Via Diário as Beiras
quinta-feira, 3 de março de 2022
Apartamentos da Quinta da Matiôa: um problema por resolver há mais de (pelo menos) 12 anos
Conforme se pode constatar por uma postagem deste blogue de 9 de Novembro de 2017, "o problema foi herdado da gestão camarária PSD, antes do PS ter ganho as autárquicas de 2009..."
Nesse dia 9 de Novembro de 2017, o Diário as Beiras publicou uma notícia a dar conta que tinha sido furtado recheio de 16 apartamentos. "Foram furtados sifões, esquentadores, exaustores, sanitas e torneiras de 16 apartamentos da Quinta da Matiôa, em Tavarede, freguesia urbana da Figueira da Foz. A queixa foi apresentada na PSP daquela cidade pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) no dia 6 deste mês. Os autores introduziram-se nas habitações através de arrombamento, tendo provocado largas centenas de euros de prejuízo. Esta não foi a primeira vez que os apartamentos desabitados daquela urbanização, como foi o caso mais recente, foram “visitados “ pelos amigos do alheio. De resto, é longo o historial de furtos, incluindo tampas de saneamento, estores, portas e janelas."
quarta-feira, 2 de março de 2022
"Câmara da Figueira da Foz rescinde com empreiteiro do Palácio Conselheiro Branco"
| Imagem via Diário de Coimbra, 30 de Janeiro de 2021 |
«A Câmara da Figueira da Foz aprovou hoje, por unanimidade, uma proposta de rescisão litigiosa com o empreiteiro responsável pela intervenção no Palácio Conselheiro Branco, em Maiorca, devido aos “excessivos” incumprimentos dos prazos.
O presidente da autarquia, Pedro Santana Lopes, invocou o “manifesto incumprimento excessivo por parte da empresa”, que foi reconhecido por toda a oposição.
As obras, no montante de 140 mil euros, que se destinavam a intervenções ao nível da cobertura total, janelas, portadas e pintura exterior, iniciaram-se ainda em 2019 e previam um prazo de execução de 90 dias.
O Palácio Conselheiro Branco, que já acolheu o posto da GNR de Maiorca, é um edifício classificado como de interesse municipal, sendo propriedade da Câmara da Figueira da Foz.
O vereador e anterior presidente da autarquia, Carlos Monteiro (PS), defendeu também a rescisão litigiosa por “ser difícil trabalhar com aquele empreiteiro, que não cumpre [prazos]”.
Salientando que a empresa em questão “tem um relacionamento muito mau com a Câmara”, Carlos Monteiro recordou que já foi “difícil trabalhar com ele na Casa do Paço”, situada próxima dos Paços do Concelho.
O socialista acrescentou ainda que a maior parte da intervenção está concluída.
Falta recolocar a cúpula do edifício que, segundo o presidente do município, Santana Lopes, vai ser entregue a uma empresa, ao abrigo as normas que preveem a intervenção por questões de segurança e salubridade.
“Aquilo está num estado inaceitável, coberto por uma lona, e temos de repor a cobertura, porque a obra já está parada há tempo e tudo se vai degradando”, disse o autarca, frisando que a Câmara “tem de intervir o mais rápido possível”.
Aos jornalistas, Santana Lopes adiantou ainda que a recuperação do Paço de Maiorca é uma obra que tem de avançar “tão depressa quanto possível”, ainda este ano, para “a degradação não continuar”.
O presidente do município disse que está a trabalhar numa utilização do Paço de Maiorca “que seja muito vantajosa para aquela vila e para o concelho todo”.
Nota OUTRA MARGEM:
Ucrânia e Palestina, heróis e terroristas: o terror que nos vendem e o mundo real
Quase tudo correu pelo melhor...
| Imagem via Diário as Beiras |
1ª. - que esse dinheiro, ao contrário do que dizem "algumas más línguas", é muito bem empregue.
2ª. - que é um canal que faz muita falta aos portugueses, em geral, e aos figueirenses, em particular.
Mas, não há nada a corrigir?
Há sim senhor. Desde logo, levar um chapéu de chuva e umas galochas.
Vocês não se lembram. São novos. Porém, quem anda por cá a virar frangos há muitas décadas, não esquece o que diziam os antigos: “terça-feira de carnaval com chuva, é lama até à vulva!”
Eram pouco frescos os velhos do meu tempo, eram, eram. E que observadores, sempre de olho arregalado e bem atento!..
terça-feira, 1 de março de 2022
A última Assembleia Municipal da Figueira da Foz narrada pela CDU FIGUEIRA
Como os jornais que costumam fazer a cobertura do acontecimento, raramente fazem referência à deputada municipal mais activa e interveniente deste importante órgão autárquico figueirense, via Cdu Figueira DA Foz, OUTRA MARGEM deixa o link que dá acesso a algumas das questões que Silvina Queiroz, a única eleita da CDU, apresentou.
Para PENSAR
Via Miguel Mattos Chaves, doutorado em Estudos Europeus, dominante de Economia, pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica. Possui o Mestrado em Estudos Europeus (pré-Bolonha), um Master em Gestão Comercial e Marketing, uma Licenciatura em Relações Internacionais e o Curso de Marketing Management, este na Bélgica. Tem ainda o Curso de Defesa Nacional ministrado pelo Instituto da Defesa Nacional.
"Invasão para mudar o Poder Político?
Sangue ucraniano nas mãos do banca ocidental (e de uns quantos “liberais”)
João Mendes: "Onde estavam estes revolucionários instantâneos, que agora até em manifestações aparecem? Os tais que não admitem que se mencionem os antecedentes desta guerra, mas que estão, desde o seu início, a usá-la única e exclusivamente para alavancar os seus partidos e interesses? Uma boa parte estava a ganhar dinheiro com estes e outros ditadores. Continua a fazê-lo. Seja em Moscovo, Pequim, Riade ou Caracas. Não são apenas hipócritas. São cúmplices destes assassinos. E, como a banca, têm sangue ucraniano nas mãos."
ACT detecta empresas que racionavam água aos imigrantes nas estufas do Alentejo
Amanhã há reunião de câmara
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022
«A China, sem ter mexido uma palhinha, vai por aí acima»...
O "putinismo" é uma doutrina de extrema-direita que aspira a reconstituir o território da antiga União Soviética, mas com valores capitalistas (na pior acepção do termo “capitalismo”). O aparelho de Estado está nas mãos da antiga polícia política, o KGB, distribuindo benesses económicas aos grandes empresários que se portam bem, atirando algumas migalhas ao vulgo, anestesiando o proletariado com a recuperada religião (cristã ortodoxa) e alimentando a ideia de que o país tem um lugar predestinado na cena mundial.
O facto de Putin invadir a Ucrânia não tem nada de surpreendente: ele próprio tem vindo a declarar publicamente, há anos, que vai desfazer “a maior tragédia do Século XX”, entenda-se, o desmantelamento da URSS.
O que é interessante, para começar, são os resultados imediatos desta invasão anunciada.
Ao nível político, por um lado, ressuscitou a NATO; por outro, atestou a impotência da UE.
Os Estados Unidos, que já não são grandes, continuam na curva descendente.
A Europa, que nem se consegue definir, terá de ocupar-se com a sobrevivência.
A China, sem ter mexido uma palhinha, vai por aí acima.
É melhor tomarmos consciência de que, mesmo sem termos os russos a invadir-nos as praias, vamos ter uma vida bem mais difícil.
É a vingança do chinês..."
Da série, na Figueira é sempre carnaval...
Via Diário as Beiras
Santana continua a conseguir deixar o PSD com os nervos em franja...
Ontem, com tantos problemas para resolver, OUTRA MARGEM deu conta que tínhamos mais uma polémica via Salvador Malheiro: “Figueira da Foz esteve mal”!..
Nota de rodapé.Para quem gosta de aprofundar os problemas para além da espuma dos dias
"Muitos politólogos, essa casta que parece ter recebido o privilégio único de interpretar uma ciência oculta como é a política, asseguram que a crise ucraniana e, numa perspectiva mais ampla, o frente-a-frente entre a NATO e a Rússia é fruto de uma luta ideológica.
Ignorância, incompetência, má-fé, de tudo um pouco? Problemas de quem estuda por cartilha única e nada mais existe debaixo do sol.
Uma luta ideológica? Quais são as ideologias que se confrontam quando de um lado estão forças do capitalismo neoliberal e, do outro, forças do capitalismo neoliberal ainda que convivendo com um sistema de arreigadas tonalidades nacionalistas – reforçadas pelo acosso propagandístico e militar estrangeiro?
Trata-se de um confronto entre forças anticomunistas dos dois lados da barricada, como os mais recentes discursos de Vladimir Putin bem demonstram. O Ocidente vê-se ao espelho quando olha para a Rússia de Putin, mas a arrogância e o ego elitista fazem com que não se reconheça.
O que move estas forças não são ideologias mas interesses, a necessidade de aceder a um bolo planetário que uma parte, a colonial, exige na íntegra; e a que a outra pretende igualmente chegar, traduzindo afinal o confronto entre unipolaridade e multipolaridade – a que a China se junta."
Para ler o texto de José Goulão na íntegra, clicar aqui.