
Para que serviria a Cavaco Silva um conselheiro de estado desmemoriado?..


Joaquim Moreira, que eu não conheço, não sei porquê, encarregou o Outra Margem de entregar esta mensagem ao eng. Duarte Silva.




Via à beira mar, ficámos a saber que ainda existem pessoas importantes na Figueira: Lídio Lopes, vereador na Câmara de Figueira da Foz, junta-se às mulheres social democratas do Algarve para partilhar matérias sobre Protocolo Autárquico e Organização de Eventos, este sábado, às 15 horas, na sede do PSD de Lagos, na Praça Gil Eanes.
Esta ida do professor Lídio Lopes até ao Algarve dá-lhe a hipótese de partilhar o seu know-how em matéria de Protocolo Autárquico e Organização de Eventos.
Cá por esta Outra Margem, ficamos sempre muito felizes, quando temos oportunidade de dar notícias boas e positivas, aí da margem direita…
"Manuel Pinho acredita que sector do turismo vai resistir à crise";
Neste momento, em Portugal, qualquer trabalhador tem sobre a cabeça a ameaça do desemprego. A ruptura negocial na Autoeuropa, é a prova que faltava de que este não pode ser de modo algum o caminho a seguir pelos trabalhadores e pelas suas organizações. De flexibilização em flexibilização até à flexibilização total. Mas as organizações dos trabalhadores não podem continuar passivas e inoperantes enquanto assistem à destruição do tecido empresarial e à desvalorização do trabalho. Numa situação de calamidade, o que resta?..
Ter fé?.. Em quem?.. Não podemos, nem devemos perder a fé. Mas, eu confesso que não tenho fé nenhuma na fé de Manuel Pinho.
“O que se passa na Autoeuropa diz respeito a todos os trabalhadores e por isso a defesa dos seus postos de trabalho, da sua valorização e dignificação, não pode ser limitada àqueles que lá trabalham – isolados não terão futuro. Numa época em que a ameaça do desemprego paira um pouco por todo o lado, torna-se difícil a mobilização de quem receia perder o seu posto de trabalho por muito frágil que seja. Mas os trabalhadores e as suas organizações não podem permitir que a Autoeuropa se transforme numa nova Qimonda enquanto o Governo vai declarando que fará tudo o que estiver ao seu alcance – e tudo é nada como já se viu.”
Isto, pasme-se, aconteceu na Figueira num partido auto-intitulado democrático, o PS. Não aconteceu num partido, que gente responsável do PS, acusa de anti-democrático, o PC. Pelos vistos, pelo menos aqui pela Figueira, são partidos ditos democráticos, como este PS de Victor Baptista e João Paredes, que colocam em causa “as melhores regras da democracia”. Para mim, que não milito em nenhum partido, e, presumo, para a generalidade dos figueirenses, a coisa tem a importância que tem no desacreditado micro-cosmos da política local. Ou seja, a margem de manobra disponível, para quem pretenda, por aqui, ser autarca, é curta. Como tal, está dispensado o rasgo político, a seriedade, o governante com ideias próprias. O perfil mais adequado de autarca local, dito moderno, deve começar na falta de memória, passar pela invertebração e a falta de carácter, e terminar na falta de vergonha. O poder local deste Portugal do século XXI está repleto de gente desta, que governa bem a vida em tão próspera actividade.
Eles fazem o papel deles. Somos nós, os eleitores figueirenses, que temos de decidir que futuro queremos, para nós e para os nossos descendentes. Cá pela minha parvónia, futura vila, a poucos meses de novo acto eleitoral, a maior obra destes últimos quatro anos, dizendo de outra maneira, o maior feito de quem, por aqui, tem o poder quase há 16 anos, foi manter anestesiada e adormecida uma freguesia inteira… Podia dar muitos exemplos. Vou dar apenas um: o caso dos terrenos do campo de futebol do Grupo Desportivo Cova-Gala.

“OS JUIZES
"Confesso", no Política de Choque
“António Feio ... da TRETA”, no Cova d´oiro
“O que se passou, afinal?!”, no Lugar para Todos
“As reuniões municipais: democracia à Duarte Silva”, no O Ambiente na Figueira da Foz
Evolução na continuidade!...