazer estrume com laranjas.
Via Crónicas do Rochedo
Via Crónicas do Rochedo
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Filinto Viana...
... vai inaugurar uma exposição de pintura no Tubo d’Ensaio d’Artes, no número 1A da Rua do Pinhal, na Figueira da Foz, hoje, Sábado, às 16 horas.
Via o sítio dos desenhos
Via o sítio dos desenhos
G.D.COVA-GALA 4 - NAVAL 0
À atenção da maioria paralamentar (PSD/CDS)...

Agora que já não estamos na era do preto e branco, embora a
nostalgia continue a estar presente, e depois dos excelentes resultados obtidos com o regresso da "TV Rural", espero que não se esqueçam do "Museu do Cinema"?..
Boa noite senhores telespectadores...
Oh Melo diz boa noite...
Boa “noote”…
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Regresso da "TV Rural"...
(Cerca de 30 deputados do PS votaram contra a resolução da maioria, enquanto o líder parlamentar, Carlos Zorrinho, e o secretário-geral António José Seguro, se abstiveram.)
Fechou a velha Nau
A Figueira teve cafés míticos, ao mesmo tempo espaços do património cultural e da
história da cidade, que, ao longo doas anos, foram frequentados e coabitados por muitas
gerações ligadas a diversas actividades profissionais: operários, homens do
mar, intelectuais, personalidades de diversas artes, gráficos, sindicalistas, políticos
e de muita outra gente que, apesar de anónima, se deleitava com o prazer dos
convívios e das conversas - as famosas e proveitosas tertúlias.
Entretanto, as coisas foram mudando. A chamada vida moderna
trouxe transformações profundas. Dos
hábitos coloquiais, vividos à volta da mesa do café, acabámos por chegar às patéticas práticas de vida individualista e
solitária dos dias que correm.
Hoje, nos balcões dos cafés, e não nas mesas, mulheres e homens, limitam-se a engolir, o mais rápido possível, tostas
mistas, sandes de ovo com alface, pastéis de bacalhau, folhados - a chamada comida rápida que apenas serve para
enganar o estomago, acompanhada de uma bebida ou de um café.
As poucas palavras
são para a empregada ou o empregado, para fazer o pedido e, antes de se irem
embora, pedir a conta.
Sem capacidade de resistir a esta desumana forma de vida, grande
parte dos cafés da Figueira, mesmo os mais históricos, foram ao longo dos últimos
anos encerrando as portas.
Hoje, chegou a vez do velho café Nau, um espaço que, nos anos exaltantes do prec
fervilhava de vida.
A partir da segunda
metade dos anos setenta, tive o prazer de conviver, nas mesas do café
Nau, na minha opinião, com a nata da
inteligência figueirense de então – Joaquim Namorado, Mário Neto, António
Alves, Cerqueira da Rocha, José Martins, Gilberto Vasco, etc. …
Sou, em muito, um produto desses convívios nas mesas da velha
Nau, com a “malta” que pensava e fazia o
Barca Nova, jornal onde comecei a dar os primeiros e titubeantes passos no
mundo fascinante da escrita…
Tá na hora!..
Segundo O SOL, o secretário-geral socialista, António José Seguro, e o presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, reuniram-se na passada noite, no Largo do Rato, para um trabalho “comum” de “orientação estratégica” que fortaleça o papel do PS, enquanto “alternativa”...
Para os políticos, o cheiro de eleições é como o perfume da carniça para as hienas: desperta-lhes não só o apetite mas, sobretudo, a vontade de se sacrificar pelo país…
Café Nicola
![]() |
| A foto sacada daqui, dá conta do momento "pré" Café Nicola |
À semelhança, ao que julgo, de boa parte dos
figueirenses, o “mistério” em torno do putativo futuro candidato PSD/PPD à
câmara interessa-me tanto como ter uma viola
no meu enterro.
Aliás, reconheço nem saber ao
certo qual é o “mistério”…
Posso estar enganado, mas Miguel Almeida, cuja enorme relevância
começou anteontem a ser inventada, é a escolha "natural" do PSD/PPD local, que se afirma alternativa ao executivo de
João Ataíde.
A coisa, a meu ver, é, de facto, aborrecida e desinteressante... Talvez,
excepto para um psiquiatra.
Fora do manicómio em que os políticos e os fazedores de
opinião indígenas cirandam, os estragos causados nos últimos três mandatos autárquicos na Figueira, antes do actual – um de Santana
e dois de Duarte Silva –, deveriam bastar
para os figueirenses erradicarem o PSD/PPD do mapa político local.
Mas, ao que parece, não...
E o PSD/PPD local, não apenas se acha no direito de reclamar o
retorno ao poder concelhio, como julga ser o mais provável consegui-lo.
Se, neste momento, nada garante que tamanha extravagância se concretize, a sua mera plausibilidade é
suficiente para recear a falta de memória e de juízo do bom povo figueirense.
Uma cidade assim dá vontade de rir. E, ao mesmo tempo, cada vez menos vontade de a habitar.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Esta nossa barra...
| foto antónio agostinho |
Para ver o vídeo com a reportagem da RTP, clicar aqui.
Nada acontece por acaso na Figueira...
"... foi tanta a obra feita, que agora estamos feitos com tanta dívida".
Rui Curado da Silva, hoje, na habitual crónica das quintas-feiras no jornal AS BEIRAS.
Para quê a tolerância de ponto da terça-feira de carnaval na Figueira?
Algumas autarquias, entre elas a da Figueira da Foz,
vão “fintar a ausência de tolerância de ponto na terça-feira de Carnaval”.
Entretanto, por quase todo o País, pouco e pouco, o povo perdeu o direito à festa.
Estamos a ficar sérios, macambúzios, metidos dentro de uma realidade formatada a relatórios que
nos dizem o que devemos fazer.
Já não podemos deleitar o corpo nas vésperas da quaresma,
deveremos habituar as carnes a viver no recato e no regrado da contenção, sem
recursos a folias de libertação ou ensejos de irracionalidade.
Na Figueira vai haver tolerância de ponto na terça-feira de
Carnaval. Mas, para quê?..
Para os habitantes do concelho da Figueira, que assim o
entenderem, virem para a rua brincar ao Carnaval,
uma manifestação popular, pagã, saindo,
à sua responsabilidade e expensas?..
Claro que não: os
figueirenses são é incentivados a irem,
em nome de um putativo interesse Cultural e económico,
ver grupos que se auto-denominam escolas de samba, darem uma volta à Avenida…
Em tempo.
Não entendam isto como uma crítica à tolerância de ponto
dada pela Câmara da Figueira.
Isto, é, somente, uma pequena nostalgia do tempo em que eu era
criança, me mascarava de zorro e me
estava a borrifar para as seriedades desta vida, mesmo que à minha volta Portugal se afundasse engolido por monstros medonhos que não me afligiam os
pesadelos da noite…
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